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Soc. Com. C. Santos é a melhor oficina Mercedes-Benz de Comerciais Ligeiros em Portugal

21/11/2022 14:48

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Mais uma distinção para a Sociedade Comercial C. Santos. Desta vez, o prémio de Melhor Oficina Mercedes-Benz de Comerciais Ligeiros, atribuído no Fórum Customer Service Mercedes-Benz Portugal 2022, que analisou o serviço de após-venda e o desempenho de toda a rede de oficinas autorizadas da marca em Portugal. Recentemente, também o apoio ao cliente da Sociedade Comercial C. Santos já tinha sido reconhecido pela Mercedes-Benz como o melhor do país.

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A Sociedade Comercial C. Santos alcançou o primeiro lugar entre as oficinas de comerciais ligeiros da rede oficial Mercedes-Benz em Portugal. A importante distinção foi atribuída no âmbito do programa “Caminho das Estrelas”, que a Mercedes-Benz promove entre as oficinas autorizadas em Portugal, com o objetivo de distinguir o melhor desempenho no serviço de após-venda, incluindo na avaliação o índice de satisfação dos clientes.

Além da distinção como melhor oficina Mercedes-Benz Vans, a Sociedade Comercial C. Santos recebeu uma menção honrosa pela performance na comercialização de contratos de serviço, para além de outros prémios de referência em outras áreas do após-venda.

Também este mês, o apoio ao cliente da Sociedade Comercial C. Santos já tinha sido reconhecido como o melhor do país, quando venceu o Mercedes-Benz Global Customer Experience Challenge, representando agora Portugal na competição que vai reunir os melhores ‘Customer Care’ da Mercedes-Benz em todo o mundo.

Cultura orientada para o cliente

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Vítor Ferreira, diretor de Customer Services da Sociedade Comercial C. Santos, reforça que a satisfação de clientes guia, diariamente, todos os profissionais da empresa, e que é essa postura que origina estas distinções. “O serviço após-venda é uma das imagens de marca da Sociedade Comercial C. Santos. Há uma aposta e um investimento fortíssimos nesta área, na procura dos melhores recursos, com mais e melhor formação, processos e parceiros e, com muito esforço da nossa equipa, isso tem-se refletido no reconhecimento pelo mercado”, apontou.

Eduardo Brito, responsável após-venda de comerciais ligeiros e colisão da Sociedade Comercial C. Santos, também não escondeu o orgulho por nova distinção. “Há uma cultura de excelência e uma orientação bem vincada para a satisfação do cliente na Sociedade Comercial C. Santos. É essa forma de encarar o dia a dia que tentamos transmitir a todos os colaboradores que direta ou indiretamente contribuem para o desempenho da nossa atividade. É essa cultura que fazemos questão de passar a toda a equipa, desde os mais experientes ao mais recentes na organização. Entendemos que os resultados são o reflexo dessa dedicação. É para nós muito gratificante ter o retorno e o reconhecimento desta aposta”, referiu.

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2022 ultrapassa resultados pré-pandemia

O serviço de após-venda da Sociedade Comercial C. Santos é formado por cerca de 160 profissionais, de entre os quase 350 colaboradores da empresa. A oficina de veículos comerciais ligeiros tem uma equipa de 20 pessoas que presta serviços de assistência exclusiva para esta gama, com uma média superior a 10 viaturas por dia.

O após-venda da empresa assistiu, em 2021, um total de 2.315 veículos comerciais ligeiros (uma média de 9,3 viaturas / dia), um volume 10,5% superior ao de 2020. Esse ano, marcado pelo pico dos confinamentos devido à pandemia de Covid-19, encerrou com 2.094 viaturas comerciais ligeiras assistidas (média de 8,4 viaturas / dia), uma quebra de 22,4% em relação a 2019.

O ano de 2022 já é superior ao cenário pré-pandemia em volume de negócio. Até outubro deste ano, foram assistidas 2.407 viaturas na oficina de veículos comerciais ligeiros. Esse volume não só é superior a todo o ano passado, como dá indicadores de que a marca de 2.700 veículos comerciais ligeiros de 2019 pode ser ultrapassada, já que naquele ano a média diária de viaturas assistidas foi de 10,9. Este ano, essa média vai em 11,6 veículos comerciais ligeiros por dia.

VIATURAS COMERCIAIS LIGEIRAS ASSISTIDAS  

Ano    Volume   Viaturas/dia

2019    2700        10,9

2020    2094        8,4

2021    2315        9,3

2022*   2407       11,6

*até outubro

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09/11/2022 19:06

Soc. Com. C. Santos formaliza primeira encomenda de smart #1 em Portugal

O primeiro cliente do novo smart #1 em Portugal formalizou a encomenda através da Sociedade Comercial C. Santos. As primeiras unidades do modelo da renovada smart chegam no primeiro semestre de 2023 e a primeira encomenda nacional pertence a André Mourão. Entretanto, a Sociedade Comercial C. Santos recebeu o roadshow smart #1, em que um restrito grupo de convidados conheceu o modelo ao vivo.

É um orgulho para a Sociedade Comercial C. Santos ter um cliente seu a formalizar o primeiro negócio de um #1 em Portugal, no novo modelo de agência, na nova smart. André Mourão encomendou o modelo para a sua empresa (que opera no negócio da distribuição de gás e combustíveis). Aliás, esta empresa terá dois smart #1 na frota, dado que também o sócio de André Mourão formalizou (poucas horas depois) uma encomenda.

O empresário “não contava ser o primeiro cliente a fechar a encomenda, nem estava preocupado em sê-lo”, mas não esconde o agrado por ser o primeiro cliente do smart #1 em Portugal. “É um modelo novo, que despertou grande curiosidade no mercado, pelo que fiquei satisfeito”.

André Mourão comprou o veículo sem ver nenhuma unidade ao vivo. Isso é algo a que não está habituado, nem que aprecie muito. No entanto, o facto do modelo assinalar “uma nova realidade da marca e de haver bastante mediatismo em seu torno, fez com que avançasse com mais confiança para este processo online de encomenda”.

Também a ligação de André Mourão à marca smart e à Sociedade Comercial C. Santos foi um fator adicional para que avançasse com a encomenda online. “Já tive quatro smart e já comprei muitos carros na Sociedade Comercial C. Santos. De facto, se por acaso o smart #1 tiver necessidade de alguma intervenção técnica, tenho de ter alguém que conheça para tratar dos problemas, não vou fazê-lo por e-mail. Preciso de ter o acompanhamento presencial que, por muito que queiram acabar, continuará a ser essencial”.

“Manter postura do melhor apoio possível ao cliente”

Sandra Alves, da equipa de vendas da Sociedade Comercial C. Santos, não esconde a satisfação por ter intermediado o processo de encomenda do primeiro smart #1 em Portugal. “Para a Sociedade Comercial C. Santos e para mim em particular é um motivo de orgulho termos intervindo no processo da primeira encomenda para o nosso país do smart #1. No entanto, devo dizer que nunca tive o foco em ter a primeira encomenda, mas antes em prestar o melhor apoio possível ao Sr. André Mourão”, explica a profissional. “O importante para todos os profissionais da Sociedade Comercial C. Santos é, como até agora, manterem essa postura”, salienta Sandra Alves.

Soc. Com. C. Santos recebeu roadshow smart #1

A Sociedade Comercial C. Santos recebeu, esta quarta-feira (dia 9), o roadshow nacional para apresentar o smart #1 nos concessionários-parceiros. Foi uma oportunidade para dar a conhecer o modelo ao vivo a um restrito grupo de convidados, para esclarecimento de dúvidas e possibilitar o primeiro contacto com a viatura.

O modelo de cinco lugares inaugura uma nova era para a marca, que é agora uma joint-venture (formalmente anunciada em janeiro de 2020) entre o Mercedes-Benz Group e a Geely Holding. O smart #1 conta com o design premium da Mercedes-Benz e a evoluída plataforma SEA da Geely e tem arranque de entregas previsto para a primeira metade de 2023.

Com um comprimento de 4270 mm e uma distância entre eixos de 2750 mm, o smart #1 não renega as origens urbanas da marca, mas oferece novas opções em termos de necessidade de espaço a bordo. A bagageira pode oferecer entre 273 e 411 litros (banco traseiro deslizante), a que se junta um pequeno espaço de 15 litros sob o capô.

O SUV tem tração às rodas traseiras e conta com um motor de 272 cv e 323 Nm de binário. A velocidade máxima é de 180 km/h (limitada) e os 100 km/h são atingidos em 6,7 segundos.

A bateria tem 66 kWh de capacidade e o smart #1 tem uma autonomia WLTP entre 420 e 440 km. Pode ser carregado com potências até 150 kW em DC (o que permite ir de 10% a 80% em 30 minutos) e 22 kW em AC (menos de três horas para recuperar os mesmos 10% a 80%).

O smart #1 BRABUS é um tração integral. O motor adicional no eixo da frente eleva a potência para 428 cv e o binário para 543 Nm. O resultado são performance verdadeiramente desportivas, com a distância 0-100 km/h a ser batida em apenas 3,9 segundos. A autonomia não fica, porém, muito longe das variantes menos potentes e o modelo pode percorrer 400 km com apenas uma carga.

O smart #1 está disponível na muito equipada versão de lançamento, na linha Pro+ e na linha Premium, além da versão BRABUS. Câmara 360 graus com sensores de estacionamento, conectividade alargada para ambos os ecrãs interiores, jantes de 19 polegadas e controlo climático automático de duas zonas são de série logo na versão Pro+.

Os preços da linha Pro+ começam nos 40 950 euros (com IVA), a linha Premium inicia-se nos 44 450 euros (com IVA) e a edição de lançamento tem um PVP de 45 750 euros (com IVA). Por fim, o smart #1 BRABUS custa 48 450 euros. 

09/11/2022 08:10

Novo Mercedes-Benz GLC aumenta oferta com versões plug-in e diesel 300 d

O novo Mercedes-Benz GLC (X254) já chegou à Sociedade Comercial C. Santos. A segunda geração do SUV foi lançada com motorização diesel eletrificada GLC 220 d 4MATIC (1993 cc e 197 + 23 cv), com preços a partir de 73 350 euros.

O modelo recebe, agora, duas variantes híbridas plug-in: GLC 300 e 4MATIC (motor 1999 cc a gasolina de 204 cv e motor elétrico, com potência conjunta de 313 cv) e GLC 400 e 4MATIC (motor 1999 cc a gasolina de 252 cv e motor elétrico, com potência conjunta de 381 cv).

Estas variantes têm autonomias elétricas até 130 km e estão equipadas de série com um carregador de 11 kW para carregar a bateria de alta tensão a partir de uma tomada elétrica AC residencial ou através da wallbox trifásica. Além disso, está disponível como opção um carregador rápido DC de 60 kW. A bateria tem capacidade 31,2 kWh, o que significa que num carregador rápido DC de 60 kW carrega em 30 minutos.

O novo Mercedes-Benz GLC 300 e 4MATIC tem preços a partir de 76 300 euros e o GLC 400 e 4MATIC desde 79 150 euros.

Mais opções diesel nos próximos meses

O modelo vai receber mais motorizações ainda em 2022. Já em novembro, irá ocorrer o lançamento de mercado da terceira versão híbrida plug-in, o GLC 300 de 4MATIC (motor diesel de 1993 cc de 197 cv e motor elétrico, com potência conjunta de 335 cv). Os preços ainda não foram anunciados.

Logo de seguida, em dezembro, chegará uma versão diesel eletrificada adicional, a GLC 300 d 4MATIC (1993 cc e 269 + 23 cv). Os preços arrancam nos 82 650 euros.

