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Grande no tamanho, enorme na agilidade: novo Classe S terá quatro rodas direcionais!

04/08/2020 19:17

A próxima geração do Mercedes-Benz Classe S terá no tamanho uma das suas maiores virtudes com naturais reflexos no espaço e conforto a bordo. Mas, ao contrário do que se de esperar de um automóvel de generosas dimensões, o porta-estandarte da Mercedes-Benz terá uma agilidade notável graças ao sistema de direção do eixo traseiro com elevado ângulo direcional. Explicamos-lhe tudo nas próximas linhas…

Uma limousine de luxo com uma longa distância entre eixos pode ser praticamente tão manobrável e ágil quanto um modelo compacto quando conduzido em cidade? Sim, se estiver equipado com sistema de quatro rodas direcionais, com um elevado ângulo direcional das rodas do eixo traseiro.

Graças ao eixo traseiro direcional (opcional), o próximo Classe S será tão manobrável quanto um modelo compacto. Na prática, o ângulo da direção do eixo traseiro atinge os 10°, conferindo uma impressionante capacidade de manobra e agilidade em zonas urbanas. Ao mesmo tempo o comportamento beneficia de uma extensão virtual da distância entre eixos a velocidades superiores. 

Com o sistema de quatro rodas direcionais e um elevado ângulo da direção do eixo traseiro, o diâmetro de viragem do Classe S é reduzido em até 2 metros. Isto confere ao Classe S Longo um diâmetro de viragem inferior a 11 metros. Estas extraordinárias capacidades de manobra e agilidade também são obtidas através da combinação da direção do eixo traseiro com uma relação de transmissão da direção do eixo dianteiro mais direta. Ao optarem por este equipamento, os clientes podem escolher entre duas versões, uma com um ângulo da direção do eixo traseiro de até 10 graus e outra de até 4.5 graus. 

 Na estrada e em andamento, a atuação integrada da direção e dos travões torna o comportamento do Classe S ainda mais preciso e estável em situações dinâmicas.

 Como tudo funciona

O sistema de direção do eixo traseiro é ativado por um motor elétrico que aciona um veio no eixo traseiro através de uma correia de transmissão. Isto permite efetuar ajustes axiais ao veio. Em função da velocidade e do ângulo da direção, as rodas traseiras são direcionadas para o mesmo sentido das rodas dianteiras ou para o sentido oposto às mesmas.

 Por outras palavras, este sistema produz uma maior agilidade e um menor diâmetro de viagem ao direcionar as rodas no sentido oposto, e uma maior estabilidade ao direcionar as rodas para o mesmo sentido das rodas dianteiras.

 No Classe S, o ângulo máximo da direção de 10° é especialmente utilizado durante as manobras de estacionamento. Os dados dos sensores de deteção da zona circundante ao veículo (radar, câmara, ultrassons) são utilizados em situações de elevado ângulo da direção para adaptar o ângulo máximo à situação relevante.

 O sistema comuta do direcionamento das rodas no sentido oposto para o direcionamento no mesmo sentido a partir de uma velocidade do veículo superior a 60 km/h. Os diferentes modos de condução baseiam-se em diferentes estratégias aplicadas ao sistema de direção. Os respetivos ângulos e trajetórias do eixo traseiro são apresentados no menu do modo de condução no ecrã central.

 A direção do eixo traseiro de 10° integra um modo especial de correntes para pneus. Quando ativado pelo condutor, o ângulo da direção do eixo traseiro é reduzido e as características da direção são adaptadas às condições especiais da neve na estrada.

Primeiro “Papamóvel” Mercedes-Benz faz 40 anos!

21/07/2020 15:28

Há 40 anos a Mercedes-Benz entrava para a história ao criar e oferecer ao Vaticano, o primeiro “Papamóvel”. Hoje, quatro décadas depois, é a altura certa para recordar que segredos tinha esse e outros Classe “G”, que também fizeram história ao serviço do Sumo Pontífice.

A tradição da Mercedes-Benz em matéria de viaturas para transporte dos mais importantes elementos do Vaticano remonta a 1930. Então, ainda sem o nome de “Papamóvel”, em 1930, o Mercedes-Benz Nürburg 460 (W 08), uma vistosa limousine preta recebeu melhorias em termos de carroçaria para receber o Papa Pio XI.  

Mas foi preciso esperar mais 50 anos, para que um Mercedes-Benz ganhasse o estatuto oficial de “Papamóvel”, o que viria acontecer em 1980, com o modelo G, entregue ao Papa João Paulo II, que foi transportado por uma unidade do “230 G”, branco nácar com detalhes dourados, pela primeira vez durante sua visita à Alemanha há 40 anos.

Com um comprimento de 4.392 milímetros, uma largura de 1.950 milímetros e altura de 2.800 milímetros, este G foi naturalmente adaptado às necessidades das visitas oficiais do mais importante membro do Vaticano, apresentando, na secção traseira, um banco elevado 40 cm sob uma plataforma, protegido por uma cabine feita de vidro à prova de bala. Dessa forma, o Papa poderia ser facilmente visível por vários milhares de pessoas presentes nas suas deslocações a cerimónias oficiais, estando sentado ou em pé. Para que a visibilidade fosse melhor, foram instaladas diversas luzes na cúpula, tanto no piso como no teto da superestrutura, que garantiam que o Sumo Pontífice fosse visto mesmo no escuro e durante a noite.

O protótipo, especialmente desenvolvido para transportar o Papa João Paulo II na sua visita à Alemanha de 15 a 19 de novembro de 1980, também recebeu outros extras como um potente sistema de ar condicionado automático, por forma a que as temperaturas interiores da cúpula fossem sempre agradáveis, independentemente do calor, frio ou humidade, garantindo também que superfície vidrada não embaciasse.  

A superestrutura Perspex (cúpula) destinava-se a proteger o Papa, sem obstruir a visão do público e foi até inicialmente projetada como uma unidade removível. Mas, após a tentativa de assassinato de Sua Santidade em 1981, o modelo G acabou até por ser convertido e equipado com vidros à prova de bala, tendo a Mercedes-Benz adaptado o equipamento pontifício do Classe G às especificações de segurança atualizadas pelo Vaticano em 1983 e, posteriormente, em 1985.

Sem necessidade de atingir velocidades elevadas, o motor adaptado ao chassis com suspensão particularmente confortável foi o bloco de quatro cilindros de 102 cv de potência, na variante de transmissão automática para garantir uma condução mais suave.

Tendo sido a visita de chefe da Igreja Católica a primeira à Alemanha em 200 anos, revestiu-se de extraordinário mediatismo, o que acabou por contribuir para a projeção deste Classe G adaptado, que passou a ser conhecido oficialmente por “Papamóvel”.

Depois da visita à Alemanha, o modelo acabou por se tornar o transporte oficial do Papa em múltiplas visitas à volta do mundo,  sendo apenas por uma vez o distintivo da estrela Mercedes-Benz foi substituído pelo emblema da “Puch”, numa visita oficial à Áustria, em homenagem à Steyr-Daimler-Puch, o parceiro austríaco da Mercedes-Benz no desenvolvimento do Classe G, e que, naquele país, era comercializado sob essa marca.

Um segundo Classe G, com características exteriores quase idênticas ao primeiro, foi criado em 1982, já com base no modelo “230 GE” e equipado também já com um motor mais potente, de 125 cv. Esses dois veículos off-road da série de modelos 460 (introduzida em 1979), distinguiam-se facilmente pelas suas matrículas, com o “230 G” a receber o número de registo “SCV 7” e o 230 GE a apresentar a placa “SCV 6”.

Mantendo a tradição do Papamóvel com o emblema da estrela, em novembro de 2007, o Papa Bento XVI recebeu um “G 500” branco (modelo 463), apresentando uma carroçaria de descapotável e com para-brisas retrátil. Nas cerimónias do Vaticano, este Classe G é usado como verdadeiro descapotável ou recebendo uma secção adaptada, com teto transparente à prova de intempéries, numa conversão que pôde, por exemplo, ser vista durante a visita do Papa Francisco ao Brasil, em julho de 2013.

Mas é o Papamóvel, porventura, mais famoso de sempre, o emblemático “230 G”, que até setembro deste ano, pode ser visitado no Museu da Mercedes-Benz, integrado na exposição especial “G-Schichten” (em português, “História do G”), por ocasião do 40º aniversário do mítico Classe G. E vale bem a pena!

Mercedes-AMG GT Black Series: no topo da hierarquia!

15/07/2020 16:14

Herdando os genes do atual AMG GT3 de competição, o novo Mercedes-AMG GT Black Series é o novo pináculo da família GT da Mercedes-AMG, misturando a “arte” da criação de um moderno superdesportivo com capacidades dinâmicas excecionais. Com o mais potente motor AMG V8 de sempre (730 cv de potência), design profundamente musculado e aerodinâmica ativa da última geração, o GT Black Series está preparado para arrasar em estrada, mas sobretudo, em pista onde pode chegar aos 100 km/h em apenas 3,2 segundos, aos 200 km/h em menos de 9 e os atingir os 325 km/h! 

Na Mercedes-AMG, desde 2006 que o Black Series tem sido sinónimo de um tipo de modelo muito especial: desportivo intransigente, com um design expressivo e a transferência da mais comprovada tecnologia do desporto automóvel para a produção em série. Os modelos Black Series são automóveis exclusivos extremamente raros. Não foram desenvolvidos para “ganhar pó” nas garagens dos colecionadores, mas sim para serem utilizados a alta velocidade nos circuitos fechados, apesar de estarem homologados para circularem na via pública. O AMG GT Black Series representa um novo destaque nesta tradição: é o mais potente Mercedes-AMG com um motor V8 produzido em série.

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Para realçar a redefinição de modelo superdesportivo, os projetistas de motores em Affalterbach desenvolveram uma vez mais o testado e comprovado bloco de 4.0 litros biturbo - apesar de já ser reconhecido pelas suas excelentes prestações, entrega de potência e progressão de binário. As especificações são claras: significativamente mais potência do que o anterior porta-estandarte da família AMG GT, uma resposta ainda mais rápida às solicitações no pedal do acelerador, aumento do binário - todos estes objetivos significavam que seria necessária uma mudança radical na forma de uma nova cambota ‘plana’.

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Diferentes arquiteturas dos motores V8

A arquitetura de um motor V8 oferece aos projetistas uma ampla margem de manobra relativamente a um elemento fundamental: a disposição da cambota, o que influencia as características do motor. Normalmente existem duas versões de motores V8, os de cambota cruzada e que a AMG utilizou em todos os anteriores motores V8, ou os de cambota plana, mais usados em competição.

Se observarmos de um ponto de vista paralelo uma cambota de plano cruzado, poderá identificar a cruz que dá origem ao nome deste conceito. Os benefícios destas cambotas são a soberba suavidade de funcionamento e o elevado binário a baixas rotações. O som característico é outro elemento marcante do motor V8 de planos cruzados. Para utilizar de forma ideal a cilindrada e, portanto, o potencial de desempenho no caso do motor de 4.0 litros V8 biturbo, os engenheiros da AMG deslocaram essencialmente o lado do escape para o “V interior quente” dos dois blocos de cilindros no motor V8.

Condutas de gases de escape com oscilação uniforme para uma potência ainda superior

Outra forma de aumentar as prestações consiste em utilizar uma cambota 'plana’. No motor V8 de planos paralelos, aparenta ser um motor de quatro cilindros em linha – exceto nos apoios das bielas na cambota mais largos, que cada um apoia duas bielas no motor V8. A ignição no motor V8 de planos paralelos passa de um bloco de cilindros para o outro, o que permite melhorar ainda mais o ciclo termodinâmico. A ordem de ignição característica com um desfasamento de 180 graus da cambota é de 1-8-2-7 4-5-3-6. Isto permite criar condutas de gases de escape de oscilação uniforme no coletor de escape e no lado da admissão, cuja ressonância pode ser facilmente utilizada para aumentar as prestações do motor. Uma vantagem ainda maior é a resposta mais célere às solicitações no pedal do acelerador.

O mais potente motor V8 produzido em série da Mercedes-AMG

O novo motor do GT Black Series tem por base o motor AMG de 4.0 litros V8 biturbo com lubrificação por cárter seco, mas recebeu o novo código interno M178 LS2 devido a várias modificações. Atinge os 537 kW (730 CV) de potência às 6700-6900 rpm e produz um binário máximo de 800 Nm às 2000-6000 rpm. As novas árvores de cames e os coletores de escape foram adaptados à nova ordem de ignição e permitiram melhorar o ciclo termodinâmico.

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Ambos os turbocompressores twin scroll foram instalados em rolamentos anti atrito, tal como no modelo topo de gama AMG GT Coupé de quatro portas, que melhoram ainda mais a resposta às solicitações no pedal do acelerador. Contudo, no Black Series, os turbocompressores receberam rotores compressores de maiores dimensões, o que significa que ambos podem fornecer um total de 1100 kg de ar por hora. Em termos de comparação, no modelo AMG GT R o caudal de ar é de 900 kg/h. As 7000 rpm não são um valor crítico em funcionamento contínuo pois a rotação está limitada às 7200 rpm. Além disso, os intercoolers de maiores dimensões garantem que a temperatura do ar de sobrealimentação se encontra sempre dentro da melhor gama possível. O posicionamento exclusivo do novo motor também é refletido pela insígnia no motor, que é mantida na cor preto.

0-200 km/h em menos de nove segundos

O que o motor faz pelo AMG GT Black Series? Confere-lhe um carácter completamente independente, que não só é refletido no tipo de entrega de potência, mas também na sua sonoridade extremamente particular. O motor permite também um desempenho de condução extremamente impressionante: o modelo de duas portas acelera dos 0 aos 100 km/h em 3.2 segundos e até aos 200 km/h em menos de 9 segundos. A velocidade máxima é de 325 km/h, embora só possa ser testada em circuitos fechados.

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A aperfeiçoada caixa de velocidades AMG SPEEDSHIFT DCT 7G

A potência é transmitida às rodas traseiras através da caixa de sete velocidades de dupla embraiagem AMG SPEEDSHIFT DCT 7G, que está localizada no eixo traseiro para uma ótima distribuição do peso, como no caso de todos os modelos AMG GT. Foi modificada para ser utilizada no AMG GT Black Series e adaptada para o maior binário de 800 Nm. Os anteriores limites de controlo do engrenamento e o tempo de resposta foram melhorados, tornando-os mais apropriados para uma utilização em autódromos.

Todos estes elementos acrescentam maior qualidade às características de comportamento extremamente diferentes, pois não só o motor responde mais rapidamente às solicitações no pedal do acelerador - os programas da transmissão, as características de arranque e as passagens de caixa são também mais ágeis. A função Race Start é agora mais impressionante graças ao aumento da rotação no arranque, ao controlo de tração mais sensível e aos pneus desportivos para utilização em pista. Adicionalmente, o arrefecimento da caixa de velocidades foi adaptado para os requisitos mais exigentes enquanto as relações de transmissão da caixa de velocidades foram ligeiramente modificadas.

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O 'tubo de transmissão’ cria a ligação entre o motor e a caixa de velocidades. É construído em fibra de carbono e, com apenas 13.9 quilos, cerca de 40 % mais leve do que o do seu homólogo em alumínio e já de si extremamente leve no AMG GT. Como componente estrutural da transmissão da caixa de velocidades, cria uma ligação extremamente resistente à flexão e à torção entre o motor e a caixa de velocidades. Permite uma ligação extremamente direta da cadeia cinemática, que é favorável à dinâmica de condução e desempenha também um papel fundamental na distribuição equilibrada do peso do veículo. O veio de transmissão que roda no seu interior é também construído em fibra de carbono leve.

Fibra de carbono leve e robusta

O tejadilho em fibra de carbono leve, com centro afundado, bem como a porta do compartimento de bagagens em fibra de carbono com um pequeno spoiler, e ainda o maior vidro traseiro fabricado em vidro laminado leve e fino, são todos componentes importantes da 'combinação inteligente de materiais’ e da 'construção de baixo peso’. Passando para a secção dianteira do modelo, o vidro utilizado no fabrico do para-brisas laminado é igualmente fino e, portanto, leve. O apoio espiral da transmissão em fibra de carbono é outro componente exclusivo do Black Series. Os adicionais painéis sandwich em fibra de carbono na secção dianteira, na secção inferior da carroçaria e na traseira, aumentam a rigidez de toda a estrutura da carroçaria em alumínio, juntamente com o suporte integral de baixo e a travessa do túnel em carbono, tornando a carroçaria ainda mais estável. Os elementos formam uma rede ligada e aumentam a elevada precisão do Black Series em todas as manobras de condução. O painel sandwich em fibra de carbono por baixo do motor está ligado ao suporte integral e aumenta a rigidez de toda a secção dianteira e do sistema da direção, tornando a direção notoriamente ainda mais precisa e estabilizando o eixo dianteiro. O suporte integral no eixo dianteiro foi exclusivamente construído para o Black Series, através de alumínio de baixo peso.

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O sistema de travões compósitos cerâmicos de elevado desempenho equipados de série com pinças de travão pretas e inscrição branca, são também caracterizados pelo baixo peso e pelo elevado desempenho. As pastilhas e os discos de travão especiais juntamente com o modificado sistema de arrefecimento dos travões, garantem uma desaceleração ótima e sem desgaste bem como opções de aplicação dos travões de alta precisão. As jantes forjadas de liga leve de série também contribuem para a redução do peso.

Suspensão AMG com amortecimento continuamente ajustável

O conceito de duplo triângulo da suspensão posiciona a roda com uma elevada estabilidade dos ângulos de sopé e de avanço. Isto permite realizar curvas a elevada velocidade e sentir idealmente a estrada nos limites físicos. Os triângulos da suspensão, as rótulas da direção e os cubos das rodas nos eixos dianteiro e traseiro, são fabricados totalmente em alumínio fundido para reduzir as massas suspensas. Os apoios esféricos nos triângulos superior e inferior da suspensão do eixo traseiro são adotados diretamente do desporto automóvel. O seu design significa que não apresentam folga, o que significa também que os ângulos de avanço e de sopé não variam nem mesmo quando sujeitos a elevadas cargas. Portanto o AMG GT Black Series permite uma direção precisa, fornece uma clara resposta da direção e também um melhor desempenho em curva.

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Tal como no modelo AMG GT R, o Black Series está equipado com suspensão de mola e amortecedor AMG com ajuste da pré-carga da mola, com tecnologia que foi adaptada para satisfazer os requisitos específicos em pista com elevadas forças de amortecimento. A tecnologia conhecida do desporto automóvel é combinada com o sistema de amortecimento continuamente ajustável AMG RIDE CONTROL. O sistema é controlado eletronicamente e adapta automaticamente as características de amortecimento em cada roda às condições atuais de comportamento, de velocidade e da estrada. As características de amortecimento são moduladas de forma rápida e precisa através de duas válvulas separadas para as forças de retorno e de compressão nos amortecedores. Estas válvulas são novas, e também adotadas da tecnologia utilizada no desporto automóvel e reagem ainda mais rapidamente aos rápidos movimentos da suspensão. Uma configuração mais rígida do amortecimento, por exemplo, em curva e durante uma travagem, reduz efetivamente o adornamento da carroçaria. O ajuste continuamente variável do amortecimento para se adaptar à velocidade atual, também assegura a melhor aderência possível à estrada e desta forma aumenta a segurança mesmo a elevadas velocidades.

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O condutor também poderá ajustar as características de amortecimento com o simples pressionar de um botão no sistema AMG DRIVE UNIT ou através da utilização dos modos da transmissão do AMG DYNAMIC SELECT. Estão disponíveis três modos: “Comfort”, “Sport” e “Sport Plus”. A lógica modificada significa que existem ainda maiores benefícios. Os modos 'Comfort’ e 'Sport’ são a escolha certa para circular na via pública. No modo 'Sport’, o amortecimento é mais rígido, com uma ligação mais desportiva à carroçaria e menor conforto - e também pode ser escolhido para a condução em pista se prevalecerem condições de piso molhado. O modo 'Sport Plus’ é ideal para condução em pista, pois integra uma característica especial: o sistema reconhece automaticamente a qualidade da superfície da pista, ou seja, se o veículo está a ser conduzido numa pista plana de Grande Prémio como a de Hockenheim ou numa pista em terreno irregular como a do circuito Nürburgring North. Nestes casos, o sistema adapta automaticamente o nível de amortecimento eletrónico no modo 'Sport Plus’. Para desenvolver esta lógica, o Black Series foi adaptado para uma ampla gama de diferentes tipos de pista e a adaptação foi aperfeiçoada.

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A fibra de carbono também reduz o peso da suspensão

O eixo dianteiro está equipado com uma dupla barra de torsão ajustável construída em fibra de carbono de baixo peso. O modelo tem esta estreita (ou seja, firme) ligação com a sua regulação predefinida. A sua homóloga no eixo traseiro construída em aço, é ajustável em três níveis e permite reduzir o peso devido à sua estrutura oca. Da posição “central” predefinida, pode ser ajustada para um nível mais rígido (curta ligação) ou mais suave (longa ligação). O painel sandwich em fibra de carbono na secção inferior traseira da carroçaria apoia a elevada precisão de condução. Este elemento de baixo peso e rígido aumenta a rigidez estrutural da secção traseira e acrescenta ainda mais estabilidade à carroçaria. Os apoios dinâmicos do motor e da caixa de velocidades, controlados eletronicamente, também foram aperfeiçoados para aumentar a agilidade e fornecer uma resposta notória e de elevada previsão.

