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Novo Classe E já tem versão Coupé e Cabriolet e está ainda mais desportivo na versão Mercedes-AMG E 53 4MATIC+

27/05/2020 17:08

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Eis o novo Classe E Coupé e Cabrio! Com a “indumentária” mais desportiva, os novos Mercedes-AMG E 53 4MATIC+ Coupé e Cabriolet reforçaram a identidade e individualidade da marca, evidenciando design musculado e funcional, mas também comportamento dinâmico e performances de exceção, apoiando-se na máxima tecnologia e segurança.

A Mercedes-AMG continua sistematicamente a reforçar a sua identidade de marca: os novos modelos E 53 4MATIC+ Coupé e Cabriolet foram agora equipados também com a característica grelha do radiador específica da AMG com lamelas verticais. O seu design em forma de ‘A’ e os faróis LED achatados criam uma forte impressão de maior largura. O redesenhado para-choques dianteiro com o seu design em forma de asa 'A’ também influencia positivamente as proporções gerais do veículo. Totalmente aperfeiçoado, o interior também revela uma afinidade ainda maior com a família AMG. Os ecrãs de grandes dimensões, o novo volante AMG Performance e o sistema de entretenimento MBUX com funções e ecrãs específicos da AMG criam o característico ambiente de luxo desportivo.

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O motor eletrificado de 3.0 litros, com dois turbocompressores, designadamente um turbocompressor de gases de escape e um compressor elétrico, produz uma potência de 320 kW (435 CV) e um binário máximo de 520 Nm. O seu motor de arranque/alternador EQ Boost fornece brevemente uma potência adicional de 16 kW e um binário de 250 Nm, e alimenta também o sistema elétrico de bordo de 48 V quando opera em modo alternador. Outros destaques tecnológicos dos novos modelos incluem a caixa de velocidade automática AMG SPEEDSHIFT TCT 9G e o sistema de tração integral totalmente variável AMG Performance 4MATIC+.

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Secção dianteira atraente totalmente redesenhada, revestimentos redondos das duplas ponteiras de escape e novas cores

O design da secção dianteira é totalmente novo e reforça a afiliação dos modelos à família AMG. A principal característica é a grelha específica da AMG, com doze lamelas verticais, que foi agora equipada nos modelos E 53 4MATIC+ Coupé e Cabriolet. A secção dianteira com design em forma de 'A’ e mais larga na parte inferior, e ainda os faróis LED achatados com linhas mais nítidas, criam uma impressão particularmente forte. As cúpulas no capot também contribuem para este efeito. Na secção central, o para-choques dianteiro apresenta uma geometria em forma de A, com uma grelha de entrada de ar ainda maior com cinco lamelas verticais. Este pormenor permite visualizar detalhes tecnológicos como o radiador, reforçando desta forma a impressão de um autêntico desportivo. Isto também se aplica à grelha de entrada de ar exterior de grandes dimensões com duas lamelas transversais e ao novo repartidor dianteiro. Com os seus materiais de elevada qualidade, as aplicações de revestimento em preto brilhante não só confirmam o carácter de luxo desportivo da marca, como também melhoram a aerodinâmica em combinação com os defletores de ar interiores. Em conjunto, todas as medidas criam uma impressão geral de extremo dinamismo. A similaridade com a família dos desportivos AMG GT é evidente.

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As características distintivas na secção traseira incluem os revestimentos redondos das duplas ponteiras de escape, que estão disponíveis em prateado ou preto brilhante (integrados no opcional Pack AMG Night) e que se integram harmoniosamente no para-choques traseiro. O design lateral dos para-lamas melhora a aerodinâmica na traseira dos modelos: daqui resulta um melhor escoamento de ar em torno das cavas das rodas. O spoiler na tampa da bagageira é pintado na cor da carroçaria, mas também está disponível como equipamento opcional em fibra de carbono.

Quando observado de perfil, as novas jantes de liga leve de 19 polegadas, com design aerodinamicamente otimizado e 5 raios duplos, captam imediatamente a atenção. Como opção, as jantes de liga leve de 20 polegadas de 5 raios duplos também foram otimizadas ao nível da aerodinâmica, possuem uma extremidade do aro mais larga e estão disponíveis com acabamento em preto mate ou cinza titânio brilhante. As cores cinza grafite metalizado e azul magno mate estão disponíveis como novas cores de pintura, sendo que esta última estava anteriormente reservada apenas para a família AMG GT.

Com o opcional Pack AMG Night, os novos modelos E 53 4MATIC+ Coupé e Cabriolet apresentam uma aparência ainda mais desportiva. Com este pack, as capas dos espelhos exteriores, as molduras dos vidros e ainda os elementos de revestimento nos para-choques dianteiro e traseiro têm acabamento em preto brilhante. Os revestimentos das ponteiras de escape têm acabamento cromado preto. O pack Carbon II acrescenta detalhes para uma maior personalização, com as capas dos espelhos e o spoiler da tampa da bagageira em fibra de carbono.

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Interior com detalhes exclusivos e ecrãs específicos

O interior apresenta detalhes específicos da AMG, materiais de luxo e a atual geração do sistema de informação e de entretenimento MBUX. Os bancos em pele sintética ARTICO/microfibra DINAMICA em preto com design específico da AMG, os pespontos contrastantes em vermelho e a insígnia AMG são característicos dos modelos da série 53 e combinam desportividade com um forte apoio lateral e conforto durante longas viagens. O interior inclui ainda, entre outros, cintos de segurança vermelhos e elementos de revestimento em fibra de carbono.

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Visualmente, os dois ecrãs para o painel de instrumentos e para o ecrã multimédia são combinados atrás de um vidro partilhado para formarem o Cockpit Panorâmico. O condutor poderá escolher entre três estilos de indicação AMG do painel de instrumentos: “Modern Classic”, “Sport” e “Supersport”. O modo “Supersport” é particularmente atraente, com um conta-rotações redondo central e informação adicional apresentada em perspetiva na forma de gráfico de barras nos lados esquerdo e direito do conta-rotações, criando uma impressão de profundidade. Através do menu AMG, o condutor poderá aceder a vários ecrãs especiais como “Engine Data”, o indicador de mudança selecionada, “Warm-up”, “Set-up”, “G-Meter” e “RACETIMER”. Com indicações específicas da AMG como a visualização dos programas da transmissão ou os dados da telemetria, o ecrã tátil multimédia realça igualmente a configuração da componente dinâmica do modelo.

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Novo volante AMG Performance com botões de controlo harmoniosamente integrados

Com um novo design e botões perfeitamente integrados, o novo volante AMG Performance cria uma ligação ainda mais estreita entre Homem e máquina. Os três raios duplos redondos combinam estabilidade com leveza, enquanto o aro do volante é uma característica distintiva do desporto automóvel. O volante pode ser encomendado com revestimento em pele, em microfibra DINAMICA ou combinação de pele e microfibra, mediante encomenda do sistema de aquecimento do volante. O aro do volante está também equipado com uma tela sensorial para detetar as mãos do condutor no volante. Se o sistema detetar que o condutor não tem as suas mãos no volante durante um certo período de tempo, é iniciado um ciclo de aviso, que poderá terminar numa assistência de travagem de emergência se o condutor continuar a não reagir.

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Os novos interruptores táteis, que são perfeitamente integrados nas superfícies dos raios duplos horizontais, são um novo equipamento e aparentam elevada desportividade e elegância. Os interruptores táteis na zona dos símbolos facilitam o controlo. O painel de instrumentos é comandado através do painel tátil do raio superior esquerdo do volante, enquanto o ecrã multimédia é comandado através do painel tátil do lado direito. Os raios inferiores integram os controlos do sistema de controlo da velocidade de cruzeiro /DISTRONIC (esquerdo) e o telefone/sistema mãos-livres/controlo do volume (direito). Os opcionais botões táteis do volante AMG para controlar os programas da transmissão e outras funções personalizáveis são ainda mais brilhantes com novos gráficos e agora são ambos redondos.

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Através das patilhas de mudanças metalizadas dispostas nos lados esquerdo e direito atrás do aro do volante, a caixa de velocidades AMG SPEEDSHIFT TCT 9G pode ser comandada manualmente. Para um comando ainda mais preciso da caixa de velocidades, as patilhas de mudanças têm agora dimensões ligeiramente superiores e encontram-se instaladas numa posição mais baixa.

Motor de seis cilindros em linha com motor de arranque/alternador EQ e compressor elétrico adicional

O motor de 3.0 litros de seis cilindros em linha é caracterizado por prestações topo de gama e um sistema híbrido inteligente. O alternador/motor de arranque EQ Boost combina um motor de arranque e um alternador numa única máquina elétrica e está instalado entre o motor e a caixa de velocidades. Trata-se de um componente fundamental do sistema elétrico de bordo de 48 V, que além de funcionar como alternador, também é responsável pelas funções híbridas. Estas incluem um reforço da capacidade de propulsão com 16 kW de potência e 250 Nm de binário, recuperação, mudança do ponto de carga, modo roda livre e a ligação virtualmente impercetível do motor de combustão com a função start/stop.

Esta inovação, assim como a sobrealimentação inteligente através de um compressor adicional elétrico e um turbocompressor têm o mesmo objetivo: aumentar as distintivas prestações e a dinâmica de condução da AMG e reduzir ao mesmo tempo o consumo de combustível e as emissões. Apoiado pelo motor de arranque/alternador EQ Boost durante o início da marcha do veículo, o compressor elétrico auxiliar gera instantaneamente uma elevada pressão de carga sem qualquer atraso, para um rápido aumento do binário para a aceleração do veículo, até o turbocompressor dos gases de escape fornecer a sua máxima pressão. Como resultado, o motor de 3.0 litros reage imediatamente e fornece uma resposta extremamente dinâmica sem que ocorra o fenómeno conhecido como atraso do turbocompressor.

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A velocidade máxima limitada eletronicamente de 250 km/h pode ser aumentada para 270 km/h com o pack AMG Driver. O sistema de travões AMG foi idealmente afinado para a potência e o desempenho dos modelos E 53: o eixo dianteiro integra discos perfurados e ventilados internamente de 370 x 36 mm, com pinças fixas de quatro êmbolos e inscrição AMG, enquanto o eixo traseiro está equipado com discos ventilados internamente de 360 x 26 mm com pinças flutuantes de um êmbolo.

Passagens rápidas de caixa, elevada eficiência: a caixa de velocidades AMG SPEEDSHIFT TCT 9G

O novo motor de 3.0 litros está acoplado à caixa de velocidades AMG SPEEDSHIFT TCT 9G, que impressiona com passagens de caixa extremamente rápidas, uma resposta rápida às solicitações nas patilhas de mudanças, uma função de duplo desembraiar e múltiplas reduções de caixa. As passagens de caixa são implementadas instantaneamente. Especialmente no programa da transmissão “Sport+” e no modo manual, a caixa de velocidades é extremamente ágil. A caixa de velocidades também disponibiliza tanto acelerações dinâmicas e tempos de engrenamento extremamente curtos como um estilo de condução económico em função do modo selecionado.

Características com o simples toque de um dedo: AMG DYNAMIC SELECT

Com os cinco programas da transmissão “Slippery”, “Comfort”, “Sport”, “Sport+” e “Individual” do sistema DYNAMIC SELECT, as características dos novos modelos E 53 podem ser influenciadas com o simples toque de um dedo. A gama disponível varia desde uma configuração eficiente e confortável a uma configuração extremamente desportiva. Os modos da transmissão permitem modificar parâmetros importantes tais como a resposta do motor, o funcionamento da caixa de velocidades ou o comportamento da suspensão e da direção. Independentemente dos programas da transmissão do DYNAMIC SELECT, o condutor pode pressionar o botão “M” para passar diretamente ao modo manual, no qual as passagens de caixa são realizadas exclusivamente através das patilhas de mudanças no volante. As regulações da suspensão também podem ser selecionadas especificamente conforme necessário.

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O sistema de controlo da dinâmica do veículo AMG DYNAMICS está integrado nos programas da transmissão AMG DYNAMIC SELECT. Nos níveis “Basic”, “Advanced” e “Pro”, influenciam, por exemplo, as estratégias de controlo do ESP® (Electronic Stability Program) ou do sistema de tração integral. O controlo piloto inteligente antecipa o comportamento do veículo pretendido pelo condutor com base nas suas ações e nos dados dos sensores. A gama varia desde um nível de comportamento particularmente estável até um nível extremamente dinâmico, respetivamente para uma experiência de condução particularmente orientada para o conforto ou uma experiência particularmente desportiva. As funções AMG DYNAMICS também podem ser diretamente selecionadas através dos botões do volante AMG. Ambas as características controláveis do veículo e as extensas opções de equipamento oferecem um vasto leque de seleção entre desportividade, elegância e estilo de vida, com os modelos coupé e cabriolet a satisfazerem os requisitos individuais de cada cliente.

Suspensão adaptativa AMG RIDE CONTROL+ para um maior dinamismo

A maior agilidade, o comportamento neutro em curva e a maior tração são proporcionados pelo sistema de suspensão pneumática AMG RIDE CONTROL+ desenvolvido em Affalterbach. A suspensão pneumática multicâmara com uma configuração particularmente desportiva do conjunto mola/amortecedor e o amortecimento continuamente ajustável ADS+ (Adaptive Damping System), combinam uma excecional dinâmica com um elevado conforto de condução. Uma maior rigidez das molas, por exemplo, em curva e durante uma travagem, reduz efetivamente o adornamento da carroçaria.

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O amortecimento em cada roda é ajustado adequadamente em função da atual situação de condução e das condições da estrada. As características de amortecimento também podem ser pré-selecionadas em três modos, “Comfort”, “Sport” e “Sport+”, permitindo uma diferenciação significativamente mais percetível entre o conforto de uma longa viagem e a dinâmica da condução desportiva.

Tração integral totalmente variável AMG Performance 4MATIC+ de série

O sistema de tração integral totalmente variável AMG Performance 4MATIC+ combina a ótima tração para um prazer de condução dinâmica com um elevado nível de segurança em todas as condições, quer seja em piso seco, molhado ou em estradas cobertas de neve e gelo. A transição do modo de tração traseira para o modo de tração integral e vice-versa é contínua, pois o controlo inteligente está integrado na arquitetura do sistema do veículo.

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Disponível para os modelos de seis cilindros pela primeira vez: o pack AMG DYNAMIC PLUS

Para uma experiência de condução ainda mais emotiva, o opcional Pack AMG DYNAMIC PLUS agrupa equipamentos técnicos e visuais que anteriormente só estavam reservados para os modelos de oito cilindros. Os destaques incluem o programa da transmissão RACE com o Modo Drift. O volante AMG Performance revestido em microfibra DINAMICA integra botões para o rápido controlo dos programas da transmissão e da dinâmica do veículo. As pinças de travão vermelhas com inscrição AMG, nos eixos dianteiro e traseiro, realçam o carácter desportivo.

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Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet: história de sucesso desde há 50 anos (2ª Parte)

20/05/2020 17:39

O sucesso da história do Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet não termina no final dos anos 90. A passagem de testemunho para o modelo “CLK” reforçou a elegância, luxo, segurança, performances e estatuto tecnológico dos modelos Mercedes-Benz deste segmento, predicados que não mais pararam de evoluir até aos dias de hoje, no percurso das versões Coupe e Cabriolet do Classe E…

Após o sucesso revelado pelo modelo “Stroke/8” (produzido entre 1968 e 1976) e antes dos seus sucessores da série de modelos 123 conquistarem também uma forte linha de admiradores (entre 1977 e 1985), a série de modelos 124 (que incorporou a designação de Classe E desde 1993) também esteve votada ao sucesso (entre 1987 e 1996), primeiro com o Coupé e, mais tarde (entre 1991 e 1997) com o Cabriolet, que trouxe ainda maior heterogeneidade e qualidade ao segmento.

Mas a tradição dos modelos Classe E Coupé e Cabriolet não podia esperar e o êxito voltou a marcar encontro com a Mercedes-Benz quando o modelo CLK, do mesmo segmento do Classe E, se apresentou ao serviço…

O CLK aceita o testemunho

No Salão de Genebra de 1993, a Mercedes-Benz apresentou um emocionante conceito de coupé. O modelo de quatro lugares e de duas portas revelou um novo visual de “duplo farol” da Mercedes-Benz, que fez a sua estreia em 1995 no Classe E da série de modelos 210. Este concept car foi o arranque de um idioma estilístico para o lançamento de uma iniciativa estratégica de produtos e antecipou o idioma de design dinâmico de muitos modelos subsequentes. Quer os admiradores, quer os observadores profissionais, ficaram encantados. Contudo, os potenciais compradores interessados tiveram de aguardar até 1997. Só nesse ano o CLK Coupé (série de modelos 208), que revelava uma surpreendente semelhança com o concept car, foi lançado no mercado.

O novo CLK teve a sua estreia no North American International Auto Show (NAIAS), em Detroit, no mês de janeiro de 1997. Tecnologicamente, o modelo de duas portas era baseado no então atual Classe C (série de modelos 202). Mas, na qualidade de um coupé de quatro lugares de pleno direito, deu continuidade à tradicional abordagem dos modelos Classe E Coupé. Em 1998, o CLK Cabriolet da série de modelos 208 foi também disponibilizado ao público. A gama de motores disponíveis no coupé abrangia desde o quatro cilindros CLK 200 (100 kW/136 CV) até ao V8 topo de gama do modelo CLK 430 (205 kW/279 CV). A versão V6 do CLK 320 (160 kW/218 CV) era o cabriolet mais potente na gama.

Em 1999, ambas as versões da família CLK foram significativamente aperfeiçoadas no âmbito de um facelift do modelo. O extenso equipamento de série incluía agora proteções das embaladeiras e frisos de proteção pintados na cor da carroçaria, capas dos espelhos exteriores com luzes de mudança de direção integradas, regulação elétrica da altura e da posição longitudinal dos bancos dianteiros, cintos de segurança dianteiros com regulações automáticas para um maior conforto, um ecrã central no painel de instrumentos, um volante multifunções com botões de controlo do sistema de áudio e do sistema de telefone, luzes de sinalização de porta aberta, autorrádio com RDS “Audio 10”, o Programa Eletrónico de Estabilidade ESP® bem como os sistemas de controlo da velocidade de cruzeiro e SPEEDTRONIC. O novo motor topo de gama disponível para os modelos coupé e cabriolet era o CLK 55 AMG (255 kW/347 CV).

A elegante mas desportiva série de modelos 208 comprovou ser extremamente bem-sucedida: entre 1997 e 2002, a Mercedes-Benz produziu 233,367 unidades de modelos CLK Coupé e entre 1998 e 2003 um total de 115,161 unidades de modelos CLK Cabriolet.

O segundo Mercedes-Benz CLK

Na primavera de 2002, a marca deu continuidade à sua tradição com o CLK da série de modelos 209. O coupé foi primeiro apresentado no Salão de Genebra. A sua característica de modelo independente era enfatizada por um design que tinha sido recém-desenvolvido até ao mais pequeno detalhe: atraentes características estilísticas como a linha contínua dos vidros laterais sem moldura e de abertura total, a adornada grelha do radiador característica da marca com a estrela Mercedes posicionada ao centro, o recém-criado visual de duplo farol e o expressivo tejadilho estilo coupé contribuíram para a personalidade marcante do veículo.