07/11/2022 15:57

Sociedade Comercial C. Santos tem o melhor apoio ao cliente Mercedes-Benz em Portugal

A Sociedade Comercial C. Santos venceu o Mercedes-Benz Global Customer Experience Challenge, a competição que, anualmente, apura o melhor concessionário Mercedes-Benz, em Portugal, na área de apoio ao cliente. É mais uma distinção para o profissionalismo, competência e inovação da Sociedade Comercial C. Santos, que vai agora competir com os melhores concessionários internacionais da Mercedes-Benz.

O Mercedes-Benz Global Customer Experience Challenge desafia, todos os anos, os representantes da marca de todo o mundo a inscreverem equipas de quatro elementos multidisciplinares (vendas e após-venda). O objetivo é obter a pontuação mais elevada na resolução de questões que surgem no quotidiano de um concessionário automóvel.

O tema de 2022 é a mobilidade elétrica e a equipa da Sociedade Comercial C. Santos revelou os melhores conhecimentos entre os concessionários em Portugal, com um desempenho de excelência. A empresa está, por isso, apurada para o campeonato internacional, onde irá disputar uma vaga nas finais globais.

O cliente como prioridade

A vitória da Sociedade Comercial C. Santos no Campeonato Nacional do Global Customer Experience Challenge resulta de um esforço das equipas de vendas e de após-venda, com coordenação do departamento técnico. “Sermos campeões nacionais do Global Customer Experience Challenge da Mercedes-Benz é, obviamente, motivo de enorme satisfação para nós. Este resultado é reflexo do esforço das equipas participantes e, sobretudo, da postura que todos os profissionais da Sociedade Comercial C. Santos têm no dia a dia, com o objetivo de oferecer a melhor experiência ao cliente, tanto em termos de venda como de após-venda”, afirma Pedro Almeida, diretor técnico e coordenador de formação da Sociedade Comercial C. Santos.

O objetivo da empresa é, agora, segundo o mesmo responsável, “obter o melhor resultado possível na competição internacional, em representação das concessões Mercedes-Benz em Portugal”.

Entre as melhores do mundo

As etapas internacionais do Global Customer Experience Challenge são compostas por um campeonato internacional e a final global. O campeonato internacional tem duas fases que se disputam já este mês: a Fase 1 decorre de 14 a 18 de novembro e apurará as 10 melhores equipas para a Fase 2, que se realizará de 21 a 25 de novembro. Estas 10 equipas irão disputar uma das três vagas na final global da competição (data ainda por definir).

28/10/2022 18:08

Primeiro Classe A já tem 25 anos! Redescubra-o em menos de cinco minutos…

Parece que foi ontem, mas o icónico Mercedes-Benz Classe A está a celebrar 25 anos. Recuamos no tempo e, em menos de cinco minutos, lembramos como o primeiro compacto da marca se tornou um sucesso de vendas… após ter capotado no famoso “Teste do Alce”!

Em 1997, a Mercedes-Benz revolucionou a sua história, apresentando ao mundo o seu primeiro modelo verdadeiramente compacto, o Classe A. Após o êxito, em 1982, do 190/190 E (W 201), uma berlina compacta com a qual a marca alargou a carteira de clientes, o então emergente Classe A diversificou o portfólio de modelos Mercedes-Benz, como contribuiu, definitivamente, para a democratização da marca, desde há longa data associada, exclusivamente, aos modelos de luxo. 

Foram os concept cars Vision A 93 (1993) e A Study (1994) que “inspiraram” a primeira geração do Classe A (W 168), que esteve em produção e comercialização, entre 1997 e 2005, e que convenceu mais de 1,1 milhões de compradores, durante esse período de tempo.

Aquando da apresentação mundial, entre 6 a 16 de março de 1997, no Salão Automóvel de Genebra, o modelo imediatamente causou sensação. Com um comprimento de 3.575 milímetros (mais 225 milímetros que o Vision A 93), o equivalente a um automóvel citadino de quatro lugares e uma linha de cintura inclinada sobre o pilar C, oferecia um automóvel de estilo moderno e fluído, com espaço suficiente para pequenas famílias.

Aproveitamento de espaço único

Devido ao duplo piso, os ocupantes da Classe A sentavam-se em posição elevada, mas sem qualquer problema de acesso ao habitáculo, devido à amplitude de abertura das portas. O banco traseiro podia ser deslocado ou removido e, opcionalmente, o assento do passageiro podia igualmente ser removido, depois de alguns passos fáceis. No total, disponibilizava 72 combinações diferentes de assentos, o que aumentava a versatilidade, ainda mais ampliada por um piso plano no compartimento de carga e uma grande porta traseira que combinava com uma soleira de carga baixa, ambas a facilitarem o carregamento e descarregamento do Classe A.

Muito popular era o extra do tejadilho de ripas, deslizante e invulgarmente grande. O peso do automóvel era de apenas 1.000 quilogramas. O Classe A apresentado em Genebra em 2001 (ou o seu “restyling”) oferecia ainda mais espaço interior, aproveitando o aumento da distância entre eixos de 170 milímetros.

Segurança ao nível do Classe E

O Classe A não foi apenas o primeiro automóvel de passageiros Mercedes-Benz produzido em série com tração dianteira, mas também estabeleceu padrões em termos de segurança passiva no seu segmento. Um conceito único de segurança intitulado “sanduíche” proporcionou um nível de segurança desconhecido até então no segmento, com destaque para a proteção em colisões frontais (em caso de impacto violento, a unidade de transmissão do motor deslizava sob o compartimento dos passageiros) e laterais.

De resto, o motor, a transmissão e os eixos ficavam situados à frente e por baixo do piso do veículo, enquanto a bateria, o sistema de escape e o depósito de combustível estavam firmemente posicionados no compósito de linha reta patenteado (patente DE 44 00 132 C1) de vigas longitudinais e transversais. A segurança passiva da Classe A atingia assim o nível do Classe E da Mercedes-Benz.

Um mal que veio por bem!

Mas, nem tudo foram “rosas”. Em outubro de 1997, o Classe A chumbou no teste de condução não normalizado (“teste do alce”), na Suécia, onde capotou. De imediato, a Mercedes-Benz deu uma resposta à altura, equipando, de série, todas as unidades com o Sistema Eletrónico de Estabilidade (ESP®) e o Sistema Automático de Assistência à Travagem Assistida (ABS). Além disso, ofereceu maior firmeza às molas da suspensão, rebaixando a carroçaria e equipando o modelo com pneus da dimensão 195/50 R 15, em vez da dimensão original 175/65 R 15.

Todos os 18.000 veículos que já tinham sido entregues receberam estas alterações gratuitamente. Com ESP®, ABS, airbags e airbags de impacto lateral nas portas da frente, tensores e limitadores e força nos cintos de segurança, o Classe A estava melhor equipado do que qualquer outro automóvel do segmento, abrindo o caminho para a difusão destes sistemas de segurança ativa em toda a indústria, especialmente em modelos mais pequenos.

Novos motores a gasolina e diesel

A adoção da nova filosofia de segurança “sanduíche” em termos de chassis, obrigou à conceção de uma geração de motores de quatro cilindros. Inicialmente, os dois motores a gasolina da série M 166 serviram as versões A 140 e A 160, enquanto os motores a diesel da série OM 668 equipavam as versões A 160 CDI e A 170 CDI, no ano seguinte ao lançamento do modelo, obtendo consumos (NEDC) particularmente económicos (4,5 e 4,9 litros, respetivamente). Estes motores turbodiesel estiveram entre os primeiros a apresentar a tecnologia common-rail desenvolvida pela Mercedes-Benz, juntamente com a Bosch. O instituto “Öko-Trend”, em Wuppertal, atribui ao A 160 CDI o título de “o carro mais amigo do ambiente da Alemanha”.

A gama de potência dos quatro motores variou inicialmente entre 44 kW (60 cv) e os 75 kW (102 cv). Mas, em 1999, o A 190 com 82 kW (125 cv) tornou-se o Classe A mais potente, antes da chegada do A 210 EVOLUTION com 103 kW (140 cv) e dos elementos da Mercedes-AMG darem um cunho verdadeiramente desportivo ao modelo, transformando-o na versão A 32K com 260 kW (354 cv), capaz de atingir os 250 km/h. Uma versão elétrica da Classe A com baterias de cloreto de sódio e cloreto de níquel alojadas no piso chegou a existir, mas nunca chegou a entrar em produção.

Igualmente emblemáticas e exclusivas (produzidas apenas 125 unidades) foram as versões comemorativas “A Häkkinen” e “A Coulthard”, com uma pintura baseada no esquema de cores dos monolugares de F1 de Mikka Häkkinen (campeão de F1 em 1998) e David Coulthard (3º classificado no mesmo ano) que em 1998 brilharam na F1.

Em fevereiro de 2021, o Classe A recebeu o normal “facelift”, com engenheiros e designers a introduzirem 980 novos componentes, onde se incluía um ESP® de quarta geração e um sistema de assistência à travagem hidráulica ainda mais potente.

Desde 1997 até à atualização do modelo de 2001, foram vendidas 550.000 unidades da primeira geração, mas o W168 ultrapassou a marca do milhão (1.159.321 mais exatamente) em 2003, até ser substituído pela segunda geração - W169 - em 2004.

Há 10 anos, nasceu um novo conceito de Classe A

A terceira geração do Classe A - W176 - apareceu em 2012. Foi completamente redesenhada e seguiu uma filosofia diferente, mais desportiva, oferecendo um centro de gravidade mais baixo. Com estas características e também com o seu design dinâmico, conquistou novos e mais jovens grupos de compradores num espaço de tempo muito curto.

Em 2018, é a série W177, na quarta geração do Classe A, que ganha protagonismo e que passa a estabelecer novos padrões em tecnologia, com o sistema multimédia MBUX, que também muito contribuiu para o novo recorde de vendas do modelo.

Atualmente, com quatro gerações, o Classe A (nas versões Compacto e Limousine) representa o sucesso da Mercedes-Benz no segmento dos compactos, servindo de trampolim de inspiração para outros modelos da marca como o Classe B, o CLA, o GLA e o GLB. 

26/10/2022 12:34

Soc. Com. C. Santos e a Associação Empresarial de Paços de Ferreira promovem conferência “Fundos e Mobilidade Sustentável”

A Sociedade Comercial C. Santos e a Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF) vão promover a conferência “Fundos e Mobilidade Sustentável”. Marcada para o dia 4 de novembro (sexta-feira), prevê a informação e a discussão sobre fundos europeus para projetos de descarbonização e sobre frotas eficientes, além da realização de test-drives a viaturas elétricas e híbridas plug-in.

O dia 4 de novembro (sexta-feira da próxima semana) será inteiramente dedicado à sustentabilidade na Capital do Móvel, em concreto nas instalações da Associação Empresarial de Paços de Ferreira. Logo a partir das 10h00, todos os interessados poderão realizar curtos test-drives a viaturas elétricas e plug-in Mercedes-Benz. À tarde terá lugar a conferência “Fundos e Mobilidade Sustentável”, na qual a AEPF e a Sociedade Comercial C. Santos reunirão vários especialistas para discutirem fundos europeus para projetos relacionados com a descarbonização e as vantagens dos veículos elétricos e híbridos plug-in para as empresas em termos fiscais e de custos de utilização.

A conferência “Fundos e Mobilidade Sustentável” (programa abaixo) tem início previsto, no auditório da AEPF, às 16h00, com as inscrições a poderem ser feitas no seguinte link: https://forms.gle/7ppiqRwDusLVMadj7 . A primeira apresentação trará informações em primeira mão do novo programa de fundos europeus em matéria de projetos verdes. Seguir-se-á a análise à proposta do Orçamento do Estado para 2023 em termos das principais vantagens para a utilização de automóveis elétricos e híbridos plug-in nas frotas empresariais.

Após estas curtas sessões, será realizada uma mesa-redonda sobre esta temática. Estão confirmados representantes da Cleanwatts (empresa especializada em software de gestão de energia renovável, que está a instalar paneis solares na AEPF, que num futuro próximo se espera poder partilhar energia com a comunidade) e da UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos, além da Sociedade Comercial C. Santos e da AEPF.

