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Notícias

22/09/2022 18:24

Soc. Com. C. Santos de novo parceira do Festival Internacional de Teatro da Póvoa de Varzim

A Sociedade Comercial C. Santos é de novo um dos parceiros do Festival Internacional de Teatro da Póvoa de Varzim É-Aqui-in-Ócio. A 13ª edição deste festival começa amanhã (dia 23) e decorre até 1 de outubro. A condição da mulher na sociedade é o tema central do programa.

A 13ª edição do É-Aqui-in-Ócio Festival Internacional de Teatro, que arranca no dia do equinócio de outono, tem como lema “Um só Ventre Uma mesma Origem A nossa Humanidade, Mulher”. A temática é a mulher e a sua condição na sociedade, aportando esta edição, consequentemente, na reflexão sobre as questões atomicamente ligadas à temática da equidade dos géneros e no inevitável reconhecimento da importância da mulher enquanto pilar na construção de toda a nossa humanidade, para um futuro verdadeiramente humanista e humanizado.

O apoio da Sociedade Comercial C. Santos à organização, a cargo da Varazim Teatro, é efetivado através de cedência de uma viatura Mercedes-Benz Vito Tourer de 9 lugares. O É-Aqui-in-Ócio 2022 reúne companhias de teatro de Espanha, Brasil, Colômbia, Uruguai e Guiné-Bissau, além de Portugal.

“A Sociedade Comercial C. Santos volta a associar-se ao Festival Internacional de Teatro da Póvoa de Varzim É-Aqui-in-Ócio pela excelente qualidade artística e da relevância dos temas que têm abordado nos vários eventos que têm vindo a realizar. As várias áreas da sustentabilidade são um tema que nos acompanha e, cada vez mais, existe uma preocupação em olharmos para a comunidade e darmos o nosso contributo para diminuir as desigualdades, tanto ambientais como sociais, e integrar ativamente a igualdade, diversidade e bem-estar social no nosso dia a dia, para que juntos consigamos aumentar a longevidade da comunidade no futuro”, explica a diretora de marketing da Sociedade Comercial C. Santos, Ana Bolina.

Eventos em vários pontos da cidade

Entre 23 de setembro e 1 de outubro, nove espetáculos, um concerto, um debate, uma sessão de cinema e a festa dos 25 anos do Varazim Teatro irão “compor” a 13ª edição do É-Aqui-in-Ócio Festival Internacional de Teatro. Além do Cineteatro Garret, Espaço Junqueira 25 e Praça do Almada receberão os espetáculos e atividades paralelas.

“Veias de Sal numa Terra com Lágrimas de Mar”, da Companhia Certa (Varazim Teatro), é o espetáculo que abre o festival. “Mater” (Teatro Livre), “Libre coma os Paxaros” (Teatro Atlántico), “Retrópica” (Mari Paula Dance & Performance), “Antígona 3 por 3,5” (Chapitô) e “Eu Fêmea” (Teatro do Mar) são alguns outros espetáculos. O programa completo pode ser consultado aqui.

Os bilhetes têm o custo de 7€ e de 5€ com desconto (para estudantes, reformados, menores de 25 anos e maiores de 65 anos, desempregados, pessoas portadoras de deficiência e grupos de 8 pessoas). Associados ao Varazim Teatro e da ACAPO pagam 3,5€. Os passes gerais estão disponíveis por 42€ (inteiro), 30€ (com desconto) e 21€ (para associados do Varazim e da ACAPO).

Os ingressos estão disponíveis nas lojas Fnac, Worten e CTT, na bilheteira online BOL e no balcão do Cineteatro Garrett. Podem, além disso, ser feitas reservas a por email (vt@varazimteatro.org) e telefone (Varazim Teatro – 916 439 009 e 912 420 129 – e Cineteatro Garrett – 252 090 210).

21/09/2022 21:40

Mercedes-AMG C63 S E Performance: ainda mais desportivo e com força híbrida

Com tecnologia herdada da Fórmula 1, o novo Mercedes-AMG C63 S E Performance assume-se como uma das berlinas do segmento C mais potentes de sempre, com 680 cv e uma dinâmica excecional, que lhe permitem assegurar prestações de um superdesportivo. O melhor de tudo é que, como híbrido plug-in, também assegura autonomia em modo totalmente elétrico.

O novo Mercedes-AMG C 63 S E PERFORMANCE (consumo combinado de combustível, ponderado: 6,9 l/100 km; emissões combinadas de CO2, ponderadas: 156 g/km; consumo combinado de energia elétrica, ponderado: 11,7 kWh/100 km)[1], apresentando digitalmente hoje, é uma verdadeira mudança de jogo nos 55 anos de história da AMG.

Com o know-how da Fórmula 1™, oferece tecnologias de ponta herdadas do desporto automóvel que relança para a estrada, nomeadamente, ao nível da motorização híbrida.

Bem-vindos ao mais potente motor de quatro cilindros do mundo!

Um motor elétrico, de duas velocidades (a segunda é engrenada a partir dos 140 km/h), posicionado no eixo traseiro com 150 kW (204 cv) suporta o motor turbo de 2,0 litros que é montado longitudinalmente à frente e que é, tão só e apenas, o motor de quatro cilindros de produção mais potente do mundo. Este propulsor tetracilindrico tem uma potência/litro de 176 kW (238 cv) ou seja, totaliza 350 kW(476 cv).

 O fornecimento de potência e a acumulação de binário ocorrem de forma muito espontânea e sem demora: como na Fórmula 1™, o suporte elétrico do turbocompressor de gás de escape elimina o atraso do turbo do motor de combustão, ao mesmo tempo que a transmissão elétrica empurra com força de um impasse. A unidade de potência elétrica e a bateria de alto desempenho com 400 volts foram desenvolvidos internamente e de forma exclusiva pela AMG, sublinhando a competência de engenharia de alto nível dos programadores que trabalham em Affalterbach. Tal como na Fórmula 1™, a bateria é especificamente concebida para uma entrega rápida de energia e tração com inovador arrefecimento direto das células.

A potência do sistema combinado é de 500 kW (680 cv), enquanto o binário máximo combinado também impressiona, atingindo 1020 Nm. Novos valores de referência para o modelo Classe C.

Para colocar toda esta potência no chão, o motor está associado a um sistema de tração integral AMG Performance 4MATIC+, de entrega totalmente variável de acordo com a vectorização do binário. De acordo com a situação, a potência pode ser enviada para as rodas traseiras ou dianteiras, permitindo tração nas quatro rodas, esteja o veículo a receber energia do motor de combustão, elétrico ou dos dois, em modo híbrido.

Em todo o caso, a entrega de potência e o aumento do binário é feita de modo espontâneo e sem atrasos pois tal como na tecnologia de Fórmula 1™, o suporte elétrico do turbocompressor elimina o tempo de resposta do turbo no motor de combustão, enquanto o motor elétrico traseiro dá um impulso ainda maior ao conjunto (apresentando um sistema inovador de refrigeração das suas células), oferecendo uma experiência de condução totalmente nova e impressionante.  

Para isso também muito contribui a direção no eixo traseiro, bem como os oito modos de condução AMG DYNAMIC SELECT “Electric”, “Comfort”, “Battery Hold”, “Sport”, “Sport+”, “RACE”, “Slippery” e “Individual”, capazes de oferecerem uma vasta gama de experiências de condução - de eficiente a dinâmica.

Com elevadas credenciais técnicas, o Mercedes-AMG C 63 E S Performance oferece um dinâmica exemplar com prestações elevadas e de “fazer corar” alguns superdesportivos. Para atingir os primeiros 100 km/h após arranque parado, o mais potente AMG Classe C de sempre precisa apenas de 3,4 segundos, atingindo, depois, a velocidade máxima de 250 km/h ou, opcionalmente, de 280 km/h.

Híbrido Plug-in para curtas deslocações

Mas o C 63 S E Performance também é um híbrido plug-in, que permite gozar de autonomia totalmente elétrica. Para o efeito, viu montada uma bateria de 6,1 kWh, que permite que o modelo se desloque em modo totalmente elétrico, sustentável e silencioso ao longo de 11 km. Neste modo elétrico, a mais recente geração do AMG C pode atingir até 130 km/h de velocidade.

Design irreverente e musculado

A forma segue a função: o desenho do novo C 63 S E Performance difere do do Mercedes-Benz Classe C nas suas proporções mais musculosas. Os modelos berlina e carrinha e são ambos baseados numa carroçaria AMG extensivamente modificada. A extremidade dianteira é 50 milímetros mais comprida e as asas dianteiras são mais largas. No total, as dimensões exteriores gerais diferem consideravelmente das do Classe C da Mercedes-Benz. Em termos de comprimento, tanto a berlina e a carrinha medem 83 milímetros a mais. A largura maior da via no eixo dianteiro resulta numa secção dianteira 76 milímetros mais larga, enquanto a distância entre eixos também aumentou, neste caso, dez milímetros. Com todas estas alterações, o C 63 S E Performance ganha um novo look, mais poderoso, alargado e musculado.

Pela primeira vez num modelo de produção Mercedes-AMG, um emblema redondo com um emblema AMG preto substitui a estrela Mercedes do capot. Outros elementos típicos incluem a grelha do radiador específica da AMG com escoras verticais e o avental frontal da AMG em desenho de asa de jato. Generosas entradas e cortinas de ar direcionam o fluxo de ar especificamente para as suas várias funções. Dois painéis de ar controlados eletronicamente (atrás da grelha do radiador e no avental dianteiro) permitem que o ar seja regulado conforme necessário.

As saias laterais, o avental traseiro com grande difusor, bem como os dois trapezoidais, com nervuras exteriores duplas do tubo de escape, completam o design arrojado. Detalhes exclusivos na parte traseira incluem a asa aerodinâmica especial na tampa da bagageira (spoiler no tejadilho no caso da carrinha), a aba de carga do plug-in e a designação do modelo contra um fundo vermelho. O símbolo “E PERFORMANCE” nas asas confirma tratar-se de um modelo híbrido. O C 63 S E Performance tem jantes de liga leve AMG de 19 polegadas e pneus mistos de série, mas pode oferecer outras combinações, com jantes de 20 polegadas.

Estão também disponíveis inúmeros acabamentos de pintura e equipamento para proporcionar uma maior personalização. O magno de grafite cinzento fosco AMG está disponível exclusivamente para o C 63 S E Performance. O design exterior pode ser ainda mais acentuado com os packs de Fibra de Carbono Exterior AMG I e II, os packs AMG Night I e II ou o pack Aerodinâmico AMG.

Interior elegante e desportivo

No interior, os bancos desportivos AMG com uma disposição especial de estofos e um padrão de costura distinto contribuem para a impressão refinada. Há também muitas escolhas individuais disponíveis para o interior. Cores exclusivas e vários estofos em pele de napa com um emblema AMG estampado nos encostos de cabeça dianteiros servem para realçar o lado desportivo ou o lado luxuoso do C 63 S E Performance.

Os bancos AMG Performance de segunda geração, totalmente redesenhados, estão disponíveis como opção. A sua característica especial são os cintos de segurança laterais com aberturas que reduzem o peso e que também permitem uma melhor ventilação. Se forem selecionados estofos em pele de napa, estes também apresentam uma cor contrastante como um destaque extra. O logótipo AMG é agora posicionado entre as aberturas cromadas mate abaixo do apoio de cabeça integrado.

A sobressair está também a última geração do sistema de infoentretenimento com diversos écrans e funções específicas AMG e do sistema híbrido. O aspeto do painel de instrumentos pode ser personalizado com diferentes estilos de visualização. O estilo “Supersport”, específico da AMG, por exemplo, oferece a opção de exibir vários conteúdos através de uma estrutura de menu vertical, que incluem um menu com temperaturas específicas híbridas ou um menu de configuração que exibe as definições atuais da suspensão ou transmissão.

Os gráficos de alta qualidade no visor multimédia também visualizam de forma específica da AMG, tais como o fluxo de potência de todo o sistema de transmissão, velocidade do motor, potência, binário e temperatura do motor elétrico, bem como a temperatura da bateria.

Também há um botão de atalha para configurar programas de acionamento AMG DYNAMIC SELECT, enquanto o AMG TRACK PACE, que oferece o registo de dados de utilização do veículo em pista também está disponível. O software regista mais de 80 dados específicos do veículo, tais como velocidade, aceleração, ângulo de direção e acionamento do pedal do travão dez vezes por segundo, em condução de pista. Neste contexto, o cronómetro dá também o tempo por volta e por sector de pista.

Volante desportivo e multifuncional

Com o seu design distinto de dois raios e botões de controlo perfeitamente integrados, o  volante AMG Performance também oferece um valor acrescentado tangível. Os botões redondos do volante AMG impressionam com brilhantes mostradores e a sua lógica de funcionamento perfeita de rotação e pressão. Isto permite que funções de condução importantes e todos os modos de condução sejam controlados sem que o condutor tenha de tirar as mãos do volante. Como nova característica, é possível selecionar os níveis de regeneração da condução híbrida através dos botões do volante.

Não restam dúvidas, portanto, que ao Mercedes-AMG C 63 S E Performance não faltam argumentos para se tornar uma referência entre as melhores berlinas e carrinhas desportivas da atualidade.

21/09/2022 10:00

Rent a Star, para quem alugar um automóvel não chega

Sempre atenta às necessidades dos seus clientes e com uma predisposição natural para criar as tendências em vez de as seguir, a Sociedade Comercial C. Santos lançou um serviço inovador para quem alugar “um” automóvel não é suficiente, tem de ser “o” automóvel, tem de ser um Mercedes-Benz ou um prático smart. E assim nasce a Rent a Star.

A Rent a Star é uma empresa de aluguer de automóveis de passageiros (e comerciais ligeiros) com uma frota Premium, que é especializada no aluguer de viaturas Mercedes-Benz e smart. Tem uma cobertura nacional e a sua sede fica na Estrada Nacional 107, na Moreira da Maia.

Mas esta empresa do Grupo Sociedade Comercial C. Santos é muito mais do que uma empresa de aluguer especializada em Mercedes-Benz e smart. É toda uma panóplia de serviços que visam atender com rapidez, eficiência, qualidade e conforto as necessidades dos clientes. Na prática é transpor para este setor de atividade tão particular, as características diferenciadoras da Sociedade Comercial C. Santos e o nível de excelência das marcas que representa. Afinal, há quase um século que representamos, assistimos e acarinhamos Mercedes-Benz em Portugal.

Sabia que o Rent a Star está disponível 24H por dia, 7 dias por semana? E que o serviço de reservas e pagamentos pode ser feito online ou através de uma app dedicada, disponível no Google Play ou na App Store? No fundo, estas soluções vêm confirmar os objetivos traçados e explorar todas as soluções que, de alguma forma, possam ir ao encontro do conforto e das necessidades dos clientes.  