Outras medidas aplicadas à suspensão incluem as larguras dos eixos dianteiro e traseiro de grandes dimensões e o ângulo de sopé manualmente ajustável nos eixos dianteiro e traseiro. Isto significa que podem ser definidos ângulos de sopé excecionalmente elevados, que são apenas utilizados para fins de aumento do desempenho no desporto automóvel em circuitos fechados.

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O pneu Pilot Sport Cup 2 R MO que equipa o Black Series foi especialmente desenvolvido em colaboração com a MICHELIN. Este pneu desportivo está disponível exclusivamente para a Mercedes-AMG em dois compostos: o pneu de série equipado de fábrica é o composto macio MICHELIN Pilot Sport Cup 2 R MO1A, cujos flancos reforçam a silhueta do AMG GT Black Series. Está também disponível um 'composto duro’ como equipamento opcional para instalação à posteriori para utilização em pista em condições de temperatura superior. Tal como a designação MICHELIN Pilot Sport Cup 2 R MO2, pode ser identificado pelo composto disponível a partir do AMG Performance Centre, com o autocolante de referência da competição automóvel do fabricante francês de pneus. O eixo dianteiro está equipado com jantes de 10 J x 19 e pneus 285/35 ZR 19, enquanto no eixo traseiro estão equipadas jantes de 12 J x 20 e pneus 335/30 ZR 20.

Aderência elevada a nove: AMG TRACTION CONTROL

Para a utilização em circuitos fechados no modo ESP OFF, o AMG TRACTION CONTROL permite que o condutor receba apoio individual para controlar a imensa potência do Black Series – e sem qualquer intervenção do ESP nos travões. O nível de apoio pode ser afinado, fornecendo o nível ideal de assistência para cada condutor e cada situação de pista. O AMG TRACTION CONTROL foi extensamente adaptado para satisfazer os requisitos do novo Black Series e permite a pré-seleção de uma das nove configurações de escorregamento no eixo traseiro. O controlo é exclusivamente realizado através dos correspondentes mapas de características na eletrónica do motor e sem qualquer intervenção do sistema ESP, como é o caso no modelo de competição GT3.

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O AMG TRACTION CONTROL é operado através de um comando separado na consola central, ou no tablier se o condutor utilizar luvas. Em função da configuração, o sistema permite um maior ou menor escorregamento das rodas traseiras, que é extremamente útil em várias condições da estrada. O nível 1 está programado para uma condução em piso molhado com uma elevada margem de segurança. O nível 9 permite o máximo escorregamento do eixo traseiro. Cada configuração é apresentada no próprio comando e no ecrã central do painel de instrumentos.

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O desenvolvimento da AMG representa uma grande vantagem relativamente aos sistemas convencionais, pois antecipa situações com o auxílio de um analisador de coeficiente de atrito e de outros dados processados por uma unidade de controlo, em frações de segundo. O escorregamento máximo permitido das rodas traseiras é calculado em função do nível selecionado no AMG TRACTION CONTROL. Quando as rodas atingem este nível de escorregamento durante a aceleração, o controlo de tração efetua a modulação da potência do motor por forma a que este nível não seja excedido e que o veículo continue a acelerar com este nível de escorregamento. Os algoritmos do sistema foram sistematicamente desenvolvidos na forma de modelo variável de duplo controlo e não só controlam o binário do motor, como também o nível do bloqueio eletrónico do diferencial.

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Cor de laranja como cor contrastante exclusiva

O design do interior realça a posição do AMG GT Black Series: a pele nappa exclusiva é combinada com a microfibra DINAMICA desportiva em preto com pespontos contrastantes em cor de laranja. O painel de instrumentos e os recém-desenhados painéis das portas de baixo peso, que agora estão equipados com puxadores em anel ao invés dos convencionais puxadores, são revestidos em microfibra DINAMICA preta. Outros elementos com pespontos contrastantes em cor de laranja, revestimentos em fibra de carbono preta e o pack Interior Night acrescentam destaques adicionalmente atraentes. Os bancos envolventes AMG em fibra de carbono combinam baixo peso com o ótimo apoio lateral. O interior também está disponível como opção com pespontos contrastantes na cor cinza.

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Ecrãs com gráficos específicos da AMG

O AMG GT Black Series está equipado com o painel de instrumentos tipo ecrã da família AMG GT com 12.3 polegadas e um ecrã multimédia de 10.25 polegadas na consola central. O painel de instrumentos oferece três estilos de indicação específicos da AMG, designadamente o “Classic”, “Sporty” ou “Supersport”. O estilo 'Supersport’ com um conta-rotações central inclui informação detalhada adicional, como uma recomendação para engrenar uma mudança superior quando é utilizado o modo de comando manual da caixa de velocidades.

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Nas pontas dos dedos: botões de ecrã na consola central

Os inovadores botões de ecrã a cores na consola central em forma de V integram a indicação e o controlo da caixa de velocidades, da suspensão, do ESP, do perfil do aerofólio traseiro e da função start/stop. Os botões de ecrã com tecnologia TFT integram símbolos intuitivos para mostrar as suas funções e são fáceis de operar com apenas um ligeiro toque do dedo. Como possuem um ponto de pressão mecânica, também pode ser operado quando o condutor utiliza luvas. Os botões de ecrã são suplementados por dois botões basculantes para os programas da transmissão e para o controlo do volume do sistema de áudio.

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Controlo instantâneo: o volante AMG Performance

O volante AMG Performance também foi adotado da família de modelos AMG GT. É caracterizado pelo seu design desportivo, uma secção inferior achatada com um aro notoriamente contornado e uma operação intuitiva. O aro do volante é totalmente revestido em microfibra DINAMICA, enquanto a insígnia do volante integra a exclusiva inscrição Black Series, juntamente com o logótipo AMG. As patilhas de mudanças em alumínio no volante para o comando manual da caixa de velocidades permitem uma condução ainda mais desportiva. Os botões táteis integrados podem ser utilizados para controlar o painel de instrumentos e o ecrã multimédia através de movimentos de deslizamento horizontais e verticais de um dedo.

De série, os botões do volante AMG também incorporam um controlador circular com um ecrã integrado, bem como dois botões de ecrã a cores organizados na vertical com interruptores. Os programas da transmissão AMG podem ser ativados utilizando o controlador direito. A definição selecionada é indicada no ecrã LCD a cores diretamente integrado no controlador.

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Os dois botões de ecrã livremente configuráveis e os botões adicionais no lado esquerdo permitem controlar funções adicionais da AMG diretamente no volante. Isto significa que o condutor poderá concentrar-se totalmente na condução a alta velocidade sem necessitar de retirar as suas mãos do volante. Cada função necessária pode ser representada por um símbolo de ecrã, que o condutor poderá configurar utilizando o respetivo interruptor. Portanto, as duas funções AMG preferidas do condutor podem ser definidas e as definições podem ser alteradas com apenas um toque de dedo.

O Pack AMG Interior Night também é um equipamento de série. Neste pack, as patilhas de mudanças, os raios do volante e as aplicações dos opcionais bancos AMG Performance têm acabamento em preto brilhante, enquanto os painéis de proteção das embaladeiras das portas são fabricados em aço inoxidável escovado preto, realçando ainda mais a desportividade do modelo.

Ainda mais similar aos modelos de competição com o opcional pack AMG Track

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O pack AMG Track está disponível como opção. É constituído por um sistema de proteção contra o capotamento, cintos de segurança de 4 pontos para o condutor e passageiro dianteiro e um extintor de incêndio de 2 kg (ambos os equipamentos concebidos exclusivamente para utilização em pista). A estrutura tubular em titânio de baixo peso e aparafusada do sistema de proteção contra o capotamento é constituída por uma barra anti capotamento principal, uma barra para a instalação dos cintos de segurança, duas barras traseiras e ainda barras diagonais em X na secção traseira. O sistema aumenta ainda mais a já excelente rigidez do veículo e desta forma influencia positivamente a dinâmica de condução do veículo. Também aumenta a segurança passiva.

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Mercedes-Benz acelera eletrificação investindo em tecnologia avançadas de baterias

06/07/2020 14:12

A Mercedes-Benz deu mais um passo importante na aceleração do processo de eletrificação do seu portfolio de modelos ao estabelecer uma parceria com a empresa chinesa Farasis Energy. Com o acordo, será aumentada a capacidade de desenvolvimento e produção de células de baterias, uma meta essencial para atingir os objetivos da neutralidade carbónica antes de 2040, no âmbito do programa “Ambition2039”.

No âmbito da estratégia “Electric first”, a Mercedes-Benz está a implementar a eletrificação de todas as variantes de modelos e tipos de veículos. Em menos de 20 anos, a nova frota de modelos da Mercedes-Benz será neutra em carbono e, até 2030, a empresa tem o objetivo de assegurar que mais de 50% das vendas dos seus veículos ligeiros de passageiros correspondam a modelos híbridos plug-in e modelos totalmente elétricos.

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Camiões, veículos comerciais ligeiros e autocarros Mercedes-Benz totalmente elétricos já estão a ser atualmente produzidos em série. Até ao final do corrente ano, a Mercedes-Benz pretende ter cinco modelos ligeiros de passageiros totalmente elétricos e 20 variantes híbridas plug-in no mercado. O portfolio de modelos híbridos plug-in inclui variantes de modelos desde o Classe A ao Classe S e do GLA ao GLE, com autonomias elétricas de até 100 kms.

A ofensiva de modelos também continua com veículos puramente elétricos a bateria. Os modelos já disponíveis no mercado são os modelos totalmente elétricos Mercedes-Benz EQC, os três modelos smart EQ, e o EQV 300. Brevemente serão também lançadas as versões puramente elétricas no segmento de modelos compactos, bem como o EQS totalmente elétrico para um luxo sustentável no segmento premium.

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Investir em tecnologias avançadas de baterias

A inteligência da bateria reside num sistema geral extremamente complexo. Define as características de um veículo elétrico em termos de potência, autonomia e tempo de carregamento. A Mercedes-Benz está a adotar uma abordagem abrangente em toda a cadeia da tecnologia das baterias - desde a pesquisa e o desenvolvimento até à produção em série. As células são o coração da bateria e, portanto, é fundamental dominar todo o processo químico envolvido. O claro objetivo de desenvolvimento consiste em aumentar significativamente a autonomia das futuras baterias através do desenvolvimento da densidade de energia, em aperfeiçoar a produção das futuras tecnologias de baterias e, por último, mas não menos importante, em reduzir significativamente os tempos de carregamento. A maior eficiência das futuras baterias irá aumentar adicionalmente a sustentabilidade dos veículos elétricos. Isto começa com a redução da utilização de materiais importantes e com o fabrico neutro em carbono das células, passando pela maior eficiência durante o funcionamento e terminando na reciclagem e num ciclo fechado de utilização de matérias-primas. Em conjunto com os seus parceiros, a Mercedes-Benz também está a impulsionar a mais rápida industrialização possível de novas tecnologias.

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O fabrico local de baterias também é um importante fator de sucesso e um elemento fundamental para a estratégia de eletrificação da empresa para satisfazer de forma flexível e eficiente a procura global por veículos elétricos. No seio da sua rede global de produção, a Mercedes-Benz concentra-se na produção de sistemas de baterias extremamente eficientes e no estabelecimento de uma rede global de produção de baterias. No futuro, a rede global de produção de baterias será constituída por nove fábricas em sete localidades de três continentes.

Parceria estratégica com Farasis otimizará tecnologia

É neste contexto, que a Mercedes-Benz dá mais um importante passo no seu trajeto rumo a uma mobilidade neutra em CO2. Lançou uma parceria de longo prazo com a empresa Chinesa, Farasis Energy (Ganzhou) Co., Ltd., uma fabricante de células de bateria, incluindo a aquisição de uma participação na estrutura acionista. Esta operação representa mais um passo importante da Mercedes-Benz rumo ao objetivo da neutralidade carbónica traçado pela iniciativa “Ambition2039”. Os elementos-chave do acordo incluem o desenvolvimento e a industrialização de tecnologias de células extremamente avançadas, acompanhados pelos ambiciosos objetivos dos baixos custos de produção. A tecnologia utilizada irá consistir principalmente no aumento significativo da autonomia, através dos avanços na densidade de armazenamento de energia, e na redução dos tempos de carregamento. O contrato irá permitir obter uma fonte segura de fornecimento de células de bateria para a estratégia de eletrificação da Mercedes-Benz e, ao mesmo tempo, proporcionar segurança à Farasis para a construção da sua capacidade de produção planeada. De modo a satisfazer a crescente necessidade por parte das fábricas alemãs da Mercedes-Benz no futuro, a Farasis irá construir uma fábrica de células de bateria em Bitterfeld-Wolfen; criando até 2.000 novos postos de trabalho. As instalações na Alemanha Oriental foram concebidas desde o início como uma fábrica neutra em carbono.

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Com esta parceria estratégica, a Mercedes-Benz aumenta o seu leque de atividades sustentáveis e reforça a atual parceria de negócios com o fornecedor de células de baterias ao adquirir uma participação acionista de cerca de 3%. Para esta finalidade, a Daimler Greater China irá investir vários milhões de euros no âmbito da oferta pública inicial da Farasis. Esta participação acionista está condicionada à necessária aprovação das autoridades de regulação. Irá conceder à Daimler a opção de nomeação de um representante no conselho de supervisão da fabricante de células de baterias. Markus Schäfer, Membro do Conselho de Administração da Daimler AG e da Mercedes-Benz AG e responsável pela Daimler Group Research e pela Mercedes-Benz Cars COO, deverá assumir o cargo após um período de 12 meses, estando sujeito a aprovação num processo de votação pelas autoridades regulamentares.

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Sustentabilidade como parte integral da parceria

A Mercedes-Benz e a Farasis já tinham chegado a acordo para uma parceria de sustentabilidade no verão de 2019. O primeiro resultado foi a produção de células de baterias com eletricidade gerada a partir de fontes de energia renováveis como a energia hidroelétrica, eólica e a energia solar. Por exemplo, a futura geração dos veículos da marca EQ, incluindo o limousine de luxo EQS, será parcialmente equipada com células de bateria neutras em carbono. O investimento da Daimler Greater China na fabricante de células de baterias está a impulsionar ativamente o desenvolvimento de uma tecnologia fundamental para a mobilidade elétrica e a sua industrialização. Na China, o fornecedor de células de baterias construiu uma fábrica em Zhenjiang que será neutra em carbono. Atualmente está prevista a construção de uma fábrica em Bitterfeld-Wolfen, na Alemanha oriental, que será neutra em carbono desde o início. Posteriormente será construída uma fábrica adicional nos EUA.

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Novos CLA e CLA Shooting Brake 250 e chegam no final do ano

26/06/2020 17:16

A família EQ Power continua a crescer e, até ao final do ano, contará com novos membros na Sociedade Comercial C. Santos. Os novos CLA e CLA Shooting Brake 250 e reforçam a gama de híbridos plug-in da última geração da Mercedes-Benz. Fique a conhecer os seus preços indicativos…

O Mercedes-Benz CLA e CLA Shooting Brake são dois modelos da família de compactos da marca de Estugarda, que espelham o idioma de design de pureza sensual, quer no seu exterior, quer no interior, refletido um ambiente moderno, sofisticado e de elevada qualidade.

A nova geração foi lançada em 2019. Contudo, com a forte ofensiva da Mercedes-Benz Cars em veículos híbridos plug-in, ambos os modelos passarão a estar disponíveis com a motorização 250 e, juntando-se assim aos modelos Classe A 250 e Classe B 250 e, cuja motorização é também “assinada” pela EQ Power.

As primeiras unidades do CLA e CLA SB 250 e têm chegada prevista à Sociedade Comercial C. Santos no final do ano e têm já os seus preços indicativos definidos.

Com cilindrada de 1332 cm3, potência de 160 + 102 cv e caixa automática, a versão CLA 250 e Coupé estará disponível a partir de 48.950 €, enquanto a versão CLA 250 e Shooting Brake (com as mesmas características técnicas), poderá se adquirida a partir de 50.400 €.

Sabe porque é que o Mercedes-AMG E 63 S 4MATIC+ faz 3,4 segundos dos 0-100 km/h?

24/06/2020 17:42

Os novos Mercedes-AMG E 63 S 4MATIC+ Limousine e Station cumprem a clássica meta de aceleração dos 0-100 km/h em apenas 3,4 e 3,5 segundos, apesar de não serem propriamente pesos-pluma! Mas a força bruta do seu motor V8 biturbo de 612 cv é apenas parte da explicação! Motricidade exemplar, passagens de caixa super-rápidas, suspensão e direção extremamente eficientes também são contributos decisivos para justificar acelerações vertiginosas e comportamento dinâmico irrepreensível! Bem-vindo ao mundo dos segredos técnicos do Mercedes-AMG E 63 S 4MATIC+…

A capacidade de aceleração de um automóvel é diretamente proporcional a sua relação peso-potência, sendo que, todavia, esse não é o único vetor capaz de a influenciar. A capacidade de tração, a eficiência dos órgãos mecânicos que estabelecem a ligação ao solo, mesmo que auxiliados pela eletrónica, também têm um papel decisivo na luta contra o cronómetro. Os impressionantes 3,4 e 3,5 segundos que os novos Mercedes-AMG E 63 S 4MATIC+ Limousine e Station, respetivamente, deixam registados na aceleração dos primeiros 100 km/h após arranque parado são um bom exemplo de como os diversos fatores mecânicos e eletrónicos agem em perfeita harmonia e conivência.

Vale a pena conhecer cada um deles, assumidos, como decisivos trunfos na brutal aceleração dos últimos dois modelos nascidos na fábrica de Affalterbach, mas, decididamente, capazes de ter um papel decisivo também no seu comportamento dinâmico global…

Motor AMG 4.0 litros V8 biturbo com turbocompressores de duplo scroll

O motor AMG 4.0 litros V8 biturbo do E 63 S 4MATIC+ (consumo de combustível em ciclo combinado: 12.6 - 11.9 l/100 km; emissões de CO2 em ciclo combinado: 286-270 g/km) oferece assinalável potência de 450 kW (612 CV) às 5750-6500 rpm e um binário máximo de 850 Nm, disponível numa vasta gama de rotação do motor, mais precisamente entre as 2500 e as 4500 rpm, o que transmite uma sensação de superioridade em qualquer posição do pedal do acelerador.

Para assegurar uma ótima potência e uma resposta rápida do motor AMG 4.0 litros V8 são utilizados dois turbocompressores de gases de escape com duplo scroll, que reduzem a pressão residual dos gases de escape e otimizam o ciclo termodinâmico.

De resto, o propulsor recebe apoios dinâmicos, que ajudam a resolver conflitos de objetivos, tais como a obtenção da ligação mais suave possível com a cadeia cinemática para um elevado conforto e a obtenção da ligação mais rígida possível para uma ótima dinâmica de condução. Os apoios dinâmicos estão rápida e variavelmente aptos a adaptar a sua rigidez às condições e requisitos da condução. Estas medidas melhoram a precisão do veículo em situações de condução dinâmica, enquanto a configuração suave aumenta notoriamente o conforto.

Passagens rápidas de caixa, elevada eficiência: a caixa de 9 velocidades AMG SPEEDSHIFT MCT

A caixa de 9 velocidades AMG SPEEDSHIFT MCT foi especialmente afinada de acordo com os requisitos dos modelos desportivos. O software autónomo permite obter tempos extremamente curtos de passagens de caixa e múltiplas reduções rápidas de caixa, o que ajuda a explicar a rapidíssima aceleração até aos primeiros 100 km/h (e nos quilómetros seguintes também).

Por outro lado, a função de duplo embraiar permite obter uma experiência extremamente emotiva de comando da caixa de velocidades. Uma embraiagem de arranque, viscosa e multidisco substitui o conversor de binário. Com esta solução foi possível reduzir o peso e otimizar a resposta, especialmente durante a aceleração (mas também em situações de variação de carga).

Os destaques da caixa de velocidades incluem:

  • Adaptação das características de engrenamento ao programa da transmissão AMG DYNAMIC SELECT selecionado;
  • Em modo manual “M”, a caixa de velocidades responde diretamente aos comandos de engrenamento manual solicitados pelo condutor – a cadeia cinemática responde com precisão e executa os comandos praticamente de forma instantânea;
  • O modo M temporário permite comutar imediatamente para o modo manual “M” – meramente através da utilização das patilhas de mudanças no volante;
  • Função automática de duplo desembraiar durante as reduções de caixa: este efeito permanece automaticamente ativo nos programas da transmissão “Sport”, “Sport+” e “RACE” (de série na variante S);
  • A função ECO start/stop permanece automaticamente ativa no programa da transmissão “Comfort”;
  • A função “circulação em roda livre” pode ser ativada individualmente no modo “Individual”;

Suspensão especialmente desenvolvida para a máxima dinâmica lateral e longitudinal com conforto aperfeiçoado

A agilidade e a aceleração lateral extremamente dinâmica dos novos modelos também são viabilizadas pela suspensão AMG RIDE CONTROL+ com câmaras pneumáticas e amortecimento adaptativo ajustável ADS+ (Adaptive Damping System), que assegura elevados níveis de estabilidade do ângulo de sopé, da dinâmica de condução e da precisão da direção.

Os componentes do controlo independente das rodas e da suspensão permitem uma elevada aceleração lateral com um esforço mínimo aplicado ao sistema da direção. O eixo traseiro também é autónomo e foi especialmente ajustado. Desta forma, a suspensão assegura a combinação do conforto de referência do Mercedes Classe E com os elevados níveis de precisão e de dinâmica de condução da AMG.