Descarbonização e economia

“A transição digital e a descarbonização são fatores cruciais para a competitividade presente e futura da economia. A AEPF pretende ser um apoio aos associados na busca de melhor informação e ferramentas para poderem adaptar os seus processos. A conferência ‘Fundos e Mobilidade Sustentável’ irá reunir vários especialistas para discutir este importante tema. A expectativa é de que os empresários possam obter informações importantes em termos de melhorias ambientais e redução de custos operacionais”, afirma a presidente da AEPF, Ana Rita Pacheco.

“A mobilidade de colaboradores e de mercadorias tem impacto orçamental nas empresas. O recurso a veículos com menores custos de utilização e vantagens fiscais é, por isso, um fator de competitividade. A sustentabilidade, nas suas várias dimensões, é, cada vez mais, relevante na atividade económica. Acreditamos que esta conferência poderá aumentar a informação aos empresários nesta matéria”, refere a diretora de marketing da Sociedade Comercial C. Santos, Ana Bolina.

Conferência “Fundos e Mobilidade Sustentável” – Programa

A partir das 10:00 – Test-drive de viaturas elétricas e plug-in Mercedes-Benz

16:00 – A aposta em projetos verdes- o novo programa de fundos europeus

16:20 – Vantagens da utilização de Veículos Eletrificados para as empresas

16:45 – Coffee Break

17:00 – Mesa redonda

           AEPF – Associação Empresarial de Paços de Ferreira

           Cleanwatts

           UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos

           Soc. Com. C. Santos

17:45 – Encerramento

23/10/2022 10:30

Mercedes-Benz 190 SL (W 121): estilo e elegância incontornáveis

Entre 1955 e 1963, a Mercedes-Benz produziu um dos mais belos automóveis da história: o 190 SL. O elegante cabriolet iniciou a nobre linhagem “SL” da marca da estrela e, no passado, como no presente, continua a fazer girar cabeças por onde quer que passe. Se hoje ainda não teve o prazer de ver nenhum, vale a pena, pelo menos, conhecer a sua história…

Um elegante automóvel desportivo descapotável, com a estrela Mercedes na grelha do radiador, nasceu em 1954. Tratava-se do modelo 190 SL (W 121) que a Mercedes-Benz apresentou em Nova Iorque e que lançou em todo o mundo, um ano depois. A história daquele que é visto, ainda hoje, como um dos automóveis mais bonitos de sempre estará para sempre associada ao nome de Maximilian E. Hoffman.

Em 1952, ele era o importador oficial da Mercedes-Benz em Nova Iorque para o mercado dos EUA e não demorou a aperceber-se do potencial de vendas de automóveis desportivos da Mercedes-Benz no país.

Para o demonstrar desenvolveu um plano para que duas unidades fossem contruídas como veículos de produção: de acordo com a recomendação de Hoffman, o 300 SL Racing Coupé (série W 194) devia ser disponibilizado - com modificações - como veículo de produção, e a marca baseada em Estugarda devia, ao mesmo tempo, produzir um automóvel desportivo cabriolet para acompanhar o coupé Gullwing, sustentando a ideia do futuro 190 SL.

Nessa altura, a Mercedes-Benz não tinha, no seu portfólio, um modelo no segmento dos veículos desportivos desde 1935. Mas entre a apresentação da ideia de Hoffman e a aprovação por parte do Conselho de Administração da Daimler-Benz, foi necessário esperar um ano, já que apenas, em 1953, os dois projetos viram “luz verde”. Fundamentalmente, devido à sobrecarregada agenda da marca na conceção e desenvolvimento de outros modelos de produção em série, mas também ao trabalho de desenvolvimento do seu futuro modelo de competição, o W196 R, a utilizar em 1954.

O calendário de conceção estabelecido revelou-se, desde logo, apertado e ambicioso, estipulando que as linhas gerais para as carroçarias teriam que estar finalizadas até 31 de outubro de 1953.

Alguns dias após a decisão da Direção, os diretores da Daimler-Benz estavam a examinar os primeiros esboços, e, duas semanas mais tarde, puderam avaliar o primeiro modelo à escala 1:10, que foi seguido, passadas mais oito semanas, pelos modelos já à escala real.

Cabriolet de raiz

No caso do 190 SL, o modelo teve de ser tecnicamente redesenhado com base na série 180, com o piso originário desse modelo a ter que ser adaptado, enquanto se encontrava o motor mais acertado para o chassis. Apresentava semelhanças e herdava muitos dos aspetos técnicos do popular Mercedes-Benz “Ponton” (W120/121), mas apesar de ter ficado conhecido com a designação de W121, diferia do modelo berlina por ter sido concebido de raiz como um cabriolet de dois lugares. Já o 300 SL “inspirava-se” no famoso 300 SL Racing Sports (https://bit.ly/3BaNXYe) proveniente da competição.

Mas a corrida contra o tempo acabaria por ser ganha. Cinco meses depois do processo se iniciar, ambos os modelos celebravam a estreia no Salão Internacional de Desportos Motorizados, em Nova Iorque, que teve lugar de 6 a 14 de Fevereiro de 1954. Na época, o mais importante salão automóvel organizado no outro lado do Atlântico.

De imediato, a Mercedes-Benz registou opiniões muito favoráveis, com o 190 SL e o 300 SL a serem apontados como os símbolos de uma nova filosofia de produto e os precursores da linhagem SL, com a estrela da marca colocada na grelha do radiador a servir de imagem de marca.

Enquanto a produção em série do Mercedes-Benz 300 SL começou em agosto de 1954, na fábrica de Sindelfingen, o 190 SL foi novamente revisto, porque a unidade exposta no Salão Internacional de Desportos Motorizados, em Nova Iorque, não estava ainda “madura”, já que não tinha sido tecnicamente testada, nem a carroçaria tinha recebido os últimos retoques de estilização.

Em março de 1955, a Daimler-Benz apresentou então o modelo final do 190 SL no Salão Automóvel de Genebra. A carroçaria, concebida por Walter Häcker, seguia, de perto, o desenho do 300 SL Gullwing Coupé. No entanto, ao contrário do 300 SL, o 190 SL tinha uma capota retrátil, que lhe conferia ainda maior elegância.

A carroçaria mostrou, desde logo, algumas diferenças em relação ao modelo que apresentado em Nova Iorque: a entrada de ar no capô foi deslocada mais para trás, passaram a existir proteções nos arcos das rodas traseiras, enquanto os para-choques e as luzes traseiras também foram modificadas. A fábrica de Sindelfingen começou a construir a série de pré-produção em janeiro de 1955, com a produção da série principal a ter início em maio.

Na década de 1950, o significado do termo “roadster” sofreu uma mudança. O clássico roadster era um automóvel desportivo de dois lugares com janelas laterais destacáveis e uma cobertura de tecido amovível como estrutura de tejadilho. Mas os padrões de conforto dos clientes eram agora mais elevados, e o automóvel desportivo Mercedes-Benz 190 SL respondeu a isto. Embora não fosse um roadster no sentido clássico, foi designado como tal pela empresa.

Foi concebido como um automóvel desportivo de dois lugares de turismo e utilitário, de máxima elegância. Estava disponível em três versões: com capota de tecido (preço em fevereiro de 1955: DM 16.500 ou seja, na altura o correspondente a cerca de 8.436 €) e como coupé com “hard top”, que, opcionalmente, poderia ter capota de tecido (preço em setembro de 1955: DM 17.650/DM 17.100 (aproximadamente, então 9.025€/8.743 €). Estes preços tornam clara a colocação exclusiva destes veículos na gama de modelos.

O SL 300 custava 29.000 DM (então o equivalente a 14.827 €) em 1954, e assim consideravelmente mais do que o SL 190, que, por sua vez, era bastante mais caro que o “Ponton”, cujos valores se ficavam pelos 9450 DM (4.832 €, se convertidos em euros) em 1954/1955. Como um extra opcional, um terceiro banco transversal poderia ser colocado na traseira do 190 SL.

A imprensa automóvel elogiou o 190 SL, entre outras coisas, pelas suas características e pela seu fácil manobrabilidade e segurança. Para isso contribuíam os braços oscilantes com pivot central já utilizados no modelo 220 a, entre outras características. A suspensão dianteira, incluindo a subestrutura, foi adotada a partir do modelo 180, do qual o conjunto do piso - embora encurtado - também veio.

Eficiente motor de 105 cv

Para animar a então mais recente coqueluche da Mercedes-Benz, o 190 SL recebeu um novo motor a gasolina de 1,9 litros, com a designação M 121 B II, precursor de uma nova família de propulsores. A unidade de quatro cilindros tinha uma única árvore de cames e desenvolvia 105 cv (77 kW) às 5700 rpm, o que proporcionava acelerações dos 0-100 km/h em 14,5 segundos e uma velocidade máxima de 170 km/h e que fazia dele um dos automóveis mais rápidos da estrada nos anos 50 e 60. O consumo de gasolina apontava para os 8,6 litros a cada 100 km e o o depósito albergava 65 litros, proporcionando uma autonomia adequada para confortáveis e tranquilas viagens.

Durante a sua produção, o 190 SL passou por muitas melhorias nos detalhes. São claramente reconhecíveis as largas faixas cromadas na extremidade superior da porta (introduzidas em março de 1956) e as maiores luzes traseiras (em junho de 1956, que também foram aplicadas nos modelos 220 a, 219 e 220 S).

Em julho de 1957, o farolim de matrícula traseiro foi deslocado para as proteções do para-choques (que eram um extra nos para-choques dianteiros, enquanto nas versões dos EUA eram obrigatórias à frente e atrás) para permitir a montagem das largas placas de matrícula que estavam a ser introduzidas na altura.

A partir de outubro de 1959, um novo hardtop com uma janela traseira maior deu ao cabrio, convertido em coupé, uma visibilidade traseira substancialmente melhor. Em agosto de 1960, a fechadura da tampa da bagageira também foi mudada, com uma pega rebaixada a substituir a anterior pega em forma de arco.

Em 1963, o último Mercedes-Benz 190 SL saiu da linha de produção. No total, foram construídos 25.881. A maioria deles foi para os EUA, com a avaliação e visão de Maximilian E. Hoffman a provar estar correta.

Uma versão desportiva adaptada à competição

As primeiras brochuras de vendas mostraram uma variante desportiva do 190 SL: portas de liga leve, pequeno para-brisas de corrida Perspex, ausência de capota e para-choques, permutador de calor ou material isolante, com todas estas alterações a darem-lhe um peso de 1000 quilos, cerca de dez por cento menos do que a convencional versão de estrada.

O número de unidades construídas não está documentado, sabendo-se apenas que muito poucas encontraram caminho até aos clientes, sendo provavelmente verdade que algumas delas sofreram alterações ainda mais radicais, como afinações mais “agressivas” do motor, rebaixamento de altura ao solo, adoção de amortecedores desportivos e molas de suspensão alteradas.

A versão desportiva do 190 SL obteve o seu maior sucesso, em 1956, no Grande Prémio de Automóveis de Macau, numa unidade inscrita pelo então importador Daimler-Benz de Hong Kong. O modelo com volante à direita triunfou nessa prova, batendo modelos como o Ferrari Mondial e vários Jaguar e Austin-Healey. No mesmo ano, o importador geral da Mercedes-Benz, em Marrocos, ganhou a classe (GT até dois litros), no Grande Prémio de Casablanca.

Mas os regulamentos das corridas “mataram” o sucesso desta versão desportiva do 190 SL, ao não classificarem-no como um veículo de produção de série e, consequentemente, a inviabilizarem as hipóteses de se bater com a concorrência. Além disso, uma decisão da FIA (Federação Internacional do Automóvel) impediu a sua classificação como GT, com o argumento que um Gran Turismo devia ter uma carroçaria totalmente fechada, uma condição que o 190 SL descapotável, naturalmente não poderia satisfazer.