Na primavera de 2003, o cabriolet da série de modelos 209 foi também disponibilizado ao público. Com a capota aberta ou fechada, o seu estilo elegante é imediatamente reconhecido. A capota de lona de três camadas também oferecia um isolamento exemplar a nível térmico e acústico. Ambas as variantes apresentavam maiores dimensões relativamente aos modelos antecessores, que beneficiavam os ocupantes graças ao maior espaço e a um melhor nível de conforto: no que diz respeito ao espaço oferecido pelos bancos, ao espaço para a cabeça, para os joelhos, cotovelos e ombros, os interiores tornaram-se mais espaçosos.

A gama de potência disponível para o coupé e cabriolet iniciava nos 120 kW (163 CV) até 270 kW (367 CV), sendo idêntica para ambos. Uma novidade no coupé era o CLK 270 CDI, que estava equipado com um moderno motor diesel de cinco cilindros com uma potência de 125 kW (170 CV).

A carroçaria também foi evoluída em termos tecnológicos. A rigidez torsional da estrutura do coupé tinha sido melhorada em 40%. A rigidez torsional do cabriolet, um tema importante para os veículos sem tejadilho (com capota), era cerca de 12% superior relativamente ao modelo antecessor. No departamento da aerodinâmica, também foram realizadas melhorias: o coeficiente aerodinâmico (cd) do coupé era de 0.28 enquanto o do cabriolet era de 0.30.

O CLK e o desporto automóvel

O CLK DTM AMG, que teve a sua estreia na forma de coupé na primavera de 2004 e na forma de cabriolet no outono de 2005, representou uma clara associação ao desporto automóvel. Ambas as versões foram fabricadas em pequenas séries de apenas 100 unidades cada. Destacaram inconfundivelmente a sua herança desportiva: o motor equipado era um AMG V8 de 5.5 litros e 428 kW (582 CV) de potência. A carroçaria evidenciava semelhanças com o veículo do DTM, com um expressivo kit de carroçaria que incluiu um aerofólio traseiro. O toque de autêntico veículo do desporto automóvel também era transmitido pelo interior que, por exemplo, estava equipado com bancos integrais desportivos AMG revestidos em pele, com cintos de segurança de quatro pontos e ainda o volante de competição AMG com revestimento em camurça.

Ambas as versões do veículo desportivo de elevada potência recordavam a era de sucesso do AMG-Mercedes CLK DTM no German Touring Car Masters (DTM) desde 2000. Nesses veículos do campeonato de turismo DTM, Bernd Schneider sagrou-se campeão em 2000, 2001 e 2003 e vice-campeão no ano de 2002.

O CLK marcou também presença nos grandes prémios de Formula 1: desde 1997 até 1999, o CLK 55 AMG (C 208) foi o Safety Car oficial nos grandes prémios de Formula 1. A série de modelos 209 foi representada por dois Safety Cars: o CLK 55 AMG foi utilizado na temporada de 2003, enquanto o CLK 63 AMG nas temporadas de 2006 e 2007. Os veículos que são utilizados para garantir a segurança dos pilotos nos grandes prémios de Formula 1 em todo o mundo são em grande medida veículos de série da Mercedes-AMG. As principais instalações adicionais correspondem a sistemas de segurança e de comunicação.

Facelifts CLK Coupé e Cabriolet

No Salão de Paris, em 2004, a Mercedes-Benz apresentou uma série especial do CLK 500 Cabriolet limitada a 100 unidades, com um excecional conceito de cores e materiais, criado pelo designer de moda Italiano, Giorgio Armani. No início do verão de 2005, o modelo foi sujeito a uma extensa remodelação. Em ambas as versões de carroçaria, o CLK 350 (200 kW/272 CV) substituiu o anterior CLK 320, enquanto o CLK 280 com um motor V6 de 170 kW (231 CV) foi acrescentado à gama. Desde então, o coupé também estaria disponível na versão CLK 220 CDI com um motor de 110 kW (150 CV). Os clientes podiam então encomendar o cabriolet na versão CLK 320 CDI.

Em 2006, o exclusivo modelo de elevada potência, o CLK 63 AMG com um motor de 354 kW (481 CV) em ambas as versões de carroçaria, celebrou a sua estreia. O CLK 63 AMG Black Series com um motor de 373 kW (507 CV), que estava exclusivamente disponível na variante coupé, colocou a “cereja em cima do bolo”. No verão de 2006, o CLK 500 Coupé seria equipado com um novo motor V8 com uma potência de 285 kW (388 CV).

A série de modelos 209 da Mercedes-Benz apelava a um leque de clientes ainda mais amplo comparativamente ao primeiro CLK. Desde 2002 até 2008, a empresa fabricou não menos de 240,878 unidades do modelo CLK Coupé e de 2003 até 2009 produziu 140,139 unidades do CLK Cabriolet.

Primavera de 2009: estreia da série de modelos 207

Em março de 2009, os modelos de duas portas regressaram oficialmente à gama do Classe E, dando desta forma continuidade à tradição. No Salão de Genebra o Mercedes-Benz Classe E Coupé na série de modelos 207 celebrava a sua apresentação ao público. Segurança, design, conforto – estas eram as disciplinas nucleares da marca com as quais este veículo mais uma vez redefinia novos padrões. Com o agora clássico perfil lateral sem um pilar B e com os vidros laterais de abertura total, o novo modelo de duas portas era uma interpretação desportiva do design dinâmico do Classe E. Ao mesmo tempo, esta, a versão mais aerodinâmica do coupé, registava um novo mínimo no que diz respeito a aerodinâmica: com um coeficiente aerodinâmico (cd) de apenas 0.24, este modelo era o veículo produzido em série mais eficiente do mundo a nível aerodinâmico.

Na primavera de 2010, seguiu-se o cabriolet da série de modelos 207. A sua capota otimizada a nível acústico proporcionava o mais baixo nível de ruído do seu segmento, mesmo quando o veículo era conduzido a alta velocidade. O opcional sistema inovador AIRCAP, que reduziu a turbulência do ar no interior do veículo e consequentemente também o ruído do deslocamento do ar, forneceu um excecional conforto durante a condução com a capota aberta. O sistema de aquecimento da zona da cabeça AIRSCARF também estava disponível como equipamento opcional – este sistema permitiu prolongar o período sazonal de condução com capota aberta, fornecendo um maior conforto mesmo quando a temperatura do ar exterior era baixa.

A gama de motores disponíveis era extensa. Por exemplo, estavam disponíveis dois novos modelos de quatro cilindros, o E 250 CDI BlueEFFICIENCY com um motor diesel e o E 250 CGI BlueEFFICIENCY com um motor a gasolina. Ambos os motores estavam equipados com tecnologia de injeção direta e produziam uma potência de 150 kW (204 CV). O anterior motor V6 a gasolina era substituído no E 350 CGI BlueEFFICIENCY por um motor de seis cilindros com injeção direta de gasolina orientada, com uma potência de 215 kW (292 CV). O modelo porta-estandarte era o E 500 com um motor V8 que produzia uma potência de 285 kW (388 CV).

No início de 2013, a Mercedes-Benz revelou a remodelada série de modelos 207. Em termos visuais, o coupé e o cabriolet eram moldados com vista a uma maior conformidade com o novo idioma de design da Mercedes-Benz. Estavam disponíveis interiores exclusivos e luxuosos para destacar a individualidade dos clientes e enfatizar a filiação à família Classe E. A seleção de sistemas de assistência orientados para o futuro também foi alargada, como o foi a gama de motores disponíveis. Estavam agora disponíveis seis motores a gasolina com potências desde 135 kW (184 CV) até 300 kW (408 CV) e três motores diesel com níveis de potência desde 125 kW (170 CV) até 185 kW (252 CV). Entre outros equipamentos, eram agora disponibilizados potentes e eficientes motores de quatro cilindros, bem como uma versão de seis cilindros que, pela primeira vez, estava disponível na versão E 400 com sobrealimentação de ar por dois turbocompressores e com uma potência de 245 kW (333 CV).

Em dezembro de 2016, a produção dos modelos Classe E Coupé e Cabriolet da série de modelos 207 chegou ao fim. Desde o final de 2008 até 2016, a empresa produziu 221,556 unidades do modelo coupé e de 2009 até 2016 produziu 140,925 unidades do cabriolet. O novo Classe E Coupé da série de modelos 238 celebrou a sua estreia mundial em dezembro de 2016 e foi exibido pela primeira vez num certame internacional em janeiro de 2017 por ocasião do NAIAS em Detroit. Seguiu-se o cabriolet no Salão de Genebra em março, que deu início ao próximo capítulo na Mercedes-Benz numa história de sucesso de elegância desportiva.

Agora é só esperar pela próxima geração, que já vem a caminho…

Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet: história de sucesso desde há 50 anos (1ª Parte)

19/05/2020 17:14

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Numa altura em que a nova geração do Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet está prestes a conhecer a “luz do dia”, vale a pena mergulhar na história destes elegantes, desportivos e luxuosos modelos que dignificam a história da Mercedes-Benz. A tradição desta série de modelos teve início há mais de 50 anos, com os modelos Stroke/8 Coupé da série “114” e há quase 30 anos com os cabriolets da série “124”.

Desde 1993, quando os veículos neste segmento de mercado da Mercedes-Benz receberam a designação de Classe E. Contudo, a tradição dos Coupés e, mais tarde, Cabriolets, neste segmento por parte da marca da estrela é muito anterior à década de 90, percorrendo, já antes disso, um estrondoso caminho de sucesso.

O “Stroke/8” Coupé foi a pedra lapidar de uma excelente tradição em 1968

Em novembro de 1968, a Mercedes-Benz fascinou os seus clientes com o lançamento de um elegante modelo de duas portas. Conhecidos afetuosamente como série “Stroke/8”, os coupés da série de modelos 114 complementaram os topos de gama da gama da série de modelos 114/115 e lideraram firmemente o segmento. A seleção de motores não deixava margem para dúvidas: os modelos de duas portas só estavam disponíveis com motores de seis cilindros. De facto, o motor M114 com o sistema eletrónico de injeção de combustível Bosch D-Jetronic no topo de gama 250 CE (110 kW/150 CV) estava reservado para os coupés. Duas revistas de automóveis, a “Motor-Rundschau” e a “auto motor und sport” ensaiaram os modelos e atingiram uma velocidade máxima de 198 km/h no modelo 250 CE, enquanto a “Automobil Revue”, uma revista da especialidade sedeada em Berna na Suíça, até atingiu os 199 km/h. Desta forma, o modelo atingiu quase a mágica marca dos 200 km/h, que naquela altura ainda era um registo excecional para veículos ligeiros de passageiros. Naturalmente a Mercedes-Benz escolheu o circuito de Hockenheimring para apresentar os seus coupés há 50 anos.

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Os especialistas estavam igualmente impressionados com o design desportivo e com os equipamentos de elevada qualidade do interior – o revestimento em madeira de elevada qualidade no painel de instrumentos e os tapetes do piso são apenas alguns exemplos.

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Tecnologicamente, o coupé assemelha-se à limousine, mas a nível estético destaca-se claramente do modelo de quatro portas: o para-brisas e o vidro traseiro apresentam uma maior inclinação comparativamente ao limousine e, em conjunto com o perfil do tejadilho, que é 45 milímetros mais baixo, criam uma silhueta dinâmica. Os vidros laterais, tanto os dianteiros como os traseiros, também não possuíam moldura e podiam ser totalmente abertos. Ao eliminar o pilar B, a estética geral era melhorada e a visibilidade para o exterior não era prejudicada. O para-choques, que se estendia de forma arredondada até aos guarda-lamas traseiros, complementava a aparência harmoniosa.

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Em 1972, a Mercedes-Benz apresentou o 280 CE de 136 kW (185 CV) como o novo modelo topo de gama da família “Stroke/8” Coupé. Até à data da descontinuidade da produção em agosto de 1976, a Mercedes-Benz tinha fabricado um total de 67,000 modelos Coupé da série de modelos 114. O modelo mais bem-sucedido, com 21,787 unidades fabricadas, foi o 250 CE de 1972. O modelo coupé era uma variante muito desejada no estrangeiro: cerca de 60% dos veículos fabricados foram exportados.

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C 123: elegância desportiva para individualistas

A Mercedes-Benz continuou a história de sucesso dos coupés “Stroke/8” na seguinte geração de veículos que precedeu o Classe E. A série de modelos 123 de duas portas celebrou a sua estreia no Salão de Genebra em Março de 1977. Juntamente com os modelos 280 C e 280 CE equipados com motor de seis cilindros, estava também disponível o modelo 230 C, e, portanto, pela primeira vez, um modelo de quatro cilindros. O grupo-alvo era um segmento de clientes exigentes: “Os coupés apresentados em Genebra destinavam-se a entusiastas por motores de elevado desempenho, que valorizavam ao mesmo tempo uma individualidade estética e um dinamismo notório dos seus veículos,” foi a forma como o sentimento foi expresso no kit de imprensa para o salão automóvel.

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Tal como no caso do “Stroke/8”, os coupés evidenciam um visual estreitamente ligado ao dos modelos limousine. Contudo, revelam um visual claramente muito mais independente do que o dos seus antecessores, sendo essa a razão pela qual o kit de imprensa referiu o seu “carácter inconfundível”. O perfil da carroçaria, por exemplo, era 40 milímetros mais baixo e 85 milímetros mais curto do que o do limousine, devido à menor distância entre eixos. Além disso, o para-brisas e o vidro traseiro eram mais inclinados, enquanto os vidros laterais, que não eram separados por um pilar B, podiam ser totalmente abertos. “O resultado do ponto de vista do observador é um perfil mais comprido com um visual mais dinâmico. Para os ocupantes, isto significa um campo de visão excecional e totalmente desimpedido,” realçou o kit de imprensa.

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O nível de revestimento era baseado nos modelos limousine topo de gama. Todos os três modelos coupé estavam equipados com largos faróis retangulares, grelhas de entrada de ar cromadas em frente ao para-brisas e revestimento cromado abaixo dos farolins traseiros. O habitáculo ainda mais estável com uma estrutura do tejadilho mais rígida, os pilares do tejadilho de elevada resistência e as portas reforçadas foram importantes inovações tecnológicas comparativamente aos modelos antecessores. A capacidade de absorção de energia perante um impacto nas secções dianteira e traseira foi significativamente aumentada através da utilização de estruturas de deformação programada.

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A gama composta pelos modelos 230 C (80 kW/109 CV), 280 C (115 kW/156 CV) e 280 CE (130 kW/177 CV) foi complementada em setembro de 1977 pela variante diesel 300 CD equipada com motor de cinco cilindros (59 kW/80 CV), embora esta estivesse reservada para exportação para o mercado da América do Norte. Em 1981, este primeiro diesel coupé foi sucedido pelo 300 CD turbo diesel (92 kW/125 CV). A produção dos modelos 230 C e 280 C com carburador foi descontinuada em 1980, enquanto o modelo 230 CE (100 kW/136 CV) equipado com sistema de injeção de gasolina foi acrescentado à gama.

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A produção do modelo C 123 terminou em agosto de 1985 após um ciclo de produção de oito anos e de um total de 99,884 unidades produzidas. A versão mais rara era o modelo 280 C, do qual apenas foram fabricadas 3,704 unidades num período de três anos e meio, enquanto o mais bem-sucedido foi a versão 280 CE, do qual foram produzidas 32,138 unidades. O fascínio destes elegantes modelos de duas portas continua em evidência nos dias de hoje, sendo comprovado pelas posições que ocupam como veículos clássicos recentes com elevada procura. Para os admiradores, o que a Mercedes-Benz escreveu na brochura de 1982 ainda se aplica à atualidade: “A geometria da carroçaria do Mercedes coupé revela uma elegância desportiva intemporal. Sem floreados nem modas passageiras. A sua geometria fluida chama particularmente a atenção embora esteja integrada no visual geral do veículo com as máximas harmonia e simplicidade.”

Série de modelos 124: o primeiro Classe E com “vista para o céu”

Em março de 1987, a Mercedes-Benz apresentou o novo coupé da série de modelos 124 no Salão de Genebra – no verão de 1993, recebeu o título “Classe E Coupé”. Mas o veículo desportivo e elegante com as suas linhas sedutoras e modernas não foi o único veículo de duas portas da série de modelos a ser lançado: 1991 foi o ano do primeiro cabriolet neste segmento. Ambos os modelos já eram clássicos recentes muito procurados. Enquanto os primeiros coupés desta série de modelos já podiam receber um certificado de veículo histórico e desta forma a cobiçada designação “H” na matrícula a partir de 2017, os mais recentes cabriolets não seriam elegíveis para tal designação até ao ano seguinte.

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O novo veículo da série de modelos 124 deu continuidade à vigorosa tradição de modelos coupé de quatro lugares da Mercedes-Benz neste segmento de mercado. Tal como no caso dos seus antecessores, os engenheiros e designers tomaram o limousine como os seus pontos de partida a nível tecnológico e também criaram o coupé com base na versão de quatro portas no que diz respeito ao estilo. Todavia, o coupé destaca-se logo à primeira vista como um veículo distinto, desportivo e elegante. Tal como na série de modelos 123, o conjunto do piso do modelo de quatro portas foi encurtado, a distância entre eixos foi reduzida em 85 milímetros para os 2,715 milímetros, destacando as linhas compactas e desportivas do coupé. Os painéis laterais, o tejadilho e a secção traseira foram significativamente modificados, mantendo apenas a secção dianteira substancialmente inalterada relativamente ao limousine.

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A Mercedes-Benz não comprometeu no que diz respeito à segurança passiva, apesar das adaptações consideráveis à estrutura da carroçaria: os engenheiros compensaram a omissão dos pilares B reforçando os pilares A, as longarinas e as portas através da utilização de uma elevação da proporção de painéis de aço de elevada resistência. Foi também utilizada uma nova abordagem no acabamento do tejadilho: o revestimento foi prolongado ligeiramente até abaixo do vidro traseiro, o que permitiu aumentar quer a segurança quer o conforto dos passageiros traseiros. Os frisos de proteção integrados nos painéis longitudinais das embaladeiras das portas eram uma característica de design que destacou a singularidade dos coupés comparativamente às restantes variantes de carroçaria nesta série de modelos.

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A gama de modelos incluía inicialmente as versões 230 CE (97 kW/132 CV) e 300 CE (132 kW/180 CV). Em 1989, no International Motor Show (IAA) em Frankfurt/Main, foi lançada uma gama de modelos totalmente redesenhada. O novo topo de gama era a versão 300 CE-24 (162 kW/220 CV) com motor de 3.0 litros de quatro válvulas do modelo desportivo 300 SL-24 (R 129). O equipamento disponível incluía jantes de liga leve, vidros elétricos, volante e alavanca de velocidades revestidos em pele, revestimento em madeira de nogueira e luzes de sinalização de porta aberta nas portas. Quando a remodelada série de modelos 124 foi lançada no outono de 1992 com novos motores e revestimentos, os motores dos coupés foram totalmente convertidos para a tecnologia de quatro válvulas. A gama de motores disponíveis incluía agora o motor de 3.2 litros de quatro válvulas na versão 320 CE (162 kW/220 CV), adotado do Classe S da série de modelos 140.