Até por isso, a Rent a Star é certificada pela Norma da Qualidade ISO 9001: 2015.

Se a qualidade do serviço é de excelência, o que dizer da frota disponível? Pretende um citadino que se move em ambiente citadino com uma agilidade desconcertante, o smart fortwo é a escolha ideal. Pretende manter esta mobilidade urbana, mas precisa de quatro lugares, o smart forfour foi concebido para este desafio…

Pretende um automóvel para uma ocasião especial ou, simplesmente, não quer abdicar de andar na melhor berlina de luxo do mundo, temos à sua disposição um fabuloso Classe S. Pelo meio, encontra uma miríade de modelos e soluções que compreendem quase toda a gama Mercedes-Benz e que podem atender às necessidades de um leque muito alargado de clientes. Embora todos eles com um denominador comum: seja qual for o modelo escolhido, não abdicam da garantia de qualidade e segurança que apenas um Mercedes-Benz ou um prático smart asseguram.

Até se a escolha for mais baseada numa resposta a uma necessidade mais imediata e prosaica, como transportar objetos de maior dimensão ou até um pequeno grupo de passageiros. A Rent a Star também tem uma frota de comerciais ligeiros que abarca modelos tão díspares como um Mercedes-Benz Vito ou um Classe V, até uma Sprinter com uns imensos 12m3 de capacidade.

E não precisa de estar sedeado numa grande cidade como o Porto ou Lisboa. A Rent a Star tem estações dedicadas de Chaves a Faro, de Ponte da Barca à Póvoa do Lanhoso. Porque queremos que a cobertura nacional seja o mais abrangente possível, para que um grupo cada vez maior de portugueses (e não só) possa ter a possibilidade de usufruir da qualidade do serviço e da fantástica frota que a Rent a Star oferece.

18/09/2022 21:09

Lembra-se do primeiro Classe E?

Ainda se lembra do primeiro Classe E? Será certamente uma das muitas estrelas a brilhar no 1º Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos que estará na estrada já no próximo sábado (dia 24 de setembro) (https://bit.ly/3QQZsu1). Mas enquanto isso não acontece, nada melhor que revisitar o versátil modelo que espalhou charme como berlina, carrinha, coupé e cabriolet…

Em novembro de 1984, a Mercedes-Benz apresentou a sua, ansiosamente esperada, berlina de tamanho médio. O novo W124 foi lançado com os modelos 200 D, 250 D, 300 D (versões com motorização diesel) e 200, 200 E (só para o mercado italiano), 230 E, 260 E e 300 E (versões com motorização a gasolina). Esta família de automóveis seria, em 1993, a primeira na história da marca de Estugarda a ser chamada “Classe E” e fazia parte do plano estratégico da Mercedes-Benz, iniciado dois anos antes, quando fez nascer o modelo 190 (W201), então posicionado, em termos de gama, um degrau imediatamente abaixo do novo W124. 

O novo Classe E adotou, de resto, elementos daquele que ficou conhecido popularmente pelo “baby-Mercedes”, com carácter jovem, desportivo e compacto e que estabeleceu, na altura, os padrões de conceção e engenharia. Entre eles, destaque para a utilização de chapas de aço de alta resistência, bem como de outros materiais redutores de peso. Mas, ciente que o produto merecia um tratamento superior por ser destinado a um segmento mais elevado, a Mercedes-Benz reforçou os padrões de segurança no novo W124, nomeadamente, ao nível da resistência ao impacto lateral e ao capotamento, com as zonas de deformação a receberem especiais cuidados nas extremidades frontal e traseira e as zonas de potencial contacto a serem concebidas para maior proteção de peões e ciclistas.

Design familiar, com estilo individualista

Projetado por Bruno Sacco, Joseph Gallitzendörfer e Peter Pfeiffer, o design do W124 mostrou certas semelhanças com o modelo da classe compacta. Mas, globalmente, o primeiro Classe E socorreu-se de elementos de design originais e independentes que serviram objetivos funcionais. As extremidades traseiras, por exemplo, eram fortemente arredondadas com um efeito particularmente benéfico na resistência ao vento. Melhorias aerodinâmicas que permitiram uma clara redução do consumo de combustível em relação ao modelo anterior. Duas outras características típicas do seu design foram a tampa trapezoidal da bagageira, com a extremidade traseira puxada para baixo, e as linhas interiores dos faróis traseiros quase quadrados inclinadas. Isto fez com que a soleira de acesso à bagageira fosse particularmente baixa e acessível.

Em termos aerodinâmicos, o valor muito mais baixo do cd em comparação com o antecessor, devido ao design da carroçaria, resultou em melhorias significativas em termos de consumo de combustível. De cd=0,44 na série W 123, o valor caiu para cd=0,29 ou 0,32, dependendo dos pneus, tipo de motor, tamanho do radiador e fluxo de ar correspondente através do compartimento do motor. No caso das versões carrinha, o cd=0,42 na série 123 caiu para um cd=0,34 ou 0,35.

Um detalhe de design que não foi imediatamente percetível, mas que, no entanto, foi notavelmente inovador, foi o limpa para-brisas de apenas um braço, que ocupava 86 por cento da superfície do vidro, a maior área varrida por qualquer automóvel então em produção. Devido ao movimento de elevação que se sobrepunha ao movimento rotativo, os cantos superiores do para-brisas podiam ser limpos de forma muito mais eficiente do que com um limpa para-brisas de um braço convencional. Os bicos de lavagem do para-brisas aquecidos eletricamente eram equipamento de série em todos os modelos da série.

Os exteriores de todos os modelos W124 eram praticamente idênticos, mas as versões mais potentes de seis cilindros apresentavam, em termos de design, algumas particularidades face às menos potentes de quatro cilindros. Entre elas, destacava-se o silenciador na traseira, com os modelos de seis cilindros a apresentarem tubos de escape duplos, a par de um avental dianteiro com ranhuras de entrada de ar tipo “persiana”, nos modelos 300 D e nas versões equipadas com ar condicionado.

Chassis e motores: múltiplas opções disponíveis

Relativamente ao chassis, as suspensões dianteira, independente e com amortecedores anti-mergulho, e traseira, também independente multibraços, asseguravam um comportamento na estrada excecional ao W124.

Muitos dos motores da série 124 foram desenvolvidos de raiz pelos engenheiros, como os propulsores M 103, de injeção de seis cilindros com 2,6 e 3,0 litros de cilindrada, afetos aos modelos 260 E (125 kW/170 cv) e 300 E (140 kW/190 cv).

Todos os três motores de ignição por compressão do novo Classe E pertenciam à nova geração de motores diesel, concebida modularmente. O OM 601 que equipava o modelo 200 D (53 kW/72 cv) funcionava com a mesma potência nos 190 D da classe compacta, enquanto o OM 602 cinco cilindros com 2,5 litros de cilindrada, do modelo 250 D, apresentava credenciais de 66 kW/90 cv. Naturalmente mais potente era o modelo 300 D com 80 kW/109 hp, servido pelo bloco de seis cilindros e 3 litros OM 603.

Já os modelos com versões a gasolina de quatro cilindros, o 200 (80 kW/109 cv) e o 230 E (100 kW/136 cv) tinham o propulsor herdado do antecessor W123, pertencente à família de motores M 102, da qual também veio o modelo 200 E.

Versatilidade na carroçaria: também em carrinha, do coupé e cabrio

A história do Classe E também se caracteriza por uma vasta variedade de modelos, diferentes carroçarias e inovações até então inexistentes.

A carrinha, denominada S124, foi lançada em setembro de 1985 no Salão Automóvel Internacional de Frankfurt (IAA), marcando um passo importante na carreira do Classe E, mas não fugia ao estilo e filosofia da berlina. Para além de um design modificado na parte traseira, um tejadilho mais alto e das alterações resultantes destas características, não houve grandes diferenças na carroçaria. Os componentes principais, como os travões e suspensão, foram meramente adaptados à carga útil mais elevada, mas permanecerem praticamente inalterados das berlinas. As carrinhas apresentavam uma suspensão traseira independente multi-braços, mas agora combinada com controlo de nível hidropneumático e uma suspensão dianteira independente.

Os engenheiros também incorporaram as normas de segurança das berlinas nos modelos station wagon. Um exemplo disso foi o depósito de combustível, com formato especial, montado por razões estruturais debaixo do piso do veículo.

4MATIC: cultura de tração integral

Simultaneamente com os modelos de Station Wagon, a Mercedes-Benz introduziu o sistema de tração às quatro rodas 4MATIC. Este sistema de tração integral estava disponível para os modelos de seis cilindros da série 124 - 260 E 4MATIC, 300 E 4MATIC, 300 TE 4MATIC, 300 D 4MATIC e 300 TD Turbo 4MATIC.

Para além do dispositivo 4MATIC de tração às quatro rodas que funcionava automaticamente, o “Mercedes-Benz Driving Dynamics Concept” incluía o diferencial de bloqueio automático (ASD) e o controlo antiderrapante (ASR). Assim, neste pacote, a Mercedes-Benz ofereceu três sistemas de dinâmica de condução eletrónicos, todos eles utilizando sinais do sistema de travagem antibloqueio.

O advento do Coupé

Em 1987, a Mercedes-Benz alargou, mais uma vez, a gama de modelos da série 124. Primeiro, dois modelos de coupé fizeram a estreia, em março, no Salão Automóvel de Genebra, completando a gama como uma terceira variante de carroçaria. Tal como com a série 123, em termos de engenharia e estilo, o design estava intimamente relacionado com o da berlina. No entanto, a montagem do piso foi alterada, de modo que o coupé tivesse uma distância entre eixos 8,5 centímetros mais curta. Isto enfatizava o carácter desportivo das duas portas e tornava-o uma variante com carroçaria específica, tanto estruturalmente, como em termos de estilo. As semelhanças com a berlina ficaram reduzidas às óticas dianteiras e traseiras.

O padrão de segurança alcançado nas berlinas W124 foi também adotado pelos engenheiros para os coupés. A falta de pilares B foi compensada pelo reforço dos pilares A, painéis laterais e portas, bem como com uma proporção particularmente grande de painéis de aço de alta resistência. Os engenheiros de design percorreram novos caminhos na secção final do tejadilho, cujo desenho proporcionava muito mais altura aos passageiros dos bancos traseiros do que noutro qualquer coupé.

Outro elemento característico que documentou a independência do design do coupé, em relação a outras variantes da série, foram os frisos combinados com saias laterais integrais.

Inicialmente, a gama de modelos compreendia os 230 CE e 300 CE. Os motores, um de 2,3 litros de quatro cilindros e um de 3,0 litros de seis cilindros com injeção de gasolina controlada mecanicamente/eletronicamente, eram os mesmos que os dos respetivos modelos da berlina. Os componentes mecânicos dos coupés e os equivalentes de quatro portas eram, em todo o caso idênticos, sendo que, exteriormente, os modelos 230 CE e 300 CE apenas se distinguiam pelo tubo de escape duplo e pela placa do modelo.

Versão Cabriolet que espantou o mundo

Após uma interrupção exata de 20 anos, a Mercedes-Benz recuperou a ideia de produzir um cabriolet de quatro lugares e escolheu a série 124 para cumprir esse desejo, dando ao Classe E ainda mais “charme” e poder de atração.

O desenvolvimento do cabriolet foi baseado no coupé, mantendo as duas portas, mas obrigando à remodelação de cerca de 1000 peças. Cada cabriolet necessitava de um total de 130 quilos de chapa metálica adicional para compensar estruturalmente a rigidez de 28 quilos perdida pela ausência do tejadilho rígido. As vibrações da carroçaria (o ponto fraco de qualquer cabriolet) foram eliminadas por quatro amortecedores de vibrações instalados na escora do amortecedor esquerdo, na armação do tejadilho e nas reentrâncias laterais da bagageira.

Para compensar a falta de armação lateral do tejadilho, na área propensa a dobrar, os pilares A foram soldados juntamente com secções metálicas dentro dos pilares para formar uma unidade robusta. A combinação deste pilar A, com uma barra de capotagem automática, produziu um sistema de segurança eficaz. Especificamente para o cabriolet 300 CE-24 foi desenvolvida uma barra linear disposta atrás dos bancos traseiros, que se estendia, quase perpendicularmente, em apenas 0,3 segundos, em caso de capotamento. Simultaneamente, serviu de encosto de cabeça aos passageiros do banco traseiro. Para este efeito, a proteção contra o capotamento também podia ser estendida e retraída manualmente.

O topo totalmente retráctil impressionava, com uma abundância de detalhes técnicos bem pensados. Retraída, a estrutura de alta precisão, que pesava 43 quilos e tinha 27 peças de ligação e 34 juntas, ocupava apenas 80 litros de espaço, de modo que o modelo ficasse ainda com uma generosa bagageira. A grande janela traseira de vidro aquecida era aparafusada com a pele exterior por um quadro duplo, proporcionando uma excelente visão traseira. Para melhorar a comodidade de funcionamento, como extra opcional havia um sistema de acionamento electro-hidráulico para a parte superior. Dez válvulas e doze interruptores de limite elétricos controlavam a sequência perfeita de três movimentos giratórios, bem como o acionamento correto dos diferentes mecanismos de bloqueio, monitorizando, depois, o estado fechado da capota quando o automóvel estava em movimento.

500 E a versão mais desportiva

Se o Classe E, na linhagem W124, era visto como um automóvel familiar, com presença executiva, onde atributos como o conforto e a segurança sobressaíam, em 1990, a Mercedes-Benz “arregaçou as mangas” e decidiu dar-lhe um cunho diferente. Para isso, criou o (hoje) emblemático 500 E, que se assumiu como topo de gama do modelo E, ao receber o primeiro motor V8. 

Com 240 kW (326 cv) extraídos de um motor de 5 litros proveniente do 500 SL (mas com um sistema de injeção diferente e controlado apenas eletronicamente), e com uma caixa automática de quatro velocidades, permitia prestações impressionantes, cumprindo a marca dos 0-100 km/h em apenas 5,9 segundos e chegando com facilidade à velocidade máxima (limitada) de 250 km/h.

Exteriormente, o modelo 500 E apresentava uma estética mais “agressiva”, que incluía pequenas asas, faróis de nevoeiro integrados no avental dianteiro e rodas de liga leve de 16 polegadas e oito furos, com pneus de base larga de tamanho 225/55 ZR 16. Em comparação com os outros modelos, a carroçaria foi rebaixada em 23 milímetros e, para compensar a compressão por mola induzida pela carga, o eixo traseiro estava equipado de série com controlo de nível hidropneumático.