Mas, tenha sido, na versão civil ou na de competição, o Mercedes-Benz conquistou o seu lugar na história do automóvel. Mais de 65 anos após o seu nascimento, continua a ser uma das estrelas mais brilhantes e desejadas da marca e do mundo automóvel. 

21/10/2022 12:49


Soc. Com. C. Santos e Runporto querem “carregar” Mercedes eSprinter de brinquedos na Maratona do Porto

A Sociedade Comercial C. Santos e a organização da EDP Maratona do Porto estão a unir esforços para dar mais alegria às crianças e jovens que mais precisam. O objetivo é “carregar” um furgão elétrico Mercedes-Benz de brinquedos para alegrar o Natal de crianças em estado de vulnerabilidade.

O representante Mercedes-Benz e smart e a Runporto querem “carregar” um Mercedes-Benz eSprinter 100% elétrico de brinquedos para a ONGD (organização não-governamental para o desenvolvimento) GASPORTO ceder às crianças e jovens a que dá apoio. O objetivo é que os participantes entreguem brinquedos (novos ou em condições de funcionamento) na Expo Maratona (Centro de Congressos da Alfandega do Porto) nos dias 4 e 5 de novembro (10h-19h) ou no próprio dia da Maratona do Porto, no espaço da Sociedade Comercial C. Santos, na zona da meta, no Queimódromo.

Além disso, a Runporto cedeu ao GASPORTO um total de 100 inscrições na EDP Fun Race (6 km) da Maratona do Porto. A ONGD pode promover internamente e convidar os seus utentes, familiares e parceiros e/ou vender as inscrições e ficar com a receita para aplicar nos projetos de apoio social que tem em Portugal (no Porto) e em Moçambique (Vila de Macia).

GASPORTO agradece apoio e comunicação

A EDP Maratona do Porto associou-se desde a primeira hora ou não fossem os eventos de running, em particular os organizados pela Runporto, marcados pela solidariedade. “A Runporto sempre procurou associar uma vertente de responsabilidade social aos vários eventos que organiza, pelo que foi com gosto que nos unimos a esta ação e na qual, além da colaboração na recolha de brinquedos, cedemos ao GASPORTO algumas inscrições. Esta fórmula de apoiar as instituições é muito utilizada em várias maratonas no mundo, com elevado sucesso”, afirma o diretor-geral da Runporto, Jorge Teixeira.

“É com enorme alegria que nos associamos à Sociedade Comercial C. Santos e à Runporto para a EDP Maratona do Porto, alegria essa que iremos levar até às crianças das instituições nossas parceiras, que irão receber os brinquedos partilhados por cada participante”, explica Joana Lopes, porta-voz da GASPORTO, que também agradece a divulgação do projeto que esta iniciativa permite à ONGD. “É também com profundo orgulho que vemos o nosso GASPORTO chegar a tanta gente, especialmente nesta altura em que estamos a recrutar novos voluntários, cheios de força para transformar, em pequenos gestos, a cidade do Porto num lugar mais feliz”, acrescenta.

“A EDP Maratona do Porto realiza-se menos de dois meses antes do Natal. Esperamos que esta recolha de brinquedos novos ou usados em estado funcional permita que a quadra que se aproxima possa ser mais alegre para mais crianças. Vamos, juntos, fazer um sprint pela solidariedade e carregar uma Mercedes-Benz eSprinter de brinquedos e boa energia para quem mais precisa”, refere o relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos, Aquiles Pinto.


Percurso por Porto e Matosinhos

A Maratona do Porto terá este ano para a sua 18ª edição. Conta com três distâncias, a EDP Maratona do Porto (42,195 km), a APO Family Race Corrida dos Ossos Saudáveis (10 km) e a EDP Fun Race (caminhada de 6 km para toda a família).

A partida das três provas está marcada para as 8h de 6 de novembro, junto ao Sea Life Porto e o local de chegada volta a ser o Queimódromo. Devido aos condicionamentos de circulação no tabuleiro inferior da ponte Luiz I, não será possível, tal como em 2021, atravessar para Vila Nova de Gaia.  Por este motivo, o percurso das provas apenas se estende pelo Porto e Matosinhos.

A maior maratona de Portugal é já uma marca do país e da região do Porto. Este ano, estão, para já, inscritos atletas de 67 países nesta clássica corrida de 42,195 m, sendo que 36% dos inscritos são atletas estrangeiros. A Sociedade Comercial C. Santos volta a ser a viatura oficial do evento.

19/10/2022 21:37

EQE SUV abre uma nova era: conheça o primeiro SUV desportivo elétrico da Mercedes-AMG

A versatilidade de um SUV aliada à performance dos modelos AMG e à mais avançada tecnologia eletrificada da Mercedes-EQ. O novo EQE SUV é mais uma estrela a caminho da Sociedade Comercial C. Santos, com argumentos que prometem inaugurar uma nova era no segmento.

A cadeia cinemática, totalmente elétrica e orientada para o desempenho, integra dois potentes motores elétricos, que elevam a potência até aos 505 kW (687 cv). O EQE SUV é o modelo elétrico mais versátil do portefólio da Mercedes-AMG, estando disponível nas versões 43 4MATIC (476 cv) e 53 4MATIC+ (de 626 cv a 687 cv), ambas com sistema de tração integral totalmente variável.

O caráter desportivo do design exterior é reforçado por vários elementos característicos da AMG. Estes incluem a grelha em painel preto, específico da AMG, com aletas verticais cromadas estampadas, a estrela Mercedes e a inscrição “AMG”. Nas laterais, os revestimentos dos guarda-lamas específicos da AMG na cor da carroçaria e os manípulos das portas perfeitamente integrados conferem um toque de elegância.

O interior do novo EQE SUV destaca-se pelo amplo espaço para passageiros e bagagem. O ambiente a bordo combina o luxo e sofisticação próprios dos modelos EQ. As duas versões podem ser opcionalmente equipadas com o inovador MBUX Hyperscreen. Este display em vidro curvo de grandes dimensões estende-se ao longo de todo o painel frontal: estão instalados três displays atrás de uma única superfície de vidro, que aparentam formar um único display.

Os bancos têm um desenho específico e revestimento especial em pele sintética, com microfibra e pesponto vermelho. Em alternativa, está disponível como opção o revestimento dos bancos em pele Nappa, também com desenho específico da AMG.

O formato de som Dolby Atmos® coloca a experiência sonora no EQE SUV num novo patamar, em combinação com o sistema de som surround 3D Burmester®. Enquanto os sistemas estéreo convencionais normalmente possuem uma dinâmica lateral, o Dolby Atmos® cria uma experiência de som a 360 graus.

O novo EQE SUV está equipado com uma potente bateria de 328 V de elevado desempenho, fabricada de acordo com a mais moderna tecnologia de iões de lítio. Esta nova geração de baterias também reduz os tempos de carregamento. A bateria pode ser carregada com uma potência de até 170 kW em postos de carregamento rápido com corrente contínua. Neste caso, a energia elétrica para percorrer 170 quilómetros (WLTP) pode ser recarregada em apenas 15 minutos. Graças ao carregador de bordo, o AMG elétrico pode ser carregado comodamente na residência do cliente ou em postos de carregamento públicos com uma potência de 22 kW com corrente alternada.

Descubra o apelo do novo EQE SUV na Sociedade Comercial C. Santos.

17/10/2022 17:55

Soc. Com. C. Santos discute eletrificação e mobilidade urbana no salão da Alfândega do Porto

A Sociedade Comercial C. Santos vai estar presente na sexta edição do Salão Automóvel Híbrido e Elétrico, que se realiza de sexta-feira (dia 21) a domingo (dia 23) no Centro de Exposições da Alfândega do Porto. Além de viaturas 100% elétricas em exposição e disponíveis para test-drive, o representante Mercedes-Benz promove, logo na sexta-feira, uma mesa-redonda sobre o tema. Além disso, ao longo dos três dias do evento, vai juntar o desporto virtual dos eSports aos automóveis reais expostos.

A próxima edição das SocTalks, conversas da Sociedade Comercial C. Santos, está, a exemplo do ano passado, integrada no programa oficial de conferências do Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico do Porto de 2022, o maior salão português da especialidade. Com o tema “Eletrificação e Mobilidade”, e marcada para as 17h00 (duração aproximada de 50 minutos) de sexta-feira (dia 21), contará com a presença de especialistas de várias áreas do automóvel e da mobilidade.

Os participantes são Luís Ramos, vereador das Mobilidade e Transportes da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Rodrigo Silva, presidente da ARAN – Associação Nacional do Ramo Automóvel, Manuel Reis, membro do conselho diretivo e um dos fundadores da UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos, e Luís Miranda Torres, professor do ISEP – Instituto Superior de Engenharia do Porto. A conversa serámoderada por Aquiles Pinto, relações publicas da Sociedade Comercial C. Santos.

A presença nos seminários do Salão Automóvel Híbrido e Elétrico é gratuita para todos os visitantes do evento.

Gama completa em exposição e e-Sports

A Sociedade Comercial C. Santos vai apresentar (em exposição e/ou para test-drive no exterior do recinto) a gama completa de passageiros da Mercedes-EQ, a marca de automóveis 100% elétricos da marca: EQA, EQB, EQC, EQE e EQS serão os modelos presentes. Também a Mercedes-Benz Vans estará presente, com um eVito Furgão em exposição. 

A Sociedade Comercial C. Santos vai, além disso, ao longo dos três dias do evento, juntar o desporto virtual dos eSports aos automóveis reais que tem expostos. A empresa irá, com o apoio da G’s Competizione, oferecer a possibilidade de alguns visitantes poderem ter uma experiência de pilotagem virtual de monolugar da Mercedes-EQ Formula E Team no circuito do Autódromo Internacional do Algarve.

10/10/2022 07:43

smart #1, o automóvel do amanhã que está disponível hoje

100% novo, 100% elétrico, 100% smart, o #1 vem inaugurar uma nova era para a marca. Um automóvel que respeita o compromisso da smart com uma mobilidade que se pretende sustentável, mas disruptivo em quase tudo o resto. Do momento da aquisição à experiência de utilização, o novo smart #1 pretende reescrever a forma como os utilizadores interagem com o SUV do futuro.

Com 15 anos de experiência e de provas dadas na eletrificação dos seus modelos, a smart deu um importante passo rumo a uma mobilidade sustentável quando, em 2020, se tornou completamente elétrica. O novo smart #1 é o primeiro modelo que resulta da combinação do know-how da marca neste campo, com o design premium da Mercedes-Benz e a avançada engenharia da evoluída plataforma SEA da Geely.

Prestes a chegar a Portugal, o smart #1 foi concebido para poder ser personalizado com uma ampla seleção de níveis de equipamento, respondendo assim aos desejos e às necessidades de diferentes tipos de utilizadores.

Além da superequipada Edição de Lançamento totalmente, que foi apresentada no lançamento mundial do modelo, o smart #1 estará disponível em várias versões: começando pela linha Pro+, passando pela linha Premium até ao #1 BRABUS, o mais desportivo da gama e um SUV de tração integral que assegura prestações pouco habituais para este segmento.

As pré-encomendas para as quatro linhas estarão disponíveis ao público em Portugal já a partir de 18 Outubro 2022. Todos os que estiverem ansiosos por experimentar o novo veículo podem encomendar o seu smart #1 na Sociedade Comercial C. Santos ou online (https://pt.smart.com/pt/).

Os preços da linha Pro+ começam nos 40.950€ (com IVA), a linha Premium inicia-se nos 44.450€ (c/IVA), enquanto a Edição de Lançamento fica em 45.750€ (c/IVA). Finalmente, o muito especial smart #1 BRABUS custa 48.450 (c/IVA).