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Logo em 1991, a Mercedes-Benz lançou o elegante cabriolet da série de modelos 124 no IAA para criar uma ligação entre o prazer de condução com capota aberta e as virtudes estabelecidas da série de modelos. O cabriolet de quatro lugares com capota de lona foi o primeiro veículo deste tipo da Mercedes-Benz após um longo interregno de 20 anos. A capota de lona retrátil de 43 quilos era constituída por um sistema articulado de 27 peças e 34 articulações. Mesmo na condição de capota aberta, esta permitia um volume suficiente na bagageira para o transporte de bagagem. Inicialmente, o 300 CE-24 cabriolet foi disponibilizado ao público a partir da primavera de 1992.

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Os engenheiros fizeram todos os esforços para desenvolver o cabriolet com base no coupé. Parte deste esforço foi aplicado na criação de uma carroçaria mais rígida, para tornar o modelo de quatro lugares tão confortável e seguro quanto os restantes membros da família. Para esta finalidade, cerca de 1,000 componentes foram totalmente redesenhados. Os componentes estruturais foram produzidos a partir de chapa de aço mais espessa ou de elevada resistência. As áreas sujeitas a uma maior tensão foram adicionalmente reforçadas com duplas estruturas, chapas de ligação ou nervuras de reforço. Estas soluções também incluíram as chapas diagonais de reforço conhecidas dos modelos desportivos SL da série de modelos R 129. Foram também instalados amortecedores de vibração na torre da suspensão esquerda, na estrutura do tejadilho sobre o para-brisas e nas cavidades laterais da bagageira. Estes reduzem as vibrações incómodas na carroçaria que podem ocorrer em veículos cabriolets devido à ausência de uma estrutura completa do tejadilho. O pack total de medidas de design incorporado na carroçaria tornou o cabriolet não só confortável mas também tão seguro quanto as variantes sedan, wagon ou coupé na eventualidade de uma colisão frontal, traseira ou lateral. Para a proteção na eventualidade de um capotamento, os pilares A foram soldados para formar uma unidade robusta nas secções vulneráveis à deformação, tendo sido também instalada uma barra anticapotamento acionada automaticamente.

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O primeiro Classe E e os motores topo de gama da AMG

Em junho de 1993, a Mercedes-Benz apresentou a geração facelift da série de modelos 124. Tal como no caso de todas as restantes versões da série de modelos, o cabriolet recebia agora o título Classe E. Os modelos de duas portas seriam ligeiramente redesenhados, com a renovada grelha do radiador, conhecida do Classe S e que se prolongava agora pelo capot, e ainda a nova posição da estrela Mercedes no capot. As versões de quatro cilindros E 200 (100 kW/136 CV) e E 220 (110 kW/150 CV) bem como a de seis cilindros E 320 (162 kW/220 CV) eram os modelos disponíveis.

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O novo motor topo de gama para os modelos coupé e cabriolet de 1993 era o E 36 AMG (200 kW/272 CV). Estas variantes de elevada potência estabeleceram uma tradição emocional que ainda perdura nos tempos atuais nas desportivas e elegantes versões de duas portas do Classe E produzidas pela Mercedes-AMG. Os modelos topo de gama foram disponibilizados ao público a partir do outono de 1993. Destacaram-se esteticamente das restantes versões de motores em resultado dos componentes discretamente destacáveis: a cúpula de entrada de ar dianteira, as proteções das embaladeiras laterais e o para-choques traseiro, pintados na cor da carroçaria e harmoniosamente integrados na geometria da carroçaria, e ainda as jantes de liga leve AMG de 17 polegadas.

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Entre 1987 e 1996, foram fabricados um total de 141,498 modelos coupé da série de modelos C 124, enquanto de 1991 a 1997 foram produzidos um total de 33,952 modelos cabriolet da série de modelos A 124. Ambos os desportivos e elegantes modelos de duas portas registaram elevadas percentagens de exportação.

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Tudo isto, antes do Classe E Coupé e Cabriolet viragem uma nova página de sucesso, que deu pelo nome “CLK”…

Sabia que o volante do seu Mercedes-Benz tem 120 anos de evoluções?

19/05/2020 15:01

A segurança e a tecnologia sempre foram imagens de marca da Mercedes-Benz e a evolução de uma peça tão fundamental para a condução como o volante pode facilmente comprová-lo. Desde o primeiro volante, que mais não era do que uma simples manivela de mudança de direção, até à nova geração do volante digital que aparecerá no novo Classe E, há 120 anos de história para percorrer! Venha daí, descobri-la…  

O primeiro passo no sentido da criação do moderno volante Mercedes-Benz foi dado há 120 anos, pela então Daimler-Motoren-Gesellschaft! Foi nessa altura que se deu a transição desde uma simples manivela de direção para um volante significativamente mais funcional. Isto levou ao desenvolvimento do atual centro de comando tecnologicamente avançado, que permite, hoje, ao condutor direcionar o veículo com precisão e, ao mesmo tempo, operar de forma cómoda e segura vários sistemas de conforto e de assistência. Bem-vindo à história dos volantes Mercedes-Benz…

Sem volante - os primeiros veículos

O primeiro automóvel do mundo, o automóvel patenteado por Karl Benz de 1886, ainda fora manobrado “sem volante”, tal como o “veículo de rodas de aço” projetado por Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach em 1889 – nenhum destes modelos estava equipado com volante, mas sim com uma simples manivela de direção, pois naquela época, os condutores de carroças estavam habituados a puxar à direita ou à esquerda para direcionar os cavalos para a direção pretendida.

O primeiro volante foi estreado em 1894 na primeira corrida de automóveis do mundo

O engenheiro Francês Alfred Vacheron é considerado o inventor do volante. Para a primeira corrida de automóveis do mundo – desde Paris até Rouen em julho de 1894 – foi instalado um volante ao invés da habitual manivela de direção no seu Panhard & Levassor, cujo propulsor era um motor da Daimler. Foi alcançado um melhor controlo pois o ângulo de direção das rodas dianteiras podia ser controlado através de várias rotações da coluna da direção, desde uma posição central neutra até ao limite. Isto permitiu uma direção mais precisa e desta forma velocidades de condução mais elevadas. Embora o francês se tenha classificado apenas em 11º lugar, o volante prevaleceu.

O Mercedes Simplex com coluna da direção inclinada e controlos de funções do motor

Em 1900, a Daimler-Motoren-Gesellschaft também equipou o seu veículo de competição Phoenix com um volante. Neste caso, a coluna da direção era inclinada, o que tornou significativamente mais fácil manobrar a direção. Todavia, todos os movimentos da direção exigiam um grande esforço. Nos modelos Mercedes Simplex lançados em 1902, existiam alavancas adicionais no volante que tinham que ser utilizadas para regular funções essenciais do motor, como o ponto de ignição e a mistura ar/combustível.

De 1920 até 1940: o grande volante com o anel central da buzina

Enquanto as alavancas, para o ajuste manual da mistura ar/combustível e do ponto de ignição, se tornaram gradualmente dispensáveis graças ao desenvolvimento dos motores, uma função adicional desde os primórdios do automóvel permaneceu até aos tempos atuais: a buzina. A forma mais simples da car-to-x communication começou com uma buzina de balão e trompete instalada no aro do volante, seguida pela buzina klaxon no centro do volante. O anel da buzina nos raios do volante foi estreado nos anos de 1920. Foi equipada de série até aos anos de 1970 e tornou-se cada vez mais delicada.

Em 1949, o anel da buzina também assumiu a função da atuação dos sinais de mudança de direção que eram comuns até meados dos anos de 1950. Para sinalizar uma mudança de direção, era simplesmente rodado para a esquerda ou para a direita. Posteriormente, uma alavanca de aproximadamente 20 centímetros de comprimento articulava para fora da carroçaria e indicava a direção de marcha para a qual o condutor pretendida direcionar o veículo. Estes indicadores de direção, que nos dias de hoje podem ser considerados algo bizarros, foram substituídos por luzes intermitentes de cor laranja/amarelo que eram ativadas pela rotação do anel através de uma unidade de controlo central.

Os anos de 1950: a estreia da alavanca de mudança na coluna da direção e a direção assistida

Nos anos de 1950, o volante tornou-se ainda mais um interface fundamental de ligação entre o veículo e o condutor – como um centro de controlo para novas funções de conforto e uma maior segurança. Em 1951, a Mercedes-Benz implementou uma alavanca de mudanças na coluna da direção nos modelos 300 “Adenauer-Mercedes” (W 186) e 220 (W 187), resultando num aumento de conforto para o condutor e para o passageiro dianteiro. Isto deveu-se ao facto de, naquela época, os bancos dianteiros normalmente serem concebidos na forma de um banco corrido com capacidade para acomodar até dois passageiros dianteiros. Até aos anos de 1970, a alavanca de mudanças na coluna da direção manteve-se como uma solução de engenharia amplamente utilizada para comandar a caixa de velocidades. Na Mercedes-Benz, este tipo de alavanca regressou em 2005 na forma de alavanca seletora DIRECT SELECT da caixa de velocidades automática, o que permitiu libertar espaço da consola central para outros fins.

Outra função do volante foi adicionada em 1955, com uma alavanca para os sinais de luzes de máximos. Contudo, o próprio volante era frequentemente cansativo, apesar da elevada relação de transmissão da direção e do saliente diâmetro do volante. Por esta razão, em 1958, a Mercedes-Benz implementou a direção assistida na berlina do modelo 300.

Os anos 60: redução do risco de ferimentos graças ao volante de segurança

Em 1959, a Mercedes-Benz revolucionou a engenharia automóvel, particularmente em termos de proteção contra acidentes, com o modelo “Fintail” (W 111). Esta berlina foi o primeiro veículo do mundo a ser equipado com um conceito de segurança integrado, que era constituído por um habitáculo estável, zonas de deformação programada e um novo volante com uma chapa de amortecimento de grandes dimensões que reduziu o risco de ferimentos na eventualidade de uma colisão, e uma coluna da direção dividida em secções que era deslocada para trás. Estas soluções permitiram evitar o conhecido efeito de lança. Nos primeiros modelos equipados com coluna da direção rígida, ocorreram inúmeros graves ferimentos em casos de impacto frontal pois a coluna da direção era projetada no sentido do condutor. Para aumentar a segurança, a Mercedes-Benz implementou um sistema de segurança patenteado com uma coluna da direção telescópica e um sistema de absorção de impacto, que se tornou um equipamento de série em toda a gama de veículos ligeiros de passageiros em 1967.

Além disso, a primeira alavanca de controlo combinada fez a sua estreia em 1959 nos modelos “Fintail” e “Ponton”. De acordo com o mote “dois por um”, incluía as funções de controlo das luzes de mudança de direção e de sinais de luzes de máximos. Em 1963, a aplicação da alavanca de controlo foi estendida para incluir as funções do sistema de limpa para-brisas e de lava para-brisas. O sistema limpa para-brisas era anteriormente ativado com um interruptor de puxar no topo do painel de instrumentos.

Os anos 70 e 80: tudo se resume à segurança

O volante de segurança de quatro raios lançado com o 350 SL Roadster em 1971 forneceu uma proteção contra impacto ainda melhor graças a uma chapa almofadada de grandes dimensões com um elemento de absorção de impacto. Os raios serviam como apoios do aro do volante. Na eventualidade de uma colisão, absorviam as forças e transmitiam-nas de forma a que o aro do volante não fosse fraturado. O anel da buzina já tinha tido a sua época e os botões para o controlo da buzina foram deslocados para o centro do volante.

1975: o primeiro controlo da velocidade de cruzeiro

Em dezembro de 1975, o modelo Mercedes-Benz 450 SEL 6.9 foi um dos primeiros automóveis a ser equipado de série com um designado sistema de controlo da velocidade de cruzeiro. O DISTRONIC, o primeiro sistema de controlo de proximidade apoiado por radar que mantém uma distância constante para o veículo em frente, foi estreado a nível mundial em 1998, também no Classe S (220 series).

1981: o primeiro airbag

A procura incessante pelo melhor nível de segurança possível deu origem a outra mudança decisiva no design do volante desde 1981. A razão para este facto foi a introdução do primeiro airbag do condutor no Classe S (126 series). Ocultado atrás da saliente chapa de amortecimento estava um novo sistema de retenção, que forneceu um padrão de segurança nunca antes alcançado na eventualidade de uma colisão. Ainda assim, os primeiros airbags eram volumosos, portanto a chapa de amortecimento teria de ser substancialmente maior. Contudo, no decurso do desenvolvimento, foi possível dobrar várias vezes o airbag embalado em vácuo para ocupar um espaço reduzido, e o espaço de utilização para novas ideias dos designers (para o design atual) tornou-se novamente grande. Em 1992, o airbag do condutor tornou-se um equipamento de série em todos os veículos ligeiros de passageiros da Mercedes-Benz. Em 1994 seguiu-se o airbag do passageiro dianteiro. Ao ser acionado perante um impacto, o airbag é insuflado e atinge um diâmetro de 720 milímetros e um volume de 64 litros em 30 milissegundos.

1998: o primeiro volante multifunções

Outra revolução tecnológica foi incorporada pelo volante multifunções, introduzido em 1998 juntamente com o sistema COMAND. Além da variedade de funções do veículo, com o avanço tecnológico de novos dispositivos de informação, navegação e entretenimento foi necessário repensar a operação do veículo e do seu conceito de indicação. Um objetivo importante no desenvolvimento do modelo Classe S 220 consistiu em reduzir o esforço do condutor para que pudesse concentrar a sua atenção no essencial: no trânsito e na experiência de condução. Com um novo volante multifunções equipado de série, o condutor pôde controlar vários sistemas e aceder a informação importante simplesmente com o seu dedo polegar. Pela primeira vez, o volante estava interligado ao rádio, ao telefone e a um ecrã no centro do painel de instrumentos no qual eram apresentados até oito menus principais.

2005: a reintrodução da alavanca de mudança no volante

2005 foi o ano da estreia dos então novos modelos do Classe M e Classe S com painéis de instrumentos redesenhados: a alavanca de mudança da caixa de velocidades automática foi deslocada da consola central para a coluna da direção. A nova alavanca de mudanças DIRECT SELECT criou espaço entre o condutor e o passageiro dianteiro e tornou mais fácil o comando da caixa de velocidades. Os botões adicionais do volante permitiram a pré-seleção manual de sete mudanças; o desempenho dos motores de seis e de oito cilindros podiam agora ser otimamente explorados em todas as situações de condução. Desde 2008, o SL Roadster estava disponível com a caixa de velocidades desportiva 7G-TRONIC com patilhas de mudanças no volante.

Desde uma geometria poligonal a uma geometria redonda com raios elegantes

Com as novas funções, uma quantidade cada vez maior de cabos, placas de circuitos e sensores foi instalada no volante. Para acomodar todos estes componentes e o airbag, os volantes eram significativamente volumosos nos anos de 2000. Ao longo do tempo, o design tornou-se cada vez mais refinado. Desde as iniciais geometrias poligonais, foram desenvolvidas formas geométricas com um círculo ao centro e raios com linhas suaves.

2016: primeiros botões táteis Touch Control no então Classe E

O Classe E de 2016 foi o primeiro veículo do mundo a ser equipado com botões Touch Control no volante – Permitem controlar todo o sistema de informação e de entretenimento através de gestos de deslizamento com os dedos – sem necessidade de retirar as mãos do volante. Tal como a superfície de um smartphone, os botões são sensíveis ao toque e, portanto, reagem aos movimentos de deslizamento horizontais e verticais de um dedo. Isto permite ao condutor controlar todas as funções do sistema de informação e de entretenimento, de forma simples, lógica e intuitiva. Ao pressionar os botões de controlo táteis, a função selecionada com os gestos de deslizamento é acionada.

2020: uma nova era: o volante tátil

Ainda este ano, a Mercedes-Benz estreará uma nova geração de volantes digitais com o lançamento do novo Classe E, que se estenderá, certamente, depois a uma boa parte da gama, no futuro. A sua principal particularidade será a função tátil ou seja, o seu aro contém uma camada sensorial de duas zonas que deteta se o condutor tem as suas mãos no volante. Tudo em nome da segurança. 

#SOCIEDADE COMERCIAL C. SANTOS #MERCEDES-BENZ

#TECNOLOGIA #HISTÓRIA

Mercedes-Benz é a marca automóvel favorita dos portugueses

16/05/2020 11:39

A Mercedes-Benz foi novamente considerada a marca automóvel preferida dos portugueses pelo ranking global Marktest Reputation Index (MRI). A Marca da estrela alcançou a 1ª posição entre todas as marcas automóveis, sendo a 5ª, a nível global, em que os portugueses mais depositam confiança.

O estudo Marktest Reputation Index tem como objetivo posicionar as marcas num ranking, o que permite a sua comparação e posicionamento face aos restantes concorrentes, incluindo de outros sectores de atividade. Em 2020, foram analisadas 128 marcas, entre 24 categorias, tendo a Mercedes-Benz alcançado a 5ª posição no ranking geral em termos de confiança.

Das 10 marcas de automóveis em análise, 3 continuam a fazer parte do TOP 20 de marcas com melhor índice MRI: Mercedes-Benz (5º lugar), BMW (12º lugar) e AUDI (20º).

 O Marktest Reputation Index (MRI) analisa diversos atributos estabelecendo, desta forma, um ranking do TOP 10 das marcas que mais se destacam em cada um dos atributos avaliados: Top 10 marcas admiradas; Top 10 marcas familiares; Top 10 marcas de confiança; Top 10 marcas Imagem Positiva e Top 10 marcas WOM (Word Of Mouth) positivo.

Em 2020, a Mercedes-Benz liderou em todos os atributos analisados, entre as marcas em estudo do ramo automóvel, alcançando a 1ª posição. Importa ainda referir que a Mercedes-Benz conquistou a sua posição no Top 10 do ranking global, nos atributos das marcas mais admiradas, de confiança, melhor imagem e WOM positivo.

Sabia que o volante do seu Mercedes-Benz tem 120 anos de evoluções?

12/05/2020 16:36

A segurança e a tecnologia sempre foram imagens de marca da Mercedes-Benz e a evolução de uma peça tão fundamental para a condução como o volante pode facilmente comprová-lo. Desde o primeiro volante, que mais não era do que uma simples manivela de mudança de direção, até à nova geração do volante digital que aparecerá no novo Classe E, há 120 anos de história para percorrer! No meio dessa evolução está certamente o do seu Mercedes-Benz! Venha daí descobrir a que geração de volantes ele pertence…  

O primeiro passo no sentido da criação do moderno volante Mercedes-Benz foi dado há 120 anos, pela então Daimler-Motoren-Gesellschaft! Foi nessa altura que se deu a transição desde uma simples manivela de direção para um volante significativamente mais funcional. Isto levou ao desenvolvimento do atual centro de comando tecnologicamente avançado, que permite, hoje, ao condutor direcionar o veículo com precisão e, ao mesmo tempo, operar de forma cómoda e segura vários sistemas de conforto e de assistência. Bem-vindo à história dos volantes Mercedes-Benz…

Sem volante - os primeiros veículos

O primeiro automóvel do mundo, o automóvel patenteado por Karl Benz de 1886, ainda fora manobrado “sem volante”, tal como o “veículo de rodas de aço” projetado por Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach em 1889 – nenhum destes modelos estava equipado com volante, mas sim com uma simples manivela de direção, pois naquela época, os condutores de carroças estavam habituados a puxar à direita ou à esquerda para direcionar os cavalos para a direção pretendida.