Graças a uma configuração especial do conjunto mola e amortecedor e ao Sistema de Amortecimento Adaptativo, o novo sistema de suspensão de três câmaras de ar combina a exemplar dinâmica de condução com boas características de absorção das vibrações resultantes das irregularidades da estrada. A rigidez da suspensão pneumática pode ser ajustada numa ampla gama através da ativação ou desativação das câmaras de ar individuais, permitindo melhorar de forma notável o conforto e o comportamento do modelo. Em função do programa da transmissão selecionado e das condições atuais de condução, estão disponíveis três níveis de afinação da suspensão. A rigidez é aumentada automaticamente na eventualidade de súbitas variações de carga, em situações de curvas rápidas, ou durante fortes acelerações ou travagens, o que permite reduzir efetivamente as oscilações transversais e longitudinais e estabilizar o modelo.

O Sistema de Amortecimento Adaptativo pode ser regulado em três níveis – “Comfort”, “Sport” e “Sport+” – para permitir a escolha entre o conforto durante longas viagens e a máxima desportividade. Os níveis de recuperação e compressão são ajustados independentemente um do outro e o mapa de características programável permite um amplo intervalo de regulação entre as forças mínima e máxima de amortecimento.

Tão apurado desenvolvimento tecnológico ao serviço da suspensão e das ligações ao solo, só podiam ter evidentes benefícios na eficiência das acelerações, ajudando o Mercedes-AMG E 63 S 4MATIC+ a alcançar valores dignos de um super-desportivo.

Sistema de tração integral variável AMG Performance 4MATIC+ com Drift Mode

O E 63 S estão equipado de série com o sistema de tração integral AMG Performance 4MATIC+. Este sistema inteligente combina as vantagens de várias configurações da cadeia cinemática: a distribuição do binário nos eixos dianteiro e traseiro, que pela primeira vez é totalmente variável, assegura uma ótima tração em qualquer condição do piso da estrada. O condutor poderá confiar numa estabilidade com um elevado nível de segurança. Uma embraiagem de controlo eletromecânico liga variavelmente o eixo traseiro de tração permanente ao eixo dianteiro. A melhor distribuição possível de binário é calculada continuamente. O modelo desportivo poderá então ser conduzido de forma continuamente variável com tração integral ou com tração puramente traseira. Além da tração e da dinâmica lateral, o sistema de tração integral também melhora a dinâmica longitudinal para uma aceleração ainda mais poderosa.

Continua a ser possível efetuar manobras de “drift” graças à distribuição de binário totalmente variável. O modo “drift” integrado de série na versão S é ideal para estas manobras. Este modo pode ser ativado no programa da transmissão “RACE” utilizando as patilhas de mudanças no volante, desde que o sistema ESP® esteja desativado e a caixa de velocidades se encontre em modo manual. Quando o modo “drift” é ativado, o E 63 S 4MATIC+ transforma-se num puro veículo de tração traseira, permanecendo este modo ligado até ser novamente desligado pelo condutor.

Bloqueio do diferencial no eixo traseiro: ótima tração

Mesmo que não tenha uma influência direta nas acelerações em reta, o sistema de bloqueio de diferencial electrónico do eixo traseiro melhora substancialmente a tração e a dinâmica de condução. O diferencial reduz o escorregamento da roda interior durante a realização de uma curva, sem quaisquer intervenções de controlo no sistema de travagem. O condutor poderá acelerar mais cedo e com maior potência à saída das curvas. O veículo permanece mais estável durante a travagem a alta velocidade e o bloqueio do diferencial melhora a tração durante o início da marcha.

A maior vantagem do bloqueio eletrónico do diferencial do eixo traseiro consiste numa maior sensibilidade e controlo, colocando os limites num patamar mais elevado e permitindo conduzir ainda mais facilmente nos limites físicos do veículo. O ESP® de três níveis com as configurações “ESP ON”, “ESP SPORT Handling Mode” e “ESP OFF”, funciona em perfeita harmonia com o bloqueio do diferencial do eixo traseiro e com o sistema de tração integral e está idealmente adaptado à excecional dinâmica do veículo.

Direta e com resposta precisa: a direção progressiva AMG

A direção assistida progressiva eletromecânica tem uma relação de transmissão variável e impressiona com a sua resposta precisa e autêntica, fulcral também para que o condutor possa ter a máxima sensibilidade no ato da aceleração com partida parada, estabilizando mais facilmente a direção na entrega da elevada potência.

A assistência elétrica à direção é atribuída aos vários modos do sistema AMG DYNAMICS. A configuração confortável da direção está definida no modo “Basic”. Nos modos “Advanced” e “Master/Pro”, o condutor sente um aumento da resposta da direção graças à sua afinação mais desportiva.

Novos Mercedes-AMG E 63 4MATIC+ Limousine e Station: desportivos por excelência

22/06/2020 17:07

Os novos Mercedes-AMG E 63 4MATIC+ Limousine e Station representam o topo da hierarquia da mais recente geração do Classe E, elevando, como nunca antes, o estatuto desportivo da berlina e carrinha. Com renovado e “musculado” design, dinâmica ainda mais apurada e superiores padrões tecnológicos de conforto e segurança, a última criação da Mercedes-AMG promete fazer viver emoções fortes… em família!

O novo visual dos modelos Mercedes-AMG E 63 4MATIC+ (consumo de combustível em ciclo combinado: 12.6–11.9 l/100 km, emissões de CO2 em ciclo combinado: 286-270 g/km) atrai os olhares logo à primeira vista! E não é de espantar que assim seja. Afinal, os projetistas e os especialistas em aerodinâmica trabalharam em conjunto durante o desenvolvimento do modelo, resultando dessa visão conjunta uma carroçaria AMG atraente e cheia de estilo, mas também uma significativa melhoria do equilíbrio aerodinâmico – para a obtenção de um comportamento ágil e uma estabilidade ideal de condução a alta velocidade em autoestrada. Os especialistas em aerodinâmica também conseguiram reduzir ainda mais a resistência ao escoamento do ar.

Na secção dianteira, a entrada central do ar de arrefecimento foi totalmente redesenhada e é significativamente maior do que na geração anterior, integrando igualmente agora a grelha do radiador específica da AMG com doze lamelas verticais e ainda a estrela central, que também apresenta dimensões superiores. Juntamente com os faróis multifeixe, mais achatados e totalmente em LED, os habituais guarda-lamas mais sobressaídos para fora e as cúpulas no capot, foi criada uma estética completamente nova e consideravelmente mais dinâmica. O remodelado para-choques dianteiro em forma de asa de avião, com três entradas de ar funcionais de elevadas dimensões, e o repartidor dianteiro influenciam as proporções gerais do veículo e também reduzem significativamente a força aerodinâmica ascendente no eixo dianteiro.

Outra característica atraente ao nível do design corresponde a um perfil em preto brilhante integrado harmoniosamente e que se estende ao longo de todo o para-choques dianteiro até à extremidade exterior da geometria em asa de avisão e extremidades laterais. O repartidor dianteiro está disponível na cor da carroçaria (modelo base), em prateado, em preto brilhante (em combinação com o opcional pack AMG Night). Com um visual imponente e uma largura 27 milímetros superior, os guarda-lamas albergam a maior largura do eixo dianteiro e as rodas de maiores dimensões - também uma vantagem a nível de desempenho.

Nova traseira com design mais elegante e leve

Os dois novos farolins traseiros mais achatados com duas secções atraem imediatamente os olhares para a traseira da variante Limousine. Agora estendem-se até à tampa da bagageira onde são visualmente ligados a um friso de revestimento em cromado brilhante na parte superior. Na variante Station, este friso de revestimento estende-se ainda mais até às extremidades exteriores dos farolins traseiros. A geometria dos farolins não foi alterada, mas agora integra um novo design interior idêntico à da variante Limousine. O spoiler na tampa da bagageira da variante Limousine tem acabamento na cor da carroçaria ou é mantido com a fibra de carbono à vista em combinação com o opcional pack AMG Carbon-Fibre Exterior II.

O remodelado para-choques traseiro salienta o efeito de largura nas variantes Limousine e Station, tendo também um efeito positivo na aerodinâmica. A secção inferior é pintada em preto brilhante e é elegantemente aprimorada com um friso de revestimento em prateado que se estende por toda a largura do veículo e abrange o contorno dos redesenhados revestimentos das duplas ponteiras de escape. Como opção, este friso de revestimento está disponível em preto brilhante ou em fibra de carbono em combinação respetivamente com o opcional pack AMG Night. Os revestimentos trapezoidais redondos e cromados de 90 mm das duplas ponteiras de escape no modelo base e no modelo S apresentam um novo design em titânio mate com uma geometria em forma de trompa no exterior e no interior. A secção traseira é complementada pelo difusor em preto brilhante também redesenhado, com duas aletas longitudinais.

Jantes aerodinamicamente otimizadas e packs individuais de design

Aerodinamicamente otimizadas e disponíveis numa seleção de acabamento em preto mate, preto brilhante ou cinza tântalo brilhante, as novas jantes de liga leve de 10 raios e de 19 polegadas destacam-se pelo seu design irrepreensível. De série, o modelo S é fornecido com novas jantes de liga leve de 20 polegadas de 5 raios duplos, também aerodinamicamente otimizadas e com uma extremidade do aro mais larga, e estão disponíveis com acabamento em preto mate ou cinza tântalo brilhante. O modelo está disponível com novas cores de carroçaria, designadamente cinza grafite metalizado, prata high-tech metalizado e também azul magno brilhante. Esta última estava anteriormente reservada à família AMG GT e está agora disponível como cor exclusiva da AMG na família do Classe E unicamente nos modelos da série 63.

Para uma maior personalização, o modelo pode ser equipado com o opcional pack AMG Night. Com este pack, as capas dos espelhos exteriores, as molduras dos vidros, os revestimentos das proteções das embaladeiras e ainda os elementos de revestimento nos para-choques dianteiro e traseiro têm acabamento em preto brilhante. Os revestimentos das ponteiras de escape têm acabamento cromado preto. A grelha do radiador específica da AMG também está disponível com design escurecido. O pack AMG Exterior Carbon-Fibre II acrescenta detalhes para uma maior personalização, com as capas dos espelhos e o spoiler da tampa da bagageira (variante Limousine) em fibra de carbono.

Interior refinado com detalhes desportivos e elevado conforto durante longas viagens

O interior combina um ambiente requintado e materiais de elevada qualidade com o desempenho característico da AMG. Os bancos AMG combinam um ótimo apoio lateral com elevado conforto durante longas viagens e estão equipados com revestimentos dos estofos com um padrão específico da AMG e uma insígnia “AMG” nos encostos dos bancos dianteiros.

Como equipamento opcional, estão disponíveis outras versões de revestimento em pele. Como opção, podem ser encomendados os bancos AMG Performance com apoios de cabeça integrados e um apoio lateral ainda melhor. Os gestores de produto refinaram ainda mais o interior da versão S, incluindo um revestimento em pele no tablier e nos frisos da linha de cintura, bem como os cintos de segurança na cor cinza cristal. A iluminação ambiente individualmente ajustável é também um equipamento de série.

Outro destaque adicional é o sistema de informação e de entretenimento MBUX com ecrã tátil, touchpad, controlo inteligente por voz e ainda ecrãs e funções específicos da AMG. Visualmente, os dois ecrãs para o painel de instrumentos e para o ecrã multimédia são combinados atrás de um vidro partilhado para formarem o Cockpit Panorâmico. O modelo S é equipado de série com ecrãs de 12.25 polegadas.

Para o ecrã do painel de instrumentos, o condutor poderá comutar entre três estilos de indicação AMG, designadamente o “Modern Classic”, “Sport” e “Supersport”. O modo “Supersport” é particularmente atraente, com um conta-rotações redondo central e informação adicional apresentada em perspetiva nos lados esquerdo e direito do conta-rotações, criando uma impressão de profundidade. Através do menu AMG, o condutor poderá aceder a vários ecrãs especiais da AMG como “Engine Data”, o indicador de mudança selecionada, “Warm-up”, “Set-up”, “G-Meter” e “RACETIMER”. Com indicações específicas da AMG como a visualização dos programas da transmissão ou os dados da telemetria, o ecrã tátil multimédia realça igualmente a configuração da componente dinâmica do modelo.

Com termos informais: “Olá Mercedes” com funções adicionais

O inovador controlo por voz ativado com as palavras “Olá Mercedes” também é um equipamento de série. Graças à inteligência artificial, o MBUX reconhece praticamente todas as frases no que diz respeito a informação, entretenimento e operação do veículo, mesmo que expressadas indiretamente. Em muitos países, o MBUX trata agora o cliente de forma informal, ou seja, por “tu”, ao invés de um tratamento formal. Espera-se que esta alteração reforce o laço emocional entre o condutor e o MBUX como um assistente pessoal. Uma nova função do sistema permite obter a leitura da previsão meteorológica para certas regiões – virtualmente em todos os idiomas.

Novo volante AMG Performance com design em duplo raio

Com um design distintivo em duplo raio e botões perfeitamente integrados, o novo volante AMG Performance cria uma ligação ainda mais estreita entre Homem e máquina. Os três raios duplos redondos combinam estabilidade com leveza, enquanto o aro do volante é uma característica distintiva do desporto automóvel. O volante pode ser encomendado com revestimento em pele, em microfibra DINAMICA ou combinação de pele e microfibra DINAMICA, mediante encomenda do sistema de aquecimento do volante. O aro do volante está também equipado com uma tela sensorial para detetar as mãos do condutor no volante. Se o sistema detetar que o condutor não tem as suas mãos no volante durante um certo período de tempo, é iniciado um ciclo de aviso, que poderá terminar numa assistência de travagem de emergência se o condutor continuar a não reagir.

Botões perfeitamente integrados

Os novos botões táteis perfeitamente integrados nas superfícies dos raios duplos horizontais são um novo equipamento e aparentam particular elegância. Os interruptores táteis na zona dos símbolos facilitam o controlo. O painel de instrumentos é comandado através do painel tátil do raio superior esquerdo do volante, enquanto o ecrã multimédia é comandado através do painel tátil do lado direito. Os raios inferiores integram os controlos do sistema de controlo da velocidade de cruzeiro /DISTRONIC (esquerdo) e o telefone/sistema mãos-livres/controlo do volume (direito). Os botões táteis do volante AMG (disponíveis de série na variante S e como opção na versão base) para controlar os programas da transmissão e outras funções personalizáveis são ainda mais brilhantes, incluem novos gráficos e são ambos redondos.

A caixa de velocidades AMG SPEEDSHIFT MCT 9G pode ser comandada manualmente através das patilhas de mudanças em alumínio nos lados esquerdo e direito atrás do aro do volante. Para um comando ainda mais preciso da caixa de velocidades, as patilhas de mudanças têm agora dimensões ligeiramente superiores e encontram-se instaladas numa posição mais baixa.

A consola central inclui uma unidade de controlo específica da AMG com botões adicionais que são utilizados para regular os programas da transmissão, o volume do sistema de áudio, o ESP® de 3 níveis, o modo da transmissão manual, o Sistema de Amortecimento Adaptativo, o opcional sistema de escape AMG Performance, a função ECO start/stop e a câmara de marcha-atrás. Juntamente com os pedais desportivos AMG em aço inoxidável escovado e com pinos de borracha, os painéis de proteção das embaladeiras das portas e os tapetes do piso em preto com inscrição “AMG” acentuam o visual desportivo. Para uma maior personalização do interior, está disponível um vasto leque de elementos de revestimento do interior de elevada qualidade. Os elementos de revestimento AMG em fibra de carbono conferem um toque particularmente desportivo ao interior.

Motor AMG 4.0 litros V8 biturbo com turbocompressores de duplo scroll

O motor AMG 4.0 litros V8 biturbo no E 63 S 4MATIC+ (consumo de combustível em ciclo combinado: 12.6 - 11.9 l/100 km; emissões de CO2 em ciclo combinado: 286-270 g/km) continua a atingir os 450 kW (612 CV) de potência e um binário máximo de 850 Nm. Está disponível numa vasta gama de rotação do motor, mais precisamente entre as 2500 e as 4500 rpm, o que transmite uma sensação de superioridade em qualquer posição do pedal do acelerador. O modelo base E 63 4MATIC+ (consumo de combustível em ciclo combinado: 12.6-11.9 l/100 km; emissões de CO2 em ciclo combinado: 286-270 g/km) produz uma potência de 420 kW (571 CV) e um binário de 750 Nm. A versão S da variante Limousine acelera dos 0 aos 100 km/h em 3.4 segundos, enquanto a versão base fá-lo em 3.5 segundos. No que diz respeito à variante Station, a versão S demora 3.5 segundos enquanto a versão base 3.6 segundos.

Para assegurar uma ótima potência e uma resposta rápida do motor AMG 4.0 litros V8, são utilizados dois turbocompressores de gases de escape com duplo scroll, que reduzem a pressão residual dos gases de escape e otimizam o ciclo termodinâmico. Graças ao sistema de desativação de cilindros de série e a outras medidas tecnológicas, os modelos de elevada potência são extremamente eficientes. Quando o condutor seleciona o programa “Comfort” da caixa de velocidades, o sistema de desativação dos cilindros fica disponível numa vasta gama de rotação do motor que varia entre as 1000 e as 3250 rpm. Um ecrã especial no painel de instrumentos indica se o sistema de desativação dos cilindros está em operação e se atualmente o motor opera em modo de quatro ou de oito cilindros. A transição entre estes dois estados de funcionamento é imediata, rápida e impercetível a nível de binário.

A versão S é o único veículo no seu segmento que está equipado com apoios dinâmicos do motor, que ajudam a resolver conflitos de objetivos, tais como a obtenção da ligação mais suave possível com a cadeia cinemática para um elevado conforto e a obtenção da ligação mais rígida possível para uma ótima dinâmica de condução. Os apoios dinâmicos estão rápida e variavelmente aptos a adaptar a sua rigidez às condições e requisitos da condução. Estas medidas melhoram a precisão do veículo em situações de condução dinâmica, enquanto a configuração suave aumenta notoriamente o conforto.

Bom controlo e resistente à fadiga: o sistema de travagem AMG de elevadas prestações

O sistema de travagem em materiais compósitos, de grandes dimensões e de elevadas prestações, é fiável, rápido e resistente à fadiga, mesmo quando sujeito a elevadas cargas. O modelo está equipado com discos de travão compósitos perfurados e ventilados internamente, com dimensões de 360 x 36 mm e pinças fixas de seis êmbolos no eixo dianteiro e dimensões de 360 x 26 mm com pinças flutuantes de um êmbolo no eixo traseiro. A versão S está equipada com discos de travão compósitos com dimensões ainda superiores. No eixo dianteiro, estão equipados discos de 390 x 36 mm. Como opção, existe ainda um sistema de travagem compósito de Carbono-Cerâmica AMG com discos de travão de 402 x 39 mm no eixo dianteiro e de 360 x 32 mm no eixo traseiro.

Para uma experiência personalizada: AMG DYNAMIC SELECT e AMG DYNAMICS

Com os seis programas da transmissão “Slippery”, “Comfort”, “Sport”, “Sport+”, “Individual” e “RACE” do DYNAMIC SELECT (de série na versão S), as características dos novos modelos podem ser influenciadas com o simples toque de um dedo. A gama disponível varia desde uma configuração eficiente e confortável a uma configuração extremamente desportiva. Os modos da transmissão permitem modificar parâmetros importantes tais como a resposta do motor, o funcionamento da caixa de velocidades, o comportamento da suspensão e da direção. Independentemente dos programas da transmissão do DYNAMIC SELECT, o condutor tem a opção de passar diretamente ao modo manual, no qual as passagens de caixa são realizadas exclusivamente através das patilhas de mudanças no volante. As regulações da suspensão também podem ser selecionadas especificamente conforme necessário.

O sistema de controlo da dinâmica do veículo AMG DYNAMICS está integrado nos programas da transmissão AMG DYNAMIC SELECT. Nos níveis “Basic”, “Advanced”, “Pro” e “Master”, influenciam, por exemplo, as estratégias de controlo do ESP ® (Electronic Stability Program) ou do sistema de tração integral. O controlo piloto inteligente antecipa o comportamento do veículo com base nas ações do condutor e nos dados dos sensores. A gama de funcionamento varia desde um comportamento extremamente orientado para a segurança até um comportamento extremamente dinâmico. Através dos botões do volante AMG, as funções do sistema AMG DYNAMICS também podem ser selecionadas individualmente.

Os parâmetros relevantes para a condução, como a resposta do motor, da suspensão, da estratégia de controlo do sistema de tração integral e dos limites de controlo do ESP®, são inteligentemente adaptados de acordo com o programa da transmissão selecionado. A gama de funcionamento varia desde um comportamento extremamente orientado para a segurança até um comportamento extremamente dinâmico. O modo “Master” armazenado no programa da transmissão RACE assegura a ótima agilidade e revela o elevado potencial dinâmico para um ótimo efeito - por exemplo, permitindo maiores acelerações em torno do eixo vertical do veículo e uma resposta mais rápida do pedal do acelerador, do sistema de comando da caixa de velocidades, do bloqueio eletrónico do diferencial do eixo traseiro ou da distribuição do binário no sistema de tração integral.