Uma coisa é certa, mesmo a versão de entrada já oferece um nível de equipamento pouco habitual e com elementos de conforto e segurança que, tradicionalmente, só encontramos em modelos de gamas superiores.

Para além das características já disponíveis na linha Pro+, como a abrangente gama de sistemas de assistência à condução, a câmara surround de 360º, a assistência de voz inteligente, as luzes LED e o porta-bagagens de abertura e fecho motorizados, a linha Premium é enriquecida com o sistema de som BEATS, o Head-Up Display (HUD), os faróis Matrix CyberSparks+ LED e o Assistente de Estacionamento Automático.

Já o BRABUS #1, como não podia deixar de ser, recebe uma panóplia de elementos distintivos que tornam este smart #1 verdadeiramente especial. Falamos das elegantes jantes exclusivas, de um conjunto aerodinâmico criado de raiz para melhorar o desempenho deste SUV “musculado” e dos típicos destaques a vermelho que pontuam o exterior e o habitáculo.   

Cabeça de cartaz, o smart#1 BRABUS não se distingue apenas pelo design inegavelmente agressivo e apaixonante. Com 315 kW de potência (428 cv) e 543 Nm de binário, este SUV oferece um nível de desempenho nunca antes visto num smart e que se traduz numa aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos, um valor só habitual em modelos superdesportivos e que promete aquecer os “ânimos” ao mais empedernido dos condutores.

Mais do que um automóvel, é uma plataforma conectada

Mas porque um automóvel, hoje em dia, é muito mais do que apenas um meio para ir do ponto A ao ponto B, a smart estabeleceu uma parceria com a ECARX, um especialista em integração de software e hardware. O objetivo passa por conduzir a transformação deste smart #1 num verdadeiro sistema de informação, comunicação e transporte, em que as diferentes valências estão totalmente integradas sob as elegantes formas deste inovador SUV.

Esta forma de encarar o automóvel como parte de um futuro que será, inevitavelmente mais digital, também está espelhada na forma como a marca encara o seu modelo comercial e de vendas. Os clientes podem reservar, comprar, subscrever ou alugar um #1 apenas com alguns cliques, sem necessidade de contratos em papel. Isto sempre em parceria e com o apoio de uma bem organizada rede de concessionários que, como é reconhecido por todos, tem na Sociedade Comercial C. Santos um verdadeiro porta-estandarte.

08/10/2022 19:12

Soc. Com. C. Santos mostra Mercedes-Benz eVito Furgão com autonomia alargada

A Sociedade Comercial C. Santos juntou um grupo de parceiros para experimentarem a gama de viaturas elétricas da Mercedes-Benz Vans. O eVito Furgão, que agora tem autonomia reforçada, foi o destaque.

O Mercedes-Benz eVito Furgão recebeu, no primeiro trimestre do ano, uma renovação, aumentando em 70% a autonomia face à versão anterior. Foi, entre a completa gama de veículos elétricos Mercedes-Benz Vans (que inclui ainda eVito Tourer, eSprinter Furgão e EQV), este o modelo que maior curiosidade despertou junto dos parceiros da Sociedade Comercial C. Santos presentes na ação.

A versão anterior do Mercedes-Benz eVito Furgão tinha bateria de 35 kWh, o que lhe permitia uma autonomia de até 150 km. O renovado modelo monta bateria de 60 kWh, o que significa uma autonomia de 242 a 314 km (WLTP).

O novo modelo está preparado para o carregamento rápido através de corrente contínua (CC). Graças a uma potência de carregamento padrão de no máximo 50 kW (opcionalmente no máximo de 80 kW), o eVito pode ser carregado de 10 a 80% em uma estação de carregamento rápido DC em cerca de 50 (com carregador de 50 kW, de série) ou 35 minutos (com o carregador de 110 kW, opcional). Mantém-se, além disso, o carregamento em pontos de carregamento de 11 kW (cerca de 6,5 horas para o carregamento de zero a 100%).

O resto da unidade motriz permanece inalterada, designadamente o motor elétrico de 85 kW. Também a capacidade de carga se mantém e é a mesma das variantes a combustão: oferece até 6,6 m3 de volume de carga.

O Mercedes-Benz eVito Furgão com autonomia reforçada pode ser encomendado em dois comprimentos diferentes: 5 140 milímetros e 5 370 milímetros. Quanto a preços, a versão standard é proposta por 53 257 euros (com IVA) e a variante longe por 54 856 euros (com IVA).

“Gama elétrica completa”

“O Mercedes-Benz eVito Furgão com bateria de 60 kWh mais que duplica a autonomia em relação à versão anterior. Os 314 km de autonomia máxima aumentam bastante o leque de frotas que podem ter num veículo zero emissões como este um aliado profissional. Este modelo junta-se a uma completa gama de veículos elétricos Mercedes-Benz Vans, tais como eSprinter Furgão, eVito Tourer e EQV. Em breve, esta gama ficará ainda mais completa, com eCitan e EQT”, afirma Patrícia Almeida, coordenadora de veículos comerciais ligeiros da Sociedade Comercial C. Santos.

07/10/2022 19:14

Mercedes-Benz Classe T com módulo Marco Polo. Nunca foi tão fácil passar do trabalho ao lazer em poucos minutos

Já alguma vez pensou ser possível transformar a sua nova Classe T - sim, aquela que utiliza diariamente na sua atividade profissional ou nas “obrigações” familiares - numa versátil e bem equipada mini-autocaravana? Agora já é possível…

Porque há mais de um século que faz da inovação um pilar de crescimento e dos desejos dos seus clientes uma força motriz, a criação de um módulo Marco Polo adaptável à nova gama Classe T é mais um bom exemplo de que, mais do que seguir tendências, a Mercedes-Benz antecipa-as.

Na Mercedes-Benz, há muito que o Classe V Marco Polo é sinónimo de evasão e liberdade de movimentos, mas também de conforto, atenção ao detalhe e de uma perfeita integração de elementos que só é possível quando resulta de um aturado trabalho de raiz, feito de fábrica.

Mas a família Marco Polo da Mercedes-Benz irá crescer com um inovador módulo de campismo extremamente flexível, facilmente instalável e amovível, e que estará disponível para a nova geração Classe T. O chamado Módulo Marco Polo[1], que conta com uma cama (2x1,15m) e uma unidade de cozinha opcional, estará disponível nos pontos de venda e concessionários da Mercedes-Benz a partir do final deste ano.

O mercado de autocaravanas, e em particular estas mais pequenas (micro-autocaravanas), está a crescer de forma acelerada. No caso desta Classe T equipada com o módulo Marco Polo, a flexibilidade de utilização torna esta solução especialmente sedutora, já que podemos passar, em apenas alguns minutos, de um tradicional automóvel familiar de uso quotidiano, para uma mini-autocaravana onde poderá pernoitar e preparar refeições com todo o conforto e a qualidade que tradicionalmente associamos a um Mercedes-Benz.

Além disso, as dimensões exteriores relativamente contidas (4,498 metros de comprimento, pouco maior do que o Classe A), também proporcionam uma facilidade de condução e uma agilidade acrescida quando se tem de manobrar ou circular em ambiente urbano, por exemplo.

Como referimos, entre o equipamento de série do módulo Marco Polo destacamos a confortável cama de 2 por 1,15 metros com um colchão de dez centímetros de espessura. Quando não está a ser usada, a estrutura da cama com o colchão dobrado permanece no porta-bagagens e os assentos traseiros podem ser utilizados sem restrições.

O equipamento de série inclui ainda elementos de “blackout” para todos os vidros das janelas e uma grelha de ventilação com tela de insetos integrada. Finalmente, o equipamento contempla duas bolsas de janela para artigos mais pequenos, que são fixadas entre os pilares C e D.

Um restaurante a cada “esquina”

A opcional unidade de cozinha é montada na bagageira e é baseada num sistema de gavetas. Inclui um lavatório, com um depósito de água de 12 litros facilmente acessível, uma arca frigorífica de 15 litros e um fogão de gás de cartucho que pode ser facilmente removido conforme necessário.

Gavetas adicionais oferecem espaço para talheres, louça e produtos alimentares. Há também duas cadeiras de campismo e uma mesa que pode ser montada ao ar livre ou atrás da consola central na nova Classe T - uma novidade neste segmento.

Duas pessoas podem remover ou inserir todo o Módulo Marco Polo na nova Classe T em alguns passos simples, tornando a transformação de automóvel do dia-a-dia em micro-autocaravana muito fácil e célere. Todos os elementos foram concebidos respeitando o design elegante e os tons da nova Classe T, integrando-se perfeitamente no cuidado aspeto global e mantendo intatos todos os restantes atributos.

Potência e eficiência de mãos dadas

Todas as versões Classe T estão equipadas com motores de última geração, de alto binário e eficientes em termos de consumo de combustível e emissões. Atualmente, estão disponíveis um motor Diesel (116 cv) e um motor a gasolina com dois níveis de potência: 102 cv e 131 cv. Todos os motores são combinados com uma função ECO start/stop. Para além da transmissão manual de seis velocidades, a sofisticada transmissão de dupla embraiagem de sete velocidades (DCT) está disponível para a variante Diesel e para a mais potente dos dois motores a gasolina. A carteira de motores será completada no futuro pela EQT elétrica, que já se encontra atualmente em desenvolvimento.

[1] O módulo Marco Polo Module é produzido na BRABUS Automotive em nome da Mercedes-Benz

02/10/2022 17:17

Há 55 anos, a Mercedes-Benz deu um importante passo para salvar vidas ao volante

Para a Mercedes-Benz, a segurança e a proteção dos ocupantes sempre foi uma prioridade. E há 55 anos, a marca deu mais um passo importante para salvar milhares de vidas na estrada, com a adoção da direção telescópica e do amortecedor de impacto no volante dos seus modelos. Viajamos até 1967?    

O final da década de 60 ficou marcado por uma acentuada evolução na segurança automóvel e bem se pode dizer que a Mercedes-Benz teve uma quota parte importante de responsabilidade nesse progresso.

O sistema de direção foi dos componentes que mais evoluiu, nomeadamente ao nível da coluna de direção. Este órgão mecânico passou a ser concebido e posicionado de forma a que, em caso de impacto frontal violento, não se movesse diretamente na direção do condutor, evitando, dessa forma, potenciais danos físicos. Para esse efeito, a caixa de direção foi reposicionada o mais atrás possível e em frente à parede frontal do habitáculo.

Mas o incremento da segurança não se ficou por aí. Depois de múltiplos desenvolvimentos e testes, em agosto de 1967, todos os modelos da marca da estrela – a gama compreendia os modelos W 108/109, W 100, W 110, W 111/112 e W 113 - receberam um novo sistema de direção, que adotava duas importantes novidades: uma coluna de direção telescópica e um amortecedor de impacto no volante.

O novo sistema de direção aumentou o efeito de segurança, na medida que os seus componentes podiam agora absorver de forma mais eficaz  a energia dissipada por um impacto frontal. Os componentes do sistema moviam-se uns para dentro dos outros, reduzindo assim as forças de impacto ocorridas e, consequentemente, a tensão sobre os ocupantes. E isto era válido tanto para o tubo da coluna de direção, como para o veio de direção ou a barra das mudanças de velocidade inserida no volante.

Reconhecendo o mérito da inovadora solução, a revista “auto motor und sport”, uma das publicações alemãs de referência no setor automóvel, que fez um artigo sobre esta inovação técnica fundamental para a segurança, não poupava nos elogios à solução tecnológica, referindo no seu número 19/1967 que “a investigação sobre segurança já estava a ser realizada na Daimler-Benz quando nenhuma lei o exigia.“

Para além da coluna de direção telescópica e do amortecedor de impacto, outros pormenores melhoraram a segurança dos ocupantes dos modelos Mercedes-Benz a partir do verão de 1967: novas fechaduras de portas, que passaram a ser “à prova” de abertura de crianças; controlos do painel de instrumentos protegidos e encastráveis; pegas de plástico; apoios de braços e manivelas das janelas; espelhos retrovisores exteriores rebatíveis e uma lâmpada indicadora de travagem, permitiram mostrar ao mundo como a marca se preocupava com a segurança dos seus passageiros.