O primeiro volante foi estreado em 1894 na primeira corrida de automóveis do mundo

O engenheiro Francês Alfred Vacheron é considerado o inventor do volante. Para a primeira corrida de automóveis do mundo – desde Paris até Rouen em julho de 1894 – foi instalado um volante ao invés da habitual manivela de direção no seu Panhard & Levassor, cujo propulsor era um motor da Daimler. Foi alcançado um melhor controlo pois o ângulo de direção das rodas dianteiras podia ser controlado através de várias rotações da coluna da direção, desde uma posição central neutra até ao limite. Isto permitiu uma direção mais precisa e desta forma velocidades de condução mais elevadas. Embora o francês se tenha classificado apenas em 11º lugar, o volante prevaleceu.

O Mercedes Simplex com coluna da direção inclinada e controlos de funções do motor

Em 1900, a Daimler-Motoren-Gesellschaft também equipou o seu veículo de competição Phoenix com um volante. Neste caso, a coluna da direção era inclinada, o que tornou significativamente mais fácil manobrar a direção. Todavia, todos os movimentos da direção exigiam um grande esforço. Nos modelos Mercedes Simplex lançados em 1902, existiam alavancas adicionais no volante que tinham que ser utilizadas para regular funções essenciais do motor, como o ponto de ignição e a mistura ar/combustível.

De 1920 até 1940: o grande volante com o anel central da buzina

Enquanto as alavancas, para o ajuste manual da mistura ar/combustível e do ponto de ignição, se tornaram gradualmente dispensáveis graças ao desenvolvimento dos motores, uma função adicional desde os primórdios do automóvel permaneceu até aos tempos atuais: a buzina. A forma mais simples da car-to-x communication começou com uma buzina de balão e trompete instalada no aro do volante, seguida pela buzina klaxon no centro do volante. O anel da buzina nos raios do volante foi estreado nos anos de 1920. Foi equipada de série até aos anos de 1970 e tornou-se cada vez mais delicada.

Em 1949, o anel da buzina também assumiu a função da atuação dos sinais de mudança de direção que eram comuns até meados dos anos de 1950. Para sinalizar uma mudança de direção, era simplesmente rodado para a esquerda ou para a direita. Posteriormente, uma alavanca de aproximadamente 20 centímetros de comprimento articulava para fora da carroçaria e indicava a direção de marcha para a qual o condutor pretendida direcionar o veículo. Estes indicadores de direção, que nos dias de hoje podem ser considerados algo bizarros, foram substituídos por luzes intermitentes de cor laranja/amarelo que eram ativadas pela rotação do anel através de uma unidade de controlo central.

Os anos de 1950: a estreia da alavanca de mudança na coluna da direção e a direção assistida

Nos anos de 1950, o volante tornou-se ainda mais um interface fundamental de ligação entre o veículo e o condutor – como um centro de controlo para novas funções de conforto e uma maior segurança. Em 1951, a Mercedes-Benz implementou uma alavanca de mudanças na coluna da direção nos modelos 300 “Adenauer-Mercedes” (W 186) e 220 (W 187), resultando num aumento de conforto para o condutor e para o passageiro dianteiro. Isto deveu-se ao facto de, naquela época, os bancos dianteiros normalmente serem concebidos na forma de um banco corrido com capacidade para acomodar até dois passageiros dianteiros. Até aos anos de 1970, a alavanca de mudanças na coluna da direção manteve-se como uma solução de engenharia amplamente utilizada para comandar a caixa de velocidades. Na Mercedes-Benz, este tipo de alavanca regressou em 2005 na forma de alavanca seletora DIRECT SELECT da caixa de velocidades automática, o que permitiu libertar espaço da consola central para outros fins.

Outra função do volante foi adicionada em 1955, com uma alavanca para os sinais de luzes de máximos. Contudo, o próprio volante era frequentemente cansativo, apesar da elevada relação de transmissão da direção e do saliente diâmetro do volante. Por esta razão, em 1958, a Mercedes-Benz implementou a direção assistida na berlina do modelo 300.

Os anos 60: redução do risco de ferimentos graças ao volante de segurança

Em 1959, a Mercedes-Benz revolucionou a engenharia automóvel, particularmente em termos de proteção contra acidentes, com o modelo “Fintail” (W 111). Esta berlina foi o primeiro veículo do mundo a ser equipado com um conceito de segurança integrado, que era constituído por um habitáculo estável, zonas de deformação programada e um novo volante com uma chapa de amortecimento de grandes dimensões que reduziu o risco de ferimentos na eventualidade de uma colisão, e uma coluna da direção dividida em secções que era deslocada para trás. Estas soluções permitiram evitar o conhecido efeito de lança. Nos primeiros modelos equipados com coluna da direção rígida, ocorreram inúmeros graves ferimentos em casos de impacto frontal pois a coluna da direção era projetada no sentido do condutor. Para aumentar a segurança, a Mercedes-Benz implementou um sistema de segurança patenteado com uma coluna da direção telescópica e um sistema de absorção de impacto, que se tornou um equipamento de série em toda a gama de veículos ligeiros de passageiros em 1967.

Além disso, a primeira alavanca de controlo combinada fez a sua estreia em 1959 nos modelos “Fintail” e “Ponton”. De acordo com o mote “dois por um”, incluía as funções de controlo das luzes de mudança de direção e de sinais de luzes de máximos. Em 1963, a aplicação da alavanca de controlo foi estendida para incluir as funções do sistema de limpa para-brisas e de lava para-brisas. O sistema limpa para-brisas era anteriormente ativado com um interruptor de puxar no topo do painel de instrumentos.

Os anos 70 e 80: tudo se resume à segurança

O volante de segurança de quatro raios lançado com o 350 SL Roadster em 1971 forneceu uma proteção contra impacto ainda melhor graças a uma chapa almofadada de grandes dimensões com um elemento de absorção de impacto. Os raios serviam como apoios do aro do volante. Na eventualidade de uma colisão, absorviam as forças e transmitiam-nas de forma a que o aro do volante não fosse fraturado. O anel da buzina já tinha tido a sua época e os botões para o controlo da buzina foram deslocados para o centro do volante.

1975: o primeiro controlo da velocidade de cruzeiro

Em dezembro de 1975, o modelo Mercedes-Benz 450 SEL 6.9 foi um dos primeiros automóveis a ser equipado de série com um designado sistema de controlo da velocidade de cruzeiro. O DISTRONIC, o primeiro sistema de controlo de proximidade apoiado por radar que mantém uma distância constante para o veículo em frente, foi estreado a nível mundial em 1998, também no Classe S (220 series).

1981: o primeiro airbag

A procura incessante pelo melhor nível de segurança possível deu origem a outra mudança decisiva no design do volante desde 1981. A razão para este facto foi a introdução do primeiro airbag do condutor no Classe S (126 series). Ocultado atrás da saliente chapa de amortecimento estava um novo sistema de retenção, que forneceu um padrão de segurança nunca antes alcançado na eventualidade de uma colisão. Ainda assim, os primeiros airbags eram volumosos, portanto a chapa de amortecimento teria de ser substancialmente maior. Contudo, no decurso do desenvolvimento, foi possível dobrar várias vezes o airbag embalado em vácuo para ocupar um espaço reduzido, e o espaço de utilização para novas ideias dos designers (para o design atual) tornou-se novamente grande. Em 1992, o airbag do condutor tornou-se um equipamento de série em todos os veículos ligeiros de passageiros da Mercedes-Benz. Em 1994 seguiu-se o airbag do passageiro dianteiro. Ao ser acionado perante um impacto, o airbag é insuflado e atinge um diâmetro de 720 milímetros e um volume de 64 litros em 30 milissegundos.

1998: o primeiro volante multifunções

Outra revolução tecnológica foi incorporada pelo volante multifunções, introduzido em 1998 juntamente com o sistema COMAND. Além da variedade de funções do veículo, com o avanço tecnológico de novos dispositivos de informação, navegação e entretenimento foi necessário repensar a operação do veículo e do seu conceito de indicação. Um objetivo importante no desenvolvimento do modelo Classe S 220 consistiu em reduzir o esforço do condutor para que pudesse concentrar a sua atenção no essencial: no trânsito e na experiência de condução. Com um novo volante multifunções equipado de série, o condutor pôde controlar vários sistemas e aceder a informação importante simplesmente com o seu dedo polegar. Pela primeira vez, o volante estava interligado ao rádio, ao telefone e a um ecrã no centro do painel de instrumentos no qual eram apresentados até oito menus principais.

2005: a reintrodução da alavanca de mudança no volante

2005 foi o ano da estreia dos então novos modelos do Classe M e Classe S com painéis de instrumentos redesenhados: a alavanca de mudança da caixa de velocidades automática foi deslocada da consola central para a coluna da direção. A nova alavanca de mudanças DIRECT SELECT criou espaço entre o condutor e o passageiro dianteiro e tornou mais fácil o comando da caixa de velocidades. Os botões adicionais do volante permitiram a pré-seleção manual de sete mudanças; o desempenho dos motores de seis e de oito cilindros podiam agora ser otimamente explorados em todas as situações de condução. Desde 2008, o SL Roadster estava disponível com a caixa de velocidades desportiva 7G-TRONIC com patilhas de mudanças no volante.

Desde uma geometria poligonal a uma geometria redonda com raios elegantes

Com as novas funções, uma quantidade cada vez maior de cabos, placas de circuitos e sensores foi instalada no volante. Para acomodar todos estes componentes e o airbag, os volantes eram significativamente volumosos nos anos de 2000. Ao longo do tempo, o design tornou-se cada vez mais refinado. Desde as iniciais geometrias poligonais, foram desenvolvidas formas geométricas com um círculo ao centro e raios com linhas suaves.

2016: primeiros botões táteis Touch Control no então Classe E

O Classe E de 2016 foi o primeiro veículo do mundo a ser equipado com botões Touch Control no volante – Permitem controlar todo o sistema de informação e de entretenimento através de gestos de deslizamento com os dedos – sem necessidade de retirar as mãos do volante. Tal como a superfície de um smartphone, os botões são sensíveis ao toque e, portanto, reagem aos movimentos de deslizamento horizontais e verticais de um dedo. Isto permite ao condutor controlar todas as funções do sistema de informação e de entretenimento, de forma simples, lógica e intuitiva. Ao pressionar os botões de controlo táteis, a função selecionada com os gestos de deslizamento é acionada.

2020: o volante tátil no novo Classe E

Mas a evolução do volante não para e na Mercedes-Benz este imprescindível elemento de condução, será ainda mais sofisticado e seguro com o lançamento do novo Classe E. A nova geração do modelo apresentará um volante digital tátil. Na prática, o seu contém uma camada sensorial de duas zonas que deteta se o condutor tem as suas mãos no volante.

Daimler reforça compromisso com mobilidade sustentável e proteção ambiental com Relatório de Sustentabilidade 2019

26/04/2020 15:22

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A Daimler AG (proprietária da Mercedes-Benz) continua empenhada em cumprir as metas de sustentabilidade que permitirão uma mobilidade neutra em carbono progressiva até 2039. Com esse intuito apresentou o “Relatório de Sustentabilidade de 2019” (com o título “SpurWechsel”), onde confirma as intenções e plano de ação para concretizar os seus objetivos de mobilidade sustentável e proteção ambiental.

Visão Daimler: mobilidade com menores níveis de emissões, menor consumo de recursos e menos acidentes. Trata-se de criar responsabilidade económica, ambiental e social para todos os intervenientes, ou seja, para clientes e colaboradores, bem como investidores, parceiros de negócio e sociedade como um todo.

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Ao comprometer-se com o seu “SpurWechsel”, a empresa está empenhada em focar a sua atenção nas seguintes áreas:

• Mobilidade neutra em carbono até 2039
• Dissociar o consumo de recursos do crescimento no volume de negócios
• Soluções inovadoras de mobilidade e de trânsito para as cidades
• Mais segurança na estrada
• Responsabilidade pelos dados
• Responsabilidade pelo respeito dos direitos humanos ao longo de toda a cadeia de valor

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A base para que estes objetivos sejam atingidos é estabelecida pela Daimler através da colaboração prevista com os seus parceiros de negócios, políticos e sociedade civil, bem como com os seus colaboradores em todo o mundo.

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Este SpurWechsel também envolve parcerias na área do financiamento de projetos ecológicos, como por exemplo, através das designadas obrigações verdes. Estes instrumentos criam novas oportunidades para apoiar o elevado investimento futuro necessário para a criação de tecnologias neutras em carbono. Ao mesmo tempo oferecem aos investidores sensibilizados para as condições do ambiente uma oportunidade de participarem diretamente nos ambiciosos projetos de sustentabilidade da Daimler. Desta forma, a Daimler apoia o Pacto Ecológico da UE, em que um dos seus objetivos consiste em motivar investidores institucionais a disponibilizarem mais capital para projetos de baixas emissões de carbono e com impacto neutro no clima.

“Ambition 2039″: neutralidade de carbono até 2039

Um dos principais objetivos da Daimler consiste em reduzir as emissões de CO2. O próprio Grupo definiu, portanto, o objetivo de disponibilizar até 2039 um portfolio de novos veículos ligeiros de passageiros totalmente neutro em emissões de carbono. Como um passo importante neste processo, até 2030, a Daimler prevê aumentar significativamente as vendas de veículos ligeiros de passageiros equipados com cadeias cinemáticas híbridas plug-in e também totalmente elétricas, em mais de 50% do seu portfolio. 

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O objetivo passa também por incluir os novos veículos comerciais pesados para os mercados da Europa, Japão e América do Norte, que devem ser neutros em carbono durante os seus ciclos de vida, igualmente até 2039. Para a divisão Mercedes-Benz Vans estão também a ser aplicados planos idênticos.

Progresso sistemático no sentido da proteção ambiental

Ao longo do ano passado, o Grupo conseguiu implementar toda uma série de importantes objetivos de sustentabilidade em conformidade com o seu SpurWechsel: relativamente à produção, durante o ano de 2019, a empresa já conseguiu cumprir as suas metas de longo prazo de redução de CO2 para o ano de 2020.

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Os segredos da tecnologia EQ Power híbrida plug-in para proporcionar autonomia elétrica entre 71 (A 250e) e 94 km (GLE 350d)!

20/04/2020 18:32

A terceira geração da tecnologia de motores híbridos plug-in permite aos modelos Mercedes-Benz chegarem, em modo elétrico, definitivamente, mais longe. Mas sabe como é possível conseguir autonomias elétricas que vão dos 71 km (Classe A250e) até aos 94 km (GLE 350de)? Nós explicamos…

A Mercedes-Benz Research utilizou métodos como o EQ Ready App para determinar as distâncias percorridas, em média, pelos condutores adeptos dos sistemas elétricos e híbridos. A análise mostra que um alcance puramente elétrico de 50 kms é suficiente para 90% de todas as viagens. A proporção de viagens mais longas é muito pequena - mais de 90% de todas as viagens são menores que 100 kms e a maioria das viagens é menor que 400 kms. Os híbridos plug-in de terceira geração com a assinatura “EQ Power” são, por isso, ideais para dar resposta a estas necessidades.

No caminho para a mobilidade totalmente elétrica, os híbridos plug-in representam o que talvez seja a principal tecnologia de transição. Com os seus modelos EQ Power, a Mercedes-Benz apresenta uma oferta eficiente e que já vai na 3ª geração, marcando mais um passo em direção à mobilidade neutra em CO2. Os clientes da Mercedes-Benz poderão experimentar as vantagens desta tecnologia até ao final de 2020 em mais de 20 variantes de diferentes modelos.

No híbrido plug-in, as características positivas do motor elétrico e do motor de combustão complementam-se, compensando praticamente todas as limitações dos respetivos sistemas. A principal vantagem da tecnologia híbrida é a possibilidade de conduzir localmente sem emissões (quando possível), em combinação com a autonomia do veículo convencional. A ansiedade de autonomia não é algo que os condutores de viaturas híbridas plug-in precisem de se preocupar. As baterias de iões de lítio relativamente eficientes garantem períodos de condução puramente elétricos que, em grande parte dos casos, são suficientes para as viagens do dia-a-dia. A Mercedes-Benz implementará essa tecnologia pioneira em todo o portfolio - do Classe A ao Classe S, do GLA ao GLE, os motores de combustão recebem apoios elétricos, que extraem a sua energia de baterias que podem ser carregadas de forma conveniente e rápida em casa, ou em estações de carregamento no trabalho ou na rede pública.

Tecnologia híbrida plug-in para modelos compactos

Para modelos com um motor instalado transversalmente e a transmissão de dupla embraiagem 8G-DCT, foi desenvolvida uma tração híbrida compacta cuja máquina elétrica funciona como uma máquina síncrona permanentemente em ação com um rotor interno. A estrutura dos componentes híbridos permite que a Mercedes-Benz fique sem um acionador de partida clássico de 12 V, pois apenas o sistema elétrico é usado para a partida e impulsionar o motor de combustão. Além da eficiência, a unidade de acionamento compacta traz uma porção generosa de prazer e adequação ao uso diário. Os destaques técnicos dos híbridos compactos falam por si:

• Autonomia elétrica de até 71 km (WLTP)

• Potência elétrica 75 kW

• Saída do sistema 160 kW

• Binário do sistema 450 Nm

• Velocidade máxima 140 km / h (elétrica) / 235 km / h (Classe A Limousine)

• Aceleração 0-100 km / h em 6,6 segundos (Classe A Limousine)

• Praticamente nenhuma restrição no compartimento de bagagem

Como aliança EQ Power, o sistema elétrico e o motor de quatro cilindros de 1,33 litros geram 160 kW (218 cv) e desenvolvem um binário máximo de 450 Nm. O binário total garante que os híbridos plug-in compactos reajam imediatamente ao pedal do acelerador. Os valores de desempenho são igualmente impressionantes: por exemplo, o A 250 e (consumo combinado de combustível 1,4-1,1 l/100 km, emissões combinadas de CO2 31-24 g/km, consumo elétrico ponderado 20,4-23,4 kWh/100 km) completa o clássico sprint de 0 a 100 km / h em apenas 6,6 segundos, menos 0,2 segundos que o B 250 e, que apresenta consumos combinados entre 1,4 e os 1,6 l/100 km, emissões de CO2 entre 32 e 36 g/km e um consumo elétrico combinado de 15.4-14.7 kWh/100 km.

A última geração de baterias com alta densidade de energia

Uma bateria de iões de lítio com capacidade total de aprox. 15,6 kWh serve como uma unidade de armazenamento de energia para o sistema elétrico. Pode ser carregado com corrente alternada ou direta. A tampa para abastecimento elétrico está localizada na área traseira da lateral direita. Os híbridos plug-in compactos podem ser carregados por meio de uma wallbox de 7,4 kW com corrente alternada (CA) em 1h45 min.

