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Mercedes-Benz EQV dá contributo para a mobilidade sustentável da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Moreira da Maia

05/05/2021 16:22

Os bombeiros têm uma missão de responsabilidade social acrescida, que se estende à responsabilização da qualidade do ambiente. Práticas de mobilidade mais saudáveis para o planeta, como a introdução de viaturas elétricas para a mobilidade de transporte de doentes não urgentes na frota das associações de bombeiros podem ser um passo importante nesse sentido, como constata, o presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Moreira da Maia, Mota Borges, com quem a Sociedade Comercial C. Santos esteve à conversa, após a experiência de utilização de uma unidade do Mercedes-EQV 300 (viatura 100% elétrica) por parte desta associação.

O enorme papel social dos bombeiros é associado a muitas áreas, com o socorro às populações a ser, naturalmente, o mais importante. Os objetivos dos bombeiros são, contudo, muito abrangentes e pugnar pelo ambiente é, também, missão das corporações, como nos explica o presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Moreira da Maia, Mota Borges. “A Associação, como qualquer associação de bombeiros, tem um objetivo ambiental de princípio por isso é que são os bombeiros voluntários que têm a proteção do ambiente em geral, têm a proteção da floresta”.

A frota de viaturas tem, também, influência nesse objetivo, com a procura da redução da fatura energética, com ganhos económicos e ambientais. Foi, aliás, nesse âmbito, que os bombeiros de Moreira-Maia, que contam em frota com várias viaturas Mercedes-Benz comercializadas pela Sociedade Comercial C. Santos, testaram, durante uma semana, uma unidade Mercedes-Benz EQV 300, modelo de passageiros 100% elétrico com autonomia combinada de 349 km. “Tudo que estiver articulado com a proteção do ambiente, nomeadamente em relação à aquisição das viaturas e das tecnologias que permitem facilitar essa proteção do ambiente, está nos nossos objetivos”, explica Mota Borges, acrescentado que a unidade foi experimentada no transporte de doentes não urgentes.

Pandemia aumentou dificuldades

Aquela que é uma das maiores corporações de bombeiros do país conta com 125 assalariados (fora voluntários) e uma faturação anual de três milhões de euros, além de uma frota de “dezenas de viaturas”. A pandemia de Covid-19 afetou a sociedade de forma transversal e a atividade dos Bombeiros Voluntários de Moreira-Maia, que tem custos fixos elevados, não é exceção. “Com a pandemia houve um acréscimo, sobretudo, de transporte de acamados para vacinação ou mesmo para os centros hospitalares. Em termos de dificuldades financeiras, na época de pandemia, acho que é genericamente transversal a todas essas sociedades e corporações”, destaca o presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Moreira da Maia.

Mota Borges dá conta que a corporação sentiu, sobretudo na fase inicial da pandemia – nos meses de março a maio de 2020, portanto –, “alguma redução” dos serviços prestados “por um certo receio que as pessoas tinham para irem para serviços de saúde não urgentes”, sendo a diminuição nesse período de cerca de 40%. “Agora está a estabilizar”, acrescenta.

Relação com empresa é essencial

A relação com a comunidade, com a população, mas também com as empresas no concelho, é, por isso, mais importante do que nunca para a corporação maiata, que tem a particularidade de ter um destacamento permanente no Aeroporto do Porto. “Procuramos, primeiro, em relação à população, transmitir, de forma mais ou menos clara, as nossas disponibilidades, não só aos sócios, mas como a toda a comunidade. Em relação às empresas, procuramos ter uma relação privilegiada, primeiro, para a sua proteção e organização dos seus quadros em termos de proteção, e, depois, no relacionamento que temos com todas as empresas do concelho”.

No âmbito do contacto com as empresas, Mota Borges realça a Sociedade Comercial C. Santos, com a qual os Bombeiros Voluntários de Moreira-Maia têm relação privilegiada. “Porque a maior parte das viaturas de transporte e ambulâncias são da marca Mercedes”.

Veja o vídeo da entrevista ao presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Moreira da Maia nesta ligação: https://youtu.be/uvQah0nTqXU