Foram pequenos, mas importantes passos, que ajudaram os modelos Mercedes-Benz da década de 60 a tornarem-se também um exemplo em matéria de segurança automóvel.

29/09/2022 18:28

Nova geração Mercedes-Benz GLC cresce em espaço e tecnologia

O novo Mercedes-Benz GLC já está no mercado. A segunda geração do mais dinâmico e bem-sucedido SUV da Mercedes-Benz e líder do mercado global no seu segmento está maior e mais tecnológica do que nunca. O modelo, que conta apenas com motorizações eletrificadas, está em portas abertas no showroom da Sociedade Comercial C. Santos na Boavista de hoje (29 de setembro) a sábado (1 de outubro).

O novo Mercedes-Benz GLC (X 254) reflete a mais recente linguagem de design da marca e cresce em espaço e tecnologia em relação à primeira geração do SUV. Este modelo integra um segmento que tem registado crescimentos assinaláveis no mercado europeu e hoje está no topo das preferências dos consumidores. Em agosto, os SUV representaram 48% das vendas europeias, de acordo com a consultora Jato Dynamics. O GLC sempre teve um papel liderança face aos concorrentes diretos e a segunda geração reforça os argumentos do modelo.

O novo SUV da Mercedes-Benz apresenta um comprimento de 4,716 mm (+60 mm) e uma distância entre eixos de 2,889 mm (+15 mm). É, além disso, 4 mm mais baixo do que o seu antecessor. As maiores dimensões têm reflexo no espaço a bordo e na capacidade da bagageira, que aumenta para 600 litros (+50 litros).

Apesar das maiores dimensões exteriores, o novo GLC está mais ágil, devido ao eixo traseiro direcional. Com esta tecnologia, que faz parte do equipamento de série, o ângulo de direção no eixo traseiro é de até 4,5 graus. Além disso, há uma relação de direção mais direta no eixo dianteiro.

Conforto em estrada e off-road

A estética exterior do novo Mercedes-Benz GLC tem clara inspiração no novo Classe C e também no habitáculo há essa identificação. Destaque para o ecrã LCD de alta resolução de 12,3 polegadas em frente ao condutor e para o ecrã central de 11,9 polegadas, assim como o MBUX de última geração, um reconhecido sistema de infoentretenimento que conecta o mundo virtual com o mundo real.

No caso concreto do GLC, pode existir o ecrã todo-o-terreno MBUX com “capô transparente”, em que – até velocidades de 8 km/h – há uma vista virtual debaixo do carro através do compartimento do motor.

A propósito de condução fora de estrada, a tração 4MATIC, o Dynamic Select com modo Off-Road e o Assistente de Descida (DSR) permitem ao novo Mercedes-Benz GLC ter uma excelente performance em caminhos não pavimentados. Em estrada, o conforto e o comportamento dinâmico são referenciais: O novo GLC pode contar com o Pack Engineering (opcional), que incluí suspensão pneumática AIRMATIC, que pode suportar qualquer ritmo, desde o desportivo e firme até ao suave e confortável.

A propósito de tecnologia, realce para a DIGITAL LIGHT (opcional). Trata-se de faróis que fornecem novas funções, tais como a projeção de marcações auxiliares e símbolos de aviso na estrada.

Motorizações eletrificadas

O novo GLC conta apenas com motorizações eletrificadas e híbridas plug-in, sempre com caixa de velocidades automática 9G-TRONIC de série e sistema de tração integral Mercedes-Benz 4MATIC. Na fase inicial, o novo SUV da Mercedes-Benz é proposto na versão GLC 220 d 4MATIC (1993 cc e 197 + 23 cv). Mais tarde chegarão outras versões com motor diesel e a gasolina, bem como plug-in (com autonomia elétrica superior a 100 km). O Mercedes-Benz GLC 220 d 4MATIC é proposto por 73 350 euros.

27/09/2022 16:40

Primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos reúne 40 Mercedes-Benz históricos

A primeira edição do Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos foi um sucesso. O evento, que se realizou no passado sábado (24 de setembro), contou com mais de 100 participantes a bordo de quase 40 automóveis históricos Mercedes-Benz. No final, foi “reclamada” uma nova edição em 2023.

O passeio, organizado pela Sociedade Comercial C. Santos em parceria com a Motorbest Tours e com o apoio do Mercedes-Benz Club Portugal, reuniu à partida, nas instalações da Maia-Aeroporto do representante Mercedes-Benz, alguns dos mais emblemáticos modelos da história da marca. Um 190 SL (W121) de 1957, um 250 CE (W114 Coupe) de 1971, um 300 SEL 6.3 (W109) de 1970, um 300 GD (Classe G) de 1984 ou um 280 SE (W108) de 1972 são apenas alguns exemplos dos automóveis que desfilaram no primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos.

Após receção dos participantes, a caravana arrancou da sede da Sociedade Comercial C. Santos, seguindo por algumas das estradas mais celebradas do Norte de Portugal, entre as quais a EN 108, a caminho do Centro Interpretativo e ruínas romanas de Tongobriga (no Marco de Canaveses). Aí chegado, o grupo fez uma visita guiada à Área Arqueológica do Freixo, centrada na observação das ruínas pré-romanas e romanas de Tongobriga, datáveis entre o século I a.C. e o século VI d.C.. Além da visita aos principais núcleos de ruínas (áreas residenciais castrejas e romanas, muralha, fórum, balneário pré-romano e termas romanas, necrópole) também o Centro Interpretativo de Tongobriga foi “explorado”.

Após esta viagem cultural, o grupo voltou à estrada para um curto percurso até à Casa de Quintã. Este solar datado de 1740 tem com um edifício central, formado por duas torres, claustros, aqueduto, fontes e uma capela. As salas e a casa de jantar estão elegantemente decoradas. Após o almoço, em que os participantes puderam desfrutar dos sabores da região, o primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos fechou de forma mágica, com Mário Daniel, embaixador da Sociedade Comercial C. Santos que é o autor dos sucessos televisivos “Minutos Mágicos” e “Fora do Baralho” e uma referência da magia em Portugal.

“A julgar pelo feedback que recebemos, os participantes gostaram do programa do primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos, o que é muito positivo para nós. Tal como faz há 76 anos, a Sociedade Comercial C. Santos procurará no futuro continuar a valorizar a história do automóvel e da Mercedes-Benz em Portugal”, indica o relações públicas da Sociedade Comercial C. Santos, Aquiles Pinto.

Segunda edição “reclamada” por participantes

Após o evento, muitos dos participantes “reclamavam” já a segunda edição do Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos. Foi o caso de Modesto Araújo, que inscreveu um Mercedes-Benz 190 SL (W121) de 1957, a viatura mais antiga deste passeio. “Foi muito agradável e interessante. Além do passeio e de podermos observar as muitas e interessantes viaturas que participaram, houve o convívio entre as pessoas. Também a visita às ruínas romanas de Tongobriga foi um apontamento interessante. Seguramente, é uma experiência a repetir e espero que a Sociedade Comercial C. Santos volte a organizar este evento”, afirmou este apaixonado por automóveis.

Outro modelo emblemático presente foi um Mercedes-Benz 300 SEL 6.3 (W109) de 1970, conduzido por Sérgio Rodrigues. Este modelo serviu de base para o mítico Red Pig, o primeiro AMG (embora nesse caso com o motor “aumentado” para 6.8), vencedor da sua classe (e segundo da geral) nas 24 Horas de Spa-Francorchamps de 1971. “Foi com muito gosto que participamos, ainda para mais sabendo que é um evento de um concessionário tão especial, com 76 anos de história, que continua forte e assim espero que se mantenha. Foi muito agradável pelo percurso e pelas pessoas. Que seja o primeiro de muitos passeios de clássicos da Sociedade Comercial C. Santos”, referiu Sérgio Rodrigues.

O Mercedes-Benz Club Portugal, clube oficial da marca para o nosso país, também elogiou a iniciativa da Sociedade Comercial C. Santos. “É bonito aprendermos, também, um pouco com o passado e ter este tipo de iniciativas é sempre muito interessante. O horário, o trajeto, a vertente cultural e o almoço, foi tudo muito bem decidido, pelo que só temos a dar os parabéns. Gostamos muito de vir e ficamos já à espera da próxima edição”, considera João Neves (que levou um SL da geração R129 ao evento), representante do clube.

Porque a competição automóvel também faz parte da história automóvel, Manuel Ferreira da Silva, octacampeão nacional de montanha foi um dos participantes do evento (conduziu um W123). “A Mercedes-Benz é uma marca que diz muito, porque já tenho automóveis da marca há 50 anos e sou cliente da Sociedade Comercial C. Santos há quase o mesmo tempo. Este evento correu muito bem e encontrei aqui amigos de longa data. Espero que a Sociedade Comercial C. Santos possa repetir este evento todos os anos e cá estarei, se possível”.

Senhoras devem deixar de vir a “reboque”

O primeiro Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos contou com participantes de todas as idades e bastantes senhoras. Um desses casos foi Diana Assunção, que conduziu um Mercedes-Benz 250 CE (W114) de 1970 (o modelo “Stroke/8” foi produzido desde 1968 até 1976), considerado por muitos o primeiro E Coupé (embora a designação Classe E só tenha surgido na Mercedes-Benz em 1993). “É um gosto poder participar. Já tenho muita experiência neste tipo de evento porque sempre fui entusiasta de automóveis. Foi um ‘bichinho’ que recebi do meu pai e sempre vi o automóvel como muito mais do que um meio de transporte, mas também um objeto de paixão. Sempre tivemos uma grande cultura automóvel em casa. Por esse motivo, sempre que há eventos como este ou exposição, procuro participar”, afirmou.

Diana Assunção gostaria que as mulheres participassem mais neste tipo de iniciativa. “Já se vai vendo algumas senhoras, mas em muitos casos vêm a ‘reboque’ dos maridos ou namorados, ainda há um caminho a percorrer. Gostaria muito que as mulheres viessem mais a este tipo de eventos como participantes ativas. Os carros são um ótimo pretexto para as pessoas se encontrarem e passearem”, refere esta apaixonada por automóveis, antes de rematar ter apreciado o Passeio de Clássicos Soc. Com. C. Santos e desejar “que tenha sido a primeira de muitas edições”.

25/09/2022 20:51

C 36: o “pai” de todas emoções Mercedes-AMG

Mantendo a aposta em berlinas desportivas que vinha já do Mercedes-Benz 190 2.5 16, em 1993, a Mercedes lançou o C 36 AMG: o primeiro automóvel com genes desportivos que marcou, definitivamente, o vínculo oficial da Mercedes-Benz à AMG e cujo sucesso foi tão elevado que chegou à… Fórmula 1! Está na hora de desvendar a história deste espetacular modelo…

O Mercedes-Benz C 36 AMG foi estreado no Salão Automóvel Internacional de Frankfurt, em setembro de 1993. Esta berlina de elevado desempenho baseada no modelo W202 (o primeiro Classe C), foi o primeiro projeto conjunto a ser criado pela Mercedes-Benz com a empresa AMG (fundada em 1967), abrindo as portas a uma ligação muito bem-sucedida. Mas recuemos no tempo…

Em 1967, Hans Werner Aufrecht e Erhard Melcher fundaram a sua empresa de desenvolvimento de motores para a competição. Nascia assim a AMG (as iniciais representam os dois apelidos dos fundadores e o local onde Aufrecht vivia, Großaspach), que foi estreitando relações com a Mercedes-Benz através das corridas de carros de turismo, em particular no Campeonato Alemão de Carros de Turismo (DTM).