Com a corrente direta mais rápida (CC), o tempo de carregamento reduz para apenas 25 minutos, de 10 a 80% de SoC. As baterias arrefecidas a água, pesando aproximadamente 150 kg, são fornecidas pela subsidiária integral da Daimler, Deutsche ACCUMOTIVE. Para os híbridos plug-in Mercedes-Benz de 3ª geração, conhecidos como EQ Power, a empresa usa baterias com química celular avançada. O salto do fosfato de lítio-ferro (LiFePo) para o lítio-níquel-manganês-cobalto (Li-NMC) tornou possível o aumento da capacidade celular de 22 para 37 Ah. Como resultado, foi possível fornecer às baterias um design mais compacto, com vantagens para a capacidade de inicialização e o espaço disponível para os ocupantes.

Tecnologia híbrida plug-in para instalação longitudinal

Desde o lançamento da tecnologia híbrida na Mercedes-Benz no ano de 2009 no Classe S 400 Hybrid, o sistema de transmissão foi sistematicamente desenvolvido para uma instalação longitudinal. Para a última geração, os engenheiros redesenharam, acima de tudo, o sistema elétrico da caixa plug-in 9G-TRONIC, tendo comemorado a sua estreia no Mercedes-Benz GLE 350de 4MATIC. O seu alcance elétrico consideravelmente mais longo em comparação com os outros híbridos plug-in garante uma experiência de condução elétrica ainda mais gratificante e localmente livre de emissões.

• Autonomia elétrica de até 94 km (WLTP)

• Potência elétrica 100 kW

• Potência do sistema 235 kW / 320 cv

• Binário de sistema 700 Nm

• Velocidade máxima de até 160 km / h (elétrica) / 210 km / h (geral)

• Aceleração de 0 a 100 km / h em 6,8 segundos

Com uma capacidade de bateria de 31,2 kWh, o GLE 350de atinge um alcance elétrico próximo dos 100 kms (WLTP) dependendo sempre do estilo de condução. Caso esse longo alcance seja insuficiente, o GLE 350de também permite carga rápida, usando carregamento de corrente alternada / CA e corrente direta / CC. Nas estações de carregamento rápido CC, o carregamento elétrico é possível em aprox. 20 minutos (10-80% do estado de carga (SoC)) ou em aprox. 30 minutos (10-100 por cento SoC).

Mercedes me Charge facilita o carregamento

Como opção, com o serviço Mercedes me Charge, os condutores de veículos híbridos plug-in Mercedes-Benz têm acesso a uma das redes de carregamento mais extensas do mundo. O reconhecimento natural de fala do sistema MBUX permite a procura de estações de carregamento nas proximidades ou ao longo da rota escolhida. O Mercedes me Charge facilita, deste modo, a procura, cobrança e pagamento do carregamento elétrico.

Estratégia operacional suporta o condutor

Os modelos EQ Power apoiam o condutor para uma condução eficiente, com uma estratégia operacional inteligente com base em rotas. O sistema recomenda o modo de condução elétrico que faz mais sentido em cada percurso, tendo em consideração, por exemplo, dados de navegação, topografia, limites de velocidade e condições de tráfego para toda a rota planeada. O que é conhecido como o ECO Assist ajuda a economizar eletricidade e combustível, podendo o consumo ser reduzido em até 5% em comparação com um perfil de condução normal.

Híbrido plug-in com potencial para economia de CO2

Os especialistas em meio ambiente da Daimler têm em consideração emissões e consumo de recursos ao longo de todo o ciclo de vida de um veículo, desde a extração de matéria-prima à produção, uso e recuperação. Apesar da maior utilização de energia na produção de um híbrido, a avaliação do ciclo de vida é positiva. O facto é que um híbrido plug-in Mercedes-Benz de 3ª geração produz uma saída de CO2 aproximadamente 20% maior que um modelo comparável convencional, e isso deve-se principalmente à bateria de alta tensão.

O uso sistemático da função de plug-in, ou seja, o carregamento regular da bateria pela rede, combinado com a maior eficiência no próprio status operacional, reduz a produção de CO2 em 40%. Se a bateria inicial for carregada exclusivamente com energia verde, a economia de CO2 dos modelos EQ Power da Mercedes-Benz aumentará para 70%. A forte capacidade de recuperação e a estratégia operacional inteligente garantem que a bateria nunca se descarregue completamente. Isto significa que a função elétrica pode suportar o motor de combustão repetidamente, mesmo em viagens longas.

Apesar da maior carga de CO2, devido à utilização superior de energia na produção, o híbrido plug-in economiza uma grande quantidade de CO2 em todo o ciclo de vida e, no melhor dos casos, atinge apenas cerca de 45% do total de emissões de um modelo comparativamente poderoso e convencional. Portanto, nesse caso, mais emissões de CO2 durante a fase de produção são um investimento que, ao usar o potencial elétrico por meio de carregamento regular, pode mais do que compensar ao longo de todo o ciclo de vida.

Sabe porque é que a Mercedes se chama… “Mercedes”?

15/04/2020 16:16

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Com cerca de 120 anos de história, a marca da estrela tem também na sua génese algumas curiosidades interessantes. A origem do seu nome é uma delas. Sabe porque é que a Mercedes se chama… “Mercedes”?

A resposta da origem do nome “Mercedes” é, afinal, simples e tem uma explicação que, provavelmente, o deixará embebecido. Há 120 anos, a 2 de abril de 1900, a Daimler-Motoren-Gesellschaft decidiu chamar aos seus automóveis de Mercédès, em homenagem à filha de Emil Jellinek, um destacado pioneiro no desenvolvimento da tecnologia automóvel, que colocava à prova os veículos Daimler de alto desempenho, em diversas competições da Côte D’Azur, sob o pseudónimo “Monsieur Mercedes”.

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Ora, de “Monsieur Mercedes” até “Mercédès” foi um pequeno (mas ternurento) passo, que havia de ficar na história do automóvel, da mesma forma que a menina de onze anos (nascida em 1899), filha de Jellinek, também viu, para sempre, o seu nome ligado à primeira marca de viaturas de luxo em todo o mundo.

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Desde então, as letras curvas “Mercédès” passaram a adornar os radiadores dos automóveis de passageiros Daimler. Entrando na “máquina do tempo”, verificamos que o primeiro veículo com um melodioso nome em espanhol - o Mercedes 35 PS - causou sensação na semana de Nice em março de 1901. Tal deveu-se não apenas à sua tecnologia altamente avançada - permitindo que ele vencesse várias corridas - mas também porque o seu design era extremamente elegante. O Mercedes 35 cv é considerado o protótipo do automóvel moderno e, com a sua arquitetura progressiva, tornou-se um modelo para toda a indústria automóvel. Paul Meyan, então secretário-geral do Automobile Club of France, disse após a semana da corrida: “Entramos na Era da Mercedes”.

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Estava dado o mote e o nome “Mercedes” foi registado como marca comercial a 23 de junho de 1902, tendo sido depois alterado para Mercedes-Benz após a fusão das empresas Daimler e Benz em junho de 1926. A Mercedes-Benz sabe, desde a sua origem, combinar beleza e elegância com desempenho e tecnologia. Além disso, o segredo do atual sucesso do design da Mercedes-Benz é também a combinação de inteligência e emoção.

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A única marca automóvel com nome feminino

Até ao momento, a Mercedes-Benz é a única marca automóvel no mundo com um nome feminino. Com a iniciativa She’s Mercedes, criada em 2015, a Mercedes-Benz está a construir uma tradição para as inúmeras clientes do sexo feminino.

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Desde 2016, a Mercedes-Benz tem sido consistentemente a marca de automóveis de luxo mais valiosa do mundo e é a única marca europeia entre as 10 melhores no ranking “Melhores Marcas Globais 2019” da Interbrand, a conceituada empresa de consultoria de marcas dos EUA.

Obrigado Stirling Moss e até sempre!

12/04/2020 19:11

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Stirling Moss, um dos mais míticos pilotos a defender as cores da Mercedes-Benz na competição e que, mais tarde, se tornou embaixador da marca, faleceu este domingo de Páscoa, deixando um assinalável legado desportivo, só comparável ao seu talento e desportivismo nas pistas.  

O britânico Stirling Moss, uma das estrelas emergentes que passaram pela Mercedes-Benz nos seus 125 anos de história ligada à competição, partiu este domingo, aos 90 anos, após doença prolongada.  

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O conceituado piloto será para sempre lembrado pela tua temeridade e talento ao volante, com os quais se tornou por quatro vezes Vice-campeão do Mundo de F1, mas sem nunca, no entanto, conquistar a almejada coroa de glória de campeão.

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O seu percurso desportivo estará para sempre intimamente ligado à Mercedes-Benz, onde comemorou extraordinárias vitórias ao volante do fantástico Mercedes-Benz 300 SLR (W196 S) e escreveu múltiplas páginas de sucesso na história desportiva da marca da estrela. Entre as mais marcantes fica registo o triunfo nas Mille Miglia de 1955, então com 25 anos, onde percorreu as desafiadoras 1.000 milhas da prova, disputada durante muitos quilómetros em estrada aberta, a uma espantosa velocidade média de 157,65 km/h, aos comandos do 300 SLR!

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Mas essa foi apenas uma das 212 vitórias que deixou gravadas no seu impressionante currículo desportivo, onde se contam 529 participações em provas de automobilismo.

Seguindo os passos do pai e da mãe já com historial neste desporto, Stirling Moss, tirou carta aos 15 anos (com uma permissão especial) e chegou à F1 em 1951 (com 22 anos), onde participou em 66 Grandes Prémios, 16 dos quais inscreveu o seu nome no mais elevado lugar do pódio.

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Na Mercedes-Benz, a sua carreira iniciou-se em 1954, quando após test-drives bem-sucedidos, foi contratado pela equipa que já se evidenciava no automobilismo. Um ano depois, Moss brilhou ao volante de um “Flecha de Prata” no Campeonato do Mundo de F1, conquistando com o Mercedes W196 R uma fantástica vitória no “seu” G.P. de Inglaterra e ainda dois segundos lugares nos Grande Prémios da Bélgica e da Holanda, que lhe permitiram terminar a temporada como Vice-Campeão, atrás de Juan Manuel Fangio.

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Para a história e para os portugueses, fica também a recordação das suas duas fantásticas vitórias no G.P. de Portugal de F1, em 1958 (no Circuito da Boavista, no Porto) e 1959 (Circuito de Monsanto, Lisboa), então ao volante de um Vanwall e de um Cooper, respetivamente. Contudo, a primeira delas, em 1958, foi definitivamente mais marcante, ou não tivesse servido para evidenciar o seu extraordinário desportivismo, quando intercedeu a favor do seu principal adversário no campeonato, Mike Hawthorn, junto dos comissários da prova (demovendo-os de desclassificarem o americano por uma alegada manobra ilegal), atitude que, no final do campeonato, lhe custaria o título. 

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Perdurará assim, para sempre, a memória daquele que foi um dos primeiros pilotos a abraçar a carreira do desporto automóvel de forma profissional e que, nas últimas décadas, tão bem também desempenhou o papel de embaixador de referência da Mercedes-Benz.

Até sempre Sir Stirling Moss!

Versões 350de 4MATIC e AMG 63 4MATIC e 63 S 4MATIC+ do GLE com preços definidos

02/04/2020 17:52

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O GLE assume-se como uma das mais importantes “estrelas” no portfólio de SUVs da Mercedes-Benz. Entre as versões que passam a estar disponíveis e com preços firmados para Portugal, destaque para os “todos poderosos” AMG GLE 63 4MATIC+ (SUV e Coupé) e AMG GLE 63 S 4MATIC+ (SUV e Coupé), mas também para o mais ecológico GLE 350de 4MATIC (SUV e Coupé), com motorização Híbrida Plug-In de referência.

A Mercedes-Benz está pronta para alargar, em Portugal, a sua gama do modelo GLE, nas variantes SUV e Coupé, introduzindo novas versões que deverão chegar ao nosso país até ao final deste ano, mas cujos preços são já conhecidos.

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A versão AMG Performance 63 4MATIC+ e AMG 63 S 4MATIC+ passam a assumir o estatuto de topos de gama do novo GLE, estando disponíveis nas carroçarias de SUV e Coupé. Ambas as versões estão equipadas com um motor V8 biturbo de 4,0 litros AMG e um alternador EQ Boost pela primeira vez, que fornece 16 kW (22 hp) adicionais de energia elétrica (571 + 22 cv na versão 63 4MATIC+ e 612 + 22 cv na versão 63 S 4MATIC+).

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Na prática, não se trata apenas de um aumento de potência extra, uma vez que o sistema ativa inúmeras funções híbridas que otimizam a dinâmica de condução, mas também o aumento da eficiência. A impressão geral, mesmo para veículos com dimensões generosas, é de agilidade, graças à tração integral totalmente variável, à suspensão com ajuste de amortecimento adaptável e à transmissão TCT 9G de mudança rápida.

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Relativamente aos preços, o GLE 63 4MATIC+ varia entre os 167.650 € (SUV) e os 201.050 € (Coupé), enquanto a versão mais “apimentada” – GLE 63 S 4MATIC+ - poderá ser encomendada a partir dos 187.300 € (SUV) ou dos 214.650 € (Coupé).

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GLE 350de 4MATIC, como Híbrido Plug-In de referência

Para além das versões de caracter desportivo, a Mercedes-Benz e a Sociedade Comercial C. Santos passa também a disponibilizar (até ao final do ano), a última geração do novo GLE com motorização Híbrida Plug-In, denominada 350de 4MATIC, cujos preços se iniciam nos 84.700 € (SUV) e nos 96.650 € (Coupé).

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A versão SUV e Coupé partilham o mesmo motor diesel de 1.950 cm3 e 194 cv, a que está associado uma unidade de propulsão elétrica de 136 cv, capaz de oferecer a qualquer um deles excelentes prestações, combinadas com ótimos consumos.

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A autonomia consideravelmente maior do GLE 350de 4MATIC, em comparação com outros veículos híbridos plug-in, indica o caminho para uma experiência de condução em modo elétrico mais gratificante. O design especial da traseira e o eixo traseiro modificado criam espaço para o grande conjunto de baterias. Nas estações de carregamento DC correspondentes, a bateria pode ser carregada em cerca de 20 minutos (com estado de carga (SoC – State of Charge) entre 10 e 80%) ou em cerca de 30 minutos (SoC a cerca de 10-100%).

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Para além das versões anunciadas, a gama do GLE  oferece mais quatro variantes – GLE 300d 4MATIC (1950 cm3, 245 cv, a partir de 88.600 €), GLE 400d 4MATIC (2925 cm3, 330 cv, a partir de 105.400 €), GLE 450 4MATIC (2999 cm3, 367 + 22 cv, a partir de 89.950 €) e GLE 53 4MATIC+ (2.999 cm3, 435 + 22 cv, a partir de 103.600 €), todas já disponíveis na Sociedade Comercial C. Santos.

Novo Mercedes-AMG GLS 63 4MATIC+ já tem preço definido

01/04/2020 17:39

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O novo Mercedes-AMG GLS 63 4MATIC+, topo de gama do modelo GLS, já tem preço definido, ficando disponível a partir de 197.450 €. Com possante motor de 612 cv de potência e “infindável” espaço e inquestionável conforto, alia dinâmica excecional com luxo sublime.

O novo Mercedes-Benz GLS é o maior e mais luxuoso SUV da Mercedes-Benz, oferecendo mais espaço, conforto e luxo. As três filas de bancos totalmente ajustáveis ​​eletricamente presenteiam todos os passageiros com um espaço generoso e um conforto excecional.

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Na versão GLS 63 4MATIC+ oferece um prazer de condução superior, garantido pelo potente motor V8 biturbo de 4,0 litros com 450 kW (612 cv) e um alternador EQ Boost integrado. A unidade auxiliar de 16 kW (22 cv) fornece o sistema elétrico de 48 volts e a sua função de reforço permite assistência em baixas rotações do motor.

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O Mercedes-AMG GLS 63 4MATIC+ também atende a expectativas dinâmicas mais altas, graças à tração nas quatro rodas AMG Performance 4MATIC + totalmente variável, à caixa automática de 9 velocidades AMG SPEEDSHIFT TCT e à suspensão AMG ACTIVE RIDE CONTROL.

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A sua data de chegada a Portugal e à Sociedade Comercial C. Santos (sujeita a alterações devido a eventuais condicionalismos relacionados com a conjuntura da pandemia COVID-19) está prevista para o último trimestre deste ano.  

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Para além da versão topo de gama do GLS, estão disponíveis mais três motorizações – duas a diesel e mais uma a gasolina, passíveis de encomendar na Sociedade Comercial C. Santos. Assim, pode encontrar o GLS 350 d 4MATIC (2.925 cm3, 272 cv) com preço a partir dos 120.200 €, o GLS 400 d 4MATIC (2.925 cm3, 330 cv) com preço a partir de 124.150 € e o GLS 580 4MATIC (3.982 cm3, 489 + 22 cv), disponível a partir de 161.400 €. Qualquer uma das versões está apenas disponível com transmissão automática.

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Mercedes-Benz apoia produção de equipamentos médicos e constrói ventiladores

31/03/2020 11:51

Em tempos difíceis, a Mercedes-Benz não se isentou da sua responsabilidade social, dando também o seu pequeno contributo para o combate à pandemia COVID-19 possa ter os resultados por que todos esperamos. De que forma? Nós explicamos…

A Mercedes-Benz não podia ficar indiferente à atual conjuntura que o mundo atravessa, fruto da pandemia de COVID-19. Nesse sentido, está a desenvolver algumas ações que visam o apoio na produção de equipamentos médicos. A produção de componentes individuais que são urgentemente necessários na tecnologia médica, com recurso à impressão 3D, e mesmo a produção de ventiladores de assistência à respiração fazem parte das novas competências extraordinárias e temporárias da marca da estrela.

 Adaptar a produção em impressoras 3D

A Mercedes-Benz acumula experiência na pesquisa e aplicação da produção de aditivos há cerca de 30 anos. No setor de automóveis de passageiros, a impressão 3D geralmente é usada na construção de protótipos e produção em pequenas séries.

 Na verdade, a Mercedes-Benz já utiliza máquinas de impressão 3D para produzir até 150.000 componentes de plástico e metal a cada ano. Mas, agora, essa capacidade pode ser totalmente utilizada para fins médicos. Todos os processos comuns de impressão 3D podem ser usados ​​– desde fusão seletiva a laser (SLS), modelagem por deposição de material fundido (FDM), até fusão a laser seletiva (SLM).

 Na produção aditiva, os componentes desenvolvidos digitalmente são construídos camada por camada numa “impressora”. As matérias-primas utilizadas incluem pós ou resinas de plástico e metal fundidos por uma fonte de energia - geralmente por um ou mais lasers. Depois de finalizada uma camada, uma nova é aplicada automaticamente e o processo de solidificação é iniciado novamente. Este processo é repetido até que um componente tridimensional seja criado.