O novo pack AMG Dynamic Plus está disponível como opção para a versão base. Este inclui o programa da transmissão RACE com Drift Mode, o sistema de travões compósitos de elevadas prestações da versão S , com pinças de travão pintadas na cor vermelho, e ainda o volante AMG Performance revestido em microfibra DINAMICA com botões AMG.

4 Dias Mercedes-Benz Certified: + 500 viaturas à sua espera presencialmente ou online!

12/06/2020 15:21

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A Sociedade Comercial C. Santos está de regresso aos grandes eventos e preparou para si, um evento com características únicas, onde poderá marcar presença de forma física ou online, conforme se sentir mais confortável. À sua espera, entre 18 e 21 de junho, vão estão sempre mais de 500 Mercedes-Benz ou smart…

Mudam-se os tempos, mas não a vontade de ter um Mercedes-Benz ou smart! Na segunda edição do evento “4 Dias Mercedes-Benz Certified” e em linha com as atuais preocupações de saúde pública, a Sociedade Comercial C. Santos estará mais uma vez na linha da frente da inovação, oferecendo-lhe um evento singular, de carácter “híbrido”, onde terá a possibilidade de escolher o automóvel que deseja, através da sua presença física ou à distância de um click!

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São quatro dias de oportunidades únicas, na aquisição de mais de 500 Mercedes-Benz e smart, disponíveis a preços e com condições de aquisição muito especiais, mas também respeitando todas as atuais orientações de saúde pública, que assumem, nesta fase de desconfinamento, prioridade absoluta.

Entre 18 e 21 de junho, entre as 10h00 e as 20h00, o Showroom da Sociedade Comercial C. Santos na Maia (junto ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro) estará aberto para si e preparado para o receber com todas as condições de segurança, baseadas no procedimentos legais de combate à pandemia COVID-19, com a aplicação das medidas protocolares de higienização da DGS e das medidas específicas do protocolo sanitário para o setor automóvel da ACAP/Aran/Anecra.

Para além da distância mínima obrigatória de 2 metros e a utilização obrigatória de máscara* para sua proteção e dos colaboradores da Sociedade Comercial C. Santos (cuja saúde será monitorizada duas vezes por dia), o protocolo de segurança também prevê rigorosos procedimentos de higienização e desinfeção em áreas de contacto elevado, para além da disponibilização de desinfetantes de uso pessoal nos vários acessos e secções do concessionário.

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 As preocupações com a proteção e higienização dos veículos, também, não serão, obviamente, negligenciadas, sendo todas as viaturas desinfetadas e expostas, exclusivamente, ao ar livre.

 As visitas serão feitas apenas por marcação (que deverá ser efetuada previamente), em horário alargado, das 10h00-20h00, mas de acordo com a sua conveniência e preferência. 

 Escolha o seu Mercedes-Benz ou smart… também online!

Mas, neste evento Mercedes-Benz Certified, também pode optar por adquirir a sua viatura online.  

 Neste caso será igualmente necessário agendar uma marcação prévia nos horários alargados, entre as 10h e as 20h, podendo, contudo e se assim o entender, contactar o comercial antes mesmo do início do evento.

 Nos “4 Dias Mercedes-Benz Certified”, existirão diversos canais de comunicação disponíveis para saber tudo sobre o Mercedes-Benz ou smart que procura. As Apps “Skype”, “WhatsApp”, “Messenger” e “Microsoft Teams” serão plataformas de informação privilegiada para aceder a todas as informações sobre as viaturas à disposição.

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 De resto, e para que fique mesmo na posse de toda a informação, a viatura do seu desejo ser-lhe-á apresentada em vídeo, detalhadamente, onde poderá comprovar as suas principais características e o seu equipamento.

 Mercedes-Benz e smart para todos os gostos e necessidades

A exemplo da primeira edição do evento “Dias Mercedes-Benz Certified” e de outros eventos de vendas assinados pela Sociedade Comercial C. Santos, também esta segunda edição todos os principais modelos Mercedes-Benz e smart estarão representados, para que possa fazer uma escolha emocional, mas também racional.

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Assim, e no que aos modelos compactos concerne, à sua disposição estarão diversas unidades de Classe A e Classe A Sedan, Classe B, CLA Coupé e CLA Shooting Brake, para além do SUV compacto GLA. Entre os modelos de segmento médio poderá encontrar o Classe C (Limousine, Station, Coupé e Cabriolet), e, na gama superior, diversas unidades do Classe E (Limousine, Coupé e Station), para além dos Sport Utility Vehicle (SUV), GLC e GLE.

Modelos mais exclusivos como o CLS, Classe S, Classe V ou Classe X também prometem fazer furor no evento, da mesma forma que ao seu dispor estarão igualmente um leque de viaturas de carácter desportivo que facilmente transformarão sonhos em realidade.

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Na smart, as diversas variantes dos modelos fortwo e forfour serão as estrelas de serviço, com motorizações a gasolina ou elétricas, prontas para corresponder aos desejos e necessidades dos seus novos proprietários.

Para efetuar a marcação da sua visita, presencial ou online, bastará aceder ao link https://www.soccsantos.pt/4dc/

Agora é só escolher! Nós já estamos prontos para o receber… com toda a segurança!

* Decreto-Lei nº 20/2020 de 1 de maio. Artº 13.º B

Novo Classe E (Limousine, Station e All-Terrain) já tem preços

08/06/2020 11:56

É já no verão que chegarão à Sociedade Comercial C. Santos os novos Mercedes-Benz Classe E. Disponíveis, numa primeira fase, nas variantes Limousine, Station e All-Terrain, as novas estrelas do segmento E terão preços que se iniciam nos 60.550 €.  

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O Classe E é o modelo mais vendido na história da Mercedes-Benz, sendo reconhecido por muitos como o “coração da marca”. A nova geração destaca-se por um design mais dinâmico, sistemas de assistência à condução de última geração e mais conforto no interior.

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Ao nível de motorizações, a gama está disponível com uma ampla variedade de híbridos plug-in nas variantes Limousine e Station, com motores a gasolina e a Diesel, com tração traseira ou integral, não dispensando todas as versões a transmissão automática.

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A variante All-Terrain é agora, mais similar aos modelos SUV da Mercedes-Benz.

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Os modelos em comercialização estarão disponíveis a partir de 60.550 € (E 220 d Limousine) ou 63.550 € (E 220 d Station).

Preços (indicativos):

Classe E Limousine

Modelo                          Combustível     Cilindrada     Potência (cv)   Preço 

E 220 d                               Diesel              1950                194               60.550 €

E 300 de                          Híbrido (D+E)      1950             194+ 122          69.550 €

E 300 de 4MATIC             Híbrido (D+E)      1950             194+ 122           72.400 €

E 400 d 4MATIC                  Diesel              2925                 340             100.350 €

E 200                              Gasolina             1991              197+ 14            60.900 €

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Classe E Station

Modelo                               Combustível   Cilindrada   Potência (cv)     Preço 

E 220 d  Station                     Diesel                1950              194             63.550 €

E 300 de Station                 Híbrido (D+E)        1950          194+ 122         72.550 €

E 300 de 4MATIC Station    Híbrido (D+E)        1950          194+ 122         75.400 €

E 400 d 4MATIC Station         Diesel                2925               340           103.350 €

E 220 d 4MATIC Station All Terrain   Diesel      1950               194             70.550 €

E 400 d Station 4MATIC All Terrain   Diesel      2925               340           108.350 €  

E 200 Station                       Gasolina              1991           197+ 14          63.900 €

Novo Classe E Coupé e Cabriolet: ainda mais sedutores!

02/06/2020 11:03

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Com chegada prevista para o último trimestre de 2020, os novos Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet reforçaram o estilo desportivo, apresentando um visual rejuvenescido, ao mesmo que tempo que foram alvo de aperfeiçoamentos em termos de equipamento tecnológico. Os novos motores gasolina e Diesel, mais eficientes, e a última geração do sistema de informação e entretenimento MBUX, tornam a condução e a vida a bordo ainda mais aprazíveis.

O Classe E Cabriolet com a clássica capota de lona oferece espaço e conforto aos quatro ocupantes durante as longas viagens. E fá-lo todo o ano: como opção, o Cabriolet pode ser equipado com o sistema elétrico defletor de ar AIRCAP e com o sistema de aquecimento da zona do pescoço AIRSCARF. 

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A adequação para uma utilização sem restrições durante todo o ano é igualmente assegurada pela capota de lona acústica, um equipamento de série que ajuda a reduzir o nível de ruído sentido no interior do habitáculo. A sua estrutura multicamada com isolamento sofisticado também assegura um ambiente confortável, independentemente da estação do ano, e reduz o normal ruído do vento. Com as expressivas proporções típicas de um modelo coupé, com um design sensual e um conforto excecional para os quatro passageiros, o novo Classe E Coupé combina a beleza e o estilo clássico de um limousine desportivo de luxo com a tecnologia moderna.

Visual requintado: grelha do radiador em padrão diamante com design em forma de “A”

As modificações realizadas ao nível do design, particularmente na secção dianteira dos modelos Classe E Coupé e Cabriolet, conferem um requinte acrescido. A impressão de maior dinamismo é uma cortesia dos faróis mais planos que, mesmo nos modelos de entrada de gama, estão totalmente equipados com tecnologia LED. O interior complexo e tecnologicamente avançado destes faróis LED High Performance é excecional.

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O design em forma de “A” da nova grelha do radiador com padrão diamante, que é igualmente equipada de série em todas as versões, acrescenta um toque particularmente dinâmico. A grelha também integra pontos cromados, uma lamela simples e a estrela Mercedes-Benz no centro.

Na secção traseira destacam-se os farolins traseiros bipartidos com interior totalmente redesenhado e com tecnologia LED. O módulo da estrela com câmara de marcha-atrás está integrado na tampa da bagageira.

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No facelift dos modelos Classe E Coupé e Cabriolet foram disponibilizadas quatro novas cores de pintura, designadamente a cor prata high-tech, cinza grafite metalizado, prata mojave e vermelho patagonia (designo). A gama de jantes disponíveis também foi alargada, incluindo agora jantes aerodinâmicas, que tal como o nome indica, contribuem para a redução do consumo de combustível e para a sustentabilidade do ambiente.

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Os interiores dos modelos Coupé e Cabriolet combinam um estilo moderno com o luxo desportivo. As linhas essenciais do interior são claramente definidas. A secção superior do tablier aparenta estar suspensa, assentando sobre elementos de revestimento de proporções generosas, que fluem de forma sensual e contínua até às portas dianteiras. Os materiais selecionados de elevada qualidade realçam a desportividade e o carácter elegante do veículo. As opções de revestimento com novo visual – madeira de freixo porosa e alumínio com granulado suave de fibra de carbono – permitem aperfeiçoar ainda mais o interior.

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Para satisfazer as expetativas a nível de conforto, os bancos combinam um visual moderno com as características de conforto de referência da Mercedes-Benz durante longas viagens, fornecendo ao mesmo tempo um excelente apoio em situações de condução dinâmica. A regulação adaptativa do banco do condutor é um equipamento particularmente inteligente: quando a altura do corpo é inserida no sistema através do ecrã multimédia ou da aplicação Mercedes me, o banco é regulado automaticamente para uma posição normalmente adequada para um condutor com essa altura.

Os bancos desportivos com visual integral incluem apoios laterais pronunciados e apoios de cabeça. Os contornos dos bancos seguem os pronunciados apoios laterais e, em função da especificação, a secção central integra pespontos transversais desportivos ou longitudinais modernos. As cores da secção central do apoio de cabeça e da almofada do assento do banco são coordenadas com a geometria geral dos bancos. Estão disponíveis várias combinações de materiais, desde tecido, pele sintética ARTICO, pele granulada, pele nappa com padrão diamante e pele refletora de luz solar (para o Cabriolet).

A nova geração de sistemas de assistência à condução: melhor assistência nas filas de trânsito e também durante o estacionamento

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O novo Classe E está equipado com a última geração dos sistemas de assistência à condução Mercedes-Benz, o que resulta num nível especialmente elevado de segurança ativa: o Coupé e o Cabriolet podem atuar rapidamente e de forma inteligente se o condutor não o fizer. O sistema de deteção de mãos fora do volante funciona agora com tecnologia capacitiva, melhorando, portanto, a facilidade de utilização durante a condução em modo semiautomático. Desta forma, para informar os sistemas de assistência de que o condutor mantém o controlo do Classe E, basta que o condutor mantenha as mãos no volante. Anteriormente era necessário que o condutor manobrasse o volante – ou seja, um ligeiro movimento – para que o sistema obtivesse uma resposta. O novo volante integra no aro uma camada com sensores, que detetam se o condutor mantém as mãos no volante. Se o sistema detetar que o condutor não tem as suas mãos no volante durante um certo período de tempo, é iniciado um ciclo de aviso, que poderá terminar numa assistência de travagem de emergência se o condutor continuar a não reagir.

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O Classe E está equipado de série com Active Brake Assist que, em muitas situações, pode travar autonomamente para evitar uma colisão ou atenuar a sua severidade. O sistema também poderá travar perante veículos parados ou pedestres a atravessar a estrada e, inclusivé evitar colisões. Como parte integrante do Pack Driving Assistance, isto agora também é possível durante as manobras de mudança de direção. O Intelligent Drive disponibiliza uma gama de funções adicionais que podem ser opcionalmente acrescentadas ao Pack Driving Assistance.

Ainda mais conforto no interior: uma nova geração de volantes e ainda o MBUX

O Classe E está equipado com um volante totalmente novo nesta remodelação do modelo. O volante está disponível com revestimento em pele e numa variante superdesportiva. As superfícies de controlo incluem um acabamento em preto brilhante, enquanto os elementos de revestimento e os adornamentos apresentam um acabamento prateado. As funções do painel de instrumentos e do ecrã multimédia são selecionadas e controladas através dos botões táteis, agora com tecnologia capacitiva ao invés da anterior tecnologia ótica.

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O novo Classe E está equipado com a última geração do sistema multimédia MBUX (Mercedes-Benz User Experience). De série inclui dois ecrãs largos de 10.25 polegadas/26 cm dispostos lado a lado, cuja combinação cria um fantástico ecrã largo de grandes dimensões. Estão disponíveis como opção dois ecrãs de 12.3 polegadas/31.2 cm. A informação no painel de instrumentos e no ecrã multimédia é facilmente legível nos ecrãs de alta resolução.

O controlo de conforto ENERGIZING combina vários sistemas de conforto no veículo e utiliza ambientes de som e de iluminação, bem como um vasto leque de modos de massagem para satisfazer uma grande variedade de requisitos individuais no que diz respeito ao bem-estar dos ocupantes. A função ENERGIZING COACH é um novo equipamento nos modelos Classe E Coupé e Cabriolet. Esta função recorre a um algoritmo inteligente e recomenda um dos programas em função da situação e do ocupante. Se este ou outro aparelho Garmin® compatível for utilizado, as estatísticas pessoais, como o nível de stress ou a qualidade do sono, otimizam o rigor da recomendação. O objetivo consiste em proporcionar bem-estar e relaxamento ao condutor mesmo durante viagens exigentes e monótonas.

URBAN GUARD: a interligação inteligente das soluções de hardware e software para a proteção contra o crime

Em conjunto com o Mercedes me, os dois packs URBAN GUARD Vehicle Protection e URBAN GUARD Vehicle Protection Plus permitem uma monitorização completa do veículo estacionado. O URBAN GUARD inclui um sistema de alarme antirroubo, proteção contra o reboque não autorizado com avisos visuais e sonoros no caso de ser detetada uma mudança da posição do veículo, uma sirene de alarme, monitorização do interior (acionada no caso de deteção de movimentos no interior), bem como uma pré-instalação para a deteção de roubo e colisão quando o veículo está estacionado. Neste último caso, os sensores do veículo detetam, quando o veículo está estacionado e trancado, uma colisão, o reboque do veículo, ou tentativas de arrombamento. Se o serviço estiver ativo, o condutor recebe informação detalhada através da Mercedes me App – surge uma notificação push, onde o condutor poderá saber, por exemplo, a severidade dos danos e a zona danificada do veículo estacionado. Logo após o veículo ser ligado, esta informação também é apresentada uma vez no ecrã multimédia.

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Além disso, o URBAN GUARD Vehicle Protection Plus oferece uma função para identificar a localização dos veículos roubados. Em caso de roubo, isto permite recuperar o veículo mesmo que o assaltante tenha desativado a função de localização do veículo.

“E” como sinónimo de eficiência: a eletrificação da cadeia cinemática foi alargada

A eletrificação da cadeia cinemática dá mais um passo importante com a remodelação do Classe E. Os novos modelos de duas portas também receberam a versão topo de gama do motor Diesel de quatro cilindros (OM 654 M), que debita uma potência de 195 kW e está equipado pela primeira vez com um motor de arranque/alternador integrado (ISG) com um sistema elétrico de bordo de 48 V. Graças à função de recuperação de energia e à capacidade de circulação em roda livre com o motor desligado, o motor é ainda mais eficiente.

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O contínuo trabalho de desenvolvimento significa que o motor de arranque/alternador integrado equipado nos modelos é uma unidade de segunda geração que agora está integrada na caixa de velocidades e não no motor. Isto significa que pode ser mais facilmente combinada com diferentes motores. A propulsão extra que está disponível logo a partir da primeira rotação do motor, conhecida como EQ Boost, pode fornecer até 15 kW de potência e 180 Nm de binário, assegurando desta forma um prazer de condução superior por ambos os modelos desportivos de duas portas.

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A tecnologia de 48 V com o ISG é também um equipamento do motor a gasolina de seis cilindros em linha (M 256), agora disponível pela primeira vez no Classe E. Tal como sucede com as variantes Limousine, Station e All-Terrain, esta unidade foi agora adicionada à gama de motores dos modelos de duas portas. Trata-se de uma unidade que já é conhecida dos modelos CLS, Classe S e GLE, a sua propulsão elétrica de até 16 kW de potência e de 250 Nm de binário reforça o carácter desportivo de ambos os modelos Coupé e Cabriolet. A combinação de série com o sistema de tração integral 4MATIC acentua ainda mais o dinamismo destes dois modelos. A eletrificação sistemática do motor é um fator importante na eficiência excecional da cadeia cinemática e uma evidência da estratégia da empresa para as futuras cadeias cinemáticas.

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A par do motor OM 654, em vias de se tornar o mais potente motor Diesel de quatro cilindros, a gama de motores Diesel é completada pelo bloco de seis cilindros em linha (OM 656), que também está disponível para os modelos de duas portas em combinação com o sistema de tração integral 4MATIC.

Dados Técnicos

Versões                                                                 E 220 d             E 200

Motor                                                                   4/em linha         4/em linha

Cilindrada (cc)                                                         1950                 1991

Potência (kW/cv)                                                    143/194          145/197

Potência suplementar com EQ Boost (kW/cv)            -                  10/14

Caixa de Velocidades                                            Automática 9G-TRONIC

Consumo em ciclo combinado* (l/100 km)             6.2-5.2              8.2-7.2

Emissões CO2 em ciclo comb.* (g/km)                 162-137            187-163

Aceleração 0-100 km/h (s)                                        7.4                     7.6

Velocidade Máxima (km/h)                                        242                   237


* Os valores indicados foram determinados de acordo com o método da medição prescrito. São os “valores de CO₂ de WLTP”, nos termos do artigo 2, n.º 3, do Regulamento de Execução (EU) 2017/1153. Os números/valores não se referem a um veículo individualmente e não são parte da proposta; são fornecidos unicamente com o objetivo de ajudar na comparação entre diferentes modelos de veículos automóveis. Estes valores variam consoante os extras opcionais escolhidos.

Novo Classe E já tem versão Coupé e Cabriolet e está ainda mais desportivo na versão Mercedes-AMG E 53 4MATIC+

27/05/2020 17:08

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Eis o novo Classe E Coupé e Cabrio! Com a “indumentária” mais desportiva, os novos Mercedes-AMG E 53 4MATIC+ Coupé e Cabriolet reforçaram a identidade e individualidade da marca, evidenciando design musculado e funcional, mas também comportamento dinâmico e performances de exceção, apoiando-se na máxima tecnologia e segurança.

A Mercedes-AMG continua sistematicamente a reforçar a sua identidade de marca: os novos modelos E 53 4MATIC+ Coupé e Cabriolet foram agora equipados também com a característica grelha do radiador específica da AMG com lamelas verticais. O seu design em forma de ‘A’ e os faróis LED achatados criam uma forte impressão de maior largura. O redesenhado para-choques dianteiro com o seu design em forma de asa 'A’ também influencia positivamente as proporções gerais do veículo. Totalmente aperfeiçoado, o interior também revela uma afinidade ainda maior com a família AMG. Os ecrãs de grandes dimensões, o novo volante AMG Performance e o sistema de entretenimento MBUX com funções e ecrãs específicos da AMG criam o característico ambiente de luxo desportivo.

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O motor eletrificado de 3.0 litros, com dois turbocompressores, designadamente um turbocompressor de gases de escape e um compressor elétrico, produz uma potência de 320 kW (435 CV) e um binário máximo de 520 Nm. O seu motor de arranque/alternador EQ Boost fornece brevemente uma potência adicional de 16 kW e um binário de 250 Nm, e alimenta também o sistema elétrico de bordo de 48 V quando opera em modo alternador. Outros destaques tecnológicos dos novos modelos incluem a caixa de velocidade automática AMG SPEEDSHIFT TCT 9G e o sistema de tração integral totalmente variável AMG Performance 4MATIC+.