A partir de 1990, a AMG começou a cooperar no desenvolvimento de modelos desportivos de alto desempenho para a Mercedes-Benz. E foi precisamente há 29 anos que o C 36 AMG se tornou o primeiro resultado desta colaboração frutuosa. Nesse mesmo ano de 1993, outros projetos como o Classe E berlina (W 124) e o SL (R 129) também receberam a atenção da AMG, passando a usufruir de um motor V8 de 6 litros e 280 kW (381 cv), recebendo a designação “E 60 AMG” e “SL 60 AMG”, respetivamente.

Vivacidade extra graças ao trabalho no motor

O Mercedes-Benz C 36 AMG encantou tanto os especialistas do mundo automóvel, como os fãs de automóveis desportivos. Tendo como base o Mercedes-Benz C 280, o primeiro desportivo denominado “Mercedes-AMG” foi extensivamente revisto em termos de motor e chassis.

Em relação ao propulsor, em vez da variante de 2,8 litros do C 280 do motor M 104 de seis cilindros em linha, foi utilizada a versão de 3,2 litros, que também se encontrava, nessa altura, em modelos como o E 320 (modelo série 124). Com o objetivo de aumentar a cilindrada para os 3.606 cm³, os engenheiros da AMG elevaram o diâmetro de 89,9 para 91 milímetros e o curso de 84 para 92,4 milímetros. Foi adotada a cambota do motor diesel de 3,5 litros OM 605 D 35 A da Mercedes-Benz, cujos contrapesos foram rodados e o eixo reequilibrado, garantindo o curso muito longo.

O motor também recebeu pistões especiais feitos à medida, bem como a reconfiguração do amortecedor de torção da cambota, enquanto o deflector de óleo era reduzido em dois milímetros, da mesma forma que os bocais de pulverização de óleo também foram modificados. Alterados foram, igualmente, os tempos de abertura das válvulas das árvores de cames de admissão. Outras alterações passaram pelo alargamento dos orifícios do escape, tendo sido aplicado um tubo de admissão de ar com uma secção transversal consideravelmente maior, entre a caixa do filtro de ar e o coletor de admissão.

Depois, de todas essas alterações, a gestão eletrónica do motor foi naturalmente adaptada aos parâmetros alterados. Todas estas modificações permitiram um aumento da potência da ordem de 64 kW (87 cv), ou seja, o C 36 AMG oferecia qualquer coisa como 206 kW (280 cv), atingidos às 5.750 rpm. Já o binário estava disponível entre as 4.000 e as 4.750 rpm, chegando aos 385 Nm, valor que impressionava, dada a ausência de turbocompressor.

Precisão na afinação do chassis

A acompanhar as melhorias do motor, o C 36 AMG também recebeu cuidados especiais na afinação do chassis, para que o natural incremento de prestações relativamente ao modelo que lhe serviu de base, tivesse correspondência em termos dinâmicos, nomeadamente, com uma maior capacidade para abordar as curvas a velocidades mais elevadas.

Para isso, a afinação da suspensão foi vital, mesmo se não foi extrema, para que ficasse garantido o melhor compromisso entre a firmeza de molas e amortecedores de um automóvel desportivo e a configuração mais confortável e própria de uma requintada berlina. É que se o C 36 AMG foi pensado e concebido para andar depressa, era certo que a grande maioria dos seus proprietários nunca explorariam todas as suas capacidades!

Já em relação à caixa de velocidades, a opção pela transmissão automática de quatro relações podia ferir os mais puristas amantes da velocidade, mas a sua rapidez e eficácia era suficiente para não comprometer o caráter desportivo do modelo, com uma rápida reação ao “kickdown”. Já o sistema de controlo de tração (TCS) também melhorou a entrega de potência ao chão, permitindo explorar todos os cavalos disponíveis (e não eram poucos!) de forma mais eficaz.

Mas muitos outros aperfeiçoamentos contribuíram para o sucesso do conceito global do C 36 AMG. Por exemplo, os travões no eixo dianteiro do C 36 AMG eram originais do modelo R129 na versão SL 600, enquanto os do eixo traseiro pertenciam ao modelo W124 que equipavam a versão E 420.

Globalmente, as prestações do C 36 AMG colocavam-no a par de alguns coupés desportivos da época, com o modelo a atingir os 250 km/h de velocidade máxima limitada (foram registados 272 km/h sem limitador de velocidade) e a cumprir o clássico “0-100 km/h” em apenas 6,9 segundos. Valores que só não eram mais expressivos porque o modelo não era propriamente leve, acusando na balança 1460 kg, o que, ainda assim, permitia que a relação peso/potência de 5,2 kg/cv fosse muito satisfatória, no início da década de 90. Já os consumos, revelavam-se relativamente moderados, com o registo de 10,8 litros/100 km em percursos mistos, valor que naturalmente disparava em condução desportiva.

Suficientemente rápido para “chegar” à F1

O Mercedes-AMG C 36 tornou-se o primeiro “Safety Car” (carro de segurança oficial na Fórmula 1), liderando muitas vezes o pelotão da disciplina máxima do automobilismo mundial. A primeira vez que tal aconteceu foi em junho de 1996, mas a tradição de ter um Mercedes-AMG como “Safety Car” mantém-se até aos dias de hoje.

No outono de 1997, quando mais de 5.200 veículos tinham sido já produzidos, o C 36 AMG foi substituído pelo Mercedes-Benz C 43 AMG - o primeiro Classe C com um motor V8. Por essa altura, já tinham sido construídas 5.221 unidades do C 36 AMG. Isto significa que a sua produção foi, por exemplo, dez vezes superior ao mais exclusivo 190 E 2.5-16 Evolution II da série 201 do modelo de 1990 que o antecedeu.

Abrir as portas do sucesso

O C 36 AMG ficará para sempre na memória dos amantes dos automóveis desportivos, não só pelas qualidades dinâmicas, mas também porque o início da cooperação entre a Mercedes-Benz e a AMG, que até hoje se mantém e com uma notável história de sucesso associada.

Em 1999, o grupo de Estugarda assumiu uma participação maioritária na AMG, e, desde 2005, que a Mercedes-AMG GmbH é uma subsidiária integral da Daimler AG. A paixão pelos modelos com desempenho desportivo marca presença em praticamente todos os segmentos da gama de automóveis de passageiros Mercedes-Benz. Desde 2009, a Mercedes-AMG também tem vindo a demonstrar o elevado nível de especialização em automóveis desportivos desenvolvidos de forma completamente autónoma, de que o SLS AMG e o Mercedes-AMG GT são bons exemplos.

Mais recentemente apresentou os dois primeiros modelos de uma nova era, a dos híbridos plug-in: os impressionantes Mercedes-AMG GT 4 Portas 63 S E Performance, com 843 cv de potência, (https://bit.ly/2V8CN5s) e o novo Mercedes-AMG C 63 S E Performance, com 680 cv (https://bit.ly/3QW8LIY). Mas o futuro é já amanhã, pelo que a Mercedes-AMG também já o prepara com toda a energia. A prová-lo, a apresentação do disruptivo protótipo 100% elétrico Mercedes-AMG Vision AMG (https://bit.ly/3daKocA), que inspirará futuros modelos da Mercedes-AMG.

22/09/2022 18:24

Soc. Com. C. Santos de novo parceira do Festival Internacional de Teatro da Póvoa de Varzim

A Sociedade Comercial C. Santos é de novo um dos parceiros do Festival Internacional de Teatro da Póvoa de Varzim É-Aqui-in-Ócio. A 13ª edição deste festival começa amanhã (dia 23) e decorre até 1 de outubro. A condição da mulher na sociedade é o tema central do programa.

A 13ª edição do É-Aqui-in-Ócio Festival Internacional de Teatro, que arranca no dia do equinócio de outono, tem como lema “Um só Ventre Uma mesma Origem A nossa Humanidade, Mulher”. A temática é a mulher e a sua condição na sociedade, aportando esta edição, consequentemente, na reflexão sobre as questões atomicamente ligadas à temática da equidade dos géneros e no inevitável reconhecimento da importância da mulher enquanto pilar na construção de toda a nossa humanidade, para um futuro verdadeiramente humanista e humanizado.

O apoio da Sociedade Comercial C. Santos à organização, a cargo da Varazim Teatro, é efetivado através de cedência de uma viatura Mercedes-Benz Vito Tourer de 9 lugares. O É-Aqui-in-Ócio 2022 reúne companhias de teatro de Espanha, Brasil, Colômbia, Uruguai e Guiné-Bissau, além de Portugal.

“A Sociedade Comercial C. Santos volta a associar-se ao Festival Internacional de Teatro da Póvoa de Varzim É-Aqui-in-Ócio pela excelente qualidade artística e da relevância dos temas que têm abordado nos vários eventos que têm vindo a realizar. As várias áreas da sustentabilidade são um tema que nos acompanha e, cada vez mais, existe uma preocupação em olharmos para a comunidade e darmos o nosso contributo para diminuir as desigualdades, tanto ambientais como sociais, e integrar ativamente a igualdade, diversidade e bem-estar social no nosso dia a dia, para que juntos consigamos aumentar a longevidade da comunidade no futuro”, explica a diretora de marketing da Sociedade Comercial C. Santos, Ana Bolina.

Eventos em vários pontos da cidade

Entre 23 de setembro e 1 de outubro, nove espetáculos, um concerto, um debate, uma sessão de cinema e a festa dos 25 anos do Varazim Teatro irão “compor” a 13ª edição do É-Aqui-in-Ócio Festival Internacional de Teatro. Além do Cineteatro Garret, Espaço Junqueira 25 e Praça do Almada receberão os espetáculos e atividades paralelas.

“Veias de Sal numa Terra com Lágrimas de Mar”, da Companhia Certa (Varazim Teatro), é o espetáculo que abre o festival. “Mater” (Teatro Livre), “Libre coma os Paxaros” (Teatro Atlántico), “Retrópica” (Mari Paula Dance & Performance), “Antígona 3 por 3,5” (Chapitô) e “Eu Fêmea” (Teatro do Mar) são alguns outros espetáculos. O programa completo pode ser consultado aqui.

Os bilhetes têm o custo de 7€ e de 5€ com desconto (para estudantes, reformados, menores de 25 anos e maiores de 65 anos, desempregados, pessoas portadoras de deficiência e grupos de 8 pessoas). Associados ao Varazim Teatro e da ACAPO pagam 3,5€. Os passes gerais estão disponíveis por 42€ (inteiro), 30€ (com desconto) e 21€ (para associados do Varazim e da ACAPO).

Os ingressos estão disponíveis nas lojas Fnac, Worten e CTT, na bilheteira online BOL e no balcão do Cineteatro Garrett. Podem, além disso, ser feitas reservas a por email (vt@varazimteatro.org) e telefone (Varazim Teatro – 916 439 009 e 912 420 129 – e Cineteatro Garrett – 252 090 210).

21/09/2022 21:40

Mercedes-AMG C63 S E Performance: ainda mais desportivo e com força híbrida

Com tecnologia herdada da Fórmula 1, o novo Mercedes-AMG C63 S E Performance assume-se como uma das berlinas do segmento C mais potentes de sempre, com 680 cv e uma dinâmica excecional, que lhe permitem assegurar prestações de um superdesportivo. O melhor de tudo é que, como híbrido plug-in, também assegura autonomia em modo totalmente elétrico.

O novo Mercedes-AMG C 63 S E PERFORMANCE (consumo combinado de combustível, ponderado: 6,9 l/100 km; emissões combinadas de CO2, ponderadas: 156 g/km; consumo combinado de energia elétrica, ponderado: 11,7 kWh/100 km)[1], apresentando digitalmente hoje, é uma verdadeira mudança de jogo nos 55 anos de história da AMG.

Com o know-how da Fórmula 1™, oferece tecnologias de ponta herdadas do desporto automóvel que relança para a estrada, nomeadamente, ao nível da motorização híbrida.