 Poderá visualizar um exemplo de produção 3D em: https://twitter.com/Daimler/status/1243585315488571393.

 Mercedes-Benz AMG Petronas F1 Team produz ventiladores

Para além da Mercedes-Benz, também a própria equipa Mercedes-Benz AMG Petrona F1 Team direcionou a sua força produtiva para o auxílio ao combate à pandemia, aproveitando o facto da época de F1 estar, neste momento, em “stand by”.

 Em colaboração com a University College of London, os engenheiros da equipa Campeã do Mundo de F1, desenvolveram, em menos de uma semana, um aparelho de assistência respiratória denominado CPAP (“Continuous Positive Airway Pressure”, em português “Pressão de Ar Contínua e Positiva”), que será utilizado pelo sistema de saúde britânico.

 Trata-se de um ventilador menos evasivo do que os que estão, normalmente, ao serviço das unidades de cuidados intensivos hospitalares, permitindo aos pacientes usufruírem de respiração assistida, com injeção de fluxo de ar contínuo, num dispositivo que deverá ser utilizado nas unidades de cuidados intermédios, libertando ventiladores mais potentes para as unidades que concentram doentes em estado mais crítico.  

 A fábrica de “High Performance Powertrain” da equipa está pronta para produzir até 1000 dispositivos destes por dia, dentro de uma semana, caso os testes com 40 destes aparelhos, (que se revelam como um passo intermédio entre uma máscara de oxigénio e a ventilação mecânica invasiva), levados a cabo na University London College Hospital e em mais três hospitais de Londres, se revelem bem-sucedidos.

 Neste momento, o uso do dispositivo foi já aprovado pela Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido.

7 curiosidades sobre o fascinante Mercedes-Benz C 111-II que comemora 50 anos

27/03/2020 15:42

Ontem como hoje, há 50 anos a Mercedes-Benz alimentava sonhos e paixão automóvel, mantendo-se na vanguarda do desenvolvimento tecnológico. E que melhor prova disso que o Mercedes C 111-II (protótipo que sucedeu ao C 111), que, este ano, comemora, as “bodas de ouro”?! Vale a pena conhecer 7 “segredos” (que talvez desconheça), sobre esta fascinante estrela…

O segundo estágio de desenvolvimento do “Concept Car” Mercedes-Benz C 111 - o C 111-II - foi apresentado no Geneva Motor Show, a 12 de março de 1970. Apesar do design futurista e sedutor para muitos entusiastas, o modelo nunca passou à produção em série, desempenhando as funções de laboratório sobre rodas para a marca da estrela.

Equipado com motor central Wankel de quatro rotores (com 602 cm3 cada), que geravam 350 cavalos de potência e faziam com que os primeiros 100 km/h fossem cumpridos em apenas 4,8 segundos, antes de atingir os 300 km/h de velocidade máxima, o C 111-II apresentava uma carroçaria futurista (de onde se destacavam as famosas “asas de gaivota”), ainda mais aerodinâmica do que o protótipo que o inspirou (com um incrível coeficiente aerodinâmico de 0.325), mas também mais leve, à custa da implementação de materiais compositos. O concept foi desenvolvido a partir de plástico reforçado com fibra de vidro (GFRP) aparafusado à estrutura inferior da carroçaria em chapa de aço.

Mas essas eram apenas algumas das razões por que, num ápice, se transformou num ícone fascinante da indústria automóvel, verdadeiro paradigma do automóvel desportivo e inovador no início da década de 70. Voltando atrás no tempo, desvendamos-lhe 7 curiosidades que ajudaram a celebrizar esta verdadeira montra de tecnologia assinada pela Mercedes-Benz…

Super-aerodinâmica

A aerodinâmica do C 111-II foi um dos seus aspetos mais marcantes, tendo sido melhorada também com o contributo dos novos guarda-lamas, tejadilho e tampa da mala. Com 0.325 de coeficiente aerodinâmico e com a medição do túnel de vento a mostrar que o arrasto do veículo foi reduzido em oito por cento em comparação com o antecessor, não restam dúvidas que este era um modelo com super-aerodinâmica.  

Projetado por computador

O C 111 não foi apenas projetado de forma futurista. Tornou-se também no primeiro veículo do mundo projetado integralmente por computador. Para isso os engenheiros usaram o método ESEM (método de elementos elastostático), que permitiu fazer cálculos de cargas dinâmicas digitalmente e poupar o equivalente a quatro meses em termos de tempo de desenvolvimento.

Malas de viagem e esquis

Apesar de nunca ter passado de um protótipo o Mercedes-Benz C 111-II foi projetado para se adequar ao uso quotidiano. Por isso recebeu um conjunto de malas (uma grande e outras duas de pequenas dimensões) com o carimbo da Mercedes-Benz. Talvez mais surpreendente ainda foi o facto da Mercedes-Benz também dotar, opcionalmente, o protótipo com porta-esquis!

Teste da manteiga

O C 111-II foi também sujeito ao curioso teste de estanquicidade de temperatura. Na prática, um pacote de manteiga foi preso sob o capô para que os engenheiros percebessem, com o motor em esforço, se a manteiga derretia ou, por outras palavras, se o nível do calor isolado do compartimento do motor para o exterior era aceitável.

Também com motor Diesel!

O C 111-II teve uma inesperada e surpreendente variante com motor Diesel. Tratava-se do motor 5 cilindros e 3 litros do W115 240D, mas ao qual foi adicionada sobrealimentação, fazendo a potência crescer de uns modestos 80 cv para uns energéticos 190 cv. A versão “C 111-II D” como ficou conhecida, quebrou 16 recordes de velocidade (13 para veículos diesel e três para veículos universais), elevando o potencial da tecnologia diesel da Mercedes-Benz, com números que ainda hoje espantam como as 60 horas que rodou a 252 km/h e com um consumo médio de apenas 14 l/100 km!

Inspiração para versões mais potentes e recordistas

O desenvolvimento do superdesportivo C 111-II, com o motor Wankel, terminou em 1975, mas inspirou e serviu de base a novas versões do C 111, talhadas para baterem recordes: o C 111-III (1977), C 111-IV (1979). Qualquer um destes modelos, apresentava já um visual bastante mais agressivo e “fluído” (com estabilizador vertical traseiro), com o C 111-III a revelar um coeficiente aerodinâmico de 0.183. Com a ajuda do motor evoluído até aos 230 cv, capaz de o catapultar até aos 325 km/h, o C 111-III averbou, em 1978, nove recordes de velocidade absolutos na pista de Nardo, com um consumo médio abaixo dos 16 l/100 km e a uma média de 314 km/h! Contudo, o suprassumo do C 111, foi mesmo a sua versão final - C 111-IV - , que recebeu o bloco de motor V8 do SL450, com a cilindrada aumentada para 4,8 litros e a potência a ascender aos 500 cv! Um “cocktail” sobre rodas que lançou o C 111 até a uns impressionantes 403,978 km/h!

Cheques em branco não chegaram para o comprar

Apesar da situação se ter passado com o C 111, o protótipo original, a verdade é que, com o seu pouco usual design, o protótipo da Mercedes-Benz foi alvo de diversas tentativas de compra por parte de milionários. Uma das mais famosas foi a de um entusiasta de veículos desportivos que chegou a oferecer meio milhão de marcos alemães para ficar com o Concept Car, mas, ainda assim, longe do valor dos cheques em branco que apareceram na sede da marca em Estugarda, alguns meses depois. Com muitos números ou em branco, o efeito prático dos cheques foi igual pois a Mercedes-Benz optou sempre por manter a custódia desta verdadeira obra-de-arte sobre rodas.

Novo GLA já tem preços

25/03/2020 18:16

Com chegada prevista à Sociedade Comercial C. Santos no segundo trimestre deste ano, o novo Mercedes-Benz GLA já tem os seus preços definidos, que se iniciam nos 40.950 €. Disponível em seis versões e cinco motorizações distintas, o SUV compacto está pronto para impressionar…

O novo GLA complementa a atual geração de veículos compactos e representa o nível de entrada da família SUV da Mercedes-Benz.

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 Com os potentes e eficientes motores de quatro cilindros, os mais modernos sistemas de assistência à condução, o sistema de informação e de entretenimento MBUX com operação intuitiva bem como o abrangente controlo de conforto ENERGIZING, o novo GLA possui todas as qualidades da atual geração de modelos compactos da Mercedes-Benz.

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A gama de entrada do modelo a gasolina é o motor M 282 com uma cilindrada de 1.33 litros e 163 cv de potência na versão GLA 200 (consumo de combustível em ciclo combinado: 5.9-5.6 l/100 km, emissões de CO2 em ciclo combinado: 135-129 g/km), enquanto o topo de gama é o Mercedes-AMG GLA 35 4MATIC, que também se faz valer de potente motorização a gasolina, de 306 cv de potência (consumo de combustível em ciclo combinado: 7.5-7.4 l/100 km, emissões de CO2 em ciclo combinado: 171-170 g/km)1, mas que não tem ainda o seu preço definido.

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Entre as motorizações diesel, destaque para três variantes que também equipam a família de modelos compactos da Mercedes-Benz, a versão 180 d, de 1950 cm3 e 116 cv de potência, a 200 d, com a mesma cilindrada e 150 cv,  e as mais “vitaminadas” 220 d e 220 d 4MATIC (tração integral), ainda com a mesma cilindrada, mas 190 cv de potência.

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Todas as versões têm caixa automática de série.

Versão/Motorização       Cm3          CV        Caixa      Preço (c/ IVA)

GLA 180 d                        1950         116        Auto                   41.200*      

GLA 200 d                        1950         150         Auto                  47.600*

GLA 220 d                        1950         190         Auto                  51.850*

GLA 220d 4MATIC           1950         190         Auto                  54.450*

GLA 200                           1332         163         Auto                  40.950*

AMG GLA 35 4MATIC      1991         306         Auto                        -  

* A partir de

Classe E: história de sucesso no passado, presente e futuro!

17/03/2020 19:26

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Com mais de 14 milhões de Limousine e Station comercializadas, o Classe E é o modelo mais vendido na história da Mercedes-Benz. É reconhecido por muitos como o “coração da marca”, não sendo por isso de estranhar que os clientes do Classe E estejam entre os admiradores mais fiéis da estrela da Mercedes-Benz: oito em cada dez clientes do Classe E Limousine permaneçam fiéis à marca no momento da compra do próximo veículo! É hora de revisitar a história deste bestseller…

Já no início do século XX, os veículos posicionados abaixo dos segmentos superior e de luxo, mas acima dos segmentos de veículos compactos eram uma peça essencial no portfolio de modelos da Mercedes-Benz e das marcas que surgiram antes. Os primeiros modelos Mercedes-Benz, que surgiram no mercado em 1901 e estabeleceram o conceito de construção automóvel moderna, estavam disponíveis em diferentes versões e destinavam-se a diferentes tipos de clientes – incluindo aqueles que nos tempos atuais escolheriam um veículo do segmento médio-superior.

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Quando a produção foi retomada após a segunda guerra mundial, o primeiro veículo a entrar em produção foi o modelo 170 V, lançado em 1936, inicialmente como veículo para os serviços de emergência, polícia, comércio e vendas. Pouco tempo depois seguiu-se uma nova versão como o primeiro veículo ligeiro de passageiros Mercedes-Benz pós-guerra em 1947.

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O modelo 180 (W 120) de 1953 com carroçaria monobloco e forma de “Ponton” estabeleceu novas tendências tecnológicas e também formais. Foi seguido em 1961 pelas versões de quatro cilindros do modelo “Fintail” (W 110) – o primeiro modelo com carroçaria de segurança e membros estruturais de deformação programada.

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O próximo passo importante surgiu sete anos mais tarde na forma do “Stroke Eight” (modelo da série W 115/114). Ao mesmo tempo, com a chegada do primeiro modelo coupé, este assinalou um alargamento das variantes de carroçaria disponíveis. O seu sucesso foi superado novamente pelo seu sucessor, o modelo da série 123 em 1976. Foi também produzido na variante Station – com a qual a Mercedes-Benz estabeleceu novas referências como veículo familiar.

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Designação “E“ nasce na década de 1990

A série 124 dos anos 1984 a 1995, que também estava disponível na variante de cabriolet de quatro lugares, foi a primeira a receber a designação de Classe E em meados de 1993.

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A face de “quatro faróis” e a sua inovadora tecnologia eram características distintivas do modelo da série 210 lançado em 1995. O Classe E do modelo da série 211 foi lançado no início de 2002. Em 2009 foi seguido pela série 212 (Limousine e Station) e pela série 207 (Cabriolet e Coupé), enquanto a partir de 2010 o Classe E Limousine foi também disponibilizado na versão longa V 212 produzida na China e para o mercado Chinês.

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Em 2016, a Mercedes-Benz lançou o Classe E da série 213. A décima geração do Classe E definiu as tendências estilísticas em 2016 com o seu design suave e ao mesmo tempo emocionalmente apelativo, e com um interior exclusivo e de elevada qualidade. A ampla variedade de inovações no que diz respeito aos sistemas de assistência à condução também foi relevante. Este apelo emocional e a combinação inteligente foram extremamente bem-sucedidos. 

Antes do início da produção da mais recente geração, que este ano chegará aos mercados, mais de 1.2 milhões de clientes em todo o mundo adquiriram a atual geração um Classe E da série 213. Um número que contempla igualmente a produção da versão All-Terrain, estreada em 2017.

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E em 2020, o novo Classe E recebeu um importante restyling, voltando a colocar-se em “rota de colisão” com o sucesso. Lançado a 3 de março, na variante Limousine e Station, o modelo apresenta agora um visual refrescado em termos de design, com cariz ainda mais moderno e desportivo, ao mesmo tempo que reforçou o seu compromisso com o conforto, segurança, inteligência artificial e até com uma cadeia cinemática eletrificada (poderá conhecê-lo ao pormenor em http://bit.ly/2uLYiM2).

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Mudam-se os tempos, muda-se a produção… agora digital!

A próxima geração dos modelos Classe E Limousine e Station, recentemente apresentada, será produzida na fábrica da Mercedes-Benz em Sindelfingen, na mesma de linha de produção do Mercedes-Benz CLS e do Mercedes-AMG GT Coupé de 4 portas num sistema de produção flexível.

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A fábrica de produção utiliza tecnologias digitais modernas – incluindo smartphones para localizar veículos na linha de produção, métodos de fabrico adicionais para produzir equipamento e gestão digital do espaço, que envolve vários indicadores importantes que são geridos num único sistema. A fábrica de produção também utiliza o sistema Ubisense, que localiza as ferramentas de fixação que um colaborador necessita no processo de montagem e fornece aos colaboradores a informação necessária sobre um veículo específico.

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A fábrica de Sindelfingen é o centro de competências de veículos ligeiros de passageiros dos segmentos superior e de luxo, bem como a principal fábrica de produção dos modelos Classe S e Classe E. A fábrica emprega mais de 35,000 pessoas. Além dos modelos acima mencionados, a Mercedes-Benz produz nestas instalações o Classe S Limousine, Coupé e Cabriolet, o Mercedes-Maybach Classe S bem como a família de modelos Mercedes-AMG GT. No futuro, este também será o local de produção de veículos elétricos da nova marca de produtos e tecnologia EQ. A partir de 2022, a fábrica de Sindelfingen da Mercedes-Benz será totalmente neutra em emissões de CO2. Além disso, a “Factory 56”, uma das mais inovadoras fábricas de produção automóvel a nível mundial, está atualmente em construção no mesmo local.

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Chegaram os “Dias Mercedes-Benz Certified” com + de 500 oportunidades Mercedes-Benz e smart!

09/03/2020 12:26

4 dias de oportunidades únicas! Vão ser assim os “Dias Mercedes-Benz Certified” da Sociedade Comercial C. Santos, onde mais de 500 Mercedes-Benz e smart esperam por si, com condições de aquisição verdadeiramente exclusivas. E é já entre 12 e 15 de março (quinta-feira a domingo). Pronto para conhecer o seu “novo” Mercedes-Benz ou smart?

Após o sucesso do “Star Selection Days”, “Evento VIP” e “Dia Zero”, a Sociedade Comercial C. Santos volta a oferecer um evento exclusivo lhe permitirá aceder ao Mercedes-Benz ou smart com que sempre sonhou e com condições de aquisição muito especiais.

 A partir de quinta-feira e até domingo (de 12 a 15 de março), entre as 10h00 e as 20h00, no Showroom da Maia (junto ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro), os “Dias Mercedes-Benz Certified” proporcionar-lhe-ão mais de 500 oportunidades entre veículos semi-novos e usados certificados, com a garantia de qualidade que só o selo “Mercedes-Benz Certified” lhe pode oferecer.

 Para além dos descontos válidos para os quatro dias do evento, naquela que poderá ser uma ocasião soberana para adquirir um modelo premium, a um preço mais competitivo, à sua espera estará também atendimento exclusivo e personalizado, imagem de marca nos eventos da Sociedade Comercial C. Santos.

 E se está a pensar que só poderá comprar um “novo” Mercedes-Benz ou smart se vender o seu automóvel, então está na altura de saber que nos “Dias Mercedes-Benz Certified” isso não constitui um problema, uma vez que será possível, em caso de interesse, fazer a avaliação e retoma da sua viatura.  

 Razões de sobra para transformar um destes quatro dias naquela oportunidade por que esperava há tanto tempo para adquirir um novo Mercedes-Benz ou smart, entre um leque de ofertas genuinamente heterogéneo, onde militam todos os principais modelos das duas marcas.

 Entre os Mercedes-Benz disponíveis, destaque para os compactos - Classe A, Classe A Sedan, Classe B, CLA e CLA Shooting Brake -, mas também para os modelos de segmento médio - Classe C (Limousine, Coupé e Station) e GLA. O segmento superior, que engloba modelos como o Classe E (Limousine, Coupé e Station), GLC, GLE, Classe S, CLS, Classe V e Classe X também não foi esquecido, da mesma forma que ao seu dispor estarão igualmente um leque de viaturas muito exclusivas e prontas para transformar verdadeiros sonhos em realidade, como o Classe A 45 AMG, AMG GTC Roadster ou Classe G. Na smart, as diversas variantes dos modelos fortwo e forfour serão as estrelas de serviço à sua espera, com motorizações a gasolina ou elétricas.

 Para escolher o modelo da sua preferência neste evento exclusivo e personalizado, basta agendar a sua presença (no dia e hora que lhe for mais conveniente), através do link https://www.soccsantos.pt/4dc/, do email diascertified@soccsantos.pt ou do telefone 913 009 104.

 Até já!

Renovado Classe E: geração (muito) sofisticada!

03/03/2020 15:55

O novo Mercedes-Benz Classe E apresenta um design mais dinâmico, sistemas de assistência à condução da última geração que exploram a inteligência artificial, otimizado conforto no habitáculo e cadeia cinemática eletrificada, verdadeiro paradigma de eficiência. Disponível nas variantes Limousine, Station e All-Terrain, chega a Portugal no verão. E nós… mal podemos esperar!