A produção do modelo foi realizada em estreita colaboração com a Porsche, que passou a ser responsável pela construção e montagem final da carroçaria, enquanto a fábrica da Mercedes-Benz de Sindelfingen manteve a responsabilidade pela pintura e entrega.

Posteriormente, uma aura de desportividade ainda maior foi difundida pelo novo modelo topo de gama E 60 AMG, a que a Mercedes-AMG ofereceu um motor V8, de 6 litros, capaz de entregar uma potência de 280 kW (381 cv). O coupé e o cabriolet também foram valorizados pela AMG, com os modelos E 36 AMG, equipados com um motor de 3,6 litros de cilindrada e potência de 200 kW (272 cv), a chegarem ao mercado em 1993.

No polo inverso, o do exclusivo conforto, também em 1990, o Classe E passou a estar disponível em alguns mercados como berlina de distância entre eixos longa (mais 80 cm, fixando-se nos 3,60 metros), naquela que se afirmou como a quarta variante de carroçaria do modelo. Em contraste com as versões convencionais, os 250 D e 260 E passaram a ter seis portas e um banco do meio completo, cuja profundidade do assento e altura do encosto praticamente correspondiam às da fila de bancos traseiros.

Quase 3 milhões de unidades produzidas

Após três atualizações (em 1989, 1992 e 1993) na estética exterior e interior, equipamento, motorizações e designações, o Classe E (W124) chegou ao final da produção, em 1995, após 11 anos de fiéis serviços aos exigentes clientes.

Mas se a produção da berlina terminou, efetivamente, entre junho e agosto de 1995 (dependendo da versão), a carrinha prolongou a produção até 1996, da mesma forma que kits das versões E 250 Diesel e E 220 berlina também foram ainda produzidos até ao final desse ano para serem enviados para a Índia e aí serem montados. O descapotável (desde o seu facelift a gama compreendia o E 200 cabriolet, E 220 cabriolet, E 320 cabriolet e E 36 AMG cabriolet) continuou até 1997.

No total, foram fabricados 2.213.167 de berlinas, 340.503 carrinhas, 141.498 coupés, 33.952 cabriolets, 2.342 berlinas de chassis longo e 6.398 chassis parcialmente encorpados em carroçarias especiais - perfazendo um total de 2.737.860 veículos.

15/09/2022 18:42

Soc. Com. C. Santos parceira de municípios do Grande Porto na Semana Europeia da Mobilidade

A Sociedade Comercial C. Santos associou-se às atividades dos municípios da Maia e da Póvoa de Varzim no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade de 2022, que decorre de 16 a 22 de setembro. Estas ações arrancam já amanhã, na Póvoa de Varzim, com um roadshow de veículos elétricos e terminam na terça-feira, na Maia, com exposição e uma “corrida” ecológica.

As atividades da Sociedade Comercial C. Santos com os dois municípios do Grande Porto arrancam já esta sexta-feira (dia 16), com um roadshow composto totalmente por automóveis 100% elétricos da gama Mercedes-EQ. Até domingo (dia 18), os interessados nesta tecnologia podem conhecê-la melhor e ter uma experiência de condução dos modelos EQA, EQB, EQC e EQE.

A ação On The Road Mercedes-EQ da Sociedade Comercial C. Santos contará com modelos movidos apenas a energia elétrica na marginal da Póvoa de Varzim (junto ao casino). De referir que no sábado (dia 17) este roadshow estará enquadrado na ação Feira da Mobilidade, em que a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim reunirá na cidade modelos elétricos de diferentes marcas automóveis.

Na segunda-feira (dia 19), logo às 8h00, quatro viaturas Mercedes-EQ cedidas pela Sociedade Comercial C. Santos irão integrar os jogos do Passo-Minuto versus Automóvel e Pedalo-Minuto versus Automóvel. Estas atividades consistem em “corridas” entre automóvel e bicicleta ou automóvel e percurso pedonal. No primeiro caso, a origem são pontos menos urbanos da cidade e no segundo a partida é do centro da Póvoa de Varzim. Em ambos os cenários o destino são os Paços do Concelho, na Praça do Almada.

A Sociedade Comercial C. Santos irá ainda associar-se à apresentação pública do plano de mobilidade urbana sustentável da Póvoa de Varzim através da exposição de uma viatura elétrica. Esta sessão está marcada para terça-feira (dia 20), às 21h00, no Cineteatro Garrett.

Exposição e Eco Race na Maia

A Sociedade Comercial C. Santos vai associar-se à Semana Europeia da Mobilidade na Maia com atividades na manhã de terça-feira. Terá expostas quatro viaturas 100% elétricas, para que a população possa saber mais sobre este tipo de veículo zero emissões.

O ponto alto das atividades da Sociedade Comercial C. Santos no concelho onde tem sede será a “Maia Eco-Race Mercedes-EQ”. Entre as 10h00 e as 12h00, duas equipas compostas por dois condutores percorrerão vários pontos importantes para a mobilidade urbana e sustentabilidade na cidade. A bordo de dois Mercedes EQA 250, as equipas percorrerão cerca de 20 km, com início e fim na Praça do Doutor José Vieira de Carvalho, passando ainda por Estação de Metro ISMAI, Parque Avioso S. Pedro e Quinta dos Cónegos. A equipa que conseguir o menor consumo de energia (medida em kWh) vencerá esta iniciativa promovida em parceria pela Câmara Municipal da Maia e pela Sociedade Comercial C. Santos.

Semana Europeia da Mobilidade em 21ª edição

“O automóvel foi sempre um aliado da mobilidade das pessoas, a qual é um fator de desenvolvimento social e económico dos países. É com muito gosto que, no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade de 2022, a Sociedade Comercial C. Santos se associa a dois importantes municípios da região onde está inserida com atividades de promoção de soluções que reduzem o impacto ambiental do transporte urbano e das deslocações pendulares dos cidadãos”, afirma o chefe de vendas de veículos ligeiros de passageiros da Sociedade Comercial C. Santos, Rui Santos da Cunha.

A Semana Europeia da Mobilidade realiza-se todos os anos entre 16 e 22 de setembro. Foi lançada em 2002, no seguimento do Dia Europeu sem Carros, que se realizou em 2000 e 2001 (hoje está integrado na Semana Europeia da Mobilidade e ocorre a 22 de setembro).

A 21ª edição Semana Europeia da Mobilidade tem como tema principal “Melhores Ligações” e pretende ser uma oportunidade para testar novas formas de mobilidade limpa, fazer um balanço dos desafios atuais da mobilidade e avançar rumo a uma mobilidade mais sustentável para a Europa. A iniciativa assenta numa parceria entre redes de autoridades locais e especialistas em mobilidade e comunicação, os coordenadores nacionais (representantes de ministérios e agências nacionais) e a Comissão Europeia. Em Portugal, esta iniciativa é coordenada pela Agência Portuguesa do Ambiente.

A Semana Europeia da Mobilidade de 2022 conta com 2107 municípios registados, espalhados por 41 países. Portugal terá 80 vilas e cidades participantes (a lista pode ser consultada aqui).

Eletrificados representam 53% na Soc. Com. C. Santos

As vendas da Sociedade Comercial C. Santos, a exemplo de toda a rede de concessionários Mercedes-Benz em Portugal, registam uma tendência de eletrificação. Os veículos de passageiros novos eletrificados representam já mais de metade da presente carteira de encomenda da Sociedade Comercial C. Santos. Em concreto, os automóveis com motor a combustão interna representam 47% do total, contra 53% das viaturas eletrificadas (elétricas e híbridas plug-in). Entre as viaturas eletrificadas – designadas de xEV no universo Mercedes-Benz – a híbridas plug-in assumem maior preponderância (31% das vendas totais), mas a subida das 100% elétricas, até pelo continuo lançamento de novos modelos com esta tecnologia na gama, é uma realidade e são 22% de todos os automóveis Mercedes-Benz novos encomendados à Sociedade Comercial C. Santos.

A quase totalidade da gama Mercedes-Benz já tem variante híbrida plug-in (em muitos casos com autonomias elétricas superiores a 100 km). Além disso, a gama 100% elétrica Mercedes-EQ já inclui cinco modelos (sem contar com o monovolume EQV), com autonomias entre 420 e 784 km. Essa família de veículos continua a ser enriquecida e para os próximos meses está prevista a chegada de mais um membro, o EQS SUV.

14/09/2022 10:27

Mercedes-AMG Vision AMG, o elétrico do desejo

Poucos concept-car na história recente da indústria automóvel foram tão impactantes e disruptivos como o Mercedes-AMG Vision AMG. Uma espetacular antevisão do que poderá ser o futuro, inevitavelmente “eletrificado”, da AMG Driving Performance. Fiel ao estilo da marca, esta é uma deslumbrante encarnação de um coupé de quatro portas, baseado na evoluída arquitetura AMG.EA, que está a ser desenvolvida, em Affalterbach, para modelos desportivos 100% elétricos.

As espetaculares proporções deste coupé de quatro portas são marcadas pelas linhas esguias e quase monolíticas, impressão que é acentuada pela pintura das janelas laterais e do óculo traseiro no tom “Prata Alubeam” da carroçaria.

O resultado é um supercarro elétrico, um ícone de estilo que estimula o desejo e desperta emoções. Um automóvel único que parece estar em permanente movimento, mesmo quando se encontra estacionário.

As proporções desportivas e a atenção ao detalhe são particularmente evidentes numa visão lateral e resultam da generosa distância entre eixos, da redução ao mínimo das folgas da carroçaria, da posição muito chegada à frente do pilar A e da traseira aerodinamicamente otimizada, inspirada no universo da F1 e na parceria entre a Mercedes-Benz e a equipa de F1 (igualmente presente no esquema de cores e nas faixas que embelezam a zona das soleiras das portas e na moldura do difusor). As elegantes jantes de 22” e a graciosa zona do habitáculo surgem plenamente integradas nas formas gerais, sem nunca quebrar a silhueta baixa e desportiva ou afetando a forma como as linhas da carroçaria caem, elegantemente, em direção à traseira, fluindo diretamente para o spoiler integrado.

Na dianteira, a icónica grelha específica “AMG” com barras verticais é mantida, já que é uma característica distintiva da marca, ainda que, pelo facto de ser uma motorização totalmente elétrica, ser desprovida das entradas de ar de um radiador clássico. Como ponto focal visual, a grelha sublinha o aspeto vanguardista do Vision AMG, com a iluminação das barras verticais e um contorno exterior tridimensional. A omnipresente estrela de três pontas é posicionada de forma proeminente no capot, à imagem do que sucede no extraordinário Mercedes‑AMG Project ONE.

Mantendo esta toada inspiradora e a imagem futurista do Vision AMG, a assinatura de luz dos faróis é composta por três elementos LED que recriam o formato, estilizado e tridimensional, da Estrela Mercedes-Benz, assegurando que a marca é imediatamente evidente e inconfundível seja de noite ou de dia. Os dois faróis são ainda ligados visualmente através de uma faixa horizontal de luz acima da grelha. Esta banda luminosa pode exibir uma variedade de animações - desde uma assinatura de boas-vindas até uma luz constante.

Atrás, o Mercedes-AMG Vision AMG mantém as linhas e soluções previstas no ambicioso e emocionante “caderno de encargos”. Os farolins redondos resultam de uma reinterpretação moderna de uma solução já familiar. De cada um dos lados, três anéis de LED são posicionados em tubos cilíndricos. Também aqui, pequenas estrelas permitem fazer uma ligação direta à marca Mercedes-Benz. Em contraste, o expressivo difusor traseiro é pintado de preto e, mais uma vez, é reminiscente da ligação da marca à Fórmula 1.

Tão deslumbrante por fora, como tecnicamente entusiasmante

A tecnologia do Vision AMG homenageia o espetacular design de várias maneiras. Todos os componentes foram desenvolvidos inteiramente de raiz: não só a plataforma AMG.EA em si, mas também a bateria dedicada de alta tensão e a revolucionária tecnologia aplicada ao motor. O poderoso coração do Vision AMG é o inovador Motor de Fluxo Axial, desenvolvido pela YASA, uma subsidiária da Mercedes-Benz. Com um design muito compacto e leve, fornece substancialmente mais potência do que os motores elétricos convencionais.

Outra vantagem da disposição técnica dos diferentes elementos e da compactidade dos mesmos, a começar, desde logo, pela colocação das baterias sob o piso e entre os eixos, torna o Vision AMG bastante mais baixo do que, por exemplo, o EQS, permitindo uma dinâmica, a todos os níveis, excecional e, ao mesmo tempo, manter um generoso espaço habitável para os quatro ocupantes.

A Mercedes-AMG está num processo de reinvenção sem paralelo na nossa história. Os desafios são grandes e os padrões elevados, porque os clientes não querem abdicar da excelência a que a marca os habituou. Mas a julgar pelo concept Vision AMG, o rumo está traçado e o futuro será tão emocionante e eletrizante como o que seria de esperar na marca que já nos ofereceu alguns dos automóveis mais extraordinários e apaixonantes que esta indústria viu nascer.

12/09/2022 10:54

Transporte as suas pequenas “estrelas” em total segurança

Escolher um Mercedes-Benz é sempre sinónimo de usufruir dos mais elevados padrões de segurança. Mas há ocupantes que, pela sua acrescida fragilidade e morfologia, exigem sistemas de segurança específicos. Falamos, obviamente, das crianças. Na Sociedade Comercial C. Santos disponibilizamos um leque alargado de sistemas de contenção desenvolvidos, especificamente, para o seu automóvel, capazes de assegurar o transporte dos “clientes” mais pequenos, com os rigorosos padrões de exigência a que a Mercedes-Benz nos habituou. Venha descobrir as soluções que melhor se ajustam às suas necessidades.

Na Mercedes-Benz, a segurança não é uma opção, é uma prioridade absoluta na conceção e desenvolvimento de qualquer automóvel da gama. Durante décadas, têm sido inúmeros os exemplos de inovações tecnológicas e soluções técnicas que ajudaram a colocar a marca como o padrão a seguir na indústria automóvel.

O transporte e contenção, em pleno conforto e segurança, dos ocupantes mais novos não é exceção. Aliás, há muito que os engenheiros da Mercedes-Benz têm vindo a aplicar todo o seu extenso know-how na conceção e desenvolvimento de cadeiras de criança que apresentam soluções inovadoras, tais como proteção otimizada contra impactos laterais ou o reconhecimento automático (patenteado) da presença das mesmas.