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Secção dianteira atraente totalmente redesenhada, revestimentos redondos das duplas ponteiras de escape e novas cores

O design da secção dianteira é totalmente novo e reforça a afiliação dos modelos à família AMG. A principal característica é a grelha específica da AMG, com doze lamelas verticais, que foi agora equipada nos modelos E 53 4MATIC+ Coupé e Cabriolet. A secção dianteira com design em forma de 'A’ e mais larga na parte inferior, e ainda os faróis LED achatados com linhas mais nítidas, criam uma impressão particularmente forte. As cúpulas no capot também contribuem para este efeito. Na secção central, o para-choques dianteiro apresenta uma geometria em forma de A, com uma grelha de entrada de ar ainda maior com cinco lamelas verticais. Este pormenor permite visualizar detalhes tecnológicos como o radiador, reforçando desta forma a impressão de um autêntico desportivo. Isto também se aplica à grelha de entrada de ar exterior de grandes dimensões com duas lamelas transversais e ao novo repartidor dianteiro. Com os seus materiais de elevada qualidade, as aplicações de revestimento em preto brilhante não só confirmam o carácter de luxo desportivo da marca, como também melhoram a aerodinâmica em combinação com os defletores de ar interiores. Em conjunto, todas as medidas criam uma impressão geral de extremo dinamismo. A similaridade com a família dos desportivos AMG GT é evidente.

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As características distintivas na secção traseira incluem os revestimentos redondos das duplas ponteiras de escape, que estão disponíveis em prateado ou preto brilhante (integrados no opcional Pack AMG Night) e que se integram harmoniosamente no para-choques traseiro. O design lateral dos para-lamas melhora a aerodinâmica na traseira dos modelos: daqui resulta um melhor escoamento de ar em torno das cavas das rodas. O spoiler na tampa da bagageira é pintado na cor da carroçaria, mas também está disponível como equipamento opcional em fibra de carbono.

Quando observado de perfil, as novas jantes de liga leve de 19 polegadas, com design aerodinamicamente otimizado e 5 raios duplos, captam imediatamente a atenção. Como opção, as jantes de liga leve de 20 polegadas de 5 raios duplos também foram otimizadas ao nível da aerodinâmica, possuem uma extremidade do aro mais larga e estão disponíveis com acabamento em preto mate ou cinza titânio brilhante. As cores cinza grafite metalizado e azul magno mate estão disponíveis como novas cores de pintura, sendo que esta última estava anteriormente reservada apenas para a família AMG GT.

Com o opcional Pack AMG Night, os novos modelos E 53 4MATIC+ Coupé e Cabriolet apresentam uma aparência ainda mais desportiva. Com este pack, as capas dos espelhos exteriores, as molduras dos vidros e ainda os elementos de revestimento nos para-choques dianteiro e traseiro têm acabamento em preto brilhante. Os revestimentos das ponteiras de escape têm acabamento cromado preto. O pack Carbon II acrescenta detalhes para uma maior personalização, com as capas dos espelhos e o spoiler da tampa da bagageira em fibra de carbono.

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Interior com detalhes exclusivos e ecrãs específicos

O interior apresenta detalhes específicos da AMG, materiais de luxo e a atual geração do sistema de informação e de entretenimento MBUX. Os bancos em pele sintética ARTICO/microfibra DINAMICA em preto com design específico da AMG, os pespontos contrastantes em vermelho e a insígnia AMG são característicos dos modelos da série 53 e combinam desportividade com um forte apoio lateral e conforto durante longas viagens. O interior inclui ainda, entre outros, cintos de segurança vermelhos e elementos de revestimento em fibra de carbono.

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Visualmente, os dois ecrãs para o painel de instrumentos e para o ecrã multimédia são combinados atrás de um vidro partilhado para formarem o Cockpit Panorâmico. O condutor poderá escolher entre três estilos de indicação AMG do painel de instrumentos: “Modern Classic”, “Sport” e “Supersport”. O modo “Supersport” é particularmente atraente, com um conta-rotações redondo central e informação adicional apresentada em perspetiva na forma de gráfico de barras nos lados esquerdo e direito do conta-rotações, criando uma impressão de profundidade. Através do menu AMG, o condutor poderá aceder a vários ecrãs especiais como “Engine Data”, o indicador de mudança selecionada, “Warm-up”, “Set-up”, “G-Meter” e “RACETIMER”. Com indicações específicas da AMG como a visualização dos programas da transmissão ou os dados da telemetria, o ecrã tátil multimédia realça igualmente a configuração da componente dinâmica do modelo.

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Novo volante AMG Performance com botões de controlo harmoniosamente integrados

Com um novo design e botões perfeitamente integrados, o novo volante AMG Performance cria uma ligação ainda mais estreita entre Homem e máquina. Os três raios duplos redondos combinam estabilidade com leveza, enquanto o aro do volante é uma característica distintiva do desporto automóvel. O volante pode ser encomendado com revestimento em pele, em microfibra DINAMICA ou combinação de pele e microfibra, mediante encomenda do sistema de aquecimento do volante. O aro do volante está também equipado com uma tela sensorial para detetar as mãos do condutor no volante. Se o sistema detetar que o condutor não tem as suas mãos no volante durante um certo período de tempo, é iniciado um ciclo de aviso, que poderá terminar numa assistência de travagem de emergência se o condutor continuar a não reagir.

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Os novos interruptores táteis, que são perfeitamente integrados nas superfícies dos raios duplos horizontais, são um novo equipamento e aparentam elevada desportividade e elegância. Os interruptores táteis na zona dos símbolos facilitam o controlo. O painel de instrumentos é comandado através do painel tátil do raio superior esquerdo do volante, enquanto o ecrã multimédia é comandado através do painel tátil do lado direito. Os raios inferiores integram os controlos do sistema de controlo da velocidade de cruzeiro /DISTRONIC (esquerdo) e o telefone/sistema mãos-livres/controlo do volume (direito). Os opcionais botões táteis do volante AMG para controlar os programas da transmissão e outras funções personalizáveis são ainda mais brilhantes com novos gráficos e agora são ambos redondos.

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Através das patilhas de mudanças metalizadas dispostas nos lados esquerdo e direito atrás do aro do volante, a caixa de velocidades AMG SPEEDSHIFT TCT 9G pode ser comandada manualmente. Para um comando ainda mais preciso da caixa de velocidades, as patilhas de mudanças têm agora dimensões ligeiramente superiores e encontram-se instaladas numa posição mais baixa.

Motor de seis cilindros em linha com motor de arranque/alternador EQ e compressor elétrico adicional

O motor de 3.0 litros de seis cilindros em linha é caracterizado por prestações topo de gama e um sistema híbrido inteligente. O alternador/motor de arranque EQ Boost combina um motor de arranque e um alternador numa única máquina elétrica e está instalado entre o motor e a caixa de velocidades. Trata-se de um componente fundamental do sistema elétrico de bordo de 48 V, que além de funcionar como alternador, também é responsável pelas funções híbridas. Estas incluem um reforço da capacidade de propulsão com 16 kW de potência e 250 Nm de binário, recuperação, mudança do ponto de carga, modo roda livre e a ligação virtualmente impercetível do motor de combustão com a função start/stop.

Esta inovação, assim como a sobrealimentação inteligente através de um compressor adicional elétrico e um turbocompressor têm o mesmo objetivo: aumentar as distintivas prestações e a dinâmica de condução da AMG e reduzir ao mesmo tempo o consumo de combustível e as emissões. Apoiado pelo motor de arranque/alternador EQ Boost durante o início da marcha do veículo, o compressor elétrico auxiliar gera instantaneamente uma elevada pressão de carga sem qualquer atraso, para um rápido aumento do binário para a aceleração do veículo, até o turbocompressor dos gases de escape fornecer a sua máxima pressão. Como resultado, o motor de 3.0 litros reage imediatamente e fornece uma resposta extremamente dinâmica sem que ocorra o fenómeno conhecido como atraso do turbocompressor.

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A velocidade máxima limitada eletronicamente de 250 km/h pode ser aumentada para 270 km/h com o pack AMG Driver. O sistema de travões AMG foi idealmente afinado para a potência e o desempenho dos modelos E 53: o eixo dianteiro integra discos perfurados e ventilados internamente de 370 x 36 mm, com pinças fixas de quatro êmbolos e inscrição AMG, enquanto o eixo traseiro está equipado com discos ventilados internamente de 360 x 26 mm com pinças flutuantes de um êmbolo.

Passagens rápidas de caixa, elevada eficiência: a caixa de velocidades AMG SPEEDSHIFT TCT 9G

O novo motor de 3.0 litros está acoplado à caixa de velocidades AMG SPEEDSHIFT TCT 9G, que impressiona com passagens de caixa extremamente rápidas, uma resposta rápida às solicitações nas patilhas de mudanças, uma função de duplo desembraiar e múltiplas reduções de caixa. As passagens de caixa são implementadas instantaneamente. Especialmente no programa da transmissão “Sport+” e no modo manual, a caixa de velocidades é extremamente ágil. A caixa de velocidades também disponibiliza tanto acelerações dinâmicas e tempos de engrenamento extremamente curtos como um estilo de condução económico em função do modo selecionado.

Características com o simples toque de um dedo: AMG DYNAMIC SELECT

Com os cinco programas da transmissão “Slippery”, “Comfort”, “Sport”, “Sport+” e “Individual” do sistema DYNAMIC SELECT, as características dos novos modelos E 53 podem ser influenciadas com o simples toque de um dedo. A gama disponível varia desde uma configuração eficiente e confortável a uma configuração extremamente desportiva. Os modos da transmissão permitem modificar parâmetros importantes tais como a resposta do motor, o funcionamento da caixa de velocidades ou o comportamento da suspensão e da direção. Independentemente dos programas da transmissão do DYNAMIC SELECT, o condutor pode pressionar o botão “M” para passar diretamente ao modo manual, no qual as passagens de caixa são realizadas exclusivamente através das patilhas de mudanças no volante. As regulações da suspensão também podem ser selecionadas especificamente conforme necessário.

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O sistema de controlo da dinâmica do veículo AMG DYNAMICS está integrado nos programas da transmissão AMG DYNAMIC SELECT. Nos níveis “Basic”, “Advanced” e “Pro”, influenciam, por exemplo, as estratégias de controlo do ESP® (Electronic Stability Program) ou do sistema de tração integral. O controlo piloto inteligente antecipa o comportamento do veículo pretendido pelo condutor com base nas suas ações e nos dados dos sensores. A gama varia desde um nível de comportamento particularmente estável até um nível extremamente dinâmico, respetivamente para uma experiência de condução particularmente orientada para o conforto ou uma experiência particularmente desportiva. As funções AMG DYNAMICS também podem ser diretamente selecionadas através dos botões do volante AMG. Ambas as características controláveis do veículo e as extensas opções de equipamento oferecem um vasto leque de seleção entre desportividade, elegância e estilo de vida, com os modelos coupé e cabriolet a satisfazerem os requisitos individuais de cada cliente.

Suspensão adaptativa AMG RIDE CONTROL+ para um maior dinamismo

A maior agilidade, o comportamento neutro em curva e a maior tração são proporcionados pelo sistema de suspensão pneumática AMG RIDE CONTROL+ desenvolvido em Affalterbach. A suspensão pneumática multicâmara com uma configuração particularmente desportiva do conjunto mola/amortecedor e o amortecimento continuamente ajustável ADS+ (Adaptive Damping System), combinam uma excecional dinâmica com um elevado conforto de condução. Uma maior rigidez das molas, por exemplo, em curva e durante uma travagem, reduz efetivamente o adornamento da carroçaria.

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O amortecimento em cada roda é ajustado adequadamente em função da atual situação de condução e das condições da estrada. As características de amortecimento também podem ser pré-selecionadas em três modos, “Comfort”, “Sport” e “Sport+”, permitindo uma diferenciação significativamente mais percetível entre o conforto de uma longa viagem e a dinâmica da condução desportiva.

Tração integral totalmente variável AMG Performance 4MATIC+ de série

O sistema de tração integral totalmente variável AMG Performance 4MATIC+ combina a ótima tração para um prazer de condução dinâmica com um elevado nível de segurança em todas as condições, quer seja em piso seco, molhado ou em estradas cobertas de neve e gelo. A transição do modo de tração traseira para o modo de tração integral e vice-versa é contínua, pois o controlo inteligente está integrado na arquitetura do sistema do veículo.

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Disponível para os modelos de seis cilindros pela primeira vez: o pack AMG DYNAMIC PLUS

Para uma experiência de condução ainda mais emotiva, o opcional Pack AMG DYNAMIC PLUS agrupa equipamentos técnicos e visuais que anteriormente só estavam reservados para os modelos de oito cilindros. Os destaques incluem o programa da transmissão RACE com o Modo Drift. O volante AMG Performance revestido em microfibra DINAMICA integra botões para o rápido controlo dos programas da transmissão e da dinâmica do veículo. As pinças de travão vermelhas com inscrição AMG, nos eixos dianteiro e traseiro, realçam o carácter desportivo.

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Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet: história de sucesso desde há 50 anos (2ª Parte)

20/05/2020 17:39

O sucesso da história do Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet não termina no final dos anos 90. A passagem de testemunho para o modelo “CLK” reforçou a elegância, luxo, segurança, performances e estatuto tecnológico dos modelos Mercedes-Benz deste segmento, predicados que não mais pararam de evoluir até aos dias de hoje, no percurso das versões Coupe e Cabriolet do Classe E…

Após o sucesso revelado pelo modelo “Stroke/8” (produzido entre 1968 e 1976) e antes dos seus sucessores da série de modelos 123 conquistarem também uma forte linha de admiradores (entre 1977 e 1985), a série de modelos 124 (que incorporou a designação de Classe E desde 1993) também esteve votada ao sucesso (entre 1987 e 1996), primeiro com o Coupé e, mais tarde (entre 1991 e 1997) com o Cabriolet, que trouxe ainda maior heterogeneidade e qualidade ao segmento.

Mas a tradição dos modelos Classe E Coupé e Cabriolet não podia esperar e o êxito voltou a marcar encontro com a Mercedes-Benz quando o modelo CLK, do mesmo segmento do Classe E, se apresentou ao serviço…

O CLK aceita o testemunho

No Salão de Genebra de 1993, a Mercedes-Benz apresentou um emocionante conceito de coupé. O modelo de quatro lugares e de duas portas revelou um novo visual de “duplo farol” da Mercedes-Benz, que fez a sua estreia em 1995 no Classe E da série de modelos 210. Este concept car foi o arranque de um idioma estilístico para o lançamento de uma iniciativa estratégica de produtos e antecipou o idioma de design dinâmico de muitos modelos subsequentes. Quer os admiradores, quer os observadores profissionais, ficaram encantados. Contudo, os potenciais compradores interessados tiveram de aguardar até 1997. Só nesse ano o CLK Coupé (série de modelos 208), que revelava uma surpreendente semelhança com o concept car, foi lançado no mercado.

O novo CLK teve a sua estreia no North American International Auto Show (NAIAS), em Detroit, no mês de janeiro de 1997. Tecnologicamente, o modelo de duas portas era baseado no então atual Classe C (série de modelos 202). Mas, na qualidade de um coupé de quatro lugares de pleno direito, deu continuidade à tradicional abordagem dos modelos Classe E Coupé. Em 1998, o CLK Cabriolet da série de modelos 208 foi também disponibilizado ao público. A gama de motores disponíveis no coupé abrangia desde o quatro cilindros CLK 200 (100 kW/136 CV) até ao V8 topo de gama do modelo CLK 430 (205 kW/279 CV). A versão V6 do CLK 320 (160 kW/218 CV) era o cabriolet mais potente na gama.

Em 1999, ambas as versões da família CLK foram significativamente aperfeiçoadas no âmbito de um facelift do modelo. O extenso equipamento de série incluía agora proteções das embaladeiras e frisos de proteção pintados na cor da carroçaria, capas dos espelhos exteriores com luzes de mudança de direção integradas, regulação elétrica da altura e da posição longitudinal dos bancos dianteiros, cintos de segurança dianteiros com regulações automáticas para um maior conforto, um ecrã central no painel de instrumentos, um volante multifunções com botões de controlo do sistema de áudio e do sistema de telefone, luzes de sinalização de porta aberta, autorrádio com RDS “Audio 10”, o Programa Eletrónico de Estabilidade ESP® bem como os sistemas de controlo da velocidade de cruzeiro e SPEEDTRONIC. O novo motor topo de gama disponível para os modelos coupé e cabriolet era o CLK 55 AMG (255 kW/347 CV).

A elegante mas desportiva série de modelos 208 comprovou ser extremamente bem-sucedida: entre 1997 e 2002, a Mercedes-Benz produziu 233,367 unidades de modelos CLK Coupé e entre 1998 e 2003 um total de 115,161 unidades de modelos CLK Cabriolet.

O segundo Mercedes-Benz CLK

Na primavera de 2002, a marca deu continuidade à sua tradição com o CLK da série de modelos 209. O coupé foi primeiro apresentado no Salão de Genebra. A sua característica de modelo independente era enfatizada por um design que tinha sido recém-desenvolvido até ao mais pequeno detalhe: atraentes características estilísticas como a linha contínua dos vidros laterais sem moldura e de abertura total, a adornada grelha do radiador característica da marca com a estrela Mercedes posicionada ao centro, o recém-criado visual de duplo farol e o expressivo tejadilho estilo coupé contribuíram para a personalidade marcante do veículo.

Na primavera de 2003, o cabriolet da série de modelos 209 foi também disponibilizado ao público. Com a capota aberta ou fechada, o seu estilo elegante é imediatamente reconhecido. A capota de lona de três camadas também oferecia um isolamento exemplar a nível térmico e acústico. Ambas as variantes apresentavam maiores dimensões relativamente aos modelos antecessores, que beneficiavam os ocupantes graças ao maior espaço e a um melhor nível de conforto: no que diz respeito ao espaço oferecido pelos bancos, ao espaço para a cabeça, para os joelhos, cotovelos e ombros, os interiores tornaram-se mais espaçosos.

A gama de potência disponível para o coupé e cabriolet iniciava nos 120 kW (163 CV) até 270 kW (367 CV), sendo idêntica para ambos. Uma novidade no coupé era o CLK 270 CDI, que estava equipado com um moderno motor diesel de cinco cilindros com uma potência de 125 kW (170 CV).

A carroçaria também foi evoluída em termos tecnológicos. A rigidez torsional da estrutura do coupé tinha sido melhorada em 40%. A rigidez torsional do cabriolet, um tema importante para os veículos sem tejadilho (com capota), era cerca de 12% superior relativamente ao modelo antecessor. No departamento da aerodinâmica, também foram realizadas melhorias: o coeficiente aerodinâmico (cd) do coupé era de 0.28 enquanto o do cabriolet era de 0.30.

O CLK e o desporto automóvel

O CLK DTM AMG, que teve a sua estreia na forma de coupé na primavera de 2004 e na forma de cabriolet no outono de 2005, representou uma clara associação ao desporto automóvel. Ambas as versões foram fabricadas em pequenas séries de apenas 100 unidades cada. Destacaram inconfundivelmente a sua herança desportiva: o motor equipado era um AMG V8 de 5.5 litros e 428 kW (582 CV) de potência. A carroçaria evidenciava semelhanças com o veículo do DTM, com um expressivo kit de carroçaria que incluiu um aerofólio traseiro. O toque de autêntico veículo do desporto automóvel também era transmitido pelo interior que, por exemplo, estava equipado com bancos integrais desportivos AMG revestidos em pele, com cintos de segurança de quatro pontos e ainda o volante de competição AMG com revestimento em camurça.

Ambas as versões do veículo desportivo de elevada potência recordavam a era de sucesso do AMG-Mercedes CLK DTM no German Touring Car Masters (DTM) desde 2000. Nesses veículos do campeonato de turismo DTM, Bernd Schneider sagrou-se campeão em 2000, 2001 e 2003 e vice-campeão no ano de 2002.

O CLK marcou também presença nos grandes prémios de Formula 1: desde 1997 até 1999, o CLK 55 AMG (C 208) foi o Safety Car oficial nos grandes prémios de Formula 1. A série de modelos 209 foi representada por dois Safety Cars: o CLK 55 AMG foi utilizado na temporada de 2003, enquanto o CLK 63 AMG nas temporadas de 2006 e 2007. Os veículos que são utilizados para garantir a segurança dos pilotos nos grandes prémios de Formula 1 em todo o mundo são em grande medida veículos de série da Mercedes-AMG. As principais instalações adicionais correspondem a sistemas de segurança e de comunicação.

Facelifts CLK Coupé e Cabriolet

No Salão de Paris, em 2004, a Mercedes-Benz apresentou uma série especial do CLK 500 Cabriolet limitada a 100 unidades, com um excecional conceito de cores e materiais, criado pelo designer de moda Italiano, Giorgio Armani. No início do verão de 2005, o modelo foi sujeito a uma extensa remodelação. Em ambas as versões de carroçaria, o CLK 350 (200 kW/272 CV) substituiu o anterior CLK 320, enquanto o CLK 280 com um motor V6 de 170 kW (231 CV) foi acrescentado à gama. Desde então, o coupé também estaria disponível na versão CLK 220 CDI com um motor de 110 kW (150 CV). Os clientes podiam então encomendar o cabriolet na versão CLK 320 CDI.