Bem-vindos ao mais potente motor de quatro cilindros do mundo!

Um motor elétrico, de duas velocidades (a segunda é engrenada a partir dos 140 km/h), posicionado no eixo traseiro com 150 kW (204 cv) suporta o motor turbo de 2,0 litros que é montado longitudinalmente à frente e que é, tão só e apenas, o motor de quatro cilindros de produção mais potente do mundo. Este propulsor tetracilindrico tem uma potência/litro de 176 kW (238 cv) ou seja, totaliza 350 kW(476 cv).

 O fornecimento de potência e a acumulação de binário ocorrem de forma muito espontânea e sem demora: como na Fórmula 1™, o suporte elétrico do turbocompressor de gás de escape elimina o atraso do turbo do motor de combustão, ao mesmo tempo que a transmissão elétrica empurra com força de um impasse. A unidade de potência elétrica e a bateria de alto desempenho com 400 volts foram desenvolvidos internamente e de forma exclusiva pela AMG, sublinhando a competência de engenharia de alto nível dos programadores que trabalham em Affalterbach. Tal como na Fórmula 1™, a bateria é especificamente concebida para uma entrega rápida de energia e tração com inovador arrefecimento direto das células.

A potência do sistema combinado é de 500 kW (680 cv), enquanto o binário máximo combinado também impressiona, atingindo 1020 Nm. Novos valores de referência para o modelo Classe C.

Para colocar toda esta potência no chão, o motor está associado a um sistema de tração integral AMG Performance 4MATIC+, de entrega totalmente variável de acordo com a vectorização do binário. De acordo com a situação, a potência pode ser enviada para as rodas traseiras ou dianteiras, permitindo tração nas quatro rodas, esteja o veículo a receber energia do motor de combustão, elétrico ou dos dois, em modo híbrido.

Em todo o caso, a entrega de potência e o aumento do binário é feita de modo espontâneo e sem atrasos pois tal como na tecnologia de Fórmula 1™, o suporte elétrico do turbocompressor elimina o tempo de resposta do turbo no motor de combustão, enquanto o motor elétrico traseiro dá um impulso ainda maior ao conjunto (apresentando um sistema inovador de refrigeração das suas células), oferecendo uma experiência de condução totalmente nova e impressionante.  

Para isso também muito contribui a direção no eixo traseiro, bem como os oito modos de condução AMG DYNAMIC SELECT “Electric”, “Comfort”, “Battery Hold”, “Sport”, “Sport+”, “RACE”, “Slippery” e “Individual”, capazes de oferecerem uma vasta gama de experiências de condução - de eficiente a dinâmica.

Com elevadas credenciais técnicas, o Mercedes-AMG C 63 E S Performance oferece um dinâmica exemplar com prestações elevadas e de “fazer corar” alguns superdesportivos. Para atingir os primeiros 100 km/h após arranque parado, o mais potente AMG Classe C de sempre precisa apenas de 3,4 segundos, atingindo, depois, a velocidade máxima de 250 km/h ou, opcionalmente, de 280 km/h.

Híbrido Plug-in para curtas deslocações

Mas o C 63 S E Performance também é um híbrido plug-in, que permite gozar de autonomia totalmente elétrica. Para o efeito, viu montada uma bateria de 6,1 kWh, que permite que o modelo se desloque em modo totalmente elétrico, sustentável e silencioso ao longo de 11 km. Neste modo elétrico, a mais recente geração do AMG C pode atingir até 130 km/h de velocidade.

Design irreverente e musculado

A forma segue a função: o desenho do novo C 63 S E Performance difere do do Mercedes-Benz Classe C nas suas proporções mais musculosas. Os modelos berlina e carrinha e são ambos baseados numa carroçaria AMG extensivamente modificada. A extremidade dianteira é 50 milímetros mais comprida e as asas dianteiras são mais largas. No total, as dimensões exteriores gerais diferem consideravelmente das do Classe C da Mercedes-Benz. Em termos de comprimento, tanto a berlina e a carrinha medem 83 milímetros a mais. A largura maior da via no eixo dianteiro resulta numa secção dianteira 76 milímetros mais larga, enquanto a distância entre eixos também aumentou, neste caso, dez milímetros. Com todas estas alterações, o C 63 S E Performance ganha um novo look, mais poderoso, alargado e musculado.

Pela primeira vez num modelo de produção Mercedes-AMG, um emblema redondo com um emblema AMG preto substitui a estrela Mercedes do capot. Outros elementos típicos incluem a grelha do radiador específica da AMG com escoras verticais e o avental frontal da AMG em desenho de asa de jato. Generosas entradas e cortinas de ar direcionam o fluxo de ar especificamente para as suas várias funções. Dois painéis de ar controlados eletronicamente (atrás da grelha do radiador e no avental dianteiro) permitem que o ar seja regulado conforme necessário.

As saias laterais, o avental traseiro com grande difusor, bem como os dois trapezoidais, com nervuras exteriores duplas do tubo de escape, completam o design arrojado. Detalhes exclusivos na parte traseira incluem a asa aerodinâmica especial na tampa da bagageira (spoiler no tejadilho no caso da carrinha), a aba de carga do plug-in e a designação do modelo contra um fundo vermelho. O símbolo “E PERFORMANCE” nas asas confirma tratar-se de um modelo híbrido. O C 63 S E Performance tem jantes de liga leve AMG de 19 polegadas e pneus mistos de série, mas pode oferecer outras combinações, com jantes de 20 polegadas.

Estão também disponíveis inúmeros acabamentos de pintura e equipamento para proporcionar uma maior personalização. O magno de grafite cinzento fosco AMG está disponível exclusivamente para o C 63 S E Performance. O design exterior pode ser ainda mais acentuado com os packs de Fibra de Carbono Exterior AMG I e II, os packs AMG Night I e II ou o pack Aerodinâmico AMG.

Interior elegante e desportivo

No interior, os bancos desportivos AMG com uma disposição especial de estofos e um padrão de costura distinto contribuem para a impressão refinada. Há também muitas escolhas individuais disponíveis para o interior. Cores exclusivas e vários estofos em pele de napa com um emblema AMG estampado nos encostos de cabeça dianteiros servem para realçar o lado desportivo ou o lado luxuoso do C 63 S E Performance.

Os bancos AMG Performance de segunda geração, totalmente redesenhados, estão disponíveis como opção. A sua característica especial são os cintos de segurança laterais com aberturas que reduzem o peso e que também permitem uma melhor ventilação. Se forem selecionados estofos em pele de napa, estes também apresentam uma cor contrastante como um destaque extra. O logótipo AMG é agora posicionado entre as aberturas cromadas mate abaixo do apoio de cabeça integrado.

A sobressair está também a última geração do sistema de infoentretenimento com diversos écrans e funções específicas AMG e do sistema híbrido. O aspeto do painel de instrumentos pode ser personalizado com diferentes estilos de visualização. O estilo “Supersport”, específico da AMG, por exemplo, oferece a opção de exibir vários conteúdos através de uma estrutura de menu vertical, que incluem um menu com temperaturas específicas híbridas ou um menu de configuração que exibe as definições atuais da suspensão ou transmissão.

Os gráficos de alta qualidade no visor multimédia também visualizam de forma específica da AMG, tais como o fluxo de potência de todo o sistema de transmissão, velocidade do motor, potência, binário e temperatura do motor elétrico, bem como a temperatura da bateria.

Também há um botão de atalha para configurar programas de acionamento AMG DYNAMIC SELECT, enquanto o AMG TRACK PACE, que oferece o registo de dados de utilização do veículo em pista também está disponível. O software regista mais de 80 dados específicos do veículo, tais como velocidade, aceleração, ângulo de direção e acionamento do pedal do travão dez vezes por segundo, em condução de pista. Neste contexto, o cronómetro dá também o tempo por volta e por sector de pista.

Volante desportivo e multifuncional

Com o seu design distinto de dois raios e botões de controlo perfeitamente integrados, o  volante AMG Performance também oferece um valor acrescentado tangível. Os botões redondos do volante AMG impressionam com brilhantes mostradores e a sua lógica de funcionamento perfeita de rotação e pressão. Isto permite que funções de condução importantes e todos os modos de condução sejam controlados sem que o condutor tenha de tirar as mãos do volante. Como nova característica, é possível selecionar os níveis de regeneração da condução híbrida através dos botões do volante.

Não restam dúvidas, portanto, que ao Mercedes-AMG C 63 S E Performance não faltam argumentos para se tornar uma referência entre as melhores berlinas e carrinhas desportivas da atualidade.

21/09/2022 10:00

Rent a Star, para quem alugar um automóvel não chega

Sempre atenta às necessidades dos seus clientes e com uma predisposição natural para criar as tendências em vez de as seguir, a Sociedade Comercial C. Santos lançou um serviço inovador para quem alugar “um” automóvel não é suficiente, tem de ser “o” automóvel, tem de ser um Mercedes-Benz ou um prático smart. E assim nasce a Rent a Star.

A Rent a Star é uma empresa de aluguer de automóveis de passageiros (e comerciais ligeiros) com uma frota Premium, que é especializada no aluguer de viaturas Mercedes-Benz e smart. Tem uma cobertura nacional e a sua sede fica na Estrada Nacional 107, na Moreira da Maia.

Mas esta empresa do Grupo Sociedade Comercial C. Santos é muito mais do que uma empresa de aluguer especializada em Mercedes-Benz e smart. É toda uma panóplia de serviços que visam atender com rapidez, eficiência, qualidade e conforto as necessidades dos clientes. Na prática é transpor para este setor de atividade tão particular, as características diferenciadoras da Sociedade Comercial C. Santos e o nível de excelência das marcas que representa. Afinal, há quase um século que representamos, assistimos e acarinhamos Mercedes-Benz em Portugal.

Sabia que o Rent a Star está disponível 24H por dia, 7 dias por semana? E que o serviço de reservas e pagamentos pode ser feito online ou através de uma app dedicada, disponível no Google Play ou na App Store? No fundo, estas soluções vêm confirmar os objetivos traçados e explorar todas as soluções que, de alguma forma, possam ir ao encontro do conforto e das necessidades dos clientes.  

Até por isso, a Rent a Star é certificada pela Norma da Qualidade ISO 9001: 2015.

Se a qualidade do serviço é de excelência, o que dizer da frota disponível? Pretende um citadino que se move em ambiente citadino com uma agilidade desconcertante, o smart fortwo é a escolha ideal. Pretende manter esta mobilidade urbana, mas precisa de quatro lugares, o smart forfour foi concebido para este desafio…

Pretende um automóvel para uma ocasião especial ou, simplesmente, não quer abdicar de andar na melhor berlina de luxo do mundo, temos à sua disposição um fabuloso Classe S. Pelo meio, encontra uma miríade de modelos e soluções que compreendem quase toda a gama Mercedes-Benz e que podem atender às necessidades de um leque muito alargado de clientes. Embora todos eles com um denominador comum: seja qual for o modelo escolhido, não abdicam da garantia de qualidade e segurança que apenas um Mercedes-Benz ou um prático smart asseguram.

Até se a escolha for mais baseada numa resposta a uma necessidade mais imediata e prosaica, como transportar objetos de maior dimensão ou até um pequeno grupo de passageiros. A Rent a Star também tem uma frota de comerciais ligeiros que abarca modelos tão díspares como um Mercedes-Benz Vito ou um Classe V, até uma Sprinter com uns imensos 12m3 de capacidade.

E não precisa de estar sedeado numa grande cidade como o Porto ou Lisboa. A Rent a Star tem estações dedicadas de Chaves a Faro, de Ponte da Barca à Póvoa do Lanhoso. Porque queremos que a cobertura nacional seja o mais abrangente possível, para que um grupo cada vez maior de portugueses (e não só) possa ter a possibilidade de usufruir da qualidade do serviço e da fantástica frota que a Rent a Star oferece.