Trabalhando em cooperação com os mais reputados fabricantes de cadeiras de transporte de crianças, como a Britax Römer, a Mercedes-Benz assegura não só os elevadíssimos padrões de segurança, como o mais absoluto conforto dos passageiros mais pequenos. Mais, como o seu design conjuga-se na perfeição com o do interior dos seus automóveis, estas satisfazem as expectativas dos pais no que diz respeito à aparência do conjunto. Isto é particularmente evidente na cadeira AMG KIDFIX XP, com fixação isofix, que espelha o mesmo acolchoamento transversal dos bancos desportivos e inclui a utilização da cobertura padrão dos estofos AMG em microfibra “DINÂMICA”. Esta cadeira é adequada para crianças com idades compreendidas entre os 3,5 e os 12 anos (15 até 36 kg) e é fixada ao automóvel por intermédio do cinto de segurança de 3 pontos ou por meio do sistema ISOFIX. Se for necessário, o encosto pode ser retirado para utilizar a cadeira KIDFIX XP AMG como sistema de elevação do assento.

Mas como é de (muito) pequenino que… se cuida de um fã da marca, a Coleção Mercedes-Benz inclui a cadeira de bebé "BABY-SAFE plus II”, que é a escolha certa para a faixa etária de 0/0+ a aproximadamente 15 meses e a um peso corporal de até 13 kg. As crianças são seguras e confortavelmente acomodadas num casulo profundo, com suportes laterais e ombros altos e suavemente acolchoados. O apoio de cabeça é ajustável em sete posições, de modo a poder ser otimizado de acordo com o tamanho da criança. Uma função de ajuste do encosto do banco é também integrada para permitir uma posição reclinável. O sistema de cinto de 5 pontos mantém o corpo da criança no lugar de forma fiável, e é muito fácil de fixar a partir da frente. O banco pode ser facilmente retirado utilizando a ergonómica pega de transporte. O assento BABY-SAFE plus II pode ser colocado virado para trás, utilizando o cinto de segurança de 3 pontos do automóvel. Outra importante característica de segurança é o sistema patenteado “D-SIP”, que otimiza a proteção contra impactos laterais. O banco tem também o sistema de reconhecimento automático de cadeira de criança Mercedes-Benz (AKSE). Esta tecnologia utiliza um transponder para detetar a presença da cadeira de criança no banco do passageiro da frente e desativa, automaticamente, o airbag do passageiro. O tensor do cinto e todos os outros airbags do lado do passageiro da frente permanecem ativos para proteger a criança. Uma lâmpada indicadora informa o condutor que o cinto de segurança do passageiro foi desativado e este é, automaticamente, reativado quando a cadeira de criança é removida.

Para a fase seguinte da vida da criança, a Sociedade Comercial C. Santos sugere a utilização da cadeira Mercedes-Benz “DUO plus”. Virada para a frente, esta é adequada para crianças com um peso entre os 9 e os 18 kg e idades entre, aproximadamente, os 9 meses e os 3,5 anos. A DUO plus está equipada de série com um acessório de assento ISOFIX e um Top Tether (cinto adicional para fixação do apoio de cabeça). A segurança é ainda garantida pelo sistema de cinto de 5 pontos de fixação com ajuste central do comprimento e zonas dos ombros especialmente almofadados. As três posições do banco, para sentar, descansar e dormir, podem ser reguladas facilmente. O apoio de cabeça é igualmente regulável em sete níveis. Um suporte que permite manter os cintos de segurança de lado facilita a entrada e saída da criança do automóvel.

Se a sua criança já ultrapassou a fase de “bebé”, mas ainda exige uma cadeira à sua medida, a Mercedes-Benz propõe a “KIDFIX XP”, sendo que a sigla XP significa Proteção Extra. Esta solução assegura o conforto e segurança de crianças com idades entre os 3,5 anos e os 12 anos. As almofadas absorventes de energia no apoio de cabeça e na zona dos ombros reduzem as cargas de impacto em até 20%. Os cintos de segurança acolchoados asseguram a melhor proteção possível contra impactos laterais. O apoio de cabeça e o sistema de cinto são reguláveis em altura, o que assegura que o cinto diagonal é guiado de forma ótima através do ombro da criança. O encosto em V proporciona o melhor ajuste possível ao longo do desenvolvimento da criança e pode ser removido quando esta atinge os 22 kg de peso. O assento KIDFIX XP é fixado no automóvel através do sistema ISOFIX ou i-Size, ou utilizando o cinto de segurança de 3 pontos.

11/09/2022 13:45

Mercedes-Benz 300 SL Racing Sports Car ou… como o sucesso na competição inspirou a geração SL

A tradição SL da Mercedes-Benz remonta aos anos 50 e poderá revivê-la no 1º Passeio de Clássicos da Sociedade Comercial C. Santos, na estrada a 24 de setembro. Mas, antes disso, contamos-lhe a história de um SL muito especial: o 300 SL Racing Sports Car, também o primeiro SL de competição, suficientemente inspirador para apontar um novo caminho à marca da estrela…   

A 12 de março de 1952, a Mercedes-Benz revelou o espetacular 300 SL (W194). O primeiro carro de competição da marca, após a 2ª Guerra Mundial, que acabou por moldar a tradição dos automóveis desportivos, com a sigla “SL” (Sport Leicht, em português, Super Leve), e que já vai na sétima geração.  

O evento foi apenas destinado a alguns jornalistas, tendo tido lugar numa autoestrada perto de Estugarda, mas com uma outra interessante novidade: três unidades fariam a estreia na célebre corrida “Mille Miglia”, que se realizaria a 3 e 4 de maio de 1952.

Sem dúvida, uma excelente notícia para os adeptos do automobilismo, só capaz de ombrear com a sensação de ver ao vivo o 300 SL, que fazia sensação, independentemente do ângulo com que fosse vislumbrado.

Com uma carroçaria concebida em alumínio (na fábrica de Sindelfingen) e um centro de gravidade baixo (apenas 1.225 milímetros de altura), a nova “estrela” de competição da Mercedes-Benz assumia-se como um automóvel com linhas vincadamente desportivas e desenhado a pensar na dinâmica. Já com claras preocupações aerodinâmicas, o modelo foi concebido para ter o cockpit o mais estreito possível, mas sem prejudicar a visibilidade, graças aos pilares finos. Tinha uma distância entre eixos de 2.400mm, sendo a via frontal mais estreita do que a traseira (1.381mm e 1.445mm, respetivamente).

“Asas de Gaivota” não por opção, mas por necessidade

Mas eram as portas “Gullwing” (Asa de Gaivota) que lhe davam um toque ainda mais extremo, mesmo se não facilitavam a entrada e saída dos pilotos que nele iam competir. Contudo, ao contrário do elegante 300 SL (W198), nascido cinco anos depois, em 1957 - e ainda hoje considerado como um dos mais belos automóveis de sempre e cujo um magnífico exemplar marcou presença, já este ano, na apresentação da última geração do Mercedes-AMG SL na Sociedade Comercial C. Santos -, as portas “Asa de Gaivota” do modelo de corrida terminavam na cintura da carroçaria, dada a conceção do chassis que, tecnicamente, a isso obrigava e impedia de ter portas convencionais.

A secção dianteira recebeu uma grelha plana (com 15 barras e a estrela da marca), em vez da tradicional grelha de radiador vertical que a Mercedes-Benz implantava então nos seus modelos. E, tanto à frente como atrás, a carroçaria estava desprovida de qualquer proteção para-choques, mas não abdicava de uma grossa fita de couro (em formato de cinto) que impedia que o capô se abrisse inadvertidamente.

Já a estrutura do chassis de alumínio e magnésio por baixo da carroçaria, concebida por Rudolf Uhlenhaut para este automóvel de competição, foi feita a pensar na velocidade e forças de torsão a que o modelo seria submetido, tendo um peso pluma de apenas 50 quilos. Os leves tubos que a suportavam foram concebidos para serem submetidos a cargas de tensão e compressão, que aumentavam, de forma global, a rigidez do modelo.  

Para animar desportivamente o 300 SL, a marca desenvolveu o propulsor M186, de seis cilindros em linha, 3 litros de cilindrada e com bloco de ferro fundido, utilizado no aristocrático Mercedes-Benz 300 (W186), apresentado em abril de 1951. Mas para que o rendimento do 300 SL fosse melhorado, os engenheiros aumentaram a potência para os 125 kW (170 cv) às 5200 rpm, depois de alterarem a sua disposição (inclinando-o até aos 50°) e de lhe introduzirem um cárter seco (nas primeiras unidades ainda era usado um cárter húmido para poupar peso) para que nas curvas e inclinações, nunca deixasse de ser lubrificado pelo óleo. O motor SL também apresentava uma árvore de cames de alta elevação e três carburadores Solex. Surpreendentemente, ao modelo faltavam aberturas de refrigeração do motor, tanto no capô como nos flancos.

Para além do motor, outros componentes técnicos também derivavam do lendário 300 “Adenauer” (W186) e do “irmão”, o mais desportivo 300 S (W188). Foi o caso da caixa de 4 velocidades, que recebeu, no entanto, uma bomba de óleo em separado. A suspensão dianteira foi concebida com triângulos de comprimento desigual, enquanto o eixo traseiro oscilante foi importado do W186. Este eixo foi unido apenas ao diferencial e não às próprias rodas, o que exigia afinações de camber mais arrojadas sempre que o 300 SL era conduzido em pisos irregulares.

Já para melhorar o contacto com o solo, foram instalados amortecedores telescópicos com mola de bobina nas quatro rodas, juntamente com travões a tambor. Já as rodas Rudge de 5 x 15 polegadas, com aperto central, foram originalmente “calçadas” com pneus Englebert e, mais tarde, Continental.

Um generoso depósito de combustível foi colocado atrás do eixo traseiro, com a quantidade com que fosse abastecido a ter larga influência no comportamento do 300 SL.

Interior desportivo e funcional

Uma vez no habitáculo, o condutor era confrontado com espaço exíguo, um volante e quatro raios de madeiras e traço metálico da cor da carroçaria. Os mostradores de velocímetro e conta-rotações eram separados, atrás do volante, enquanto manómetros suplementares para a pressão e temperatura do óleo, temperatura da água e combustível foram montados ao lado da coluna de direção.

Um relógio posicionado no centro do tablier e uma variedade de interruptores, proporcionavam um ambiente mais desportivo e funcional para quem se sentasse nos bancos com padrão de tecido ao xadrez.

Prestações brilhantes e… muita exclusividade

Embora nunca tenham sido publicados números oficiais relativos às prestações do 300 SL Sports Car, estima-se que o primeiro “Gullwing” da Mercedes-Benz tivesse uma velocidade máxima de cerca de 155mph (250 km/h), dependendo da relação de transmissão, e demorasse apenas 5.5 segundos a atingir os primeiros 100 km/h. Números notáveis para a época e só possíveis pelo baixo peso global do modelo (1130 kg).

A produção do Mercedes-Benz 300 SL Racing Sports Car foi muito restrita, contemplando apenas 10 unidades, tendo nove recebido a carroçaria “Gullwing” (fechada) e apenas uma a carroçaria Spyder (aberta). Mas pelo menos três “Gullwing” foram mais tarde transformados em Spyder.

Palmarés de luxo

Parecendo antecipar o lema da Mercedes-Benz: “The Best or Nothing”, em 1952, a marca da estrela retomou o percurso competitivo e com enorme sucesso. A aposta no regresso à competição rapidamente deu os seus frutos e o 300 SL Racing Sports Car não demorou a dar nas vistas: primeiro com a conquista de um segundo e quarto lugares (com as duplas Karl Kling/Hans Klenk e Rudolf Caracciola/Paulo Kurrle, respetivamente) na prova “Mille Miglia”, antes da conquista da primeira vitória absoluta e pódio completo na corrida de suporte do G.P. da Suíça de F1 (1º Karl Kling; 2º Hermann Lang e 3º Fritz Riess).

Um triunfo e um segundo lugar, menos de um mês depois, nas míticas 24 Horas de Le Mans (através de Lang/Riess e Helfich/Nieermayer) confirmaram que o 300 SL era o carro do momento e podia bater qualquer modelo, tivesse ele o símbolo da Ferrari, Aston Martin, Jaguar, Gordini ou Talbot-Lago no capô.

Também a “jogar em casa”, na corrida de suporte do G.P. da Alemanha, disputada no famoso circuito de Nürburgring, os 300 SL brilharam, conquistando as quatro primeiras posições (1º Lang, 2º Kling, 3º Riess e 4º Helfrich), na estreia da versão Spyder do modelo.

O passaporte de sucesso não ficaria, contudo, totalmente carimbado sem incluir a vitória na terceira Carrera Panamericana. A reputada prova mexicana consagrou o último triunfo internacional do 300 SL Racing Sports Car (então já com o motor mais desenvolvido a atingir os 180 cv de potência), com Kling/Klenk e Lang/Grupp a alcançarem mais uma lendária vitória e o segundo lugar, que só não foi ainda mais expressiva com o pódio completo, porque a dupla Finch/Geiger foi desclassificada depois de vencer a prova, depois de ter recebido assistência em zona interdita.

No ano seguinte, apesar dos planos iniciais, a Mercedes-Benz decidiu não continuar o percurso na competição, para preparar o seu programa de Fórmula 1 de 1954, com o modelo W196 R. Nessa altura, já tinha desenvolvido o W194/11, uma versão mais evoluída do 300 SL Racing Sports Car, mas que nunca chegou a correr.  

Mas nem tudo estava perdido! As vitórias do W194 foram suficientes para inspirarem os engenheiros da Mercedes-Benz a conceberem o 300 SL (W198), a elegante versão de estrada conhecida por “300 SL Gullwing”. Um coupé desportivo que, em 1954, se tornou também inspirador para todas as gerações SL seguintes - W121 (de 1955 a 1963), W113 ou “Pagode” (de 1963 a 1971), R107 ou “Dallas” (de 1971 a 1989), R129 (de 1989 a 2001), R230 (de 2001 a 2011), R231 (de 2013 a 2020) e R232 (lançado em 2022), muitas das quais marcarão presença no 1º Passeio de Clássicos Soc. Com C. Santos.

10/09/2022 11:51

Cuidados a ter com o seu automóvel neste regresso de férias

O período de férias é quase sempre sinónimo de descontração para si e para a sua família, mas também de sujeição do seu automóvel a “trabalhos forçados”. Além disso, com um regresso que tradicionalmente coincide com a aproximação de condições atmosféricas menos favoráveis, é de extrema importância dar atenção a alguns órgãos, elementos mecânicos e acessórios, assegurando assim que o seu Mercedes-Benz continua a cumprir, com a excelência habitual, o papel para o qual foi concebido: transportar os seus ocupantes com o conforto, a qualidade e a segurança que apenas um automóvel da marca da estrela consegue oferecer.

Viagens em família com a “tralha” toda a bordo. Idas à praia. Sol. Calor. Água do mar. Piqueniques no campo. Partir à descoberta daquela “estrada” que sempre quis percorrer ou enfrentar o caminho que o leva ao spot ideal para um fim de tarde perfeito… Férias são sinónimo de diversão, descontração e, acima de tudo, muito prazer ao volante do seu Mercedes-Benz.