Em 2006, o exclusivo modelo de elevada potência, o CLK 63 AMG com um motor de 354 kW (481 CV) em ambas as versões de carroçaria, celebrou a sua estreia. O CLK 63 AMG Black Series com um motor de 373 kW (507 CV), que estava exclusivamente disponível na variante coupé, colocou a “cereja em cima do bolo”. No verão de 2006, o CLK 500 Coupé seria equipado com um novo motor V8 com uma potência de 285 kW (388 CV).

A série de modelos 209 da Mercedes-Benz apelava a um leque de clientes ainda mais amplo comparativamente ao primeiro CLK. Desde 2002 até 2008, a empresa fabricou não menos de 240,878 unidades do modelo CLK Coupé e de 2003 até 2009 produziu 140,139 unidades do CLK Cabriolet.

Primavera de 2009: estreia da série de modelos 207

Em março de 2009, os modelos de duas portas regressaram oficialmente à gama do Classe E, dando desta forma continuidade à tradição. No Salão de Genebra o Mercedes-Benz Classe E Coupé na série de modelos 207 celebrava a sua apresentação ao público. Segurança, design, conforto – estas eram as disciplinas nucleares da marca com as quais este veículo mais uma vez redefinia novos padrões. Com o agora clássico perfil lateral sem um pilar B e com os vidros laterais de abertura total, o novo modelo de duas portas era uma interpretação desportiva do design dinâmico do Classe E. Ao mesmo tempo, esta, a versão mais aerodinâmica do coupé, registava um novo mínimo no que diz respeito a aerodinâmica: com um coeficiente aerodinâmico (cd) de apenas 0.24, este modelo era o veículo produzido em série mais eficiente do mundo a nível aerodinâmico.

Na primavera de 2010, seguiu-se o cabriolet da série de modelos 207. A sua capota otimizada a nível acústico proporcionava o mais baixo nível de ruído do seu segmento, mesmo quando o veículo era conduzido a alta velocidade. O opcional sistema inovador AIRCAP, que reduziu a turbulência do ar no interior do veículo e consequentemente também o ruído do deslocamento do ar, forneceu um excecional conforto durante a condução com a capota aberta. O sistema de aquecimento da zona da cabeça AIRSCARF também estava disponível como equipamento opcional – este sistema permitiu prolongar o período sazonal de condução com capota aberta, fornecendo um maior conforto mesmo quando a temperatura do ar exterior era baixa.

A gama de motores disponíveis era extensa. Por exemplo, estavam disponíveis dois novos modelos de quatro cilindros, o E 250 CDI BlueEFFICIENCY com um motor diesel e o E 250 CGI BlueEFFICIENCY com um motor a gasolina. Ambos os motores estavam equipados com tecnologia de injeção direta e produziam uma potência de 150 kW (204 CV). O anterior motor V6 a gasolina era substituído no E 350 CGI BlueEFFICIENCY por um motor de seis cilindros com injeção direta de gasolina orientada, com uma potência de 215 kW (292 CV). O modelo porta-estandarte era o E 500 com um motor V8 que produzia uma potência de 285 kW (388 CV).

No início de 2013, a Mercedes-Benz revelou a remodelada série de modelos 207. Em termos visuais, o coupé e o cabriolet eram moldados com vista a uma maior conformidade com o novo idioma de design da Mercedes-Benz. Estavam disponíveis interiores exclusivos e luxuosos para destacar a individualidade dos clientes e enfatizar a filiação à família Classe E. A seleção de sistemas de assistência orientados para o futuro também foi alargada, como o foi a gama de motores disponíveis. Estavam agora disponíveis seis motores a gasolina com potências desde 135 kW (184 CV) até 300 kW (408 CV) e três motores diesel com níveis de potência desde 125 kW (170 CV) até 185 kW (252 CV). Entre outros equipamentos, eram agora disponibilizados potentes e eficientes motores de quatro cilindros, bem como uma versão de seis cilindros que, pela primeira vez, estava disponível na versão E 400 com sobrealimentação de ar por dois turbocompressores e com uma potência de 245 kW (333 CV).

Em dezembro de 2016, a produção dos modelos Classe E Coupé e Cabriolet da série de modelos 207 chegou ao fim. Desde o final de 2008 até 2016, a empresa produziu 221,556 unidades do modelo coupé e de 2009 até 2016 produziu 140,925 unidades do cabriolet. O novo Classe E Coupé da série de modelos 238 celebrou a sua estreia mundial em dezembro de 2016 e foi exibido pela primeira vez num certame internacional em janeiro de 2017 por ocasião do NAIAS em Detroit. Seguiu-se o cabriolet no Salão de Genebra em março, que deu início ao próximo capítulo na Mercedes-Benz numa história de sucesso de elegância desportiva.

Agora é só esperar pela próxima geração, que já vem a caminho…

Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet: história de sucesso desde há 50 anos (1ª Parte)

19/05/2020 17:14

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Numa altura em que a nova geração do Mercedes-Benz Classe E Coupé e Cabriolet está prestes a conhecer a “luz do dia”, vale a pena mergulhar na história destes elegantes, desportivos e luxuosos modelos que dignificam a história da Mercedes-Benz. A tradição desta série de modelos teve início há mais de 50 anos, com os modelos Stroke/8 Coupé da série “114” e há quase 30 anos com os cabriolets da série “124”.

Desde 1993, quando os veículos neste segmento de mercado da Mercedes-Benz receberam a designação de Classe E. Contudo, a tradição dos Coupés e, mais tarde, Cabriolets, neste segmento por parte da marca da estrela é muito anterior à década de 90, percorrendo, já antes disso, um estrondoso caminho de sucesso.

O “Stroke/8” Coupé foi a pedra lapidar de uma excelente tradição em 1968

Em novembro de 1968, a Mercedes-Benz fascinou os seus clientes com o lançamento de um elegante modelo de duas portas. Conhecidos afetuosamente como série “Stroke/8”, os coupés da série de modelos 114 complementaram os topos de gama da gama da série de modelos 114/115 e lideraram firmemente o segmento. A seleção de motores não deixava margem para dúvidas: os modelos de duas portas só estavam disponíveis com motores de seis cilindros. De facto, o motor M114 com o sistema eletrónico de injeção de combustível Bosch D-Jetronic no topo de gama 250 CE (110 kW/150 CV) estava reservado para os coupés. Duas revistas de automóveis, a “Motor-Rundschau” e a “auto motor und sport” ensaiaram os modelos e atingiram uma velocidade máxima de 198 km/h no modelo 250 CE, enquanto a “Automobil Revue”, uma revista da especialidade sedeada em Berna na Suíça, até atingiu os 199 km/h. Desta forma, o modelo atingiu quase a mágica marca dos 200 km/h, que naquela altura ainda era um registo excecional para veículos ligeiros de passageiros. Naturalmente a Mercedes-Benz escolheu o circuito de Hockenheimring para apresentar os seus coupés há 50 anos.

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Os especialistas estavam igualmente impressionados com o design desportivo e com os equipamentos de elevada qualidade do interior – o revestimento em madeira de elevada qualidade no painel de instrumentos e os tapetes do piso são apenas alguns exemplos.

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Tecnologicamente, o coupé assemelha-se à limousine, mas a nível estético destaca-se claramente do modelo de quatro portas: o para-brisas e o vidro traseiro apresentam uma maior inclinação comparativamente ao limousine e, em conjunto com o perfil do tejadilho, que é 45 milímetros mais baixo, criam uma silhueta dinâmica. Os vidros laterais, tanto os dianteiros como os traseiros, também não possuíam moldura e podiam ser totalmente abertos. Ao eliminar o pilar B, a estética geral era melhorada e a visibilidade para o exterior não era prejudicada. O para-choques, que se estendia de forma arredondada até aos guarda-lamas traseiros, complementava a aparência harmoniosa.

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Em 1972, a Mercedes-Benz apresentou o 280 CE de 136 kW (185 CV) como o novo modelo topo de gama da família “Stroke/8” Coupé. Até à data da descontinuidade da produção em agosto de 1976, a Mercedes-Benz tinha fabricado um total de 67,000 modelos Coupé da série de modelos 114. O modelo mais bem-sucedido, com 21,787 unidades fabricadas, foi o 250 CE de 1972. O modelo coupé era uma variante muito desejada no estrangeiro: cerca de 60% dos veículos fabricados foram exportados.

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C 123: elegância desportiva para individualistas

A Mercedes-Benz continuou a história de sucesso dos coupés “Stroke/8” na seguinte geração de veículos que precedeu o Classe E. A série de modelos 123 de duas portas celebrou a sua estreia no Salão de Genebra em Março de 1977. Juntamente com os modelos 280 C e 280 CE equipados com motor de seis cilindros, estava também disponível o modelo 230 C, e, portanto, pela primeira vez, um modelo de quatro cilindros. O grupo-alvo era um segmento de clientes exigentes: “Os coupés apresentados em Genebra destinavam-se a entusiastas por motores de elevado desempenho, que valorizavam ao mesmo tempo uma individualidade estética e um dinamismo notório dos seus veículos,” foi a forma como o sentimento foi expresso no kit de imprensa para o salão automóvel.

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Tal como no caso do “Stroke/8”, os coupés evidenciam um visual estreitamente ligado ao dos modelos limousine. Contudo, revelam um visual claramente muito mais independente do que o dos seus antecessores, sendo essa a razão pela qual o kit de imprensa referiu o seu “carácter inconfundível”. O perfil da carroçaria, por exemplo, era 40 milímetros mais baixo e 85 milímetros mais curto do que o do limousine, devido à menor distância entre eixos. Além disso, o para-brisas e o vidro traseiro eram mais inclinados, enquanto os vidros laterais, que não eram separados por um pilar B, podiam ser totalmente abertos. “O resultado do ponto de vista do observador é um perfil mais comprido com um visual mais dinâmico. Para os ocupantes, isto significa um campo de visão excecional e totalmente desimpedido,” realçou o kit de imprensa.

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O nível de revestimento era baseado nos modelos limousine topo de gama. Todos os três modelos coupé estavam equipados com largos faróis retangulares, grelhas de entrada de ar cromadas em frente ao para-brisas e revestimento cromado abaixo dos farolins traseiros. O habitáculo ainda mais estável com uma estrutura do tejadilho mais rígida, os pilares do tejadilho de elevada resistência e as portas reforçadas foram importantes inovações tecnológicas comparativamente aos modelos antecessores. A capacidade de absorção de energia perante um impacto nas secções dianteira e traseira foi significativamente aumentada através da utilização de estruturas de deformação programada.

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A gama composta pelos modelos 230 C (80 kW/109 CV), 280 C (115 kW/156 CV) e 280 CE (130 kW/177 CV) foi complementada em setembro de 1977 pela variante diesel 300 CD equipada com motor de cinco cilindros (59 kW/80 CV), embora esta estivesse reservada para exportação para o mercado da América do Norte. Em 1981, este primeiro diesel coupé foi sucedido pelo 300 CD turbo diesel (92 kW/125 CV). A produção dos modelos 230 C e 280 C com carburador foi descontinuada em 1980, enquanto o modelo 230 CE (100 kW/136 CV) equipado com sistema de injeção de gasolina foi acrescentado à gama.

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A produção do modelo C 123 terminou em agosto de 1985 após um ciclo de produção de oito anos e de um total de 99,884 unidades produzidas. A versão mais rara era o modelo 280 C, do qual apenas foram fabricadas 3,704 unidades num período de três anos e meio, enquanto o mais bem-sucedido foi a versão 280 CE, do qual foram produzidas 32,138 unidades. O fascínio destes elegantes modelos de duas portas continua em evidência nos dias de hoje, sendo comprovado pelas posições que ocupam como veículos clássicos recentes com elevada procura. Para os admiradores, o que a Mercedes-Benz escreveu na brochura de 1982 ainda se aplica à atualidade: “A geometria da carroçaria do Mercedes coupé revela uma elegância desportiva intemporal. Sem floreados nem modas passageiras. A sua geometria fluida chama particularmente a atenção embora esteja integrada no visual geral do veículo com as máximas harmonia e simplicidade.”

Série de modelos 124: o primeiro Classe E com “vista para o céu”

Em março de 1987, a Mercedes-Benz apresentou o novo coupé da série de modelos 124 no Salão de Genebra – no verão de 1993, recebeu o título “Classe E Coupé”. Mas o veículo desportivo e elegante com as suas linhas sedutoras e modernas não foi o único veículo de duas portas da série de modelos a ser lançado: 1991 foi o ano do primeiro cabriolet neste segmento. Ambos os modelos já eram clássicos recentes muito procurados. Enquanto os primeiros coupés desta série de modelos já podiam receber um certificado de veículo histórico e desta forma a cobiçada designação “H” na matrícula a partir de 2017, os mais recentes cabriolets não seriam elegíveis para tal designação até ao ano seguinte.

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O novo veículo da série de modelos 124 deu continuidade à vigorosa tradição de modelos coupé de quatro lugares da Mercedes-Benz neste segmento de mercado. Tal como no caso dos seus antecessores, os engenheiros e designers tomaram o limousine como os seus pontos de partida a nível tecnológico e também criaram o coupé com base na versão de quatro portas no que diz respeito ao estilo. Todavia, o coupé destaca-se logo à primeira vista como um veículo distinto, desportivo e elegante. Tal como na série de modelos 123, o conjunto do piso do modelo de quatro portas foi encurtado, a distância entre eixos foi reduzida em 85 milímetros para os 2,715 milímetros, destacando as linhas compactas e desportivas do coupé. Os painéis laterais, o tejadilho e a secção traseira foram significativamente modificados, mantendo apenas a secção dianteira substancialmente inalterada relativamente ao limousine.

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A Mercedes-Benz não comprometeu no que diz respeito à segurança passiva, apesar das adaptações consideráveis à estrutura da carroçaria: os engenheiros compensaram a omissão dos pilares B reforçando os pilares A, as longarinas e as portas através da utilização de uma elevação da proporção de painéis de aço de elevada resistência. Foi também utilizada uma nova abordagem no acabamento do tejadilho: o revestimento foi prolongado ligeiramente até abaixo do vidro traseiro, o que permitiu aumentar quer a segurança quer o conforto dos passageiros traseiros. Os frisos de proteção integrados nos painéis longitudinais das embaladeiras das portas eram uma característica de design que destacou a singularidade dos coupés comparativamente às restantes variantes de carroçaria nesta série de modelos.

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A gama de modelos incluía inicialmente as versões 230 CE (97 kW/132 CV) e 300 CE (132 kW/180 CV). Em 1989, no International Motor Show (IAA) em Frankfurt/Main, foi lançada uma gama de modelos totalmente redesenhada. O novo topo de gama era a versão 300 CE-24 (162 kW/220 CV) com motor de 3.0 litros de quatro válvulas do modelo desportivo 300 SL-24 (R 129). O equipamento disponível incluía jantes de liga leve, vidros elétricos, volante e alavanca de velocidades revestidos em pele, revestimento em madeira de nogueira e luzes de sinalização de porta aberta nas portas. Quando a remodelada série de modelos 124 foi lançada no outono de 1992 com novos motores e revestimentos, os motores dos coupés foram totalmente convertidos para a tecnologia de quatro válvulas. A gama de motores disponíveis incluía agora o motor de 3.2 litros de quatro válvulas na versão 320 CE (162 kW/220 CV), adotado do Classe S da série de modelos 140.

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Logo em 1991, a Mercedes-Benz lançou o elegante cabriolet da série de modelos 124 no IAA para criar uma ligação entre o prazer de condução com capota aberta e as virtudes estabelecidas da série de modelos. O cabriolet de quatro lugares com capota de lona foi o primeiro veículo deste tipo da Mercedes-Benz após um longo interregno de 20 anos. A capota de lona retrátil de 43 quilos era constituída por um sistema articulado de 27 peças e 34 articulações. Mesmo na condição de capota aberta, esta permitia um volume suficiente na bagageira para o transporte de bagagem. Inicialmente, o 300 CE-24 cabriolet foi disponibilizado ao público a partir da primavera de 1992.

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Os engenheiros fizeram todos os esforços para desenvolver o cabriolet com base no coupé. Parte deste esforço foi aplicado na criação de uma carroçaria mais rígida, para tornar o modelo de quatro lugares tão confortável e seguro quanto os restantes membros da família. Para esta finalidade, cerca de 1,000 componentes foram totalmente redesenhados. Os componentes estruturais foram produzidos a partir de chapa de aço mais espessa ou de elevada resistência. As áreas sujeitas a uma maior tensão foram adicionalmente reforçadas com duplas estruturas, chapas de ligação ou nervuras de reforço. Estas soluções também incluíram as chapas diagonais de reforço conhecidas dos modelos desportivos SL da série de modelos R 129. Foram também instalados amortecedores de vibração na torre da suspensão esquerda, na estrutura do tejadilho sobre o para-brisas e nas cavidades laterais da bagageira. Estes reduzem as vibrações incómodas na carroçaria que podem ocorrer em veículos cabriolets devido à ausência de uma estrutura completa do tejadilho. O pack total de medidas de design incorporado na carroçaria tornou o cabriolet não só confortável mas também tão seguro quanto as variantes sedan, wagon ou coupé na eventualidade de uma colisão frontal, traseira ou lateral. Para a proteção na eventualidade de um capotamento, os pilares A foram soldados para formar uma unidade robusta nas secções vulneráveis à deformação, tendo sido também instalada uma barra anticapotamento acionada automaticamente.

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O primeiro Classe E e os motores topo de gama da AMG

Em junho de 1993, a Mercedes-Benz apresentou a geração facelift da série de modelos 124. Tal como no caso de todas as restantes versões da série de modelos, o cabriolet recebia agora o título Classe E. Os modelos de duas portas seriam ligeiramente redesenhados, com a renovada grelha do radiador, conhecida do Classe S e que se prolongava agora pelo capot, e ainda a nova posição da estrela Mercedes no capot. As versões de quatro cilindros E 200 (100 kW/136 CV) e E 220 (110 kW/150 CV) bem como a de seis cilindros E 320 (162 kW/220 CV) eram os modelos disponíveis.

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O novo motor topo de gama para os modelos coupé e cabriolet de 1993 era o E 36 AMG (200 kW/272 CV). Estas variantes de elevada potência estabeleceram uma tradição emocional que ainda perdura nos tempos atuais nas desportivas e elegantes versões de duas portas do Classe E produzidas pela Mercedes-AMG. Os modelos topo de gama foram disponibilizados ao público a partir do outono de 1993. Destacaram-se esteticamente das restantes versões de motores em resultado dos componentes discretamente destacáveis: a cúpula de entrada de ar dianteira, as proteções das embaladeiras laterais e o para-choques traseiro, pintados na cor da carroçaria e harmoniosamente integrados na geometria da carroçaria, e ainda as jantes de liga leve AMG de 17 polegadas.

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Entre 1987 e 1996, foram fabricados um total de 141,498 modelos coupé da série de modelos C 124, enquanto de 1991 a 1997 foram produzidos um total de 33,952 modelos cabriolet da série de modelos A 124. Ambos os desportivos e elegantes modelos de duas portas registaram elevadas percentagens de exportação.

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Tudo isto, antes do Classe E Coupé e Cabriolet viragem uma nova página de sucesso, que deu pelo nome “CLK”…

Sabia que o volante do seu Mercedes-Benz tem 120 anos de evoluções?

19/05/2020 15:01

A segurança e a tecnologia sempre foram imagens de marca da Mercedes-Benz e a evolução de uma peça tão fundamental para a condução como o volante pode facilmente comprová-lo. Desde o primeiro volante, que mais não era do que uma simples manivela de mudança de direção, até à nova geração do volante digital que aparecerá no novo Classe E, há 120 anos de história para percorrer! Venha daí, descobri-la…  

O primeiro passo no sentido da criação do moderno volante Mercedes-Benz foi dado há 120 anos, pela então Daimler-Motoren-Gesellschaft! Foi nessa altura que se deu a transição desde uma simples manivela de direção para um volante significativamente mais funcional. Isto levou ao desenvolvimento do atual centro de comando tecnologicamente avançado, que permite, hoje, ao condutor direcionar o veículo com precisão e, ao mesmo tempo, operar de forma cómoda e segura vários sistemas de conforto e de assistência. Bem-vindo à história dos volantes Mercedes-Benz…

Sem volante - os primeiros veículos

O primeiro automóvel do mundo, o automóvel patenteado por Karl Benz de 1886, ainda fora manobrado “sem volante”, tal como o “veículo de rodas de aço” projetado por Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach em 1889 – nenhum destes modelos estava equipado com volante, mas sim com uma simples manivela de direção, pois naquela época, os condutores de carroças estavam habituados a puxar à direita ou à esquerda para direcionar os cavalos para a direção pretendida.

O primeiro volante foi estreado em 1894 na primeira corrida de automóveis do mundo

O engenheiro Francês Alfred Vacheron é considerado o inventor do volante. Para a primeira corrida de automóveis do mundo – desde Paris até Rouen em julho de 1894 – foi instalado um volante ao invés da habitual manivela de direção no seu Panhard & Levassor, cujo propulsor era um motor da Daimler. Foi alcançado um melhor controlo pois o ângulo de direção das rodas dianteiras podia ser controlado através de várias rotações da coluna da direção, desde uma posição central neutra até ao limite. Isto permitiu uma direção mais precisa e desta forma velocidades de condução mais elevadas. Embora o francês se tenha classificado apenas em 11º lugar, o volante prevaleceu.