Design mais dinâmico

O aumento da dinâmica e o aperfeiçoamento do Classe E são refletidos na gama de modelos: agora o modelo de entrada de gama integra a linha de equipamento exterior desportiva linha Avantgarde. Como resultado, o modelo base do Classe E inclui pela primeira vez uma estrela central na grelha dianteira. 

A nova secção dianteira com mais aplicações cromadas influencia significativamente a nova aparência: a grelha da versão Avantgarde Line foi redesenhada com duas lamelas cromadas e aletas verticais em preto brilhante. Os elementos de revestimento em cromado e em preto brilhante no para-choques dianteiro salientam a aparência desportiva e elegante. A linha de equipamento exterior Exclusive, igualmente disponível, faz jus ao seu nome: a grelha especial, a estrela vertical no capot e os elementos cromados de grandes dimensões no para-choques dianteiro são características desta linha de equipamento.

A linha de equipamento AMG com um novo para-choques no mesmo idioma de design dos modelos desportivos AMG confere um visual ainda mais desportivo. Além disso, as linhas de equipamento Avantgarde, AMG e All-Terrain integram um capot com “power domes”. O Classe E está equipado de série com faróis full-LED. Os faróis MULTIBEAM LED incluindo luzes de máximos ULTRA RANGE estão disponíveis como equipamento opcional.

Os designers também remodelaram a secção traseira do Limousine com um novo para-choques, farolins traseiros repartidos e uma nova tampa da bagageira. O design interior dos farolins traseiros foi revisto para todas as versões do modelo.

A versão All-Terrain é visualmente mais similar à dos modelos SUV. Além disso, os componentes de assinatura All-Terrain como a grelha do radiador ou a chapa de proteção inferior estilizada integram agora um revestimento em cromado brilhante ao invés da anterior tonalidade prateada.

As três novas cores de pintura disponíveis para o Classe E no âmbito da remodelação do modelo recebem a designação de high-tech silver, graphite grey metallic e mojave silver. A gama de jantes disponíveis também foi alargada e agora inclui jantes aerodinâmicas, que também contribuem para a redução do consumo de combustível e para a sustentabilidade do ambiental.

Habitáculo luxuoso, confortável e tecnológico

O interior foi aperfeiçoado com novas cores e materiais, que incluem novas combinações, designadamente cinza magma/cinza neva (Avantgarde), preto/castanho nogueira (Exclusive) e cinza magma/bege macchiato (Exclusive), e revestimentos em madeira de freixo porosa com acabamento prateado, madeira de nogueira com acabamento brilhante, alumínio escovado e alumínio com textura de acabamento em padrão carbono.

Os bancos combinam o conforto de referência da Mercedes-Benz para longas viagens com o design vanguardista. A regulação adaptativa do banco do condutor é particularmente confortável: quando a altura do corpo é inserida no sistema através do ecrã multimédia ou da aplicação Mercedes me, o banco é regulado automaticamente para uma posição normalmente adequada, que apenas necessita de ser ajustada pelo condutor.

O design dos bancos dianteiros acentua o carácter desportivo do interior – integram um forte apoio lateral sem comprometer o conforto. Os contornos dos bancos seguem as pronunciadas almofadas laterais e, em função da especificação, a secção central integra pespontos transversais desportivos ou longitudinais. As cores da secção central do apoio de cabeça e da almofada do assento do banco são combinadas com a geometria geral dos bancos. Estão disponíveis várias combinações de materiais desde tecido, pele sintética ARTICO, pele de textura granulada em relevo, ou pele com acolchoamento.

MBUX e controlo de conforto ENERGIZING com “PowerNap”

O Classe E está equipado com um volante totalmente novo no âmbito da remodelação do modelo. O painel de instrumentos e o ecrã multimédia são controlados com os botões táteis através de gestos. Os botões táteis são do tipo capacitivo ou seja, já não é necessário um sistema mecânico e as superfícies táteis também são menos sensíveis aos toques com os dedos. O sistema determina agora se o condutor tem as mãos no volante através da tecnologia sensorial capacitiva.

O novo Classe E está equipado com a última geração do sistema multimédia MBUX (Mercedes-Benz User Experience). O modelo está equipado de série com dois ecrãs de 10.25 polegadas/26 cm, dispostos lado a lado para formar um ecrã largo. Estão disponíveis como opção dois ecrãs de 12.3 polegadas/31.2 cm. A informação no painel de instrumentos e no ecrã multimédia é facilmente legível nos ecrãs largos de alta resolução. Uma emotiva apresentação com gráficos destaca a inteligibilidade da estrutura do controlo intuitivo.

No interior, o utilizador pode escolher entre uma seleção de quatro diferentes estilos:

· O estilo Modern Classic é um desenvolvimento adicional do estilo de apresentação clássico numa elegante e suave combinação de materiais.

· O estilo Sport apresenta um visual sofisticado em forma de turbina com contrastes em preto/amarelo notoriamente desportivos.

· O estilo Progressive apresenta um ambiente digital em forma reduzida.

No estilo Discreet os elementos indicados são reduzidos ao absolutamente necessário.

Outros elementos de destaque incluem o controlo tátil do ecrã multimédia de série e a utilização da tecnologia de realidade aumentada no ecrã de navegação quando a função de navegação está ativa. Uma imagem de vídeo da zona circundante é aprimorada com a ajuda da informação da navegação. Por exemplo, setas ou números são automaticamente sobrepostos diretamente na imagem do ecrã multimédia. O sistema também assiste o condutor perante semáforos: se o Classe E for o primeiro veículo numa fila de trânsito parada num semáforo, a atual situação do semáforo será sobreposta. Desta forma, esta nova função é uma ajuda particularmente útil quando as condições de visibilidade dos semáforos são desfavoráveis.

O opcional assistente MBUX Interior também permite uma operação natural e intuitiva das diferentes funções de conforto e do MBUX também através do reconhecimento de movimentos. Quando uma mão se aproxima do ecrã tátil ou do touchpad na consola central, por exemplo, o ecrã multimédia varia e os elementos individuais são salientados.

Os bancos ativos ENERGIZING são outro novo equipamento no Classe E. Durante uma viagem, o sistema assiste com variações benéficas na postura de acomodação no banco, através de pequenos movimentos da almofada do assento e do encosto do banco.

O controlo de conforto ENERGIZING combina vários sistemas de conforto no veículo e utiliza ambientes de som e de iluminação, bem como um vasto leque de modos de massagem para uma ampla gama de programas de revitalização. O programa “PowerNap“ está disponível nas versões híbridas plug-in, e revela-se útil, por exemplo, durante uma pausa de condução numa área de repouso ou durante o carregamento da bateria ao longo do percurso. O programa tem três níveis – adormecer, dormir, despertar – e pode melhorar o desempenho do condutor e fornecer energia.

O ENERGIZING COACH é baseado num algoritmo inteligente e recomenda um programa adequado e em função do condutor e da situação. Se este ou outro aparelho Garmin® compatível for utilizado, as estatísticas pessoais, como o nível de stress ou a qualidade do sono, otimizam o rigor da recomendação. O objetivo consiste em proporcionar bem-estar e relaxamento aos passageiros mesmo durante viagens exigentes e monótonas.

A nova geração de sistemas de assistência à condução: melhor assistência nas caudas de filas de trânsito e também durante o estacionamento

O novo Classe E está equipado com a última geração dos sistemas de assistência à condução Mercedes-Benz. Esta representa um nível particularmente elevado de segurança ativa: as variantes Limousine e Station podem atuar se o cliente não reagir à situação do trânsito. A função de reconhecimento de mãos retiradas do volante agora funciona de acordo com o princípio capacitivo, o que reforça a ergonomia quando o veículo é conduzido em modo parcialmente autónomo. Para informar os sistemas de assistência de que o condutor mantém o controlo do Classe E, basta que o condutor mantenha as mãos no volante. Anteriormente era necessário que o condutor manobrasse o volante – ou seja, um ligeiro movimento – para que o sistema obtivesse uma resposta. O novo volante integra uma camada com os sensores apropriados no aro, que detetam se o condutor mantém as mãos no volante. Se o sistema detetar que o condutor não tem as suas mãos no volante durante um certo período de tempo, é iniciado um ciclo de aviso, que poderá terminar numa assistência de travagem de emergência se o condutor continuar a não reagir.

O Classe E está equipado de série com Active Brake Assist, que em muitas situações pode travar autonomamente para evitar uma colisão ou atenuar a sua severidade. O sistema também poderá travar perante veículos parados ou pedestres a atravessar a estrada e até evitar colisões, em função da situação. Como parte integrante do Pack Driving Assistance, isto agora também é possível durante as manobras de mudança de direção.

Algumas funções do Intelligent Drive podem ser adicionadas ao Pack Driving Assistance. Estas incluem o Active Speed Limit Assist, que utiliza os dados do mapa e a informação do Traffic Sign Assist para responder às variações do limite de velocidade legal. O ajuste da velocidade em função do percurso antes de curvas, rotundas, praças de portagens, entroncamentos bem como antes dos ramais de saída de autoestradas também está incluído no equipamento. Quando o condutor liga o Active Distance Assist DISTRONIC com ajuste da velocidade em função do percurso, o Classe E pode agora responder de acordo com os dados da função LiveTraffic Information. Idealmente, isto processa-se antes dos sensores de radar, do condutor, e da câmara dianteira detetarem um congestionamento de trânsito.

Quando o veículo é conduzido em trânsito congestionado numa via rápida, o Active Stop-and-Go Assist poderá executar substancialmente as tarefas de manter o veículo na faixa de rodagem e manter a distância de segurança com um elevado nível de disponibilidade, a uma velocidade de cerca de 60 km/h. O veículo pode reiniciar a marcha automaticamente até um minuto após ter parado. Em estradas com várias faixas de rodagem em cada sentido, o Active Steering Assist pode assistir o condutor com a função corredor de emergência, desviando o veículo para a berma da faixa de rodagem. Em vias rápidas, a uma velocidade inferior a 60 km/h, o veículo orienta-se através das marcas rodoviárias detetadas e aplica inteligência artificial para se apoiar nos veículos na sua proximidade. Se não for detetado qualquer veículo, o Classe E apoia-se no veículo em frente tal como sucedia anteriormente.

O Active Blind Spot Assist com aviso de saída oferece proteção acrescida quando o condutor pretende sair do veículo. Pode responder perante a presença de veículos na zona do ângulo morto bem como na zona crítica com uma intervenção dos travões. Quando o veículo se encontra parado, o sistema pode agora avisar visualmente os passageiros através dos espelhos exteriores antes de saírem do veículo, mesmo nas situações em que uma bicicleta passa pela zona crítica. Se nesse momento o condutor puxar o manípulo de abertura da porta, será emitido um aviso sonoro adicional e a iluminação da porta começa a piscar com a cor vermelho. Deteta a passagem de utentes da via a uma velocidade superior a 7 km/h. A função também está disponível quando o veículo está parado e tiverem decorrido até três minutos após a ignição ter sido desligada.

O Active Parking Assist com PARKTRONIC e a câmara de 360° permitem entrar e sair de lugares de estacionamento automaticamente. O sistema facilita a procura e a seleção de um lugar de estacionamento bem como a entrada e a saída (se o veículo tiver sido estacionado automaticamente) de lugares de estacionamento paralelos, perpendiculares ou de garagens. Pela primeira vez, o novo Classe E pode detetar e utilizar lugares de estacionamento que, por exemplo, estão marcados apenas como áreas em parques de elevadas dimensões. A câmara de 360° transmite uma imagem ainda mais realista para o ecrã multimédia, que inclui uma vista lateral alargada. Ao sair de um lugar de estacionamento, o sistema pode avisar sobre a passagem de veículos na retaguarda do veículo e pode aplicar os travões em caso de dúvida.

"E” como sinónimo de eficiência: eletrificação da cadeia cinemática

A eletrificação da cadeia cinemática dá mais um passo importante com a remodelação do Classe E. Estão disponíveis sete versões híbridas plug-in (diesel e a gasolina, variantes Limousine e Station, tração traseira e tração integral). A gama de motores de elevada eficiência, baixas emissões e elevada potência fornece uma potência desde 115 a 270 kW no que diz respeito aos motores a gasolina, e desde 118 a 243 kW no caso dos motores diesel.

Pela primeira vez, um motor a gasolina de quatro cilindros (M 254) com motor de arranque/alternador integrado de segunda geração, produzindo até 15 kW de potência e 180 Nm de binário adicionais, irá complementar a gama de motores. Os modelos equipados com este motor estão também equipados com sistema elétrico de bordo de 48 V. Graças à recuperação de energia e à capacidade de circulação em roda livre com o motor desligado, o motor a gasolina revela-se extremamente eficiente.

No motor M 254, a Mercedes-Benz combinou pela primeira vez todas as inovações das famílias de motores a gasolina e diesel de 4 e 6 cilindros num único motor. Estas incluem o revestimento das camisas dos cilindros com tecnologia NANOSLIDE®, o acabamento das paredes dos cilindros com tecnologia CONICSHAPE® (superacabamento) e o sistema de controlo de emissões posicionado diretamente no motor. Um equipamento totalmente novo é o compressor elétrico com ligação do fluxo, um avanço na tecnologia twin-scroll para uma resposta ainda mais instantânea do sistema de sobrealimentação de ar. Quando necessário, um compressor elétrico adicional rapidamente gera a pressão de carga – especialmente a baixa rotação do motor de combustão – e, portanto, contribui para uma resposta extremamente dinâmica às solicitações no pedal do acelerador.

O motor a gasolina de seis cilindros em linha (M 256), disponível pela primeira vez no Classe E, também está equipado com um motor de arranque/alternador elétrico. A gama de motores é complementada pelo motor diesel de seis cilindros (OM 656). Este motor e a versão de quatro cilindros OM 654 integram um sistema de controlo de emissões alargado.

Os seus componentes incluem:

· um catalisador de NOX instalado junto ao motor para a redução dos óxidos de azoto

· um DPF (filtro de partículas diesel com revestimento especial para reduzir também a quantidade de óxidos de azoto)

· um catalisador SCR (redução catalítica seletiva; com regulação da quantidade de injeção de AdBlue) bem como um catalisador SCR adicional no lado inferior da carroçaria do veículo com regulação separada da quantidade de injeção de AdBlue

A caixa de velocidades 9G-TRONIC também foi alvo de desenvolvimento para ser adaptada ao motor de arranque/alternador de segunda geração, que numa primeira fase é utilizada com o motor de quatro cilindros. O motor elétrico, a eletrónica de potência e o permutador de arrefecimento do óleo da caixa de velocidades foram agora instalados na caixa de velocidades. Os cabos anteriormente necessários foram eliminados, o que permitiu reduzir o espaço de instalação e o peso. Isto facilita a combinação da caixa de velocidades com diferentes motores de combustão.

Além disso, a eficiência da caixa de velocidades foi aumentada. Entre outros fatores, a interligação otimizada com a bomba elétrica auxiliar de óleo permite reduzir o caudal da bomba mecânica em 30%. Adicionalmente, o sistema utiliza uma nova geração do controlo totalmente integrado da caixa de velocidades com um processador e nova tecnologia de construção e ligação. Além da maior capacidade de processamento, a quantidade de interfaces elétricos foi drasticamente reduzida e o peso do sistema de controlo da caixa de velocidades foi reduzido em 30 por cento.

No exterior, interior ou, afinal, em cada componente ou pormenor que fazem do novo Classe E uma das berlinas ou stations mais avançadas do mundo, não restam dúvidas que ele está pronto para os novos desafios da mobilidade.  

Portas abertas para o Novo GLB  na Sociedade Comercial C. Santos (de 5/7 março)!

02/03/2020 20:44

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Pronto para desvendar o novo GLB? A contagem decrescente já começou! De 5 a 7 de março (a partir da próxima quinta-feira e até sábado), o compacto Crossover 100% familiar da Mercedes-Benz tem as portas abertas para si na Sociedade Comercial C. Santos…

Há momentos especiais e alguns que fazem bater o coração mais depressa. Ver, “namorar” e sentir, pela primeira vez, o novo Mercedes-Benz GLB é, certamente, um desses momentos! Para além de uma personalidade vincada, o Crossover da Mercedes-Benz, também apresenta um design distinto e sedutor, uma dinâmica apurada, um requintado e tecnológico habitáculo e exemplarmente seguro. Tudo motivos para não escapar a um “amor à primeira vista”! 

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Mas, para além da qualidade, este Mercedes-Benz, também é quantidade, tendo sido concebido a pensar em famílias numerosas ou não fossem os seus 7 lugares, um dos seus maiores trunfos.

Sejam quantos forem lá em casa… 1, 2, 3, 4, 5, 6 ou 7… vai haver lugar para todos no novo GLB! E nada como vir fazer a “prova dos 7” ao espaço da Sociedade Comercial C. Santos na Av. da Boavista (Porto), entre 5 e 7 de março (de quinta-feira a sábado), entre as 10h e as 19h.  As portas do GLB vão mesmo estar abertas para si, para toda a sua família ou para todos os seus amigos… desde que não sejam, claro, mais de 7 dentro do GLB!

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Mas a oportunidade não se confina ao teste de habitabilidade no primeiro modelo compacto assinado pela Mercedes-Benz disponível com terceira fila de bancos. Para aferir todas as suas potencialidades, será possível também realizar Test Drives, bem como experimentar o cockpit panorâmico, que integra a última geração do sistema MBUX (Mercedes-Benz User Experience), capaz de lhe proporcionar uma surpreendente interação ao nível da inteligência artificial.

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O novo GLB “apresenta-se ao serviço” em seis versões diferentes (todas de transmissão automática), com variantes de duas e quatro rodas motrizes, e motorizações diesel – 180 d (116 cv), 200 d (150 cv), 200 d 4MATIC (150 cv), 220 d (190 cv) – e gasolina - 200 (163 cv), 250 4MATIC (224 cv). Portanto, com um leque de opções alargado, que dão resposta aos seus desejos e necessidades, e que poderá definitivamente conhecer melhor no seu lançamento na Sociedade Comercial C. Santos.

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Desejoso por conhecer o novo GLB?

Mercedes-AMG GLA 45 4MATIC+ e GLA 45 S 4MATIC: emoções “efervescentes” a solo ou em família

27/02/2020 15:43

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Os novos Mercedes-AMG GLA 45 4MATIC+ e GLA 45 S 4MATIC estão tão à vontade numa volta rápida num autódromo, como num passeio estradista de fim-de-semana, tendo na versatilidade um dos seus maiores trunfos. Dotada com o mais potente motor 2.0 litros de quatro cilindros do mundo produzido em série – 387 cv (45 4MATIC+) e 421 cv (45 S 4MATIC) -, a versão mais desportiva do GLA AMG é também um sinónimo de prazer de condução, eficácia e capacidade de… sedução!

Exterior atlético e musculado

O design do novo GLA 45 AMG é marcante, integrando um abundante apelo emocional: o longo capot com os seus powerdomes, a compacta superfície vidrada e os ombros musculados sobre os guarda-lamas revelam claramente os genes de um veículo desportivo. A grelha do radiador específica da AMG com lamelas verticais identifica inconfundivelmente o recém-chegado como um membro da família AMG Performance. Os faróis LED High Performance são um equipamento de série. A forte presença do modelo também é reforçada pelos salientes guarda-lamas, os perfis de asa na secção dianteira e pelas entradas de ar de grandes dimensões com aplicações cromadas nas aletas. O repartidor dianteiro com acabamento cromado serve para otimizar o escoamento do ar e desta forma aumentar o desempenho aerodinâmico.