Mas também se traduzem em esforços redobrados para o seu fiel companheiro de quatro… rodas. São as longas horas ao sol e ao pó. As saraivadas de mosquitos que teimam em “entranhar-se” na dianteira do seu automóvel. É o desgaste provocado pela areia e pelos efeitos da água salgada. É a suspensão e sistema de travagem sujeitos a cargas adicionais… Enfim, um sem fim de “agressões” que suportou com estoicidade ou não fosse um Mercedes-Benz!

Não acha que o seu fiel automóvel merece algum carinho após tão acrescido esforço? Bem, na verdade não se trata de um gesto de atenção, mas antes uma questão de segurança para si e para os seus. E, hoje em dia, já não tem “desculpa”, porque marcar um serviço de manutenção ou revisão é tão fácil como ir à net. Sabia, por exemplo, que pode agendar comodamente todos os serviços - da manutenção à inspeção, passando pela substituição de pneus ou a higienização do ar condicionado – na sua Oficina Autorizada Mercedes-Benz da Sociedade Comercial C. Santos online?

Mas, afinal, que cuidados deve ter com o seu automóvel neste período que marca o regresso às rotinas diárias e antecede a chegada do mau tempo?

Há uma série de pequenos detalhes que podem fazer (toda) a diferença e que qualquer utilizador pode efetuar com relativa facilidade. Falamos de operações simples, como verificar a pressão dos pneus ou atestar o depósito do limpa para-brisas. Uma lavagem de estrada também permite retirar muita da sujidade acumulada, restituir a visão através dos vidros e espelhos exteriores e… revelar alguns estragos que possa ter feito e nem sequer ter identificado.

Aproveite a lavagem para ver com atenção o estado da pintura, especialmente na dianteira, bem como as óticas e os vidros. Se os mosquitos são uma “praga” desagradável, a projeção de pequenas pedras ou objetos pode ser bem mais nefasta.

Não se esqueça das escovas limpa para-brisas. O sal, o sol e os mosquitos formam um “cocktail” que é letal para as borrachas suaves que os compõem. Não espere pelas primeiras chuvas fortes para chegar à conclusão de que estas já perderam a sua utilidade.

Procure ainda por amolgadelas na chapa ou picadas nos vidros e observe a zona inferior da carroçaria, em busca de pancadas que possam ter afetado algum órgão mecânico. 

Verifique visualmente o eficaz funcionamento de todos os sistemas de iluminação, já que analisar a intensidade e o alinhamento dos faróis exige equipamento específico. Uma operação que poderá efetuar facilmente na sua Oficina Autorizada Sociedade Comercial C. Santos.

Pneus, o único ponto de ligação com a estrada

Como referimos, o peso extra, a elevada temperatura do asfalto e os pisos menos “favoráveis”, são fatores que afetam sobremaneira os pneus. Sim, aquele elemento preto e redondo, tantas vezes descurado, mas que, na prática, é o único ponto de ligação entre o automóvel e a estrada. Verifique se têm cortes, desgaste excessivo e/ou desigual ou se sofreram algum impacto que possa ter afetado a sua integridade. Por muito pequeno que seja o “defeito”, não facilite, desloque-se à sua Oficina Autorizada e troque o elemento danificado. Caso o outro pneu do mesmo eixo já tenha um desgaste assinalável, aproveite e substitua-o também.

Os travões também sofrem durante o período de férias. É a areia da praia que fica entre discos e pastilhas, é o calor extra que tem de ser dissipado, é o peso adicional que tem de ser “parado” com eficácia. Verifique o estado das pastilhas e dos discos. Vibrações excessivas podem denunciar problemas no sistema de travagem ou até discos empenados, resultado de excesso de temperatura ou de uma grande amplitude térmica.

Já que estamos a avaliar a mecânica, aproveite para verificar todos os líquidos e lubrificantes. Há quanto tempo não faz uma revisão profunda? Quando é que mudou pela última vez o óleo e os filtros (incluindo do habitáculo)? Como é que estão as correias e tensores? E os amortecedores, ainda mantêm a eficácia a que o habituou e a segurança que é apanágio de qualquer Mercedes-Benz?

Porque o ditado português “mais vale prevenir do que remediar” não surgiu por acaso, entregue o seu Mercedes-Benz nas mãos de quem sabe, de quem conhece o seu automóvel como ninguém, de quem possui o know-how e as mais evoluídas ferramentas de diagnóstico. Entregue o seu Mercedes-Benz às Oficinas Autorizadas da Sociedade Comercial C. Santos.

08/09/2022 12:37

Grelhas Mercedes-Benz: factos e curiosidades e o que mudou em 120 anos

Muito mais do que simples adereço estético, a grelha dianteira dos modelos Mercedes-Benz evoluiu, significativamente, nos últimos 120 anos, viajando à boleia das mudanças tecnológicas que alteraram e ajustaram o design à função. Desvende connosco os momentos mais marcantes desta evolução…

A história das grelhas frontais nos Mercedes-Benz iniciou-se com a clássica grelha do radiador, antes desta perder a sua função original e se transformar num artefacto de design vanguardista e polo tecnológico. Hoje, a grelha Black Panel dos modelos EQ é também uma identidade da marca e a prova de que este artefacto, com 120 anos, tem uma extraordinária capacidade de acompanhar a evolução do automóvel, que agora entrou numa nova era elétrica. Mas, recuemos no tempo…


Quando a grelha se confundia com o próprio radiador de arrefecimento

Na sua origem, e, claro, muito antes de ganhar a importância estética que tem hoje, a grelha dianteira dos primeiros modelos Mercedes-Benz confunde-se com os radiadores de arrefecimento dos motores.

Aliás, no final do século XIX, o arrefecimento do motor foi um dos maiores desafios nos primeiros tempos do automóvel, existindo a necessidade de que o sistema fosse eficiente e capaz de funcionar em circuito fechado. Uma das primeiras soluções foi o radiador tubular inventado por Maybach em 1897, que coincidiu, também, com aquela que foi a primeira grelha frontal.

Na prática, consistia num tanque de água estreito, com tubos abertos da frente para trás, através dos quais o ar passava à medida que o veículo circulava. Um ventilador acionado pela cambota significava que o sistema de arrefecimento continuaria a funcionar mesmo quando o motor estivesse em marcha lenta. Na prática, foi o radiador tubular que facilitou a utilização de motores mais potentes.

A grande novidade chegou em 1900, com o radiador alveolar no Mercedes 35 PS. Consistia em mais de 8.000 pequenos tubos, com uma secção transversal quadrada de cerca de seis milímetros por lado. A maior área frontal e o maior fluxo de ar oferecido pelos tubos quadrados proporcionavam uma potência de arrefecimento significativamente maior. Foram soldadas juntas para criar um novo tipo de radiador retangular com um depósito integrado. Um ventilador atrás do radiador melhorou a regulação da temperatura a velocidades mais lentas na estrada. O efeito prático não se fez esperar: o motor de 35 cv do primeiro Mercedes necessitava apenas de nove litros de água, em vez dos anteriores 18 litros. Um ano e alguns melhoramentos mais tarde, o valor foi reduzido para apenas sete litros.

Grelha do radiador Mercedes define o design de referência

O desenho do Mercedes 35 PS, com a imponente grelha de radiador vertical, teve um impacto duradouro no mundo automóvel. Até meados da década de 1930, praticamente todos os automóveis de produção em série tinham um design de radiador semelhante - com ligeiras variações, ora mais planos, ora mais pontiagudos. A grelha do radiador com a dobra vertical distinta no meio apareceu em 1911 e permitiu uma superfície de arrefecimento ligeiramente maior. No entanto, como era mais complicado de produzir, estava reservado, maioritariamente, para veículos com motores potentes.

Nos primeiros 40 anos de história automóvel, o radiador tinha uma função puramente prática. Os fabricantes de automóveis não o viam, inicialmente, como um cunho distintivo de uma marca. O desenho individual estava em grande parte nas mãos criativas dos construtores de autocarros, que também gostavam de experimentar a forma do radiador - desde curvas opulentas a desenhos simplificados inspirados na aviação.

A grelha do radiador como cobertura protetora

A grande mudança ocorreu em 1931, com a chegada do Mercedes-Benz 170 (Tip W 15). Pela primeira vez, o radiador foi montado para proteção atrás de uma grelha. O novo componente fazia parte do capô e foi concebido com enorme cuidado. A forma elegante, arredondada e retangular foi baseada na do próprio radiador. No entanto, foi também aumentada por uma larga moldura cromada, que transmitia uma mensagem de qualidade e elegância intemporal. A estrela Mercedes apareceu não uma, mas duas vezes, na tampa inovadora do radiador - como um distintivo e também como um ornamento digno. O fino padrão alveolar tinha um papel tanto funcional como estético. Protegia o próprio radiador da sujidade e de ser atingido por pedras. As alhetas sujas do radiador eram menos eficazes no arrefecimento do que as alhetas limpas, enquanto o impacto das pedras podia causar danos, levando o motor a sobreaquecer.

A grelha do radiador na Mercedes-Benz 170 V, de 1937, retinha a mesma forma fundamental, vertical e esguia. No entanto, era ligeiramente inclinada para trás e cónica para dentro, em direção ao fundo. Esta aposta transmitiu uma mensagem visual muito mais forte sobre o desempenho dinâmico da nova limusine. A forma ligeiramente pontiaguda do radiador realçou subtilmente este efeito. A atenção aos detalhes era também evidente no fino desenho decorativo e nas travessas cruzadas cromadas, que dividiam visualmente a superfície em secções precisas.

Em nome da aerodinâmica

A grelha cromada tornou-se, subsequentemente, uma das características mais reconhecíveis da marca. Os designers da Mercedes-Benz desenham-nas, cuidadosamente, com apenas adaptações muito subtis, face à sua forma original, até aos anos 60. Depois, a grelha Mercedes-Benz cresceu em largura e encolheu em altura. O foco na largura transmitia mais potência e presença. No entanto, era também uma função da tendência para baixar o capô para melhorar a aerodinâmica e, assim, a eficiência.

Este desenvolvimento cuidadoso de uma assinatura tão visualmente distinta, como a grelha do radiador, reforçou o reconhecimento da Mercedes-Benz na estrada e, assim, a imagem de marca em todo o mundo. O design da grelha cromada continuou a expandir-se e a evoluir até aos dias de hoje.

A grelha a que chamavam “cara do automóvel desportivo”

Na década de 1950, a Mercedes-Benz criou um segundo design de radiador completamente autónomo. O lendário 300 SL “Gullwing” e o mais pequeno 190 SL roadster receberam uma alternativa moderna conhecida, internamente, como a “cara do automóvel desportivo”. Uma grande estrela Mercedes foi montada em frente da abertura larga e rasa do radiador e ladeada por barbatanas horizontais cromadas. Este desenho tornou-se a marca registada dos automóveis desportivos e roadsters e provou, ao longo das décadas que se seguiram, ser tão intemporal e duradouro como a clássica grelha do radiador Mercedes.

A ofensiva de modelos dos anos 90 e 2000 viu a dianteira dos automóveis Mercedes-Benz modernizar-se com um “look” mais desportivo. A entrada em novos segmentos de mercado, com modelos como o Classe A e Classe B, os SUV, mas também os coupés e roadsters exigiram novas variantes de design. A “cara do carro desportivo” passou a apresentar-se de forma distinta consoante o modelo, tendo ou não “barbatanas” horizontais, naquilo que sublinhou a nova direção da marca, significativamente mais orientada para o desempenho.

Clássico ou desportivo? A escolha é do cliente

Houve exceções específicas, como o nariz de Fórmula 1 do SLK de segunda geração e o SLR McLaren, mas a partir de 2007, com a Classe C (W 204), chegou a decisão inédita de deixar a escolha do tipo de grelha para o cliente. Dependendo da linha de equipamento, ou a grelha clássica (Classic e Elegance) ou desportiva (Avantgarde), a grelha dianteira apresentava-se diferente. O conceito foi alargado à Classe E e, ainda hoje, se aplica a ambas as gamas de modelos.

O design da grelha do radiador nos atuais modelos Mercedes-Benz é ainda mais individual e, acima de tudo, mais escultural. As diferentes formas, contornos e barbatanas facilitam a distinção entre as gamas de modelos, sem negligenciar o carácter distintivo da marca Mercedes-Benz. Permanecem únicas em termos da sua identidade e valor de reconhecimento. Um Mercedes é sempre claramente reconhecível como um Mercedes - em cada época, há mais de 120 anos.

O mesmo se aplica às sub-marcas Classe G, Mercedes-AMG e Mercedes-Maybach. A grelha da Classe G é tão icónica e única como o próprio veículo. Apresenta barbatanas horizontais e uma grande estrela central e é ladeada por dois faróis redondos. Com os seus contornos arrojados, reflete a linguagem de design do clássico intemporal off-road, caracterizado por linhas claras e grandes superfícies, e só tem sido cuidadosamente retrabalhada desde 1990.

Com contornos descendentes e barbatanas verticais, a grelha AMG faz referência ao globalmente bem-sucedido automóvel de corrida 300 SL, que venceu a lendária corrida Panamericana de 1952, no México. Em várias iterações ao longo dos anos, tornou-se a característica de identificação mais distintiva de todos os novos modelos AMG. O Vision AMG indica como poderá ser o futuro da grelha AMG - um painel de grelha da mesma cor da carroçaria, mas mantendo a forma inconfundível da AMG com barbatanas verticais. A iluminação assegura que a grelha permanece imediatamente reconhecível, mesmo à noite.

O valor de reconhecimento da prestigiada grelha Mercedes-Maybach reside no tratamento escultural das barbatanas verticais - inspirado num fato com riscas. O símbolo da MAYBACH está integrado na moldura cromada da grelha. O conceito mais recente, o EQS Maybach, mostra a interpretação totalmente elétrica da grelha - sem uniões, com a placa de radar perfeitamente integrada.

05/09/2022 13:06

EQS SUV - O luxo e a funcionalidade elevados a um novo patamar de excelência

Com o lançamento do novo EQS SUV, a Mercedes-Benz voltou a inovar, ao oferecer o mais disruptivo, sofisticado e luxuoso automóvel elétrico de até sete lugares do mercado nacional. Mas os inegáveis atributos do EQS SUV não se esgotam nas linhas elegantes, na dinâmica de exceção ou no sumptuoso interior. A Mercedes-Benz também se preocupou com a vertente funcional e com a atenção ao detalhe que um SUV de luxo, capaz de transportar até sete ocupantes, em pleno conforto e segurança, tem de assegurar. Venha descobrir como EQS SUV tornou o luxo e a funcionalidade dois complementos perfeitos.