O Mercedes Simplex com coluna da direção inclinada e controlos de funções do motor

Em 1900, a Daimler-Motoren-Gesellschaft também equipou o seu veículo de competição Phoenix com um volante. Neste caso, a coluna da direção era inclinada, o que tornou significativamente mais fácil manobrar a direção. Todavia, todos os movimentos da direção exigiam um grande esforço. Nos modelos Mercedes Simplex lançados em 1902, existiam alavancas adicionais no volante que tinham que ser utilizadas para regular funções essenciais do motor, como o ponto de ignição e a mistura ar/combustível.

De 1920 até 1940: o grande volante com o anel central da buzina

Enquanto as alavancas, para o ajuste manual da mistura ar/combustível e do ponto de ignição, se tornaram gradualmente dispensáveis graças ao desenvolvimento dos motores, uma função adicional desde os primórdios do automóvel permaneceu até aos tempos atuais: a buzina. A forma mais simples da car-to-x communication começou com uma buzina de balão e trompete instalada no aro do volante, seguida pela buzina klaxon no centro do volante. O anel da buzina nos raios do volante foi estreado nos anos de 1920. Foi equipada de série até aos anos de 1970 e tornou-se cada vez mais delicada.

Em 1949, o anel da buzina também assumiu a função da atuação dos sinais de mudança de direção que eram comuns até meados dos anos de 1950. Para sinalizar uma mudança de direção, era simplesmente rodado para a esquerda ou para a direita. Posteriormente, uma alavanca de aproximadamente 20 centímetros de comprimento articulava para fora da carroçaria e indicava a direção de marcha para a qual o condutor pretendida direcionar o veículo. Estes indicadores de direção, que nos dias de hoje podem ser considerados algo bizarros, foram substituídos por luzes intermitentes de cor laranja/amarelo que eram ativadas pela rotação do anel através de uma unidade de controlo central.

Os anos de 1950: a estreia da alavanca de mudança na coluna da direção e a direção assistida

Nos anos de 1950, o volante tornou-se ainda mais um interface fundamental de ligação entre o veículo e o condutor – como um centro de controlo para novas funções de conforto e uma maior segurança. Em 1951, a Mercedes-Benz implementou uma alavanca de mudanças na coluna da direção nos modelos 300 “Adenauer-Mercedes” (W 186) e 220 (W 187), resultando num aumento de conforto para o condutor e para o passageiro dianteiro. Isto deveu-se ao facto de, naquela época, os bancos dianteiros normalmente serem concebidos na forma de um banco corrido com capacidade para acomodar até dois passageiros dianteiros. Até aos anos de 1970, a alavanca de mudanças na coluna da direção manteve-se como uma solução de engenharia amplamente utilizada para comandar a caixa de velocidades. Na Mercedes-Benz, este tipo de alavanca regressou em 2005 na forma de alavanca seletora DIRECT SELECT da caixa de velocidades automática, o que permitiu libertar espaço da consola central para outros fins.

Outra função do volante foi adicionada em 1955, com uma alavanca para os sinais de luzes de máximos. Contudo, o próprio volante era frequentemente cansativo, apesar da elevada relação de transmissão da direção e do saliente diâmetro do volante. Por esta razão, em 1958, a Mercedes-Benz implementou a direção assistida na berlina do modelo 300.

Os anos 60: redução do risco de ferimentos graças ao volante de segurança

Em 1959, a Mercedes-Benz revolucionou a engenharia automóvel, particularmente em termos de proteção contra acidentes, com o modelo “Fintail” (W 111). Esta berlina foi o primeiro veículo do mundo a ser equipado com um conceito de segurança integrado, que era constituído por um habitáculo estável, zonas de deformação programada e um novo volante com uma chapa de amortecimento de grandes dimensões que reduziu o risco de ferimentos na eventualidade de uma colisão, e uma coluna da direção dividida em secções que era deslocada para trás. Estas soluções permitiram evitar o conhecido efeito de lança. Nos primeiros modelos equipados com coluna da direção rígida, ocorreram inúmeros graves ferimentos em casos de impacto frontal pois a coluna da direção era projetada no sentido do condutor. Para aumentar a segurança, a Mercedes-Benz implementou um sistema de segurança patenteado com uma coluna da direção telescópica e um sistema de absorção de impacto, que se tornou um equipamento de série em toda a gama de veículos ligeiros de passageiros em 1967.

Além disso, a primeira alavanca de controlo combinada fez a sua estreia em 1959 nos modelos “Fintail” e “Ponton”. De acordo com o mote “dois por um”, incluía as funções de controlo das luzes de mudança de direção e de sinais de luzes de máximos. Em 1963, a aplicação da alavanca de controlo foi estendida para incluir as funções do sistema de limpa para-brisas e de lava para-brisas. O sistema limpa para-brisas era anteriormente ativado com um interruptor de puxar no topo do painel de instrumentos.

Os anos 70 e 80: tudo se resume à segurança

O volante de segurança de quatro raios lançado com o 350 SL Roadster em 1971 forneceu uma proteção contra impacto ainda melhor graças a uma chapa almofadada de grandes dimensões com um elemento de absorção de impacto. Os raios serviam como apoios do aro do volante. Na eventualidade de uma colisão, absorviam as forças e transmitiam-nas de forma a que o aro do volante não fosse fraturado. O anel da buzina já tinha tido a sua época e os botões para o controlo da buzina foram deslocados para o centro do volante.

1975: o primeiro controlo da velocidade de cruzeiro

Em dezembro de 1975, o modelo Mercedes-Benz 450 SEL 6.9 foi um dos primeiros automóveis a ser equipado de série com um designado sistema de controlo da velocidade de cruzeiro. O DISTRONIC, o primeiro sistema de controlo de proximidade apoiado por radar que mantém uma distância constante para o veículo em frente, foi estreado a nível mundial em 1998, também no Classe S (220 series).

1981: o primeiro airbag

A procura incessante pelo melhor nível de segurança possível deu origem a outra mudança decisiva no design do volante desde 1981. A razão para este facto foi a introdução do primeiro airbag do condutor no Classe S (126 series). Ocultado atrás da saliente chapa de amortecimento estava um novo sistema de retenção, que forneceu um padrão de segurança nunca antes alcançado na eventualidade de uma colisão. Ainda assim, os primeiros airbags eram volumosos, portanto a chapa de amortecimento teria de ser substancialmente maior. Contudo, no decurso do desenvolvimento, foi possível dobrar várias vezes o airbag embalado em vácuo para ocupar um espaço reduzido, e o espaço de utilização para novas ideias dos designers (para o design atual) tornou-se novamente grande. Em 1992, o airbag do condutor tornou-se um equipamento de série em todos os veículos ligeiros de passageiros da Mercedes-Benz. Em 1994 seguiu-se o airbag do passageiro dianteiro. Ao ser acionado perante um impacto, o airbag é insuflado e atinge um diâmetro de 720 milímetros e um volume de 64 litros em 30 milissegundos.

1998: o primeiro volante multifunções

Outra revolução tecnológica foi incorporada pelo volante multifunções, introduzido em 1998 juntamente com o sistema COMAND. Além da variedade de funções do veículo, com o avanço tecnológico de novos dispositivos de informação, navegação e entretenimento foi necessário repensar a operação do veículo e do seu conceito de indicação. Um objetivo importante no desenvolvimento do modelo Classe S 220 consistiu em reduzir o esforço do condutor para que pudesse concentrar a sua atenção no essencial: no trânsito e na experiência de condução. Com um novo volante multifunções equipado de série, o condutor pôde controlar vários sistemas e aceder a informação importante simplesmente com o seu dedo polegar. Pela primeira vez, o volante estava interligado ao rádio, ao telefone e a um ecrã no centro do painel de instrumentos no qual eram apresentados até oito menus principais.

2005: a reintrodução da alavanca de mudança no volante

2005 foi o ano da estreia dos então novos modelos do Classe M e Classe S com painéis de instrumentos redesenhados: a alavanca de mudança da caixa de velocidades automática foi deslocada da consola central para a coluna da direção. A nova alavanca de mudanças DIRECT SELECT criou espaço entre o condutor e o passageiro dianteiro e tornou mais fácil o comando da caixa de velocidades. Os botões adicionais do volante permitiram a pré-seleção manual de sete mudanças; o desempenho dos motores de seis e de oito cilindros podiam agora ser otimamente explorados em todas as situações de condução. Desde 2008, o SL Roadster estava disponível com a caixa de velocidades desportiva 7G-TRONIC com patilhas de mudanças no volante.

Desde uma geometria poligonal a uma geometria redonda com raios elegantes

Com as novas funções, uma quantidade cada vez maior de cabos, placas de circuitos e sensores foi instalada no volante. Para acomodar todos estes componentes e o airbag, os volantes eram significativamente volumosos nos anos de 2000. Ao longo do tempo, o design tornou-se cada vez mais refinado. Desde as iniciais geometrias poligonais, foram desenvolvidas formas geométricas com um círculo ao centro e raios com linhas suaves.

2016: primeiros botões táteis Touch Control no então Classe E

O Classe E de 2016 foi o primeiro veículo do mundo a ser equipado com botões Touch Control no volante – Permitem controlar todo o sistema de informação e de entretenimento através de gestos de deslizamento com os dedos – sem necessidade de retirar as mãos do volante. Tal como a superfície de um smartphone, os botões são sensíveis ao toque e, portanto, reagem aos movimentos de deslizamento horizontais e verticais de um dedo. Isto permite ao condutor controlar todas as funções do sistema de informação e de entretenimento, de forma simples, lógica e intuitiva. Ao pressionar os botões de controlo táteis, a função selecionada com os gestos de deslizamento é acionada.

2020: uma nova era: o volante tátil

Ainda este ano, a Mercedes-Benz estreará uma nova geração de volantes digitais com o lançamento do novo Classe E, que se estenderá, certamente, depois a uma boa parte da gama, no futuro. A sua principal particularidade será a função tátil ou seja, o seu aro contém uma camada sensorial de duas zonas que deteta se o condutor tem as suas mãos no volante. Tudo em nome da segurança. 

#SOCIEDADE COMERCIAL C. SANTOS #MERCEDES-BENZ

#TECNOLOGIA #HISTÓRIA

Mercedes-Benz é a marca automóvel favorita dos portugueses

16/05/2020 11:39

A Mercedes-Benz foi novamente considerada a marca automóvel preferida dos portugueses pelo ranking global Marktest Reputation Index (MRI). A Marca da estrela alcançou a 1ª posição entre todas as marcas automóveis, sendo a 5ª, a nível global, em que os portugueses mais depositam confiança.

O estudo Marktest Reputation Index tem como objetivo posicionar as marcas num ranking, o que permite a sua comparação e posicionamento face aos restantes concorrentes, incluindo de outros sectores de atividade. Em 2020, foram analisadas 128 marcas, entre 24 categorias, tendo a Mercedes-Benz alcançado a 5ª posição no ranking geral em termos de confiança.

Das 10 marcas de automóveis em análise, 3 continuam a fazer parte do TOP 20 de marcas com melhor índice MRI: Mercedes-Benz (5º lugar), BMW (12º lugar) e AUDI (20º).

 O Marktest Reputation Index (MRI) analisa diversos atributos estabelecendo, desta forma, um ranking do TOP 10 das marcas que mais se destacam em cada um dos atributos avaliados: Top 10 marcas admiradas; Top 10 marcas familiares; Top 10 marcas de confiança; Top 10 marcas Imagem Positiva e Top 10 marcas WOM (Word Of Mouth) positivo.

Em 2020, a Mercedes-Benz liderou em todos os atributos analisados, entre as marcas em estudo do ramo automóvel, alcançando a 1ª posição. Importa ainda referir que a Mercedes-Benz conquistou a sua posição no Top 10 do ranking global, nos atributos das marcas mais admiradas, de confiança, melhor imagem e WOM positivo.

Sabia que o volante do seu Mercedes-Benz tem 120 anos de evoluções?

12/05/2020 16:36

A segurança e a tecnologia sempre foram imagens de marca da Mercedes-Benz e a evolução de uma peça tão fundamental para a condução como o volante pode facilmente comprová-lo. Desde o primeiro volante, que mais não era do que uma simples manivela de mudança de direção, até à nova geração do volante digital que aparecerá no novo Classe E, há 120 anos de história para percorrer! No meio dessa evolução está certamente o do seu Mercedes-Benz! Venha daí descobrir a que geração de volantes ele pertence…  

O primeiro passo no sentido da criação do moderno volante Mercedes-Benz foi dado há 120 anos, pela então Daimler-Motoren-Gesellschaft! Foi nessa altura que se deu a transição desde uma simples manivela de direção para um volante significativamente mais funcional. Isto levou ao desenvolvimento do atual centro de comando tecnologicamente avançado, que permite, hoje, ao condutor direcionar o veículo com precisão e, ao mesmo tempo, operar de forma cómoda e segura vários sistemas de conforto e de assistência. Bem-vindo à história dos volantes Mercedes-Benz…

Sem volante - os primeiros veículos

O primeiro automóvel do mundo, o automóvel patenteado por Karl Benz de 1886, ainda fora manobrado “sem volante”, tal como o “veículo de rodas de aço” projetado por Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach em 1889 – nenhum destes modelos estava equipado com volante, mas sim com uma simples manivela de direção, pois naquela época, os condutores de carroças estavam habituados a puxar à direita ou à esquerda para direcionar os cavalos para a direção pretendida.

O primeiro volante foi estreado em 1894 na primeira corrida de automóveis do mundo

O engenheiro Francês Alfred Vacheron é considerado o inventor do volante. Para a primeira corrida de automóveis do mundo – desde Paris até Rouen em julho de 1894 – foi instalado um volante ao invés da habitual manivela de direção no seu Panhard & Levassor, cujo propulsor era um motor da Daimler. Foi alcançado um melhor controlo pois o ângulo de direção das rodas dianteiras podia ser controlado através de várias rotações da coluna da direção, desde uma posição central neutra até ao limite. Isto permitiu uma direção mais precisa e desta forma velocidades de condução mais elevadas. Embora o francês se tenha classificado apenas em 11º lugar, o volante prevaleceu.

O Mercedes Simplex com coluna da direção inclinada e controlos de funções do motor

Em 1900, a Daimler-Motoren-Gesellschaft também equipou o seu veículo de competição Phoenix com um volante. Neste caso, a coluna da direção era inclinada, o que tornou significativamente mais fácil manobrar a direção. Todavia, todos os movimentos da direção exigiam um grande esforço. Nos modelos Mercedes Simplex lançados em 1902, existiam alavancas adicionais no volante que tinham que ser utilizadas para regular funções essenciais do motor, como o ponto de ignição e a mistura ar/combustível.

De 1920 até 1940: o grande volante com o anel central da buzina

Enquanto as alavancas, para o ajuste manual da mistura ar/combustível e do ponto de ignição, se tornaram gradualmente dispensáveis graças ao desenvolvimento dos motores, uma função adicional desde os primórdios do automóvel permaneceu até aos tempos atuais: a buzina. A forma mais simples da car-to-x communication começou com uma buzina de balão e trompete instalada no aro do volante, seguida pela buzina klaxon no centro do volante. O anel da buzina nos raios do volante foi estreado nos anos de 1920. Foi equipada de série até aos anos de 1970 e tornou-se cada vez mais delicada.

Em 1949, o anel da buzina também assumiu a função da atuação dos sinais de mudança de direção que eram comuns até meados dos anos de 1950. Para sinalizar uma mudança de direção, era simplesmente rodado para a esquerda ou para a direita. Posteriormente, uma alavanca de aproximadamente 20 centímetros de comprimento articulava para fora da carroçaria e indicava a direção de marcha para a qual o condutor pretendida direcionar o veículo. Estes indicadores de direção, que nos dias de hoje podem ser considerados algo bizarros, foram substituídos por luzes intermitentes de cor laranja/amarelo que eram ativadas pela rotação do anel através de uma unidade de controlo central.

Os anos de 1950: a estreia da alavanca de mudança na coluna da direção e a direção assistida

Nos anos de 1950, o volante tornou-se ainda mais um interface fundamental de ligação entre o veículo e o condutor – como um centro de controlo para novas funções de conforto e uma maior segurança. Em 1951, a Mercedes-Benz implementou uma alavanca de mudanças na coluna da direção nos modelos 300 “Adenauer-Mercedes” (W 186) e 220 (W 187), resultando num aumento de conforto para o condutor e para o passageiro dianteiro. Isto deveu-se ao facto de, naquela época, os bancos dianteiros normalmente serem concebidos na forma de um banco corrido com capacidade para acomodar até dois passageiros dianteiros. Até aos anos de 1970, a alavanca de mudanças na coluna da direção manteve-se como uma solução de engenharia amplamente utilizada para comandar a caixa de velocidades. Na Mercedes-Benz, este tipo de alavanca regressou em 2005 na forma de alavanca seletora DIRECT SELECT da caixa de velocidades automática, o que permitiu libertar espaço da consola central para outros fins.

Outra função do volante foi adicionada em 1955, com uma alavanca para os sinais de luzes de máximos. Contudo, o próprio volante era frequentemente cansativo, apesar da elevada relação de transmissão da direção e do saliente diâmetro do volante. Por esta razão, em 1958, a Mercedes-Benz implementou a direção assistida na berlina do modelo 300.

Os anos 60: redução do risco de ferimentos graças ao volante de segurança

Em 1959, a Mercedes-Benz revolucionou a engenharia automóvel, particularmente em termos de proteção contra acidentes, com o modelo “Fintail” (W 111). Esta berlina foi o primeiro veículo do mundo a ser equipado com um conceito de segurança integrado, que era constituído por um habitáculo estável, zonas de deformação programada e um novo volante com uma chapa de amortecimento de grandes dimensões que reduziu o risco de ferimentos na eventualidade de uma colisão, e uma coluna da direção dividida em secções que era deslocada para trás. Estas soluções permitiram evitar o conhecido efeito de lança. Nos primeiros modelos equipados com coluna da direção rígida, ocorreram inúmeros graves ferimentos em casos de impacto frontal pois a coluna da direção era projetada no sentido do condutor. Para aumentar a segurança, a Mercedes-Benz implementou um sistema de segurança patenteado com uma coluna da direção telescópica e um sistema de absorção de impacto, que se tornou um equipamento de série em toda a gama de veículos ligeiros de passageiros em 1967.

Além disso, a primeira alavanca de controlo combinada fez a sua estreia em 1959 nos modelos “Fintail” e “Ponton”. De acordo com o mote “dois por um”, incluía as funções de controlo das luzes de mudança de direção e de sinais de luzes de máximos. Em 1963, a aplicação da alavanca de controlo foi estendida para incluir as funções do sistema de limpa para-brisas e de lava para-brisas. O sistema limpa para-brisas era anteriormente ativado com um interruptor de puxar no topo do painel de instrumentos.

Os anos 70 e 80: tudo se resume à segurança

O volante de segurança de quatro raios lançado com o 350 SL Roadster em 1971 forneceu uma proteção contra impacto ainda melhor graças a uma chapa almofadada de grandes dimensões com um elemento de absorção de impacto. Os raios serviam como apoios do aro do volante. Na eventualidade de uma colisão, absorviam as forças e transmitiam-nas de forma a que o aro do volante não fosse fraturado. O anel da buzina já tinha tido a sua época e os botões para o controlo da buzina foram deslocados para o centro do volante.

1975: o primeiro controlo da velocidade de cruzeiro

Em dezembro de 1975, o modelo Mercedes-Benz 450 SEL 6.9 foi um dos primeiros automóveis a ser equipado de série com um designado sistema de controlo da velocidade de cruzeiro. O DISTRONIC, o primeiro sistema de controlo de proximidade apoiado por radar que mantém uma distância constante para o veículo em frente, foi estreado a nível mundial em 1998, também no Classe S (220 series).

1981: o primeiro airbag

A procura incessante pelo melhor nível de segurança possível deu origem a outra mudança decisiva no design do volante desde 1981. A razão para este facto foi a introdução do primeiro airbag do condutor no Classe S (126 series). Ocultado atrás da saliente chapa de amortecimento estava um novo sistema de retenção, que forneceu um padrão de segurança nunca antes alcançado na eventualidade de uma colisão. Ainda assim, os primeiros airbags eram volumosos, portanto a chapa de amortecimento teria de ser substancialmente maior. Contudo, no decurso do desenvolvimento, foi possível dobrar várias vezes o airbag embalado em vácuo para ocupar um espaço reduzido, e o espaço de utilização para novas ideias dos designers (para o design atual) tornou-se novamente grande. Em 1992, o airbag do condutor tornou-se um equipamento de série em todos os veículos ligeiros de passageiros da Mercedes-Benz. Em 1994 seguiu-se o airbag do passageiro dianteiro. Ao ser acionado perante um impacto, o airbag é insuflado e atinge um diâmetro de 720 milímetros e um volume de 64 litros em 30 milissegundos.

1998: o primeiro volante multifunções

Outra revolução tecnológica foi incorporada pelo volante multifunções, introduzido em 1998 juntamente com o sistema COMAND. Além da variedade de funções do veículo, com o avanço tecnológico de novos dispositivos de informação, navegação e entretenimento foi necessário repensar a operação do veículo e do seu conceito de indicação. Um objetivo importante no desenvolvimento do modelo Classe S 220 consistiu em reduzir o esforço do condutor para que pudesse concentrar a sua atenção no essencial: no trânsito e na experiência de condução. Com um novo volante multifunções equipado de série, o condutor pôde controlar vários sistemas e aceder a informação importante simplesmente com o seu dedo polegar. Pela primeira vez, o volante estava interligado ao rádio, ao telefone e a um ecrã no centro do painel de instrumentos no qual eram apresentados até oito menus principais.