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Nas laterais, as jantes de liga leve de 19 polegadas, 10 raios e aerodinamicamente otimizadas (jantes de 20 polegadas e 5 raios duplos na versão S) e os painéis das portas com aplicações cromadas ou preto brilhante (opcional) são particularmente atraentes. Como opção, este SUV desportivo compacto também pode ser equipado com jantes de liga leve de 21 polegadas.

A vista traseira é caracterizada pelas duplas ponteiras de escape redondas (82 mm de diâmetro) e pelo largo para-choques traseiro. A versão S é distinguida pelos revestimentos das ponteiras de escape ovais de grandes dimensões, com um diâmetro de 90 mm, geometria interna em forma de trompa e inscrição AMG. A impressão de maior largura da traseira é enfatizada pelos estreitos farolins traseiros bipartidos. O difusor com quatro aletas verticais contribui para o aumento do desempenho aerodinâmico. O perfil aerodinâmico na cor da carroçaria no spoiler do tejadilho complementa os elementos de destaque da traseira.

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A estreita ligação entre Homem e máquina no interior

Com os seus elementos desportivos e o sistema de informação e de entretenimento MBUX, o interior de elevada qualidade cria uma estreita ligação pessoal entre Homem e máquina. O condutor e o passageiro dianteiro são acomodados numa posição ativa nos bancos desportivos de contornos pronunciados, com sólidos apoios laterais. Os bancos desportivos AMG podem ser encomendados como equipamento opcional. O revestimento de série dos bancos é intemporal e inclui elementos de destaque típicos da AMG como o duplo pesponto em vermelho. A cor vermelho designo dos cintos de segurança foi selecionada para combinar com o interior, tal como os elementos de revestimento com padrão em fibra de carbono AMG no tablier. As saídas de ventilação cromadas apresentam igualmente um design de elevada qualidade com um anel vermelho.

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Elementos de destaque na cor amarelo para enfatizar a herança do desporto automóvel

Todo o interior da versão S está equipado com elementos de destaque na cor amarelo, enfatizando o carácter desportivo dos modelos mais potentes. Também incluído no equipamento de série, o veículo está equipado com o volante AMG Performance em pele DINAMICA com pesponto contrastante em amarelo, uma marca amarela na posição das 12 horas, botões e logótipo AMG no volante e ainda iluminação ambiente.

Em todos os modelos, a consola central com um touchpad equipado de série integra uma ampla variedade de controlo com botões adicionais para controlar o ESP® de 3 níveis, o modo da transmissão manual, o opcional sistema de amortecimento adaptativo AMG RIDE CONTROL e o opcional sistema AMG Real Performance Sound.

Sistema de informação e de entretenimento MBUX expandido com ecrãs específicos da AMG

A combinação do design desportivo com os detalhes sofisticados também é evidenciada no sistema de informação e entretenimento MBUX com o seu inovador conceito de operação e indicação. O MBUX cria uma ligação ainda mais estreita entre o veículo, o condutor e os passageiros. As apresentações emotivamente apelativas destacam a estrutura de controlo e incluem gráficos 3D de alta resolução. Esteticamente, os dois ecrãs debaixo de um único painel de vidro unem-se e dão forma ao Cockpit Panorâmico.

O cliente poderá escolher entre três estilos de indicação AMG do painel de instrumentos: “Classic”, “Sport” e “Supersport”. O modo “Supersport” é particularmente atraente com um conta-rotações redondo no centro e informação adicional apresentada na forma de barras à esquerda e à direita do conta-rotações: com uma vista tridimensional em perspetiva, aparentam encontrar-se algo afastados num horizonte artificial. Através do menu AMG, o condutor poderá aceder a vários ecrãs especiais como o indicador de mudança selecionada, “Warm-up”, “Set-up”, “G-Meter”, “RACETIMER” e “Engine Data”. Com indicações específicas da AMG como a visualização dos modos da transmissão ou os dados da telemetria, o ecrã tátil multimédia realça igualmente a configuração da componente dinâmica do modelo.

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O inovador controlo por voz ativado com as palavras “Olá Mercedes” também está equipado no modelo. Graças à inteligência artificial, o MBUX reconhece praticamente todas as frases no que diz respeito a informação, entretenimento e operação do veículo, mesmo que expressadas indiretamente.

De série na versão S: o volante AMG Performance com botões

Uma simbiose perfeita entre o condutor e o veículo é assegurada pelo volante desportivo multifunções, com secção inferior achatada, apoios das mãos perfurados e, em função do revestimento, com pesponto vermelho, amarelo ou preto e um elemento revestido em cromado. As patilhas de mudanças no volante com revestimento galvanizado permitem um estilo de condução ainda mais desportivo com o comando manual da caixa de velocidades.

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Os botões do volante AMG (de série na versão S, opcional na versão base em combinação com o volante Performance) permitem o acesso direto aos modos da transmissão AMG e o controlo de outras funções da AMG diretamente a partir do volante.

Novo motor turbo de quatro cilindros com excelente nível de potência

Com uma potência de até 310 kW (421 CV), o bloco Mercedes-AMG de 2.0 litros totalmente novo é o motor de quatro cilindros sobrealimentado mais potente do mundo produzido em série. A Mercedes-AMG aumentou a potência comparativamente ao motor antecessor em 30 kW (40 CV). O binário máximo também foi aumentado de 475 para até 500 Nm.

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O motor de quatro cilindros assegura uma resposta extremamente rápida nas duas classes de potência: com 310 kW (421 CV) na versão S e 285 kW (387 CV) na versão base. O novo desportivo compacto acelera dos 0 aos 100 km/h em tempo recorde: o GLA 45 S 4MATIC+ necessita apenas de 4.0 segundos, enquanto a versão base GLA 45 4MATIC+ atinge a mesma velocidade em 4.1 segundos. A velocidade máxima da versão base está limitada eletronicamente a 250 km/h, enquanto a versão S está limitada a uma velocidade máxima de 270 km/h.

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Além destes valores de puro desempenho, o novo motor responde imediatamente às solicitações do condutor. O binário máximo de 500 Nm (480 Nm na versão base) está disponível numa gama de rotação de 5000-5250 rpm (4750-5000 rpm na versão base).

Agilidade da caixa de velocidades de dupla embraiagem AMG SPEEDSHIFT DCT 8G

A caixa de velocidades de dupla embraiagem de 8 relações AMG SPEEDSHIFT DCT 8G contribui igualmente para o carácter ágil e dinâmico do veículo. As relações de caixa foram configuradas por forma a que o condutor sinta uma aceleração extremamente espontânea em todas as gamas de velocidade, combinada com um rápido engrenamento e ótimas ligações aquando da passagem para uma mudança superior. Em função do modo de transmissão selecionado do AMG DYNAMIC SELECT, o condutor recebe uma específica configuração da transmissão com diferentes características do acelerador e da caixa de velocidades.

A função RACE-START equipada de série permite a máxima aceleração a partir da condição de parado e fornece, juntamente com o controlador de som, a interrupção parcial da ignição aquando da passagem para uma mudança superior, e a função de duplo desembraiar automático aquando da passagem para uma mudança inferior, para um prazer de condução típico dos modelos da marca AMG. Nem a eficiência foi esquecida: no modo “Comfort”, a função ECO start/stop está ativa; a função “gliding” pode ser selecionada no modo da transmissão “Individual”.

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Sistema de tração integral AMG Performance 4MATIC+ com AMG TORQUE CONTROL

Um novo equipamento que contribui substancialmente para a incomparável experiência de condução é o sistema de tração integral ativo e totalmente variável AMG Performance 4MATIC+, que oferece a distribuição seletiva da força de tração às rodas do eixo traseiro através do AMG TORQUE CONTROL. Isto significa que a força de tração é distribuída às rodas esquerda e direita de forma flexível e com diferentes proporções, de acordo com a situação de condução em análise – resultando numa ótima tração, independentemente das condições da superfície da estrada e da trajetória. Isto é possível através de um redesenhado diferencial do eixo traseiro que inclui duas embraiagens multidisco, que fornecem seletivamente a potência a cada roda traseira individual.

Controlo eletromecânico extremamente rápido

O controlo da força de tração transmitida aos eixos dianteiro e traseiro e entre as duas rodas traseiras é realizado por meio eletromecânico. Além da velocidade do veículo, da aceleração lateral, da aceleração longitudinal e do ângulo da direção, os fatores que influenciam a distribuição do binário também incluem a diferença de rotação entre as rodas individuais, a mudança selecionada e a posição do pedal do acelerador. As principais vantagens do controlo eletromecânico relativamente ao sistema electro-hidráulico estão relacionadas com o maior aperfeiçoamento da dinâmica de condução – principalmente devido à resposta significativamente superior e à atuação dos discos independentemente da velocidade em toda a gama de ajuste.

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As características do controlo da tração integral dependem do modo da transmissão selecionado e da configuração do sistema AMG DYNAMICS. Nos modos “Basic” e “Advanced”, o sistema 4MATIC encontra-se no modo “Comfort”. Nos modos “Pro” e “Master” (de série na versão S, incluído no opcional pack AMG DYNAMIC PLUS para a versão base), o sistema 4MATIC comuta para o modo “Sport” para um comportamento ainda mais ágil.

Componentes específicos da suspensão para um comportamento extremamente dinâmico

A nova suspensão AMG fornece a base para a grande estabilidade direcional e as elevadas características dinâmicas em curva com reduzido adornamento da carroçaria. Ao mesmo tempo, o conforto foi melhorado comparativamente ao modelo antecessor. As dinâmicas longitudinal e transversal são perfeitamente coordenadas. Todos os componentes foram totalmente revistos para ser atingida a máxima aceleração lateral em combinação com um fácil controlo do veículo nos limites físicos.

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No eixo dianteiro está equipada uma suspensão tipo McPherson. A suspensão é constituída por um triângulo abaixo do centro da roda, um amortecedor e um tirante, respetivamente. A geometria especial do eixo reduz o esforço aplicado à direção, para um excecional conforto e um comportamento ágil. O novo triângulo da suspensão em alumínio reduz as massas não amortecidas, permitindo uma resposta mais sensível a partir das molas. As pinças de travão no eixo dianteiro estão aparafusadas radialmente – uma tecnologia adotada do deporto automóvel que permite obter uma maior estabilidade. O suporte do eixo dianteiro está fixo rigidamente e, desta forma, acrescenta uma rigidez adicional à secção dianteira.

A suspensão traseira de 4 braços está igualmente ligada rigidamente à carroçaria através de um suporte do eixo traseiro e, portanto, acrescenta uma elevada rigidez à torção. Os modelos estão equipados com três braços de controlo transversais, um braço longitudinal e ainda apoios específicos em cada roda. Esta solução assegura a máxima estabilidade e agilidade de condução.

Sistema de amortecimento adaptativo AMG RIDE CONTROL com três modos

O opcional sistema de amortecimento adaptativo AMG RIDE CONTROL permite ao condutor escolher entre três diferentes modos de controlo da suspensão. A gama de funcionamento varia desde uma afinação orientada para o conforto a uma orientada para a desportividade. O sistema funciona de forma totalmente automática, adaptando as forças de amortecimento para cada roda, de acordo com a situação de condução e as condições da estrada. Isto processa-se num período de milissegundos e é infinitamente variável, com uma ampla gama de características de amortecimento. Daqui resulta um aumento do conforto de condução e de agilidade em igual proporção.

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Sistema de travões robusto e de elevado desempenho

O sistema de travões de elevado desempenho assegura uma desaceleração e pequenas distâncias de travagem com uma relevada resistência ao desgaste. No modelo base, as pinças de travão monobloco fixas de 4 êmbolos no eixo dianteiro atuam nos discos de travão de 350 x 34 milímetros, enquanto no eixo traseiro, as pinças de travão flutuantes de 1 êmbolo atuam nos discos de travão de 330 x 22 milímetros. Os discos são internamente ventilados e perfurados para dissipar melhor o calor e evitar a fadiga dos travões, mesmo com uma utilização intensa. As pinças de travão pintadas de cor cinza integram uma inscrição AMG branca.

O modelo S e o modelo base com o opcional pack AMG DYNAMIC PLUS são desacelerados por um sistema de travões ainda com maiores dimensões, estando equipado com pinças de travão fixas de 6 êmbolos e discos de travão de 360 x 36 milímetros no eixo dianteiro. Neste caso, as pinças de travão são pintadas na cor vermelho e integram um logótipo AMG preto.

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Ampla gama de programas da transmissão

Os seis programas da transmissão AMG DYNAMIC SELECT “Slippery”, “Comfort”, “Sport”, “Sport+”, “Individual” e “RACE” (de série na versão S, incluído no opcional pack AMG DYNAMIC PLUS para o modelo base) permitem uma ampla variação das características do veículo, entre particularmente confortável e extremamente dinâmico. São modificados vários parâmetros relevantes:

  • Cadeia cinemática: característica do pedal do acelerador, rapidez e pontos das passagens de caixa nas variantes Reduced, Moderate, Sport ou Dynamic;
  • AMG DYNAMICS: funções de controlo da dinâmica do veículo como o controlo da tração integral, características da direção e funções do ESP® nas variantes Basic, Advanced, Pro ou Master (de série na versão S, incluídas no opcional pack AMG DYNAMIC PLUS para a versão base);
  • Suspensão: modos Comfort, Sport, Sport+;
  • Sistema de escape: som e natureza das funções de sonoridade, Balanced ou Powerful.
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AMG DYNAMICS para uma maior agilidade e elevada estabilidade

Como novo equipamento nos programas da transmissão AMG DYNAMIC SELECT, o novo GLA 45 4MATIC+ está equipado com AMG DYNAMICS. Este sistema de controlo integrado da dinâmica do veículo estende as funções de estabilização do ESP® através da intervenção com vista ao reforço da agilidade no controlo da tração integral, nas características da direção e nas funções adicionais do ESP®. Durante a realização de uma curva a elevada velocidade, por exemplo, uma breve intervenção de travagem na roda interior gera um determinado momento rotacional em torno do eixo vertical do veículo para uma entrada ágil e precisa na curva.

A gama de funcionamento varia desde um comportamento extremamente orientado para a segurança até um comportamento extremamente dinâmico. No ecrã multimédia, quando um programa da transmissão é selecionado, o novo símbolo AMG DYNAMICS é apresentado juntamente com a correspondente informação adicional.

  • O modo “Basic” é atribuído aos programas da transmissão “Slippery” e “Comfort”. Neste caso, os modelos desportivos compactos exibem um comportamento extremamente estável com um elevado nível de amortecimento rotacional em torno do eixo vertical do veículo.
  • O modo “Advanced” é ativado no modo “Sport”. Os modelos da série 45 permanecem com um equilíbrio neutro. O menor amortecimento do momento rotacional em torno do eixo vertical, o menor requisito do ângulo da direção e a agilidade reforçada suportam as manobras dinâmicas, por exemplo, em estradas nacionais sinuosas.
  • O modo “Pro” (abreviatura de “Professional”) pertence ao programa “Sport+”. No modo “Pro”, o condutor recebe ainda uma maior assistência nas manobras de condução dinâmica enquanto a agilidade e a resposta em curva são adicionalmente reforçadas.
  • O modo “Master” está associado ao modo da transmissão “RACE” (de série na versão S, incluído no opcional pack AMG DYNAMIC PLUS para a versão base). O modo “Master” destina-se aos condutores que pretendem experimentar o dinamismo e desfrutar da condução em circuitos fechados. O modo “Master” proporciona um veículo equilibrado com uma ligeira tendência à sobreviragem, um baixo requisito do ângulo da direção e uma direção mais ágil. Desta forma, o modo “Master” assegura a máxima agilidade e explora totalmente o potencial dinâmico. Para ativar o modo “Master”, o condutor deve utilizar o botão separado na consola central para comutar o ESP® para o modo ESP® SPORT ou ESP® OFF.

No programa da transmissão “Individual”, o próprio condutor poderá regular individualmente os modos “Basic”, “Advanced”, “Pro” e “Master” do AMG DYNAMICS. A regulação também pode ser diretamente selecionada utilizando os botões no volante AMG.

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AMG TRACK PACE

A função AMG TRACK PACE, o engenheiro de pista virtual, é um equipamento de série para a versão S e está disponível como opção (em combinação com sistema de navegação por disco rígido e ecrã multimédia) para a versão base: o software é parte integrante do sistema de informação e de entretenimento MBUX e, quando o modelo é conduzido em circuitos fechados, a função monitoriza continuamente mais de 80 dados específicos do veículo (por exemplo, a velocidade, a aceleração, etc). Além disto, são indicados os tempos por volta e por setor e também a respetiva diferença para um dado tempo de referência. Como os elementos indicadores específicos são indicados na cor verde ou vermelho, o condutor poderá compreender rapidamente, sem ler os números, se o seu tempo atual é inferior ou superior ao melhor tempo realizado.

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Após efetuar algumas voltas rápidas, o condutor poderá utilizar os dados para análise e, se necessário, melhorar as suas capacidades de condução. Além disso, os valores de aceleração e de desaceleração (ex. 0-100 km/h, ¼ milha, 100-0 km/h) podem ser medidos e gravados. Graças ao recém-desenvolvido algoritmo que determina a posição do veículo com o maior rigor possível, o AMG TRACK PACE consegue até detetar quando o condutor abandonou a pista ou quando o traçado utilizado da pista é mais curto do que o normal. Isto é obtido através da utilização dos dados de GPS, bem como dos sensores disponíveis no veículo (aceleração, giroscópio, ângulo da direção, velocidades das rodas).

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Os dados são indicados no ecrã multimédia, no painel de instrumentos e no opcional ecrã head-up. As conceituadas pistas, como por exemplo, Nürburgring ou Spa Francorchamps, já estão armazenadas. Além disso, também é possível registar os seus próprios circuitos. O ecrã do mapa pode ser comutado entre a visualização em 2D e 3D, e pode ser atualizado online.

A função de Realidade Aumentada também permite visualizar, no ecrã multimédia ou no opcional ecrã head-up, a trajetória ideal de uma pista armazenada, permitindo ao condutor melhorar os tempos por volta com um instrutor virtual a bordo.

Experiência de som e de áudio

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O sistema de escape AMG confirma o carácter desportivo e ao mesmo tempo prático para uma utilização diária do novo modelo. Em função da seleção do programa da transmissão, a sonoridade do sistema de escape varia entre harmonioso e discreta (nos programas Slippery, Comfort e Sport) até emotiva e desportiva (nos programas Sport+ e RACE). As características sonoras são controladas por uma borboleta do sistema de escape em função da rotação e da carga do motor. O sistema AMG Real Performance Sound está disponível como equipamento opcional. Com esta tecnologia, os engenheiros de som na AMG conseguiram captar o som real do motor, utilizando um sensor especialmente desenvolvido, e canalizá-lo para o interior por forma a que o modelo ofereça uma experiência de som ainda mais emocionante.