Para colocar o novo EQS SUV em perspetiva, imagine todo o requinte e refinamento que se espera de um Classe S ou, neste caso, de um EQS, mas com ainda mais espaço habitável, com uma terceira fila de bancos opcional e com toda a versatilidade de utilização que um SUV pode oferecer. Ah! E já referimos que é 100% elétrico? Ou seja, já não chegava ser um paradigma da sofisticação, como ainda se preocupa com a eficiência energética, com a redução dos custos de utilização, para além de oferecer uma serenidade a bordo e uma insonorização que apenas um automóvel integralmente elétrico pode oferecer.

O EQS SUV partilha a enorme distância entre eixos (3210 milímetros) da berlina EQS, mas é mais de 20 centímetros mais alto. Como seria de esperar, o espaço a bordo beneficia das generosas dimensões e das vantagens de ter sido concebido de raiz com uma plataforma elétrica específica (EVA). Esta solução permitiu potenciar o espaço habitável, sem prejuízo da elegância de um design que é, inegavelmente, atraente e eficiente do ponto de vista aerodinâmico.

Além disso, a nova plataforma ofereceu aos engenheiros da Mercedes-Benz EQS SUV a possibilidade de disponibilizar, em opção, uma terceira fila de bancos com dois lugares individuais adicionais. Ponto de honra: ao contrário do que é usual em soluções concorrentes, os ocupantes destes últimos lugares teriam de ter o mesmo grau de conforto e segurança dos restantes.

Com a função EASY ENTRY de série, o acesso aos dois últimos lugares é facilitado pelo ajuste longitudinal da fila central, que desliza para a frente uns adicionais 290 mm.

A bem da modularidade, os dois bancos são escamoteáveis sob o piso da mala, assegurando uma plataforma plana quando não estão a ser utilizados e garantindo uma acrescida facilidade de utilização quando são necessários.

Espaço para tudo, espaço para todos

Como em quase tudo no EQS SUV (incluindo a locomoção), até o ajuste da segunda fila de bancos é elétrico. Com um curso de 130 milímetros, esta solução permite variar o espaço para os joelhos entre os 830 e os 960 milímetros. Os próprios encostos da segunda fila de bancos podem ser reclinados eletricamente em 14º para a frente e 4º para trás.

Como a segunda fila de bancos é ajustável, a bagageira pode ser continuamente expandida entre os 645 litros (se privilegiar o espaço para as pernas) e os 880 litros de capacidade. Isto significa que mesmo com os cinco lugares ocupados, o EQS SUV pode transportar até quatro sacos de golfe. Com a segunda fila de bancos dobrada, o compartimento de bagagem oferece uns colossais 2100 litros.

Para ajudar o modular o espaço para a carga e os ocupantes, os encostos dos bancos podem ser divididos e rebatidos numa proporção de 40:20:40. Na chamada posição de carga, os encostos adotam uma posição mais vertical, permitindo que alguns objetos de maiores dimensões possam ser transportados sem ter de os rebater. A posição da carga pode ser ativada através de comandos a bordo.

Este é só mais um exemplo do cuidado que a Mercedes-Benz coloca na ergonomia e facilidade de utilização de todos os comandos e funções a bordo do EQS SUV, seja a manusear o sofisticadíssimo painel de bordo totalmente digital ou a facilitar o acesso à terceira fila de bancos. Como em tantas outras coisas na vida, no novo EQS SUV, os detalhes fazem mesmo (toda) a diferença.

05/09/2022 09:33

SocKids 2022 terminou… venha a edição 2023

Com o regresso às aulas, terminou mais uma edição do projeto SocKids. Um programa de entretenimento de férias para os filhos dos colaboradores da Sociedade Comercial C Santos (SCCS) que, para além de inúmeras atividades lúdicas, promoveu diferentes ações com o objetivo de informar e sensibilizar as crianças, de modo a potenciar um crescimento feliz e seguro.

Estar de férias é um momento mágico e, Mário Daniel, o embaixador da SCCS, fez a magia acontecer aos olhos dos jovens e crianças, com um espetáculo que surpreendeu até os mais céticos! Sónia Araújo, também nossa embaixadora, transmitiu a magia do mundo da televisão com histórias do seu percurso e experiência profissional como apresentadora, um encontro que gerou muita curiosidade e entusiasmo.

Acreditamos que a felicidade nasce em ambientes seguros e, numa altura em que os “nossos” pequenos aprendem a utilizar a internet e as redes sociais tão cedo, consideramos importante a sensibilização para os riscos associados. Para o efeito, o grupo recebeu Carlos Coelho, inspetor da Polícia Judiciária da Diretoria Norte, que transmitiu algumas regras de segurança cibernética e abordou diversos temas como, por exemplo, os sinais de perigo relacionados com a utilização dos dispositivos tecnológicos, o risco de contactarem com desconhecidos que se fazem passar por crianças ou jovens da mesma idade, tendo por base objetivos criminosos, e o ciberbullying.

Também numa lógica preventiva, o projeto SocKids recebeu a Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação Matosinhos, para uma ação de sensibilização para a igualdade de género e violência no namoro, realizada pelas técnicas sociais Martinha Vidinha e Inês Simões.

Outra ação protagonizada pela delegação de Matosinhos da Cruz Vermelha Portuguesa foi a Mini Socorristas. O objetivo fundamental desta ação da Cruz Vermelha passou por sensibilizar para os procedimentos a seguir em caso de necessidade de recorrer ao número de emergência 112, de forma a não entrarem em pânico dando as informações que vão sendo solicitadas por quem atende.

Esta sensibilização permitiu ainda transmitir aos pequenos socorristas algumas técnicas de primeiros socorros a utilizarem em situação de urgência. A visita não podia terminar sem explorarem o interior de uma ambulância, o material que ela comporta, em que situações é utilizado e para finalizar os vários toques das sirenes e seus significados.

E como no SocKids as crianças aprendem enquanto se divertem, permitimos aos nossos futuros condutores ser “crescidos” por um dia, com o programa “Etapa Segura”: um projeto pedagógico direcionado aos mais novos, que visa promover, antecipadamente, a aprendizagem das regras de trânsito e conduta a adotar nas estradas. Esta ação, com autoria do piloto Renato Pita, centrou-se na experiência de condução das crianças ao volante de carrinhos a pedais, numa estrada virtual sinalizada, conjugando a diversão com o sentido de responsabilidade rodoviário.

A promoção da atividade física é, também, importante. Com efeito, as crianças do SocKids tiveram uma tarde de atividade física com as atletas olímpicas parceiras da Sociedade Comercial C. Santos Salomé Rocha e Catarina Ribeiro. Enquanto brincavam, puderam aprender algumas técnicas de corrida e de coordenação que podem ser muito úteis ao longo da vida.

Entre as muitas atividades, houve uma outra a merecer destaque: uma visita ao Jardim Zoológico da Maia. Só possível com o apoio do Zoo e da presidente da Junta de Freguesia da Cidade da Maia, Olga Freire, foi uma tarde de muita diversão para as crianças, que, sem surpresa, adoraram a experiência. Esta visita foi das últimas ações da edição de 2022 do SocKids. A última foi uma sempre divertida festa da espuma, em que as crianças se despediram da iniciativa com uma refrescante atividade!

O programa de férias da SocKids termina, dando início a uma nova etapa, um novo ano letivo. No próximo verão teremos mais histórias para contar. Até lá, esperamos pelos “nossos” pequenos (grandes) sábios que também têm tanto para nos ensinar.

04/09/2022 11:58

Conhece o “tetravô” do Classe S? Bem-vindo ao Daimler Motor Car!

Há 130 anos, o Daimler Motor Car tornou-se o primeiro automóvel de luxo da história. E como seria de esperar não dispunha de packs de assistência à condução, iluminação ambiente ou bancos com massagens. O luxo advinha do facto de ter um motor de combustão interna de 2 cv (em vez dos próprios cavalos a puxar) e um dossel de veludo para proteção do Sol, que até era um extra opcional, acrescente-se! Fomos descobrir os seus segredos…

Viajar no tempo é uma das ambições do Homem. Mas enquanto a tecnologia não o permite, podemo-nos deliciar com as peças museológicas como o Daimler Motor Car, atualmente exposto no Museu da Mercedes-Benz, em Estugarda. Datado de 1892, o modelo é hoje considerado o primeiro automóvel de luxo da história.

Colocar, hoje, o Daimler Motor Car ao lado última geração do Mercedes-Benz Classe S seria um exercício quase irracional, pela diferença de tamanho, tecnologia e luxo, mas a verdade é que sendo precursor do “porta-estandarte” em que se tornou, hoje, a referência entre os automóveis executivos, o primeiro modelo construído pela Daimler-Motoren-Gesellschaft (DMG) parecia já inspirar o caminho a seguir pela marca, como a referência em automóveis de luxo.

Com uma carroçaria em forma de caixa, concebida, em Estugarda (Alemanha), pelo construtor de autocarros Otto Nägele, um banco aberto e quatro rodas de dimensões generosas (as da frente ligeiramente mais pequenas), o Daimler Motor Car assemelhava-se a uma carruagem sem, no entanto, precisar de força animal para se locomover.

A força motriz era “cortesia” do motor discretamente incorporado na carroçaria, e que três anos antes, em 1889, começou a ser desenvolvido por aquele que se havia de tornar o diretor de design, Max Schroedter e também acabar por justificar a alcunha que o automóvel ganhou de “Schroedter car”.

Com dois cilindros, uma cilindrada de 1.060 centímetros cúbicos e capaz de produzir 1,47 kW ou seja, 2 cv de potência às 700 rpm, o motor associava-se a uma caixa de três velocidades e a um diferencial no eixo traseiro que recebiam a energia e que a ajudavam a passar para as rodas. A tecnologia do motor de combustão, associada ao peso da carroçaria e dos diversos outros órgãos mecânicos, fazia com que o veículo atingisse os 18 km/h de velocidade máxima. Um registo, diga-se, impressionante para a época e uma assinalável prova da eficiência do motor de combustão, que dava os primeiros “passos”.  

Com uma cremalheira à frente do banco, uma grande roda dentada com uma corrente sólida entre as rodas traseiras que davam o impulso de tração, o veículo de luxo também tinha tubos de aço montados na estrutura por onde circulava o líquido refrigerante. O sistema de travagem era, como seria de esperar no início da era automóvel, algo rudimentar, servindo-se de um travão e bloco externo que atuava sobre as rodas com pneus de borracha sólida para, digamos… desacelerar o veículo, já que a palavra “travar” era ainda algo otimista!

Um primeiro cliente muito especial

Após a sua conceção, o Daimler Motor Car não tardou a dar nas vistas e, por talvez ser visto ainda como uma excentricidade, o primeiro exemplar foi vendido a alguém com personalidade excêntrica: o primeiro Sultão de Marrocos! Mulai al-Hassan I (governante de Marrocos da dinastia Alawid, que reinou de 1873 a 1894) foi, efetivamente, a primeira pessoa a entrar na carteira de encomendas da DMG, em 1892, assumindo-se como o primeiro cliente da empresa, substituindo os cavalos nobres de que dispunha e com que se costumava apresentar aos seus súbditos, pelo inovador veículo idealizado por Gottlieb Daimler e Wihelm Maybach.

Contudo, o veículo que foi entregue ao Sultão a 31 de agosto de 1892 (juntamente com um barco com um motor de propulsão concebido pela DMG que o Sultão também encomendou), tinha algumas particularidades que não estavam incluídas nas unidades produzidas posteriormente para outros afamados clientes. O clima em Marrocos exigia um dossel para proteção do Sol, pelo que foi aplicado ao modelo um dossel ornamentado de veludo, bem como alguns adornamentos de fio de ouro e guarnições de ébano, a par de outros refinamentos especiais. Se há 130 anos ter um automóvel de luxo como o Daimler Motor Car era um privilégio de uma muito ilustre minoria, ter uma unidade com uma lista tão bastada de equipamento opcional roçava a excentricidade!

Mas, a verdade, é que o facto do governante marroquino ter sido um dos primeiros clientes de Daimler com a compra do Motor Car, enquadra-se perfeitamente na história da marca. A empresa, sediada em Cannstat (Alemanha), oferecia um produto para satisfazer apenas as personalidades mais exigentes e com maior poderio económico, lançando, dessa forma, as bases para a história futura da Mercedes-Benz, que se acabaria por tornar o construtor de automóveis de luxo mais antigo do mundo, após a fusão da Daimler Motoren Gesellschaft com a Benz & Cie, em 1924.

Seis anos após a invenção do automóvel, apenas alguns clientes selecionados puderam desfrutar do Daimler Motor Car, como inovador e opulente meio de transporte, naquilo que era uma verdadeira revolução comparada com os veículos puxados a cavalos. Em 1895, a DMG tinha construído doze destes modelos, marcando definitivamente uma nova era na história dos meios de transporte.

03/09/2022 16:00

Obra de arte ao detalhe. AMG ONE iniciou produção

O Mercedes-AMG ONE, o hipercarro com tecnologia de Fórmula 1, está cada vez mais perto de ser uma realidade. As 275 unidades, onde está incluída a única que virá para Portugal e que foi adquirida através da Sociedade Comercial C. Santos ( https://bit.ly/2YGzel4 ), já iniciaram a primeira fase de produção e têm data de entrega prevista até ao final de 2022. Descubra os segredos da conceção deste tão exclusivo automóvel.

A produção do primeiro hipercarro da Mercedes AMG (consumo de combustível ponderado, em ciclo combinado: 8.7 l/100 km; emissões de CO2 ponderadas em ciclo combinado: 198 g/km; consumo de energia elétrica ponderado, em ciclo combinado: 32 kWh/100 km) já está em marcha, em Conventry, no Reino Unido. Para esta finalidade, a AMG colaborou com o parceiro de fabrico Multimatic para criar uma fábrica exclusiva de produção de pequenas séries de modelos.

A cadeia cinemática híbrida, baseada na tecnologia da Fórmula 1, com motor V6 turbo de 1.6 litros e quatro motores elétricos, é construída pelos especialistas do desporto automóvel da Mercedes AMG High Performance Powertrains em Brixworth (Inglaterra), que também são responsáveis pelo desenvolvimento e produção das unidades de propulsão dos monolugares da equipa Mercedes AMG Petronas F1.

A montagem deste automóvel exclusivo será realizada manualmente num total de 16 estações de montagem e de testes. Muitas etapas do fabrico fazem recordar a produção de relógios de luxo de elevada qualidade. Alguns subsistemas são primeiro pré-instalados e testados, posteriormente são desmontados, sendo por último instalados definitivamente no veículo. Isto aplica-se, por exemplo, ao monocoque em fibra de carbono com um tejadilho colado, bem como a todos os componentes desmontáveis da carroçaria, que também são fabricados em materiais leves e estáveis, com um custo de produção muito elevado.