2005: a reintrodução da alavanca de mudança no volante

2005 foi o ano da estreia dos então novos modelos do Classe M e Classe S com painéis de instrumentos redesenhados: a alavanca de mudança da caixa de velocidades automática foi deslocada da consola central para a coluna da direção. A nova alavanca de mudanças DIRECT SELECT criou espaço entre o condutor e o passageiro dianteiro e tornou mais fácil o comando da caixa de velocidades. Os botões adicionais do volante permitiram a pré-seleção manual de sete mudanças; o desempenho dos motores de seis e de oito cilindros podiam agora ser otimamente explorados em todas as situações de condução. Desde 2008, o SL Roadster estava disponível com a caixa de velocidades desportiva 7G-TRONIC com patilhas de mudanças no volante.

Desde uma geometria poligonal a uma geometria redonda com raios elegantes

Com as novas funções, uma quantidade cada vez maior de cabos, placas de circuitos e sensores foi instalada no volante. Para acomodar todos estes componentes e o airbag, os volantes eram significativamente volumosos nos anos de 2000. Ao longo do tempo, o design tornou-se cada vez mais refinado. Desde as iniciais geometrias poligonais, foram desenvolvidas formas geométricas com um círculo ao centro e raios com linhas suaves.

2016: primeiros botões táteis Touch Control no então Classe E

O Classe E de 2016 foi o primeiro veículo do mundo a ser equipado com botões Touch Control no volante – Permitem controlar todo o sistema de informação e de entretenimento através de gestos de deslizamento com os dedos – sem necessidade de retirar as mãos do volante. Tal como a superfície de um smartphone, os botões são sensíveis ao toque e, portanto, reagem aos movimentos de deslizamento horizontais e verticais de um dedo. Isto permite ao condutor controlar todas as funções do sistema de informação e de entretenimento, de forma simples, lógica e intuitiva. Ao pressionar os botões de controlo táteis, a função selecionada com os gestos de deslizamento é acionada.

2020: o volante tátil no novo Classe E

Mas a evolução do volante não para e na Mercedes-Benz este imprescindível elemento de condução, será ainda mais sofisticado e seguro com o lançamento do novo Classe E. A nova geração do modelo apresentará um volante digital tátil. Na prática, o seu contém uma camada sensorial de duas zonas que deteta se o condutor tem as suas mãos no volante.

Daimler reforça compromisso com mobilidade sustentável e proteção ambiental com Relatório de Sustentabilidade 2019

26/04/2020 15:22

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A Daimler AG (proprietária da Mercedes-Benz) continua empenhada em cumprir as metas de sustentabilidade que permitirão uma mobilidade neutra em carbono progressiva até 2039. Com esse intuito apresentou o “Relatório de Sustentabilidade de 2019” (com o título “SpurWechsel”), onde confirma as intenções e plano de ação para concretizar os seus objetivos de mobilidade sustentável e proteção ambiental.

Visão Daimler: mobilidade com menores níveis de emissões, menor consumo de recursos e menos acidentes. Trata-se de criar responsabilidade económica, ambiental e social para todos os intervenientes, ou seja, para clientes e colaboradores, bem como investidores, parceiros de negócio e sociedade como um todo.

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Ao comprometer-se com o seu “SpurWechsel”, a empresa está empenhada em focar a sua atenção nas seguintes áreas:

• Mobilidade neutra em carbono até 2039
• Dissociar o consumo de recursos do crescimento no volume de negócios
• Soluções inovadoras de mobilidade e de trânsito para as cidades
• Mais segurança na estrada
• Responsabilidade pelos dados
• Responsabilidade pelo respeito dos direitos humanos ao longo de toda a cadeia de valor

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A base para que estes objetivos sejam atingidos é estabelecida pela Daimler através da colaboração prevista com os seus parceiros de negócios, políticos e sociedade civil, bem como com os seus colaboradores em todo o mundo.

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Este SpurWechsel também envolve parcerias na área do financiamento de projetos ecológicos, como por exemplo, através das designadas obrigações verdes. Estes instrumentos criam novas oportunidades para apoiar o elevado investimento futuro necessário para a criação de tecnologias neutras em carbono. Ao mesmo tempo oferecem aos investidores sensibilizados para as condições do ambiente uma oportunidade de participarem diretamente nos ambiciosos projetos de sustentabilidade da Daimler. Desta forma, a Daimler apoia o Pacto Ecológico da UE, em que um dos seus objetivos consiste em motivar investidores institucionais a disponibilizarem mais capital para projetos de baixas emissões de carbono e com impacto neutro no clima.

“Ambition 2039″: neutralidade de carbono até 2039

Um dos principais objetivos da Daimler consiste em reduzir as emissões de CO2. O próprio Grupo definiu, portanto, o objetivo de disponibilizar até 2039 um portfolio de novos veículos ligeiros de passageiros totalmente neutro em emissões de carbono. Como um passo importante neste processo, até 2030, a Daimler prevê aumentar significativamente as vendas de veículos ligeiros de passageiros equipados com cadeias cinemáticas híbridas plug-in e também totalmente elétricas, em mais de 50% do seu portfolio. 

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O objetivo passa também por incluir os novos veículos comerciais pesados para os mercados da Europa, Japão e América do Norte, que devem ser neutros em carbono durante os seus ciclos de vida, igualmente até 2039. Para a divisão Mercedes-Benz Vans estão também a ser aplicados planos idênticos.

Progresso sistemático no sentido da proteção ambiental

Ao longo do ano passado, o Grupo conseguiu implementar toda uma série de importantes objetivos de sustentabilidade em conformidade com o seu SpurWechsel: relativamente à produção, durante o ano de 2019, a empresa já conseguiu cumprir as suas metas de longo prazo de redução de CO2 para o ano de 2020.

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Os segredos da tecnologia EQ Power híbrida plug-in para proporcionar autonomia elétrica entre 71 (A 250e) e 94 km (GLE 350d)!

20/04/2020 18:32

A terceira geração da tecnologia de motores híbridos plug-in permite aos modelos Mercedes-Benz chegarem, em modo elétrico, definitivamente, mais longe. Mas sabe como é possível conseguir autonomias elétricas que vão dos 71 km (Classe A250e) até aos 94 km (GLE 350de)? Nós explicamos…

A Mercedes-Benz Research utilizou métodos como o EQ Ready App para determinar as distâncias percorridas, em média, pelos condutores adeptos dos sistemas elétricos e híbridos. A análise mostra que um alcance puramente elétrico de 50 kms é suficiente para 90% de todas as viagens. A proporção de viagens mais longas é muito pequena - mais de 90% de todas as viagens são menores que 100 kms e a maioria das viagens é menor que 400 kms. Os híbridos plug-in de terceira geração com a assinatura “EQ Power” são, por isso, ideais para dar resposta a estas necessidades.

No caminho para a mobilidade totalmente elétrica, os híbridos plug-in representam o que talvez seja a principal tecnologia de transição. Com os seus modelos EQ Power, a Mercedes-Benz apresenta uma oferta eficiente e que já vai na 3ª geração, marcando mais um passo em direção à mobilidade neutra em CO2. Os clientes da Mercedes-Benz poderão experimentar as vantagens desta tecnologia até ao final de 2020 em mais de 20 variantes de diferentes modelos.

No híbrido plug-in, as características positivas do motor elétrico e do motor de combustão complementam-se, compensando praticamente todas as limitações dos respetivos sistemas. A principal vantagem da tecnologia híbrida é a possibilidade de conduzir localmente sem emissões (quando possível), em combinação com a autonomia do veículo convencional. A ansiedade de autonomia não é algo que os condutores de viaturas híbridas plug-in precisem de se preocupar. As baterias de iões de lítio relativamente eficientes garantem períodos de condução puramente elétricos que, em grande parte dos casos, são suficientes para as viagens do dia-a-dia. A Mercedes-Benz implementará essa tecnologia pioneira em todo o portfolio - do Classe A ao Classe S, do GLA ao GLE, os motores de combustão recebem apoios elétricos, que extraem a sua energia de baterias que podem ser carregadas de forma conveniente e rápida em casa, ou em estações de carregamento no trabalho ou na rede pública.

Tecnologia híbrida plug-in para modelos compactos

Para modelos com um motor instalado transversalmente e a transmissão de dupla embraiagem 8G-DCT, foi desenvolvida uma tração híbrida compacta cuja máquina elétrica funciona como uma máquina síncrona permanentemente em ação com um rotor interno. A estrutura dos componentes híbridos permite que a Mercedes-Benz fique sem um acionador de partida clássico de 12 V, pois apenas o sistema elétrico é usado para a partida e impulsionar o motor de combustão. Além da eficiência, a unidade de acionamento compacta traz uma porção generosa de prazer e adequação ao uso diário. Os destaques técnicos dos híbridos compactos falam por si:

• Autonomia elétrica de até 71 km (WLTP)

• Potência elétrica 75 kW

• Saída do sistema 160 kW

• Binário do sistema 450 Nm

• Velocidade máxima 140 km / h (elétrica) / 235 km / h (Classe A Limousine)

• Aceleração 0-100 km / h em 6,6 segundos (Classe A Limousine)

• Praticamente nenhuma restrição no compartimento de bagagem

Como aliança EQ Power, o sistema elétrico e o motor de quatro cilindros de 1,33 litros geram 160 kW (218 cv) e desenvolvem um binário máximo de 450 Nm. O binário total garante que os híbridos plug-in compactos reajam imediatamente ao pedal do acelerador. Os valores de desempenho são igualmente impressionantes: por exemplo, o A 250 e (consumo combinado de combustível 1,4-1,1 l/100 km, emissões combinadas de CO2 31-24 g/km, consumo elétrico ponderado 20,4-23,4 kWh/100 km) completa o clássico sprint de 0 a 100 km / h em apenas 6,6 segundos, menos 0,2 segundos que o B 250 e, que apresenta consumos combinados entre 1,4 e os 1,6 l/100 km, emissões de CO2 entre 32 e 36 g/km e um consumo elétrico combinado de 15.4-14.7 kWh/100 km.

A última geração de baterias com alta densidade de energia

Uma bateria de iões de lítio com capacidade total de aprox. 15,6 kWh serve como uma unidade de armazenamento de energia para o sistema elétrico. Pode ser carregado com corrente alternada ou direta. A tampa para abastecimento elétrico está localizada na área traseira da lateral direita. Os híbridos plug-in compactos podem ser carregados por meio de uma wallbox de 7,4 kW com corrente alternada (CA) em 1h45 min.

Com a corrente direta mais rápida (CC), o tempo de carregamento reduz para apenas 25 minutos, de 10 a 80% de SoC. As baterias arrefecidas a água, pesando aproximadamente 150 kg, são fornecidas pela subsidiária integral da Daimler, Deutsche ACCUMOTIVE. Para os híbridos plug-in Mercedes-Benz de 3ª geração, conhecidos como EQ Power, a empresa usa baterias com química celular avançada. O salto do fosfato de lítio-ferro (LiFePo) para o lítio-níquel-manganês-cobalto (Li-NMC) tornou possível o aumento da capacidade celular de 22 para 37 Ah. Como resultado, foi possível fornecer às baterias um design mais compacto, com vantagens para a capacidade de inicialização e o espaço disponível para os ocupantes.

Tecnologia híbrida plug-in para instalação longitudinal

Desde o lançamento da tecnologia híbrida na Mercedes-Benz no ano de 2009 no Classe S 400 Hybrid, o sistema de transmissão foi sistematicamente desenvolvido para uma instalação longitudinal. Para a última geração, os engenheiros redesenharam, acima de tudo, o sistema elétrico da caixa plug-in 9G-TRONIC, tendo comemorado a sua estreia no Mercedes-Benz GLE 350de 4MATIC. O seu alcance elétrico consideravelmente mais longo em comparação com os outros híbridos plug-in garante uma experiência de condução elétrica ainda mais gratificante e localmente livre de emissões.

• Autonomia elétrica de até 94 km (WLTP)

• Potência elétrica 100 kW

• Potência do sistema 235 kW / 320 cv

• Binário de sistema 700 Nm

• Velocidade máxima de até 160 km / h (elétrica) / 210 km / h (geral)

• Aceleração de 0 a 100 km / h em 6,8 segundos

Com uma capacidade de bateria de 31,2 kWh, o GLE 350de atinge um alcance elétrico próximo dos 100 kms (WLTP) dependendo sempre do estilo de condução. Caso esse longo alcance seja insuficiente, o GLE 350de também permite carga rápida, usando carregamento de corrente alternada / CA e corrente direta / CC. Nas estações de carregamento rápido CC, o carregamento elétrico é possível em aprox. 20 minutos (10-80% do estado de carga (SoC)) ou em aprox. 30 minutos (10-100 por cento SoC).

Mercedes me Charge facilita o carregamento

Como opção, com o serviço Mercedes me Charge, os condutores de veículos híbridos plug-in Mercedes-Benz têm acesso a uma das redes de carregamento mais extensas do mundo. O reconhecimento natural de fala do sistema MBUX permite a procura de estações de carregamento nas proximidades ou ao longo da rota escolhida. O Mercedes me Charge facilita, deste modo, a procura, cobrança e pagamento do carregamento elétrico.

Estratégia operacional suporta o condutor

Os modelos EQ Power apoiam o condutor para uma condução eficiente, com uma estratégia operacional inteligente com base em rotas. O sistema recomenda o modo de condução elétrico que faz mais sentido em cada percurso, tendo em consideração, por exemplo, dados de navegação, topografia, limites de velocidade e condições de tráfego para toda a rota planeada. O que é conhecido como o ECO Assist ajuda a economizar eletricidade e combustível, podendo o consumo ser reduzido em até 5% em comparação com um perfil de condução normal.

Híbrido plug-in com potencial para economia de CO2

Os especialistas em meio ambiente da Daimler têm em consideração emissões e consumo de recursos ao longo de todo o ciclo de vida de um veículo, desde a extração de matéria-prima à produção, uso e recuperação. Apesar da maior utilização de energia na produção de um híbrido, a avaliação do ciclo de vida é positiva. O facto é que um híbrido plug-in Mercedes-Benz de 3ª geração produz uma saída de CO2 aproximadamente 20% maior que um modelo comparável convencional, e isso deve-se principalmente à bateria de alta tensão.

O uso sistemático da função de plug-in, ou seja, o carregamento regular da bateria pela rede, combinado com a maior eficiência no próprio status operacional, reduz a produção de CO2 em 40%. Se a bateria inicial for carregada exclusivamente com energia verde, a economia de CO2 dos modelos EQ Power da Mercedes-Benz aumentará para 70%. A forte capacidade de recuperação e a estratégia operacional inteligente garantem que a bateria nunca se descarregue completamente. Isto significa que a função elétrica pode suportar o motor de combustão repetidamente, mesmo em viagens longas.

Apesar da maior carga de CO2, devido à utilização superior de energia na produção, o híbrido plug-in economiza uma grande quantidade de CO2 em todo o ciclo de vida e, no melhor dos casos, atinge apenas cerca de 45% do total de emissões de um modelo comparativamente poderoso e convencional. Portanto, nesse caso, mais emissões de CO2 durante a fase de produção são um investimento que, ao usar o potencial elétrico por meio de carregamento regular, pode mais do que compensar ao longo de todo o ciclo de vida.

Sabe porque é que a Mercedes se chama… “Mercedes”?

15/04/2020 16:16

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Com cerca de 120 anos de história, a marca da estrela tem também na sua génese algumas curiosidades interessantes. A origem do seu nome é uma delas. Sabe porque é que a Mercedes se chama… “Mercedes”?

A resposta da origem do nome “Mercedes” é, afinal, simples e tem uma explicação que, provavelmente, o deixará embebecido. Há 120 anos, a 2 de abril de 1900, a Daimler-Motoren-Gesellschaft decidiu chamar aos seus automóveis de Mercédès, em homenagem à filha de Emil Jellinek, um destacado pioneiro no desenvolvimento da tecnologia automóvel, que colocava à prova os veículos Daimler de alto desempenho, em diversas competições da Côte D’Azur, sob o pseudónimo “Monsieur Mercedes”.

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Ora, de “Monsieur Mercedes” até “Mercédès” foi um pequeno (mas ternurento) passo, que havia de ficar na história do automóvel, da mesma forma que a menina de onze anos (nascida em 1899), filha de Jellinek, também viu, para sempre, o seu nome ligado à primeira marca de viaturas de luxo em todo o mundo.

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Desde então, as letras curvas “Mercédès” passaram a adornar os radiadores dos automóveis de passageiros Daimler. Entrando na “máquina do tempo”, verificamos que o primeiro veículo com um melodioso nome em espanhol - o Mercedes 35 PS - causou sensação na semana de Nice em março de 1901. Tal deveu-se não apenas à sua tecnologia altamente avançada - permitindo que ele vencesse várias corridas - mas também porque o seu design era extremamente elegante. O Mercedes 35 cv é considerado o protótipo do automóvel moderno e, com a sua arquitetura progressiva, tornou-se um modelo para toda a indústria automóvel. Paul Meyan, então secretário-geral do Automobile Club of France, disse após a semana da corrida: “Entramos na Era da Mercedes”.

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Estava dado o mote e o nome “Mercedes” foi registado como marca comercial a 23 de junho de 1902, tendo sido depois alterado para Mercedes-Benz após a fusão das empresas Daimler e Benz em junho de 1926. A Mercedes-Benz sabe, desde a sua origem, combinar beleza e elegância com desempenho e tecnologia. Além disso, o segredo do atual sucesso do design da Mercedes-Benz é também a combinação de inteligência e emoção.

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A única marca automóvel com nome feminino

Até ao momento, a Mercedes-Benz é a única marca automóvel no mundo com um nome feminino. Com a iniciativa She’s Mercedes, criada em 2015, a Mercedes-Benz está a construir uma tradição para as inúmeras clientes do sexo feminino.

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Desde 2016, a Mercedes-Benz tem sido consistentemente a marca de automóveis de luxo mais valiosa do mundo e é a única marca europeia entre as 10 melhores no ranking “Melhores Marcas Globais 2019” da Interbrand, a conceituada empresa de consultoria de marcas dos EUA.

Obrigado Stirling Moss e até sempre!

12/04/2020 19:11

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Stirling Moss, um dos mais míticos pilotos a defender as cores da Mercedes-Benz na competição e que, mais tarde, se tornou embaixador da marca, faleceu este domingo de Páscoa, deixando um assinalável legado desportivo, só comparável ao seu talento e desportivismo nas pistas.  

O britânico Stirling Moss, uma das estrelas emergentes que passaram pela Mercedes-Benz nos seus 125 anos de história ligada à competição, partiu este domingo, aos 90 anos, após doença prolongada.  

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O conceituado piloto será para sempre lembrado pela tua temeridade e talento ao volante, com os quais se tornou por quatro vezes Vice-campeão do Mundo de F1, mas sem nunca, no entanto, conquistar a almejada coroa de glória de campeão.

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O seu percurso desportivo estará para sempre intimamente ligado à Mercedes-Benz, onde comemorou extraordinárias vitórias ao volante do fantástico Mercedes-Benz 300 SLR (W196 S) e escreveu múltiplas páginas de sucesso na história desportiva da marca da estrela. Entre as mais marcantes fica registo o triunfo nas Mille Miglia de 1955, então com 25 anos, onde percorreu as desafiadoras 1.000 milhas da prova, disputada durante muitos quilómetros em estrada aberta, a uma espantosa velocidade média de 157,65 km/h, aos comandos do 300 SLR!

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Mas essa foi apenas uma das 212 vitórias que deixou gravadas no seu impressionante currículo desportivo, onde se contam 529 participações em provas de automobilismo.

Seguindo os passos do pai e da mãe já com historial neste desporto, Stirling Moss, tirou carta aos 15 anos (com uma permissão especial) e chegou à F1 em 1951 (com 22 anos), onde participou em 66 Grandes Prémios, 16 dos quais inscreveu o seu nome no mais elevado lugar do pódio.

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Na Mercedes-Benz, a sua carreira iniciou-se em 1954, quando após test-drives bem-sucedidos, foi contratado pela equipa que já se evidenciava no automobilismo. Um ano depois, Moss brilhou ao volante de um “Flecha de Prata” no Campeonato do Mundo de F1, conquistando com o Mercedes W196 R uma fantástica vitória no “seu” G.P. de Inglaterra e ainda dois segundos lugares nos Grande Prémios da Bélgica e da Holanda, que lhe permitiram terminar a temporada como Vice-Campeão, atrás de Juan Manuel Fangio.

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Para a história e para os portugueses, fica também a recordação das suas duas fantásticas vitórias no G.P. de Portugal de F1, em 1958 (no Circuito da Boavista, no Porto) e 1959 (Circuito de Monsanto, Lisboa), então ao volante de um Vanwall e de um Cooper, respetivamente. Contudo, a primeira delas, em 1958, foi definitivamente mais marcante, ou não tivesse servido para evidenciar o seu extraordinário desportivismo, quando intercedeu a favor do seu principal adversário no campeonato, Mike Hawthorn, junto dos comissários da prova (demovendo-os de desclassificarem o americano por uma alegada manobra ilegal), atitude que, no final do campeonato, lhe custaria o título. 

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Perdurará assim, para sempre, a memória daquele que foi um dos primeiros pilotos a abraçar a carreira do desporto automóvel de forma profissional e que, nas últimas décadas, tão bem também desempenhou o papel de embaixador de referência da Mercedes-Benz.

Até sempre Sir Stirling Moss!