Os painéis da carroçaria são os primeiros componentes a serem montados. Todos os encaixes são rigorosamente inspecionados e, se necessário, ajustados ao tamanho. Esta é a única forma para criar um padrão de ligação perfeitamente uniforme. Durante o processo, os especialistas têm de considerar a camada de verniz final, que acrescenta a sua própria espessura de material. Considerando que a espessura dos painéis de carbono é de apenas 1.2 milímetros em determinadas zonas, esta é uma tarefa extremamente minuciosa e que requer um elevado grau de especialização. Quando tudo encaixar na perfeição, vários componentes, incluindo as portas e o capot, são novamente desmontados e posteriormente pintados à mão como um conjunto para cada automóvel de forma individual - isto assegura uma uniformização perfeita da cor em toda a superfície.

Na etapa seguinte, a cadeia cinemática e os painéis da carroçaria são montados: o motor V6 turbo de 1.6 litros, a bateria de alta tensão e os quatro motores/alternadores elétricos foram todos previamente testados em bancos de ensaio, em Brixworth, para assegurar que se encontram em perfeitas condições. Exatamente com o mesmo processo utilizado nas unidades de propulsão dos monolugares da equipa de Fórmula 1 da Mercedes. A Mercedes AMG High Performance Powertrains fornece as unidades correspondentes: o motor de combustão híbrido eTurbo, a bateria de alta tensão do híbrido plug-in, o eixo dianteiro com dois motores/alternadores elétricos e a eletrónica de potência incluindo o inversor para cada um dos quatro motores/alternadores elétricos. Durante o processo de montagem, 75 por cento dos componentes já se encontram montados antes de os componentes de alta tensão serem instalados.

Mas fique a conhecer, afinal, quais são as diversas etapas de produção organizadas em 16 estações principais:

  • Estação 1 à 4: montagem dos componentes mecânicos e de todos os componentes de alta tensão, bem como a instalação de componentes essenciais da cadeia cinemática, incluindo os sistemas elétricos do veículo.


  • Estação 5 à 6: montagem da bateria de alta tensão e das ligações de alta tensão, realização de testes ao motor de combustão e aos motores/alternadores elétricos, e ativação do veículo.
  • Estação 7: Montagem do interior.
  • Estação 8: Início da instalação dos painéis da carroçaria, portas e painéis laterais traseiros. Durante este processo, os painéis da carroçaria previamente pintados, a secção dianteira, a secção traseira, os painéis laterais traseiros e as portas são colocados na linha de montagem principal a partir da secção de montagem secundária da fábrica. Neste caso, o desafio especial está no facto de por vezes os desejos dos clientes serem completamente diferentes.


  • Estação 9: Continuação da montagem dos componentes exteriores. Secção dianteira e secção traseira.


  • Estação 10: Montagem final dos painéis da carroçaria.


  • Estação 11: Montagem das rodas e dos painéis do piso.


  • Estação 12: Ajuste das rodas e dos faróis.


  • Estação 13: Banco de rolos para testar o veículo em todos os modos de condução.


  • Estação 14: Quatro postos para testar ruído, vibração e aspereza e realizar afinações se necessário.


  • Estação 15: Teste de chuva intensa.
  • Estação 16: Cabina de luz com inspeção visual de todas as superfícies e testes técnicos de funcionamento de todos os componentes.

01/09/2022 18:20

Gama Cabriolet Mercedes-Benz. Uma ode ao Sol, também ele uma estrela

Não haverá outra marca no planeta com o mesmo envolvimento, quase umbilical, ao fascinante e sedutor universo dos descapotáveis como a Mercedes-Benz. Uma ligação que já remonta ao início do século passado. Bem, na verdade, podemos esticar a linha do tempo mais umas décadas, já que o primeiro automóvel moderno, o icónico triciclo Benz Patent-Motorwagen, concebido por Karl Benz, em 1886, já permitia circular a céu aberto. Mas concentremo-nos nos descapotáveis ditos “convencionais”, uma expressão que pouco se aplica à Mercedes-Benz que sempre foi reconhecida por criar cabriolet… excecionais.

Dos históricos modelos 15/70/100 hp de 1924, aos exóticos e deslumbrantes SSK do final da década de 20, passando pelos não menos icónico 300 SL Roadster de 1957 e até aos dias de hoje, há pontos em comum nos modelos descapotáveis lançados pela Mercedes-Benz: todos foram concebidos para sublimar o prazer de condução. Haverá melhor sensação do que passear a céu aberto numa amena tarde de setembro, ao volante de um moderno e sofisticado descapotável Mercedes-Benz? O terapêutico efeito antisstress é garantido…

Herdeira de uma linhagem com mais de um século de história, a atual gama de descapotáveis Mercedes-Benz oferece soluções para todos os gostos, necessidades, desejos, sonhos e, porque não dizê-lo, para todas as carteiras.


Classe C Cabriolet

A oferta começa com o Classe C Cabriolet, compacto nas dimensões, mas nunca nas ambições, no conforto e até na versatilidade. Com quatro verdadeiros lugares, o Classe C Cabriolet permite que você e a sua família usufruam do prazer de rolar de cabelos ao vento, em plena harmonia com os elementos. O apuro aerodinâmico e o cuidado colocado no isolamento térmico e acústico, permitem tirar partido do prazer de conduzir o Classe C Cabriolet todos os dias do ano, independentemente das condições atmosféricas. Com a vantagem de que, assim que brilharem os primeiros raios de sol, basta carregar num botão para estar, novamente, a céu aberto. Aliás, com o aquecimento para a zona da cabeça AIRSCARF e o para-vento Aircap, nem o mais rigoroso dos invernos é impeditivo. Assim haja sol…

A gama de motorizações do Classe C Cabriolet é igualmente abrangente. São 11 opções à escolha, mas com um denominador comum: o prazer de condução é sempre de série. Diesel ou gasolina, com uma gama de potências que vai dos 194 cv do C 220 d aos 510 cv do todo-poderoso Mercedes-AMG C 63 S Cabrio, terá sempre um C Cabrio à sua medida.


Classe E Cabriolet

O passo seguinte na gama de descapotáveis da Mercedes-Benz é o Classe E Cabriolet. Maior, ainda mais confortável e sofisticado, o novo Classe E Cabrio é um digno herdeiro da linhagem de grandes descapotáveis da marca da estrela.

O novo design do Classe E Cabrio assenta em linhas puristas e elegantes, que transmitem igualmente discrição e caráter desportivo.

Esta linguagem de design também se traduz no sofisticado e requintado interior do Classe E Cabriolet. A bordo, as formas minimalistas geram o caráter desportivo imponente, que confere ao novo Classe E Cabrio o seu aspeto dinâmico. Mas sem nunca prescindir do conforto: sistemas inovadores de proteção contra o vento e o frio, assim como outras funções de conforto, elevam a sua experiência cabriolet até uma classe superior. Um bom exemplo é o cockpit digital do novo Classe E Cabrio, que interliga todas as funções do automóvel.

Mais uma vez, o conforto e prazer de condução andam de mãos dadas, ou não fosse o E Cabriolet um Mercedes-Benz. A gama de motores e versões também espelha isso mesmo: uma acrescida variedade de soluções, sempre com a tónica na eficiência e no dinamismo. Dos 194 cv da variante E 220 d Cabriolet aos 457 cv (potência combinada) do topo de gama E 53 AMG 4Matic+, há um E Cabrio à medida das suas necessidades, dos seus sonhos. Sim, porque, a aquisição de um Mercedes-Benz descapotável tem sempre uma vertente emocional associada.


Mercedes-AMG SL

Falar de um Mercedes SL é, há muito, sinónimo de expoente máximo no restrito universo dos descapotáveis de exceção.

Numa busca incessante pela perfeição, a Mercedes decidiu elevar a fasquia no novo SL e entregou o seu desenvolvimento à AMG. A sétima geração deste lendário roadster passa, assim, com toda a propriedade a designar-se Mercedes-AMG SL. O resultado só podia ser apaixonante. Apaixonante nas linhas, na sofisticação tecnológica, mas, acima de tudo, no prazer de condução. Um Roadster, como nenhum outro, que combina o luxo e o requinte de um Gran Turismo, com o desempenho de um verdadeiro desportivo.

Tanto na versão Mercedes-AMG SL 43 com 381 cv, como na Mercedes-AMG SL 55 4MATIC+ com 476 cv, este Roadster irá seduzi-lo, seja a cruzar continentes com o conforto de uma limousine de luxo ou serpentear por uma estrada de montanha ao ritmo que o seu coração (e a cabeça) exigirem.

Mas se preferir prestações capazes de rivalizar com um superdesportivo, o novo Mercedes-AMG SL 63 4MATIC+ é a resposta às suas preces. São 585 cv extraídos de um motor V8 biturbo que catapultam este roadster de sonho, dos 0 aos 100 km/h, em apenas 3,6 segundos.

O novo Mercedes-AMG SL não impressiona apenas pela dotação de equipamento, pelo interior sumptuoso e sofisticado ou pelas prestações. Soluções de vanguarda como a suspensão AMG ACTIVE RIDE CONTROL, com estabilização ativa das oscilações, o eixo traseiro direcional e o sistema de travagem compósito de cerâmica de alto desempenho, reforçam o seu perfil desportivo.

Muito mais do que a soma das partes, o Mercedes-AMG SL resulta num conjunto harmónico e deslumbrante, que transcende em muito o universo dos cabrios, para passar a ser um ícone automóvel, um “clássico instantâneo” no sentido mais exclusivo do termo.

25/08/2022 10:46

Soc. Com. C. Santos entrega único Mercedes-Maybach GLS Edition 100 que vem para Portugal

A Sociedade Comercial C. Santos entregou o único Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC Edition 100 - edição especial do luxuoso SUV do qual apenas serão produzidas 100 unidades -, que veio para Portugal. Um automóvel único para assinalar o centésimo aniversário de uma marca única.

Para assinalar os 100 anos sobre a apresentação do W3 – o primeiro modelo de produção em série da Maybach Motorenbau GmbH –, que foi revelado em setembro de 1921, a Mercedes-Maybach anunciou a criação de versões exclusivas comemorativas do centenário da marca para os modelos Classe S e GLS, ambas limitadas a apenas 100 exemplares.

A única unidade comercializada em Portugal do Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC foi vendido pela Sociedade Comercial C. Santos a um empresário de Vale de Cambra. “Todos os nossos clientes e todos os nossos automóveis são especiais. No entanto, integrar o processo de encomenda e de entrega de um modelo tão exclusivo como este a um cliente que significa muito para a Sociedade Comercial C. Santos é um orgulho para a nossa empresa e, naturalmente, para mim enquanto profissional”, explica Carlos Henriques, membro da equipa comercial que liderou o processo na Sociedade Comercial C. Santos.

Luxo e conforto, além de performance

Embora tenha mais de 5,2 metros de comprimento e quase 1,9 metros de altura, o Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC tem performances de um verdadeiro automóvel desportivo. Com motor V8 biturbo 4.0 a gasolina de 557 cv (mais 22 cv do sistema elétrico EQ Boost de 48 V), o modelo acelera dos zero aos 100 km/h em apenas 4,9 segundos e atinge uma velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 km/h. O consumo combinado de combustível é de 13,1 l/100 km e as emissões combinadas de CO2 de 297 g/km (em ambos os casos no ciclo WLTP).

O Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC combina uma aparência imponente e performance desportiva ao luxo e conforto que se espera de um Mercedes-Maybach: é 33 centímetros mais alto que o Classe S e oferece um interior único e com 1,10 metros de espaço para pernas e suspensão pneumática.

O interior é à prova de som e com um ambiente de luxo, em que se destacam o couro de elevada qualidade e os acabamentos em piano lacado preto de alto brilho com linhas pérola MANUFAKTUR. O acesso e a saída a partir do veículo também se processam de forma extremamente confortável, através de estribos eletronicamente extensíveis e que se iluminam automaticamente quando as portas se abrem. Nessa altura, a carroçaria também é ligeiramente rebaixada para facilitar o acesso ou a saída do veículo, aumentando o índice de conforto e segurança.

O Mercedes-Maybach GLS 600 4MATIC Edition 100 (tal como o Classe S Edition 100) é ainda mais refinado do que os restantes modelos exclusivos da marca de luxo. É pintado à mão nas duas cores Maybach Prata e Azul Nautic e apresenta um design especial de interiores em pele nas cores Branco Cristal e Prata Pérola MANUFAKTUR. O logótipo da marca, incluindo a inscrição Edition 100, adorna o pilar D deste imponentes SUV, bem como vários compartimentos de arrumação e os painéis iluminados no interior. Também as jantes são especiais desta edição.

Entre outros detalhes que revelam o tipo de exclusividade deste veículo, que tem um preço final superior a 338 mil euros, estão as embaladeiras das portas iluminadas com lettering Edition 100, a capa de proteção exterior Edition 100 ou, entre muitos outros elementos de luxo, a caixa em pele Branco Crystal com as chaves do veículo, o porta-chaves Edition 100 e uma caneta ballpoint desenvolvida para esta edição.

“O melhor dos melhores” desde 1921

“Apresentar o melhor dos melhores”: foi essa a ambição expressa por Karl Maybach e o seu pai Wilhelm quando estrearam o Maybach 22/70 HP W 3 há um século. Ao longo das décadas, conforme a realeza, líderes mundiais, estrelas de cinema e campeões desportivos viajavam em veículos Mercedes-Maybach, o emblema duplo M passou a representar o auge da inovação técnica e do luxo sofisticado. As palavras Maybach representam hoje não apenas os “melhores” produtos, mas também os “melhores” da sociedade.

Após a morte de Karl Maybach em 1960, a Daimler-Benz AG assumiu a Maybach Motorenbau GmbH. Em 2002, a MAYBACH foi reanimada como uma marca independente: até ao início de 2013, veículos lendários como os Maybach 57 e Maybach 62, bem como os Maybach 62 Landaulet foram entregues a clientes de todo o mundo. Mais uma vez, a excelência automóvel foi a força motriz tanto para engenheiros, designers e clientes.

A Mercedes-Maybach é uma marca Mercedes-Benz desde 2014. Cada modelo segue a tradição da marca de criar o “melhor dos melhores” e é feito em consulta com os clientes do Centro de Excelência em Sindelfingen, perto de Estugarda. A pedido, os veículos também podem ser individualizados com atenção aos detalhes pelos especialistas do programa Mercedes-Maybach Manufaktur: artesanato e perfeição ao mais alto nível.

24/08/2022 13:05

Crianças e jovens do SocKids alertados para os perigos cibernéticos

A segurança cibernética foi o mote para mais uma sessão do SocKids - programa de entretenimento de férias para os filhos dos colaboradores da Sociedade Comercial C. Santos.  

Para além da função lúdica, afeta ao tempo de férias, o Sockids também tem um carácter pedagógico que contribui para a formação das crianças e jovens que aderiram a este programa de férias desenvolvido nas instalações da Sociedade Comercial C. Santos.

E foi neste contexto que o programa de verão recebeu, recentemente, a visita de um Inspetor da Polícia Judiciária da Diretoria Norte, Carlos Coelho, que sensibilizou os mais novos para os riscos da utilização da Internet e redes sociais.

A importância de estarem atentos a todos os sinais de perigo relacionados com a utilização dos dispositivos tecnológicos; o risco de contactarem com desconhecidos que se fazem passar por crianças ou jovens da mesma idade, tendo por base objetivos criminosos; ou o cyberbullying, foram alguns dos temas abordados.

Foi ainda transmitido o alerta para que os mais jovens possam sempre abordar com os encarregados de edução ou os adultos responsáveis todas as questões que envolvem a sua segurança cibernética. E que só com eles partilhem as passwords das diversas redes sociais que utilizam.

Igualmente ressalvada foi a importância para que os pais e encarregados de educação possam estar também sempre atentos a sinais de perigo, desde logo, que a internet seja procurada pela utilidade positiva que garante.

De recordar que esta ação de sensibilização no SocKids foi uma das cerca de 20 ações que a Polícia Judiciária faz anualmente junto do público mais jovem no norte do país, através da sua diretoria do norte, que integra uma equipa dedicada ao cibercrime.

18/08/2022 16:39

1ª edição do “Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos” é já em setembro

A Sociedade Comercial C. Santos vai reforçar a sua ligação já histórica aos modelos clássicos Mercedes-Benz, promovendo a primeira edição do “Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos”. Marcado para o próximo dia 24 de setembro, o evento é reservado a automóveis Mercedes-Benz com mais de 30 anos e tem já as inscrições abertas…

A Sociedade Comercial C. Santos criou, em parceria com a Motorbest Tours, um programa a pensar exclusivamente nos proprietários de automóveis Mercedes-Benz com mais de 30 anos, que marcará a primeira edição do “Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos”.

Com saída das instalações na Maia-Aeroporto do representante da marca, o evento propõe uma rota cénica, pensada para proporcionar puro prazer de condução, numa jornada que inclui uma componente lúdica e cultural culminando num almoço de convívio num espaço nobre.

“Um dos grandes capitais das marcas automóveis é a sua história. Se há marca que tem um histórico de que se pode orgulhar, essa marca é a Mercedes-Benz. Sendo a Sociedade Comercial C. Santos um dos mais históricos concessionários Mercedes-Benz em Portugal, esperamos que o primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos seja mais um contributo para o legado automóvel e um ponto de encontro para apaixonados pela marca”, afirma o relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos, Aquiles Pinto.

Nacional 108 no roteiro

O percurso do primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos passará por algumas das estradas mais celebradas do Norte de Portugal (incluindo a EN 108) e propõe uma verdadeira viagem no tempo. Além dos automóveis Mercedes-Benz com mais de 30 anos (com assistência em estrada Serviço 24H a acompanhar o passeio), também a visita guiada ao Centro Interpretativo e ruínas romanas de Tongobriga remete para o património histórico e cultural.

O trajeto do primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos culmina na Casa da Quintã, no Marco de Canaveses. Aí, os participantes poderão degustar os sabores da região.

A taxa de inscrição no primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos é de 30 euros para condutor e 25 euros para acompanhantes (as crianças dos 7 aos 12 anos pagam 20 euros e os menores de 7 anos têm acesso grátis).

As inscrições (com acesso a mais informações) no primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos podem ser feitas na seguinte ligação: https://bit.ly/3AzIOK5

#Sociedadecomercialcsantos #Mercedesbenz #Clássicos

11/08/2022 21:09

Soc. Com. C. Santos apoiou peregrinação a Fátima com modelo 100 % elétrico

Um Mercedes-Benz eVito Tourer cedido pela Sociedade Comercial C. Santos foi a viatura de apoio a uma peregrinação a Fátima. Dada a ausência de ruído e de emissões locais, esta viatura aumentou a tranquilidade de um trajeto que se quer de silêncio e de introspeção. Amanhã e depois realiza-se a Peregrinação do Migrante e do Refugiado ao Santuário de Fátima.

A peregrinação que a Sociedade Comercial C. Santos “eletrificou” com a cedência de uma unidade Mercedes-Benz eVito Tourer para servir de viatura de apoio realizou-se em maio último. Organizada por Elisabete Gonçalves, enfermeira de profissão e organizadora de peregrinações há vários anos, esta peregrinação é semelhante a tantas outras que se realizam com destino a Fátima, mas tem a particularidade de procurar subir a fasquia do bem-estar físico dos participantes. Por exemplo, o alojamento é efetuado em hotéis ao invés de outras estruturas permanentes ou temporárias que são utilizadas com mais frequência por quem pretende percorrer a pé o caminho até Fátima.

A peregrinação organizada por Elisabete Gonçalves começou no Grande Porto, às 00h00 de 7 de maio, e terminou no Santuário de Fátima, às 9h00 de 11 de maio. O grupo era constituído por 21 pessoas (19 peregrinos e duas pessoas de apoio).

Foram percorridos perto de 40 km por dia e a baixa velocidade, pelo que a autonomia nunca seria um problema para o Mercedes-Benz eVito Tourer (tem uma autonomia elétrica combinada de 358 km), mas a verdade é que esse ponto era um dos receios da organizadora.

Autonomia e conforto

Esses receios revelar-se-iam, porém, infundados. Se no trajeto Porto-Fátima isso não constituiu surpresa, dada a baixa velocidade a que o veículo circulou, também o regresso do Santuário à Cidade Invicta não foi um problema. Com efeito, a organizadora da peregrinação indica que na estrada nacional existem muitos postos de carregamento, além dos instalados nos hotéis onde o grupo pernoite. Além de um carregamento de quatro horas num dos hotéis, a viatura efetuou dois carregamentos de 30 a 50 minutos em postos públicos na ida para Fátima.

Já no caminho de regresso ao Porto, pela Autoestrada A1, há postos públicos nas áreas de serviço, tendo a equipa liderada por Elisabete Gonçalves efetuado um carregamento de 30 minutos numa paragem realizada na área de serviço da Mealhada. A bateria da Mercedes-Benz eVito Tourer tem uma capacidade de armazenamento útil de 90 kWh, podendo ser recarregada a 100% em wallbox ou posto público (em corrente alternada, potência máxima de 11 kW) em menos de 10 horas. Num carregamento público de 50 kW, a carga da bateria de 10% até 80% demora penas 1h20.

“A Mercedes-Benz eVito Tourer superou as minhas expectativas. Confesso que tinha algum receio relativamente à autonomia, devido ao peso, mas, na verdade, tem um consumo excelente, bastante económica. Outro ponto que adorei foi o conforto, pois passava cerca de oito a nove horas seguidas ao volante e fiquei surpreendida pela positiva”, indica a enfermeira. “Em suma foi uma experiência fantástica, tranquila e, sem dúvida, económica”, remata Elisabete Gonçalves.

“Como temos afirmado várias vezes, as viaturas 100% elétricas são já uma possibilidade para vários tipos de utilização. O exemplo menos comum de uma peregrinação é mais um exemplo. Esperamos que o silêncio de utilização e ausência de emissões locais da viatura tenha sido mais um contributo para o bem-estar do grupo”, refere Patrícia Almeida, coordenadora de veículos comerciais ligeiros da Sociedade Comercial C. Santos.

Peregrinação de agosto amanhã e depois

Amanhã (dia 12) e depois (dia 13), realiza-se em a Peregrinação do Migrante e do Refugiado ao Santuário de Fátima. Trata-se da terceira grande peregrinação do ano ao Santuário de Fátima, depois de 12 e 13 de maio e 10 de junho (Peregrinação das Crianças). A última peregrinação do ano acontece a 12 e 13 de outubro.

10/08/2022 12:13

Novo EQS SUV já pode ser encomendado

O novo EQS SUV, o primeiro SUV de luxo totalmente elétrico da Mercedes EQ, tem chegada prevista à Sociedade Comercial C. Santos no início do próximo ano. Três versões - EQS 450+, EQS 450 4MATIC e EQS 580 4MATIC - já podem ser encomendadas, com preços que se iniciam nos 129.200 €.

O primeiro SUV de luxo totalmente elétrico da Mercedes-EQ, com espaço para até 7 passageiros, e autonomia até 628 km, já está disponível na Sociedade Comercial C. Santos para encomenda. O novo EQS SUV combina o design e a versatilidade de um SUV, com o conforto já conhecido do seu irmão EQS. Para um conforto superior, contribui o elevado nível de equipamento de série, que conta com a suspensão pneumática AIRMATIC, a direção do eixo traseiro até 4,5º e os faróis com iluminação digital.

No seu habitáculo moderno e luxuoso, o EQS SUV oferece amplo espaço, conforto e conectividade. Os passageiros que viajam nos lugares traseiros, usufruem de um conforto ímpar graças aos bancos com regulação elétrica (de série) e ao sistema de entretenimento traseiro MBUX (opcional) com 2 displays de alta resolução de 11,6” e utilização independente. A 3ªfila de bancos para 2 pessoas (opcional) permite transportar confortavelmente 2 passageiros. Os bancos contam com regulação elétrica, função EASY-ENTRY para um acesso mais cómodo e possibilitam ainda o ajuste da 2ª fila de bancos, de modo a aumentar o espaço para as pernas. Quando rebatidos, permitem usufruir de toda a capacidade de carga até 820 litros.

Três motorizações

No lançamento de mercado, a gama do modelo inclui três versões: EQS 450+ (WLTP: consumo de energia elétrica em ciclo combinado: 22.9-18.2 kWh/100 km; emissões de CO2 em ciclo combinado: 0 g/km)[1] e o EQS 450 4MATIC (WLTP: consumo de energia elétrica em ciclo combinado: 24.3‑20.2 kWh/100 km; emissões de CO2 em ciclo combinado: 0 g/km)1, ambos com 265 kW de potência, e o EQS 580 4MATIC (WLTP: consumo de energia elétrica em ciclo combinado: 24.3-20.2 kWh/100 km; emissões de CO2 em ciclo combinado: 0 g/km)1 com 400 kW de potência.

Duas linhas de equipamento

Para além das três motorizações disponíveis, existem também duas linhas de design. Estas diferem em vários detalhes, tanto ao nível do exterior como ao nível do interior:

- Linha de design exterior e interior Electric Art (de série)

- Linha de design exterior e interior AMG

A Mercedes-Benz agrupou outros equipamentos importantes em versões. Estas são compostas pelas linhas de design Electric Art ou AMG, juntamente com os packs Advanced Plus, Premium, Premium Plus e Business Class, e são complementares. Além disso, também estão disponíveis vários equipamentos opcionais individuais. Entre eles, destaque para…

·  Realidade Aumentada MBUX no Head-up Display: apresenta um vasto leque de conteúdos de realidade aumentada dos sistemas de assistência à condução bem como informação do sistema de navegação. Para o condutor, os conteúdos fundem-se com o ambiente em frente ao veículo e desta forma ajudam a minimizar a eventual distração do condutor.

·  Grelha frontal com padrão Mercedes-Benz: o padrão em estrela tridimensional é baseado na estrela original da Daimler-Motorengesellschaft, que foi registada como marca em 1911.

 Assistente interior MBUX: reconhece vários pedidos de operação diferentes com o auxílio das câmaras na unidade de controlo no tejadilho e dos algoritmos de aprendizagem. Reconhece a direção da cabeça, os movimentos das mãos e a linguagem corporal, e reage com as correspondentes funções do veículo.

· Assistência de manobras para Reboque: facilita as manobras com um reboque acoplado controlando automaticamente o ângulo da direção do veículo até uma velocidade de 5 km/h e um gradiente de 15 por cento.

· Airbags laterais no banco traseiro: cobrem a zona do peito dos ocupantes dos bancos laterais traseiros da segunda fila na eventualidade de uma colisão lateral severa e complementam a proteção fornecida pelos airbags de cortina de série.

· ENERGIZING AIR CONTROL Plus: baseia-se no sistema de filtragem, nos sensores utilizados, no conceito de exibição e no sistema de ar condicionado. É também utilizado um filtro HEPA (High Efficiency Particulate Air) que filtra as impurezas contidas no ar exterior admitido no interior do habitáculo com um nível de filtragem extremamente elevado.

Preços a partir dos 129.200 €

O EQS 450+, a versão base do EQS SUV, está disponível a partir dos 129.200 euros. As versões EQS 450 4MATIC e EQS 580 4MATIC têm um preço de 134.350 e 165.450 euros respetivamente. O modelo pode ser encomendado a partir de agora na Sociedade Comercial C. Santos, estando a data de lançamento provisoriamente prevista para o início de 2023. A produção da série do modelo é neutra em CO2 na fábrica da Mercedes-Benz em Tuscaloosa (EUA).

Mercedes me Charge: tarifários personalizados

Desde junho de 2022, o serviço Mercedes me Charge[2] disponibiliza três novos tarifários na Europa à medida do desempenho de condução individual. Todos os clientes de um EQS SUV que tenham registado o veículo no Mercedes me Charge aderem inicialmente ao tarifário Mercedes me Charge L. Este tarifário foi criado para os clientes que percorrem longas distâncias com os seus veículos. No primeiro ano, estes clientes de novos veículos não pagam qualquer tarifa básica, enquanto a partir do segundo ano terão uma mensalidade de 16,90€.

 Os preços favoráveis por kWh são particularmente interessantes para carregamentos frequentes. Um carregamento AC custa €0,30 / kWh, acrescido de €0,04 por minuto. Este custo adicional de quatro cêntimos por minuto é a designada “taxa de bloqueio”.

 As condições atrativas também se aplicam ao novo tarifário para o carregamento DC (€0,30 / kWh, acrescidos de €0,29 por minuto). Com o IONITY Unlimited, os condutores de um EQS SUV utilizam eletricidade sem custos durante um ano nos postos de carregamento IONITY. Isto aplica-se a partir da data de ativação através do Mercedes me Charge.


[1] A autonomia e o consumo de energia elétrica foram determinados com base no Regulamento da Comissão Europeia Nº 692/2008.

 [2] Para permitir a utilização do Mercedes me Charge dos serviços Mercedes me connect, é necessário estabelecer um contrato de carregamento separado com um fornecedor terceiro selecionado, para fins de pagamento e emissão de fatura do carregamento. Para a utilização dos serviços Mercedes me connect, será necessário criar uma conta de utilizador Mercedes me e aceitar os respetivos Termos de Utilização.